Tour Gastronômico por Porto Alegre

Atendendo a pedidos, publicaremos nos próximos dias um Tour Gastronômico pela deliciosa Porto Alegre. Algo que qualquer visitante deve fazer ao visitar a cidade.
Mas, antes de adentrar nas cozinhas dos melhores bares e restaurantes de POA – como Porto Alegre é carinhosamente conhecida por seus moradores – que tal conhecer um pouco mais por essa maravilhosa cidade pelo texto do inigualável Luís Fernando Veríssimo
Afinal, como diz a música, Porto Alegre é demais!

A mal entendida
Por Luis Fernando Veríssimo
In: Veríssimo, Luís Fernando.   Traçando Porto Alegre.  6. ed.  Porto Alegre: Artes e Oficios, 2009.

Porto Alegre vive à beira de alguns mal-entendidos.

Para começar, vive à beira de um rio que não é rio. O Guaíba é um estuário, ou como quer que se chame essa espécie de ante-sala onde cinco rios se reúnem para entrar juntos na Lagoa dos Patos. Mas todos o chamam de Rio Guaíba.

A rua principal da cidade não existe. Você rodará toda a cidade à procura da Rua da Praia e não a encontrará. Usando a lógica – o que é sempre arriscado, em Porto Alegre – procurará uma rua que margeia o rio (que não é rio), ou que comece ou termine numa praia. Se dará mal. Não há praias no centro da cidade, e nenhuma rua ao longo do falso rio se chama “da praia”. Finalmente, desconfiado de que a rua principal só pode ser aquela que concentra a maior parte do tráfego de pedestres no centro, você consultará a placa e lerá “Rua dos Andradas”. Mas ninguém a chama de Rua dos
Andradas, chamam pelo nome antigo, Rua da Praia. Por que da praia? Ninguém sabe. Só se sabe que ela vai da Ponta do Gasômetro, que não é mais Gasômetro, até a Praça Dom Feliciano, que todos chamam Praça de Santa Casa, passando pela Praça da Alfândega, que já foi praça Senador Florêncio, mas voltou a ser Praça da Alfândega porque ficava na frente da Alfândega – que não existe mais.

Confuso, você talvez entre no prédio da prefeitura para pedir satisfações, só para descobrir que entrou no prédio errado. Existe outra prefeitura, a nova, atrás da velha, que por sua vez tem na frente uma praça chamada não Porto Alegre mas Montevidéu.

Na prefeitura certa talvez lhe digam para ir se queixar ao bispo, tendo que, para isto, subir a Rua da Ladeira até a Praça da Matriz, onde fica a Catedral. Desista. Você não encontrará a Rua da Ladeira, que hoje se chama (só ela se chama, porque ninguém mais a chama assim) General Câmara, e a Praça da Matriz na verdade é a Praça Marechal Deodoro, embora poucos porto-alegrenses saibam disto.

A única vantagem de toda esta confusão é que você precisará de muito tempo para ir decifrando Porto Alegre, ao contrário do que acontece em cidades previsíveis e sem graça como Paris, Roma, etc., onde tudo tem o mesmo nome há séculos – e ir degustando-a aos poucos. Acho que não se decepcionará.

Vencidos os primeiros mal-entendidos e localizada, por exemplo, a “Praça da Matriz”, você pode fazer uma visita ao Theatro São Pedro, um dos orgulhos da cidade com seu prédio em estilo barroco português e sua pequena platéia em forma de ferradura. Há quem diga que é o teatro mais bonito do Brasil. Certamente é o mais bem cuidado. Inaugurado em 1858, esteve fechado por uns tempos e foi magnificamente restaurado para sua reinauguração há poucos anos. Da sacada do seu primeiro andar, onde ficam o foyer e o café, você pode olhar a Praça de cima. Se tiver sorte, os jacarandás estarão florindo. Do outro lado da praça estão a Catedral e o palácio do governo estadual, ou Palácio Piratini, esse no estilo neoclássico francês. Duas coisas surpreendem alguns visitantes em Porto Alegre pela quantidade insuspeitada: a arquitetura neoclássica e os jacarandás.

Saindo do Theatro São Pedro você pode aproveitar para dar uma olhada na Biblioteca Pública (outro exemplo do estilo neoclássico), e principalmente uma espiada no seu Salão Mourisco, ricamente decorado. Desça a Rua da Ladeira. Está bem, a General Câmara. Você chegará ao chamado Largo dos Medeiros e a outro mal-entendido municipal. O largo tem este nome extra-oficial em homenagem a um café que tinha ali e não tem mais. Não, não se chamava Café Medeiros, os donos é que se chamavam assim. Não importa, vire à esquerda e siga pela Rua da Praia – dos Andradas! dos Andradas! – passando a Praça da Alfândega, onde todas as primaveras se realiza a famosa Feira do Livro de Porto Alegre.

Depois de uma curta caminhada você chegará ao antigo Hotel Majestic, hoje belissimamente transformado na Casa de Cultura Mario Quintana, com teatros, cinemas e salas para cursos e exposições. Vale a pena entrar para ver o que foi feito do velho hotel e ir até o Café Concerto na sua parte superior, ou então deixar para voltar lá na hora do pôr-do-sol. Um pouco mais adiante na mesma Rua da Praia, à sua esquerda, você verá a igreja Nossa Senhora das Dores, com uma grande escadaria na frente. A fachada e a escadaria são iluminadas à noite, é uma das bonitas visões da cidade.

Volte pela mesma Rua da Praia em direção ao centro. Ao chegar à Avenida Borges de Medeiros, pegue a esquerda e desça até o Mercado Público, perto da prefeitura e da já citada Praça Montevidéu, onde está a graciosa Fonte de Talavera de la Reina, um presente da comunidade espanhola à cidade. Passeie dentro do mercado e veja as suas “bancas” especializadas, como a que vende vários tipos diferentes de erva para o chimarrão. Os morangos com nata batida da Banca 43 são famosos.

O pôr-do-sol não pode ser reivindicado como atração turística de Porto Alegre, já que tecnicamente ele acontece fora dos limites estritos do município, mas saber se colocar para assisti-lo é uma das artes da cidade. O novo Café Concerto, na cúpula do antigo Hotel Majestic, com uma vista desimpedida do “rio” e do poente, já tem seus adeptos, mas o ponto tradicional dos crepusculistas é o mirante do Morro de Santa Teresa. Você precisará de transporte para ir do centro até lá e se for de táxi, para evitar outro mal-entendido, diga ao motorista que quer ir ao “Morro da Televisão”. Do mesmo mirante você terá a melhor vista da cidade, cuja topografia já foi comparada à de São Francisco na Califórnia. E verá, lá embaixo, o imponente estádio do grande Sport Club Internacional.

Outro bom lugar para se olhar a cidade e o pôr-do-sol é o Morro do Turista. Para chegar lá você precisa pedir para ser levado ao Morro da Polícia. É o mesmo morro.

Aos domingos pela manhã, boa parte da população de Porto Alegre vai ao “Brique da Redenção”, assim chamado porque fica no Parque Farroupilha. Calma. O Parque Farroupilha, um dos maiores parques urbanos do mundo, é conhecido pelos porto-alegrenses como Parque da Redenção. Ou, sucintamente, “a Redenção”. “Brique”, na língua gaúcha, é o encurtamento de “briqueabraque” e é uma feira de antigüidades em que tudo, até revista da semana passada, é considerado antigüidade. Mas em meio às porcarias assumidas, há louças e pratarias, livros valiosos, selos e moedas e principalmente muita gente vendendo, comprando ou só passeando.

O parque se chama Farroupilha em homenagem à revolução do mesmo nome que os gaúchos fizeram em 1835 contra o império, proclamando a República Rio-grandense. Mas, embora todo mundo aqui hoje comemore a insurreição, Porto Alegre manteve-se fiel ao governo central e por isto mereceu o título de “leal e valorosa cidade” conferido pelo imperador Pedro II, e que está no seu brasão.

Outro mal-entendido.

Diego Fontenele é Relações Públicas e CEO do Blog de Viagens. Escreve semanalmente para a coluna Viajando na Maionese, desde sua residência em Porto Alegre. É apaixonado por gastronomia e por todo tipo de viagem.

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Neve e mais neve nos Estados Unidos

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Visto de casamento membros da comunidade européia

Trazemos hoje um terceiro vídeo dos nosso parceiro Londres Brasil.

Se tens interesse em saber como funciona o visto para pessoas casadas com membros da comunidade européia, assista o video e visite o site do  Londres Brasil.

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Passeio pelo mar para conhecer a história do Rio de Janeiro

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Conheça as belezas do Guarujá

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Bares escondidos em São Paulo

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Ingressar na Europa

Olá amigos!
Gostaria de compartilhar com vocês hoje a minha experiência no meu primeiro ingresso na Europa, o que significa entender um pouco como funciona o processo burocrático de visto, checagem de documentos, revista e entrevista no departamento de imigração. No caso do Reino Unido, para quem deseja permanecer durante um tempo superior àquele considerado de turismo (a partir de seis meses), é necessário o pedido de um visto. No Brasil, há escritórios do governo britânico em São Paulo, Rio de Janeiro e a embaixada em Brasília. (Para saber o endereço das embaixadas e consulados, clique aqui.)

A formalização consistiu na entrega de documentos como duas cartas – confirmando o endereço onde moro e a matrícula na escola onde estudo em Londres -, um extrato juramentado da conta bancária traduzida para o inglês (há escritórios especializados em traduções que fazem isso. Custo médio de 60 reais.), passaporte e fornecimento de impressões digitais e fotos. Depois de um mês, passaporte e outros papéis originais são devolvidos via Correio na casa do interessado.

Minha chegada ao continente europeu se deu via Roma, pelo aeroporto de Fiumicino, onde troquei de avião para o aeroporto de Heathrow (Londres). Se está vindo pela primeira vez, acostume-se com um processo lento de verificagem de documentos e revistas. Na dúvida, não queira mostrar o quanto você tem personalidade própria e repita, sim, o que os outros estiverem fazendo. Isso inclui, a retirada dos sapatos, do cinto e de outro acessórios como brincos e relógios que tenham detalhes em metal que podem acionar o detector. Esse processo é comum e, uma vez no Reino Unido, você deverá repeti-lo sempre que retornar para a Grã-Bretanha caso vá para outros países da Comunidade Européia.

Se você demonstrar boa-vontade e entregar rapidamente o passaporte e algum outro documento que eventualmente podem lhe pedir também para confirmar sua identidade (como a carteirinha de estudante internacional), não terá problemas. Chegando finalmente ao destino final, Londres, momentos de tensão aguardam no departamento de imigração, que nada mais é do que uma série de guiches semelhantes ao de uma agencia bancária, onde lhe fazem algumas perguntas e você deverá entregar um pequeno formulário (normalmente fornecidado pela companhias aéreas no final do voo). Passada essa etapa, seja finalmente bem-vindo.
Até a próxima!

Paulo Rocha é jornalista e reside em Londres

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Com museus encantadores, aproveite a cultural e charmosa Montevidéu em 36 horas

Seth Kugel
New York Times Syndicate
Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

Montevidéu pode ser ofuscada por suas vizinhas mais badaladas, Punta del Este e Buenos Aires, mas a capital do Uruguai não sofre de complexo de inferioridade. Como centro político e comercial do país, Montevidéu segue seu próprio ritmo indiferente. Seus 1,3 milhão de habitantes gostam de exibir os prazeres como de uma cápsula do tempo de sua cidade, como as mateiras de couro penduradas em seus ombros, que guardam as garrafas térmicas e cuias para preparo do chimarrão. E apesar do horizonte de Montevidéu estar pontuado por alguns arranha-céus, a cidade abriga pequenos museus encantadores, uma cidade velha animada e apenas um punhado de turistas. É uma cidade que os uruguaios gostam de manter em segredo.

Como centro político e comercial do país, Montevidéu segue seu próprio ritmo indiferente. Na foto, Palácio Salvo uma vez foi o edifício mais alto da América do Sul.

Sexta-feira

16h – Cachorro-quente e arte bacana
Mergulhe direto na vida do centro parando na Plaza Fabini (18 de Julio com Rio Negro) de Montevidéu. Apelidada de Plaza del Entrevero pelos moradores locais devido à estátua em seu centro, a praça bem cuidada, com fonte, é perfeita para desfrutar os raios do sol de fim de tarde e para observar pessoas. O café ao ar livre, La Pasiva, é famoso por seus “panchos”, cachorros-quentes servidos com uma receita secreta picante de mostarda (18 pesos uruguaios, cerca de 85 cents, com o dólar cotado a 21,57 pesos) e melhor acompanhados com uma garrafa de Paso de los Toros, a contribuição do Uruguai aos grandes refrigerantes de pomelo do mundo. E escondido embaixo fica o Subte (598-2-908-7643; subtemvd.blogspot.com), um espaço de exposição gratuito que frequentemente exibe artistas uruguaios contemporâneos.

18h – Fatia de bolo
O apóstrofo pode ser desnecessário, mas tudo mais está no seu devido lugar no Cake’s (José Ellauri 1067; 598-2-707-6207; cakes.com.uy), no bairro nobre de Pocitos. É um lugar maravilhoso para tomar chá e provar as sobremesas enormes (108 pesos) que facilmente manterão a fome afastada até a tardia hora do jantar de Montevidéu. Experimente o mille-feuille ao estilo uruguaio, repleto de doce de leite; ou os alfajores, biscoitos recheados com doce de leite. (Eles têm alguns itens sem doce de leite, mas por que se dar ao trabalho?)

21h – Cheio de queijo
Os restaurantes casuais de Montevidéu possuem cardápios notadamente semelhantes, que giram em torno do chope, das muzzarelas (fatias de pizza), fainá (um pão chato feito de farinha de grão-de-bico) e chivitos (sanduíches de carne bovina). Para um endereço à moda antiga ligeiramente acima dos demais, experimente a Pizzería Trouville (21 de Septiembre 3104; 598-2-711-2598), um ponto popular em Pocitos, que fica em um meio-termo entre bar e restaurante. Suas muzzarelas são repletas de queijo (a menos que você peça “pizza”, que vem sem queijo) e o sabor será ainda melhor se você conseguir pegar uma mesa ao ar livre.

23h – Dobre sua diversão
Montevidéu não está no radar de muitas celebridades (ou ainda não), mas o Baar Fun Fun (Ciudadela 1229, Mercado Central; 598-2-915-8005; barfunfun.com), um bar fundado em 1895 e que atualmente é um ponto badalado de tango e música candombe local, já atraiu algumas, como comprovam as fotos na parede. Entre elas o roqueiro canadense Bryan Adams, o ator Danny Glover e a presidente do Chile, Michelle Bachelet. Enquanto isso, uruguaios de todas as idades lotam o local para beber uvita, um drinque superdoce à base de vinho, ouvir apresentações ao vivo e, até onde o bar lotado permite, dançar.

Sábado

11h – Mercado matinal
Apesar dos táxis serem baratos, o centro de Montevidéu é fácil de ser percorrido a pé e um bom lugar para começar é o Mercado de los Artesanos (Plaza Cagancha 1365; 598-2-901-0887), uma feira de artesanato onde os artesãos se revezam vendendo velas, trabalhos em couro, abajures de cerâmica e bonecas uns dos outros. Depois, desça a 18 de Julio para se embasbacar com o Palacio Salvo, o prédio mais alto da América do Sul quando foi construído nos anos 20. Então perambule pela cidade velha, para ver quão agradável um distrito histórico pode ser quando são removidos os turistas e, em seu lugar, há apenas moradores cuidando de seus afazeres diários.

As tardes de sábado assumem uma atmosfera de festa virtual no Mercado del Puerto, um mercado portuário do século 19 que é o prazer dos carnívoros. - Foto Horácio Paone/ NYT

13h – Encontro para carne
As tardes de sábado assumem uma atmosfera de festa virtual no Mercado del Puerto (Piedras com Yacare; 598-2-915-4178; mercadodelpuerto.com), um mercado portuário do século 19 que é o prazer dos carnívoros. A rotina tradicional: comece no bar do Roldós com uma garrafa de Medio y Medio, uma mistura de vinho seco e espumante que serve como bebida oficial do mercado e, a 120 pesos a garrafa, é um rápido indutor de farra. Então passe para um tinto uruguaio quando sentar-se para uma refeição em um dos restaurantes de parrillada como o La Maestranza, onde hábeis mestres da grelha assam pedaços de carne e, provavelmente apenas como exibição, um pimentão verde. Almoço para dois, com vinho, sai por cerca de 750 pesos.

16h – Onde está Gurvich?
Desde os sete pecados capitais retratados por animais de fazenda a pinturas que lembram uma montagem de “Onde Está Wally?”, José Gurvich é um dos artistas uruguaios mais conhecidos do século 20. Celebre sua vida e obra no Museu Gurvich (Ituzaingo 1377, Plaza Matriz; 598-2-915-7826; museogurvich.org), um museu inteligentemente planejado que é uma biografia em um prédio. Visite os três andares de suas pinturas, esculturas, colagens e murais – o homem fez de tudo, exceto criar vídeos para o YouTube, e isso provavelmente apenas porque ele morreu em 1974.

19h – Dividindo canudinhos
Lembra de quando as noites de fim de semana significavam ir à beira-mar com suas garrafas térmicas cheias de água quente para beber chimarrão, compartilhando um canudinho de metal? Não lembra? Então você certamente não é de Pocitos, onde um trecho da Rambla fica cheio de casais e grupos de amigos. O público tende a ser jovem, mas não exclusivamente. O dono da erva-mate despeja a água e passa de um amigo para outro. É um lance de cada um faz o seu, então se você quiser participar, certifique-se de comprar com antecedência a erva-mate e a garrafa térmica; elas são fáceis de encontrar.

22h – Pausa para o sushi
Por mais que tentem, os moradores de Montevidéu não conseguem viver só de carne, e um lugar onde fazem uma pausa na cultura da carne bovina é o Café Misterio (Costa Rica 1700, Carrasco; 598-2-601-8765; cafemisterio.com.uy), um sushi bar que há anos é um dos pontos mais badalados da cidade. O retrô se encontra com o moderno da decoração que muda sempre, pessoas trintonas se encontram com sexagenárias no bar e sashimi de polvo (190 pesos por quatro fatias) se encontra com mojitos (100 pesos) no cardápio.

2h – Redondo (como um disco)
Às 2 horas da madrugada é quase cedo demais para chegar ao Lotus (World Trade Center; 598-2-628-1379; lotus.com.uy), o clube do momento em Montevidéu, mas há abundância de bares lotados na área, como o El Pony Pisador (José Iturriaga 3497; 598-2-622-1885; elponypisador.com.uy), para um aquecimento. O Lotus é quase perturbadoramente redondo, como uma discoteca em uma espaçonave marciana nos anos 70, mas cria uma transição fluente entre os observadores na parte externa, aqueles que flertam um anel adiante e as pessoas dançando música house no interior. O público varia dos ultraelegantes até aqueles que apenas querem se divertir com os amigos. Tente ir embora antes das 4h30, ou terá que nadar contra a correnteza de todos aqueles que chegam tarde.

Domingo

11h – Passeio pela feira
À procura de cebolas frescas, amendoim doce, suéteres, livros usados, flores, um controle remoto usado ou um animal de estimação? Você encontrará tudo isso e muito mais na feira de rua de Tristan Narvaja, que ocupa quadras e quadras na rua de mesmo nome aos domingos. Mesmo se você só estiver no mercado para uma caminhada por uma feira interessante, sua satisfação estará garantida.

Chivito, o sanduíche uruguaio de carne bovina grelhada que, mesmo na sua forma mais simples, vem repleto de alface, tomate, ovo e queijo. Foto: Horácio Paone

13h – Última chamada para Chivitos
Se você chegou até aqui sem provar um chivito, o sanduíche uruguaio de carne bovina grelhada que, mesmo na sua forma mais simples, vem repleto de alface, tomate, ovo e queijo, você provavelmente estabeleceu um recorde montevideano. O Papoñita (18 de Julio 1649; 598-2-408-4840), um restaurante à moda antiga, repleto de velhos casais simpáticos, acabará com esse jejum. O chivito canadense, que vem com presunto, alface, tomate e toneladas de outras coisas, custa 160 pesos; o copa melba (175 pesos) é outra especialidade, um sorvete alto como arranha-céu que é um feito arquitetônico tanto quanto os prédios ao redor.

O básico

Pense duas vezes antes de escolher um hotel no centro. Charmosa de dia, a cidade velha pode ser barulhenta e desagradável, ou silenciosa e perigosa, à noite. Como é fácil circular pela cidade em táxis baratos, é melhor ficar em um bairro mais nobre como Pocitos, que fica à beira-mar. A maioria dos hotéis aceita dólares americanos.

O Ermitage Hotel (Juan Benito Blanco 783; 598-2-710-4021; ermitagemontevideo.com), dos anos 50, oferece um custo-benefício excelente, com quartos com vista para o mar a partir de US$ 80.

Uma opção mais moderna é o Trouville Apart & Suites (Francisco Vidal 726 com Juan Maria Pérez 2957; 598-2-712-0903; puntatrouville.com.uy). Os quartos, equipados com quitinete, custam a partir de US$ 85.

Para acomodações de luxo, o Belmont House, no bairro Carrasco (Riviera 6512; 598-2-600-0430; belmonthouse.com.uy), oferece quartos duplos a partir de US$ 240.

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Visto para quem tem Nível Superior e quer vir para Londres

Trazemos hoje um segundo vídeo dos nosso parceiro Londres Brasil.

Se tens nível superior e pretende viajar para o Reino Unido, não deixe de conferir as dicas do  Londres Brasil.

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Promoção Azul da 100 reais de desconto

A AZUL está com uma nova promoção no ar. Se você comprar passagem de ida e volta entre os dias 25/01 e 10/02 e voar (pelo menos ida) até 28 de fevereiro você ganha um voucher de 100 reais para a sua próxima viagem.

Para participar, basta ser membro do Tudo Azul, o programa de relacionamentos da empresa. Clique aqui.

Vale lembrar que o voucher será enviado para e-mail cadastrado no Tudo Azul e só poderá ser utilizado nos períodos de 01 de março  a 30 de junho, exceto nos períodos de restrição: 31/03 a 06/04/, de 20 a 25/04/ e de 01 a 06/06/, estando sujeito à disponibilidade de assentos.

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Estações de esqui ensinam a sobreviver a avalanches

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Companhia aérea terá camas de casal na classe econômica

Por BBC

A companhia aérea neozelandesa Air New Zealand anunciou nesta terça-feira que vai oferecer assentos que viram camas na classe econômica de alguns de seus aviões.

Segundo a empresa, este é o avanço mais significativo em termos de conforto para viajantes da classe econômica dos últimos vinte anos.

As camas são formadas quando os descansos para os pés em três poltronas, uma ao lado da outra, são elevados até o nível dos assentos.

Um cobertor e travesseiros completam o pacote.

Os interessados precisariam comprar os três assentos, mas a companhia está oferecendo o terceiro pela metade do preço.

A ideia é atrair casais ou famílias pequenas, que poderiam dormir juntos.

(Nota: As imagens boas começam ali pelos 03 minutos.)

Preço

A cama econômica foi desenvolvida por engenheiros da Air New Zealand. Cerca de um quarto dos assentos da classe econômica de todos os aviões que fazem as rotas de longa duração serão convertidos.

Eles ocuparão as primeiras 11 fileiras da classe econômica nos novos aviões Boeing 777-300 da empresa.

As camas econômicas estarão à venda a partir de abril.

Para se ter uma ideia dos custos, um casal viajando da Nova Zelândia para a Grã-Bretanha pagaria em torno de US$ 10,8 mil por uma “cama” na classe econômica – ou seja, US$ 5,4 mil cada um.

Passageiros que viajam deitados na classe business pagariam por volta de US$ 7,1 mil cada um pelo mesmo trajeto, e um assento comum na classe econômica custaria quase US$ 4,3 mil

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Blog de Viagens escolhido um dos sites essenciais sobre hotelaria

Quando eu resolvi criar o Blog de Viagens, ali em meados de julho, eu não poderia imaginar a ótima aceitação do site em tão pouco tempo.

Para ser sincero, eu sequer tinha a certeza que iria atualizá-lo com a frequência que deveria, isso é, diariamente.

Por vezes, coloquei em dúvida até a relevância de mais um blog em um nicho tão concorrido como é o de viagem e turismo. Mesmo assim, resolvi seguir em frente, mas não sem a ajuda dos meus colunista, profissionais competentes em suas respectivas áreas, que semanalmente trazem dicas valiosas para os leitores do Blog de Viagens: Denise Waskow, Felipe Paiva, Tiago Paixão, Eduardo Mânica, Paulo Rocha e Janaína Kalsing.

Além disso, por meio do BdV tive a oportunidade de conhecer blogueiros, parceiros e amigos; pessoas especiais sempre prontas a ajudar. Aproveito para agradecer em especial aos amigos: Edu Giansante e Homero do E-Dublin, Silvino do Canal Londres, Rodrigo do Lista Brasil.(Já fica a dica para visitar esses sites: os melhores!)

Pois bem, eu já estava até conformado e feliz com o número crescente de visitantes, com a trajetória do BdV e com a os amigos que pude conhecer em função da criação do Blog de Viagens. Não esperando mais nada, vi que o Riq Freire, nosso grão-mestre do turismo, recomendou o BdV no seu fantástico blogroll do Viaje na Viagem. Pra mim era o topo!

Estava errado!  Além de todos esses presentes que  ganhei ao fundar o BdV, tive a honra de ver que o Blog de Viagens foi escolhido como um dos sites essenciais sobre hotelaria pelo pessoal da PMWEB, uma das maiores empresas de Marketing Digital e CRM para redes de hotéis e resorts do país, especializada em hotelaria e com grande experiência em consultoria em todo o Brasil.

Agora sim, eu posso me aposentar. Clique aqui e leia a notícia no site da PMWEB

Aproveito, então, para agradecer a toda a equipe da PMWEB, em especial ao Rodrigo Schaurich, diretor de planejamento da Pmweb e ao Augusto Rocha, por escolher e recomendar o Blog de Viagens como um dos destinos online essenciais sobre hotelaria. Sinal de que estamos no caminho certo! Não tenho palavras! Só aquele MUITO OBRIGADO!!!

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Visto de Estudante Londres

A partir de hoje você vai encontrar aqui no Blog de Viagens alguns vídeos do nosso novo parceiro: o Londres Brasil. Ali você encontra diversas informações que vão te auxiliar na sua viagem à capital dodo Reino Unido. Confira, clique aqui.

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Os encantos de Jericoacoara

Olá a todos! Hoje vamos apresentar a “menina dos olhos” do turismo cearense: a praia de Jericoacoara.
Eleita como uma das 10 mais belas praias do mundo, esse local paradisíaco fica localizado no município de Jijoca de Jericoacoara, distante aproximadamente 300 km de Fortaleza (litoral oeste do Ceará).
Apesar da fama e badalação, o local transpira tranqüilidade. Lá encontraremos várias colônias de pescadores, ruas de areia (algumas até sem rede elétrica!). Além disso, o local é Área de Proteção Ambiental (APA) desde 1984, o que favorece a manutenção do ambiente rústico.
Jericoacoara se destaca pela presença de inúmeras formações lacustres e dunas de tirar o fôlego. A principal lagoa é Jijoca, dividida em duas partes: Lagoa Azul, rústica e com barracas simples; e Lagoa do Paraíso, com pousadas confortáveis e restaurantes que oferecem redes e espreguiçadeiras. Por todo o espelho d´água, os bons ventos da região – considerada uma das melhores do país para a prática de esportes náuticos – conduzem jangadas e pranchas de kitesurf, que dividem o espaço em perfeita harmonia.
Já a praia do centro de Jericoacoara, freqüentada pelos windsurfistas em especial, tem como destaque a duna do Pôr-do-sol. Todos os dias, no final da tarde, nativos e turistas sobem o morro de 30 metros de areia para apreciar o espetáculo do sol mergulhando no mar. Depois, a vila vira festa. Com restaurantes transados, bares animados e forrós pé-de-serra, oferece programas para todos os gostos. Nas noites de lua cheia, porém, o programa preferido é simplesmente apreciar o céu, sempre repleto de estrelas.
Outro cartão postal fantástico de Jeri é a famosa pedra furada. Fica a 30 minutos de caminhada a partir da praia de Jericoacoara. Em julho, o sol se põe do outro lado do “furo” da Pedra Furada, proporcionando um grande espetáculo. O caminho pela praia deve ser feito apenas na maré baixa – na cheia é preciso escalar as dunas.

Hotéis e Pousadas
Local para ficar também não é problema em Jeri. Clique aqui e encontre todos os hotéis e pousadas existentes no local:

Onde comer
E você pode me perguntar: sim, mas onde posso comer com qualidade? Clique aqui e conheça  os melhores restaurantes da região, mostrando sucintamente algumas características de cada estabelecimento.
Se você está  ansioso para conhecer esse paraíso perdido, deve estar se perguntando como chegar até lá. Bem, não existe aeroporto em Jeri (o mais próximo é o de Camocim, a 50 km de distância, e apenas para aviões de pequeno porte).

De carro, apenas se o seu tiver tração nas quatro rodas (o ideal para quem tem carro de passeio é deixá-lo em uma espécie de estacionamento que existe na entrada da cidade e ir em transportes chamados “Jardineiras”).

Empresas de ônibus também fazem o trajeto por lá. Uma delas é a Redenção (85 3256 2728/ 1973). Empresas de turismo também fazem pacotes para lá. Uma delas é a CVC, clique aqui

Bem pessoal, é  isso. Até a próxima coluna!

Felipe Paiva, 23 anos, escreve todas as segundas-feiras para a coluna “Próxima Escala, Fortaleza”, no Blog de Viagens, é acadêmico de Medicina e como todo bom cearense adora a orla de sua cidade.

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Obesos pagarão passagem em dobro nos voos da Air France-KLM

Notícia da Folha e da France Press

A partir de 1 de abril os passageiros obesos que viajarem pela companhia aérea Air France-KLM terão que pagar passagem em dobro, caso não consigam se acomodar em uma única poltrona se o voo estiver lotado.

O passageiro pagará o valor normal da sua tarifas acrescido de 75% do valor da segunda passagem. A Air France-KLM alega motivos de segurança para tomar essa decisão, principalmente porque, segundo a companhia, pessoas obesas tendem a usar o outro extremo do cinto do assento ao lado para afivelar.

Não seriam motivos esses econômicos? Mais um modo de ganhar dinheiro de forma pouquíssimo ética?

Por outro lado, a empresa afirma que devolverá o dinheiro caso o voo não esteja lotado. Alguém acredita nisso? Para conhecimento: os assentos tem em média 43 ou 44 cm de largura.

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Viaje para Europa e ganhe 4 noites de hotel

A Decolar.com e a TAP estão com uma ótima promoção. Na compra de passagem para duas pessoas você ganha 4 noites de hotel no destino escolhido (Barcelona, Lisboa, Paris, Madri, Roma ou  Londres). Você poderá comprar as passagem com valores a partir de US$ 854 e vale somente para compras feitas nessa semana.

O embarque deverá ser feito até dia 31 de março nos aeroportos de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. Para saber mais, clique aqui.


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Visto para Austrália

Kangaroo_Sign_at_Stuart_HighwayA Austrália é um dos destinos preferidos dos estudantes interessados em fazer intercâmbio. Diferentemente da Irlanda, a Austrália exige que o estudante solicite o visto antes de embarcar.

Desta forma, fizemos uma relação com os principais documentos exigidos para a solicitação do visto.

Vale lembrar que você pode freqüentar qualquer curso com menos de 3 meses apenas com o visto de turista. Caso a duração do curso seja superior a três meses, será necessário o pedido do visto de estudante.

 Documentos

  1. Exames realizados pelo médico credenciado junto a Embaixada Australiana no Brasil. Clique aqui e veja o médico mais perto de você no Brasil.  Caso esteja em outro país, Clique aqui e escolha a letra do país onde esteja.
  2. Print da reserva da passagem (ida e volta)
  3. 3 fotos 3×4  ou 5×7(dois para o exame médico e uma para o formulário)
  4. Passaporte com 6 meses de validade,  no mínimo.
  5. Imposto de renda completo com os comprovantes de entrega junto a Receita Federal(Caso não tenha declare imposto, entregue a Declaração de Isento) – Cópia autenticada.
  6. CoE – Confirmation of Enrolment, fornecido pela agência onde o curso foi comprada. (O comprovante emitido pela escola de que você pagou o curso!)
  7. Diploma de conclusão de último grau de escolaridade (Obs.: caso esteja cursando faculdade, apresente o comprovante de trancamento de matrícula.)
  8. Carta pessoal explicando os motivos da viagem
  9. Declaração de antecedentes criminais, caso a estadia seja igual ou superior a 1 ano.
  10. Carteira internacional de vacinação contra febre amarela. (Obs.: você deve se vacinar pelo menos 10 dias antes de embarcar e solicitar a carteira nos postos da Anvisa em Portos e Aeroportos do país.)
  11. Formulários 157A e 956 preenchidos.

Formulários para visto  

Visto Australiano

Visto Australiano

 

Documentos especiais

Se você for o seu próprio responsável financeiro

  1. Os 3 últimos contracheques, holerites , RPA ou Pró-labores, etc.
  2. Cópia autenticada da carteira de trabalho
  3. Carta da empresa onde trabalha atualmente
  4. Carta de garantia de emprego quando retorne

 Caso outra pessoa seja a responsável pelo custeio de suas despesas de viagem, será necessário apresentar esses documentos

  1. Carta pessoal de suporte financeiro com firma reconhecida.
  2. Cópia autenticada do Imposto de renda completo juntamente com o comprovante de entrega a Receita Federal.
  3. Cópias autenticadas dos Três últimos contracheques, Holerites, Pó-labores ou RPA;
  4. Extrato bancário dos 3 últmos meses de uma aplicação comprovando  no mínimo AU$ 2.000,00 por mês de permanência da Austrália;

Observação  importante: Não tente dar uma de esperto. A embaixada sabe tudo. O que muitos estudantes estavam fazendo era colocar o dinheiro do curso e das despesas no banco e retiravam os extratos. Com esse mesmo dinheiro pagavam as despesas(curso, passagem, etc) e comprovavam que tinham o dinheiro no banco.  Por esses motivos, a Embaixada,  só aceita os extratos bancários após a emissão do CoE (Confirmation of Enrolment).

     5. Cópia autenticada do  Contrato social da empresa (caso o responsável seja empresário)

     6.Cópia do contrato de locação de imóvel (caso o responsável possua algum imóvel alugado)

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Valores das taxas

Para o pagamento da taxa, a Embaixada da Austrália só aceita cheque administrativo, cheque de pessoa jurídica ou dinheiro. Os cheques devem ser nominais a Embaixada da Austrália e constar um telefone para contato.

Uma dica valiosa: No Brasil, para obter um cheque administrativo é  necessário informar ao estabelecimento bancário o CNPJ da Embaixada da Austrália que é 03973950/0001-90.

A Embaixada não aceita pagamentos de cheques de pessoa física, cheque-correios, Cartão de crédito ou débito, deposito em conta ou vale postal.

O valor da taxa do visto, hoje, está em R$ 899,00. Mas fique atento para a mudança desse valor.

Os exames médicos deverão ser realizados com médicos credenciados junto a embaixada da Austrália. Sendo assim, o valor dos exames e da consulta varia de região para região.

 

Dicas importantes

Carta pessoal

A carta pessoal deve ser simples. Apresente-se, conte um pouco de sua vida, o que faz, faça um resumo profissional e cite seus vínculos com o Brasil; Explique os que você pretende fazer na Austrália; o que o curso vai agregar em sua vida profissional; o motivo de ter escolhido a Austrália e, principalmente,  cite motivos para que a embaixada acredite que você vai retornar ao Brasil, não esquecendo de demonstrar os vínculos profissionais, pessoais, acadêmicos por aqui.

Carta de suporte financeiro

Igualmente a carta pessoal, essa carta é bem simples. Aqui, o responsável pelas despesas do viajante vai se identificar, colocar seus dados pessoais (CPF, RG, onde reside, cidade, estado); Em um segundo momento vai se identificar (se é pai, avô tio, mãe) do viajante e vai dizer que se responsabiliza por todos os gastos do viajante durante a estadia dele na Austrália. Ah! E não esqueça de reconhecer a firma em cartório.

australian_flagSeguro Saúde

O Governo Australiano não exige, mas recomenda que os visitantes viagem com um seguro-saúde. Lá, os estrangeiros não serão cobertos pelo sistema de saúde do governo, exceção feita aos estrangeiros cujos países mantém um acordo recíproco com a Austrália.  Sobre o sistema de saúde Australiano, você pode ler mais aqui.

A dica do Blog de Viagens é que você não viaje sem seguro-saúde. Não vale arriscar. Se você estiver na dúvida sobre os seguros-saúde, clique aqui e leia mais...

Uma outra dica valiosa. Faça o seu Visa Travel Money. Chega de carregar dinheiro dentro das meias. Clique aqui e saiba as vantagens de ter o seu.

E não esqueça: as medidas de roupas e calçados variam de país para país. Saiba qual a sua clicando aqui e conferindo a tabela que o Blog de Viagens fez para você.

 

Anote o endereço da Embaixada da Austrália no Brasil

A Embaixada funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 10h30. Para pedidos de informações ou acompanhamentos de visto comunique-se com o Departamento de Imigração da Embaixada pelo via fax (61) 224-5777 ou pelo e-mail dima-brasilia@dfat.gov.au.

 Embaixada da Austrália em Brasília

SES – Setor de Embaixadas Sul, Quadra 801, Conj. K, lote 07
Brasília-DF-CEP 70200-010
Tel. (61)223-7772
Fax (61) 224-5777
E-mail: dima-brasilia@dfat.gov.au
Site: www.brazil.embassy.gov.au

Para mais informações acesse o site do Departamento de Imigração do Governo Australiano  - http://www.immi.gov.au/

O site da Embaixada da Austrália – www.brazil.embassy.gov.au

O site do Study in Australia – www.studyinaustralia.gov.au

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Visite o Oceanário de Lisboa

Além de apreciar a bela culinária portuguesa, comer os famosos pastéis de Belém, visitar as inúmeras praças e sentir toda a história por trás de qualquer passo que se dê em Lisboa, o que mais podemos fazer na capital de Portugal? Já pensou em visitar o oceanário de Lisboa, o segundo maior da Europa.
Confira esse passeio agora.

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36 Horas em Washington, a cidade dos EUA que está novamente na moda

Reportagem: Helene Cooper
New York Times Syndicate
Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

No Eighteenth Street Lounge, salas de sofás de veludo e lareiras aguardam por você - Foto: Divulgação.

Washington está repentinamente de novo na moda, acrescido de uma dose dupla de jovens trabalhadores políticos idealistas, que de fato acreditam que podem mudar o mundo, além da chegada do primeiro presidente negro dos Estados Unidos. Passou a ser até bacana acenar a bandeira. E nos meses de lua-de-mel da presidência de Barack Obama, antes do casamento do país com o novo presidente azedar como de costume, uma viagem à capital do país é o que há. Seria quase antipatriótico não visitá-la.

Sexta-feira

18h – A festa começa cedo

Beba na companhia dos recém-chegados a Washington no Eighteenth Street Lounge (1212 18th Street NW; 202-466-3922; www.eighteenthstreetlounge.com). Entre pela porta ao lado da Mattress Discounters -não há sinalização do lado de fora- suba as escadas e voilà! Uma casa geminada de múltiplos níveis, com sala após sala de sofás de veludo e lareiras, aguarda por você. Há um deck nos fundos para coquetéis pós-expediente na primavera e verão.

20h – Coma como a Oprah

Tome um táxi até Capital Hill, até o Art and Soul Restaurant no Liaison Hotel (415 New Jersey Avenue NW; 202-393-7777; www.artandsouldc.com). O ex-chef de Oprah Winfrey, Art Smith, é o dono deste restaurante que foi a central de comando das grandes festas da posse. Sim, você já tomou uns drinques, mas você não vai dirigir, então não deixe de provar a margarita no bar antes de se sentar para comer. O cardápio fará você se recordar que, sim, Washington é uma cidade sulista -nem pense em deixar de provar a Chesapeake Bay Fry para começar. É uma combinação de frutos do mar fritos, mariscos, lula, camarão e ostras com, é claro, quiabo. Os bolos de milho Terra e Mar (com caranguejo, carne bovina e queijo brie) são ridiculamente bons. Se ainda estiver com fome, então peça a costeleta de porco com molho de presunto. E os bolinhos miniatura de coco e chocolate. O jantar para dois, com drinques, vinho e sobremesa, custa cerca de US$ 140.

O famoso Lincoln Memorial, em Washington, D.C


22h – Caminhada da liberdade

Por sorte, você não está usando sapatos Prada com saltos de 13 centímetros, porque você vai queimar a costeleta de porco com uma caminhada até o parque National Mall. Seu destino é o Lincoln Memorial (www.nps.gov/linc), com o velho Abe iluminado por trás à noite. Os monumentos de Washington são sempre melhores vistos à noite, quando os turistas vão embora e os românticos estão caminhando de braços dados. Na noite da eleição, o Lincoln Memorial era um local carregado de emoção: Illinois estava enviando outro de seus filhos para Washington. De lá para cá, o monumento que há muito era o primeiro destino dos visitantes afro-americanos em Washington se tornou quase um refúgio, com moradores e visitantes vindo para ler a inscrição “Sem malícia contra ninguém; com caridade para com todos” e refletir sobre a América, a Bela.

Sábado

9h – Protesto sentado matinal

O café da manhã no Florida Avenue Grill (1100 Florida Avenue NW; 202-265-1586), uma instituição de culinária sulista, evoca os protestos sentados e o movimento dos direitos civis. O endereço serve a gordurosa e deliciosa culinária do Sul desde 1944. Mingau quente, presunto, biscoitos e molho -tudo cercado por fotos de antigos figurões de Washington, como Ron Brown, o ex-secretário do Comércio, e Strom Thurmond, o ex-senador da Carolina do Sul. Obama terá que manter a linha se seguir seus predecessores aqui.

Centro de Visitantes do Capitólio oferece exposições rotativas de documentos históricos - Foto: Divulgação

10h – Nº 1600 da avenida Pennsylvania

Nós sabemos, é o local turístico mais visado. Mas entenda, é a Casa Branca (1600 Pennsylvania Avenue; 202-456-7041; www.whitehouse.gov). Para agendar uma visita, primeiro é preciso encontrar nove amigos para acompanharem você. Então telefone para seu deputado no Congresso para agendar. (Não sabe exatamente quem é? Procure em writerep.house.gov.) Esses passeios sem guia -que funcionam na base do primeiro que chegar é o primeiro a entrar e são marcados com cerca de um mês de antecedência- permitem que você explore as salas públicas e os jardins. Sinto muito, mas você não poderá checar a quadra de basquete interna planejada por Obama, mas poderá ver a Sala Leste, a Sala de Recepção Diplomática e a sala de jantar onde ocorrem aqueles sofisticados jantares de Estado.

Meio-dia – Olá, Betsy

Não, não é aquela Betsy… não há bandeiras estreladas no Betsy Fisher (1224 Connecticut Avenue NW; 202-785-1975; www.betsyfisher.com). Esta butique estilizada e elegante é ponto de referência para os funcionários do novo governo Obama. (A porta-voz de transição de Obama, Stephanie Cutter, descola seus vestidos Diane von Furstenberg aqui.) A proprietária, Betsy Fisher Albaugh, sempre tem drinques e vinho à mão para manter ocupados os homens que invariavelmente são arrastados para a loja.

14h – Vamos, deputado!

Ele levou seis anos para ser concluído, mas o Centro de Visitantes do Capitólio dos Estados Unidos (Capitol Hill; na extremidade leste do parque The Mall; 202-225-6827; www.visitthecapitol.gov) finalmente foi inaugurado. O centro subterrâneo visa aliviar o gargalo que costumava servir de entrada para os visitantes no Capitólio. Ele faz isso e mais, apesar das críticas, que dizem que ele assume uma vida própria separada demais do próprio Capitólio. Confira pessoalmente -é possível agendar uma visita pelo site, ou apenas comparecer e perambular pelo local. O centro oferece exposições rotativas de documentos históricos, que podem variar de uma cópia cerimonial da 13ª Emenda que aboliu a escravidão ao discurso feito pelo presidente Bush ao Congresso, após os ataques do 11 de Setembro.

Chi-Cha, um lounge onde é possível tomar drinques de fim de noite - Foto: Divulgação

19h – Hora da festa

Ok, basta de turismo federal, é hora de encontrar os washingtonianos de verdade. Vá ao sempre agitado Corredor da U Street e descole um banco no Local 16 (1602 U Street NW; 202-265-2828; www.localsixteen.com), um popular reduto democrata. Há múltiplos lounges e, melhor de tudo, um deck na cobertura, onde é possível ver as luzes da cidade enquanto beberica seu martini de melancia pré-jantar. Muitos arrecadadores de fundos democratas frequentam o lugar, então não se surpreenda se houver alguma festa privada em uma das salas.

20h30 – Prato político

Jante a poucas quadras de distância no Cork Wine Bar (1720 14th Street NW; 202-265-2675; www.corkdc.com), que pode ter uma das melhores batatas fritas da cidade. Os proprietários, Khalid Pitts e Diane Gross, são amigos de Barack (Pitts é diretor de responsabilidade política da União Internacional dos Funcionários do Setor de Serviços, que apoiou Obama, e Gross trabalhou para o establishment político democrata por anos). O cardápio inclui pratos grandes e pequenos, de queijos e azeitonas marinadas a confit de pato e sauté de couve. E, minha nossa, não esqueça das batatas fritas! Elas são temperadas com alho e limão. Pode pedir duas porções. O jantar para dois, com vinho, custa cerca de US$ 60.

22h30 – Sala cheia de fumaça

Fume o resto de sua noite no Chi-Cha (1624 U Street NW; 202-234-8400; www.latinconcepts.com/chi-cha), um lounge onde se fuma tabaco com mel por um narguilé ao mesmo tempo que se toma drinques de fim de noite. O público eclético dança rumba e salsa até altas horas da madrugada, e há sempre um diplomata em um sofá de canto fazendo algo impróprio -desvie o olhar, curta seu narguilé e dance com o ritmo. É como estar em Beirute. Ok, vamos tentar de novo. É como estar em Marrakech. Bem, talvez Marrakech com música brasileira. Se quiser que a noite prossiga, pare no Ben’s Chili Bowl no momento em que está mais movimentado.

Domingo

8h – Rio idílico

Washington é conhecida pelas belas manhãs ao longo do Rio Potomac, e uma forma perfeita de vê-las é de uma canoa. A Thompson Boat Center (2900 Virginia Avenue NW; 202-333-9543; www.thompsonboatcenter.com), no encontro de Georgetown com o Rock Creek Parkway, oferece aluguéis de canoa a partir de US$ 8 a hora e US$ 22 por dia. Reme pelo rio e poderá ver um senador (ou um príncipe saudita) tomando café no pátio de sua mansão.

Igreja Católica Romana de Santo Agostinho é uma das mais antigas igrejas negras dos EUA - Foto: Divulgação

12h30 – Levante sua voz

A Igreja Católica Romana de Santo Agostinho (1419 V Street NW; 202-265-1470; www.saintaugustine-dc.org) que se considera a “Igreja Mãe dos Católicos Negros nos Estados Unidos”, é uma das mais antigas igrejas católicas negras do país. A missa dominical das 12h30 combina hinos tradicionais negros com música gospel. O local tem cantado com fervor particular desde o dia da eleição, em 2008.

Onde ficar

O Hotel Palomar (2121 P Street NW; 202-448-1800; www.hotelpalomar-dc.com) é um hotel butique Kimpton no coração do Círculo Dupont. Diárias a partir de US$ 150.

O Hotel Monaco (700 F Street NW; 202-628-7177; www.monaco-dc.com), também um hotel Kimpton, fica no Penn Quarter, em frente à Galeria Nacional de Retratos e perto do Museu Internacional da Espionagem. Quartos a partir de US$ 180.

O Hotel Tabard Inn (1739 N Street NW; 202-785-1277; www.tabardinn.com) é uma alternativa barata (alguns quartos compartilham um banheiro) repleta de charme; pense na Velha Inglaterra não distante da Casa Branca. A diária dos quartos com banheiro compartilhado custa a partir de US$ 113; com banheiro privado, US$ 158.

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Pequenas férias técnicas

Viajantes! O Blog de Viagens vai tirar 3 dias de férias. Na verdade, precisamos revisar a parte técnica da hospedagem. Estamos com alguns problemas que inviabilizam algumas páginas. Dia 15 de janeiro retornamos como se nada tivesse acontecido. Até lá confiram os últimos posts.

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Que tal escolher um bom restaurante?

Vai dizer. Uma das melhores partes de viajar é sentar em um bom restaurante e apreciar uma boa comida. Se tiver acompanhado, melhor ainda.

Mas como descobrir um bom restaurante em Milwaukee, por exemplo? Ou em Taiwan?  Nice?

Conheci o Has The Best há alguns meses. Inclusive já utilizei o serviço. Funciona como um TripAdvisor para restaurantes.Vale a pena conferir. Escolha a cidade e confira os restaurantes. E a o bom do site é que você pode indicar locais para apreciar uma ótima comida.

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Documento de identidade será exigido para embarque em aeroportos do Brasil

A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) divulgou hoje  novas exigências para embarque em voos nacionais e internacionais nos aeroportos do Brasil.

A partir de 1º de março de 2010 será exigido do passageiro a apresentação de algum documento de identificação no momento de embarque nos terminais dos aeroportos. Hoje, o documento de identificação é exigido somente na hora do check-in e pela Polícia Federal em voos internacionais. O objetivo da nova medida é garantir que o passageiro que entre na aeronave é o mesmo que conste no cartão de embarque.

Os documentos que serão aceitos como comprovantes de identificação serão a Carteira de Identidade (RG), Passaporte, Carteira de Habilitação e Carteira de Trabalho, além dos demais documentos oficiais com foto, como o cartão de identidade expedido pelo Poder Judiciário ou Legislativo (incluindo os estaduais), e cartão de identidade expedido por ministério ou órgão subordinado à Presidência da República

Os estrangeiros que embarcarem em aeroportos brasileiros deverão apresentar a Cédula de Identidade de Estrangeiro, identidade diplomática ou consular, ou outro documento legal.

Caso você tenha sido vítima de furto, roubo ou extravio de documentos, o boletim de ocorrência feita nas delegacias de polícia serão validos por no máximo 60 dias.

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36 horas no Cairo, uma cidade fervilhante que abala todos os sentidos

Reportagem: Michael Slackman
New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui

O Cairo é Terceiro Mundo e Primeiro Mundo, mundo islâmico e mundo faraônico, uma cidade fervilhante que abala todos os sentidos, simultaneamente. Há milhares de anos de história nesta cidade de 18 milhões de habitantes, e essa história pode ser vista nas próprias pessoas: do mascate moderno de ful, vendendo sua pasta de feijão cozido em um carrinho decorado, do capitão de faluca conduzindo sua embarcação pelo escuro Nilo, o jovem andando de bicicleta em meio ao tráfego com um tabuleiro de pão do tamanho de uma escada equilibrado na cabeça. Prepare-se: tenha um lenço de cabeça para as mulheres entrarem nas mesquitas; pacotes de lenços de papel para paradas em toaletes; pequenos trocados para gorjetas; e, se gostar de beber, uma garrafa ou duas de vinho do free shop do aeroporto. O Cairo tem muito a oferecer, mas uma boa garrafa de vinho não está inclusa.

Jovem pedala pelo Cairo com tabuleiro de pão na cabeça - Foto Shawn Baldwi/NYT

Sexta-feira
17h – Navegando no passado
Não há melhor forma de conjurar o espírito oriental do que fazer um passeio de faluca pelo Nilo. O melhor lugar para encontrar um destes barcos de fundo chato com uma mesa de piquenique no meio é na estrada na encosta em frente ao Four Seasons Hotel, no embarcadouro Dok Dok em Garden City. Os turistas podem esperar pagar 60 libras, ou cerca de US$ 11 com o dólar valendo cerca de 5,60 libras egípcias. Leve aquela garrafa de vinho que você comprou no free shop.

19h – Fumaça na água
Esqueça o politicamente correto. O Cairo é uma cidade de fumantes e, na maioria dos casos, isto significa cigarros baratos, fortes. Mas os cachimbos de água (narguilé ou shisha, como é chamado ali) são suaves, limpos e oferecem sabores variados -melão, morango, maçã, pêssego- no Sequoia (rua Abu El Feda; 20-2-2735-0014), um restaurante agradável na ponta norte de Zamalek, uma ilha próxima ao centro da cidade. Aqui, é possível sentar sob uma tenda branca, fumar um shisha e pedir uma cerveja, Sakhara ou Stella, feita no Egito. Há um preço mínimo de 65 libras nos dias úteis e 90 libras nos fins de semana, um mínimo facilmente atingido se pedir comida -cuscuz de cabrito, shish taouk, mezze quente e frio, incluindo hummus, e charutos de folha de uva. O jantar sai em média 100 libras por pessoa.

22h – Diversão na ponte
Há um Hard Rock Café no Hyatt e um recém-inaugurado Buddha Bar no Sofitel, mas, se este é o seu interesse, por que ir ao Cairo? Faça uma caminhada até a Ponte Seis de Outubro, que sai de Zamalek, onde acontece um casamento atrás do outro e as festas são realizadas ao longo do guard-rail. Se o ambiente estiver muito barulhento, vá até a próxima ponte -Kasr el Nil- que freqüentemente está lotada de homens e mulheres jovens.

Capitão navega em sua faluca pelo rio Nilo - Foto: Shawn Baldwi/NYT

Sábado

9h – Feijões e tamaya
O Cairo não é a capital gourmet do Oriente Médio, mas a comida aqui é boa. Opte pelos pratos egípcios como ful e tamaya -discos fritos de pasta de feijão-fava. Ambos são pratos favoritos no café da manhã egípcio. Pegue um táxi até a praça Sayeda Zeinab no movimentado bairro de Sayeda Zeinab (sendo turista, você pode esperar pagar o dobro da tarifa habitual de 5 libras). Esteja com bastante fome quando for ao El Karbegi (praça Sayeda Zeinab, 11; 20-2-2391-4318). Por apenas poucas libras, desfrute de sanduíches recheados com o tamaya e ful mais frescos no Cairo.

10h – Cairo islâmico
Siga para a vizinha praça Ibn Tulun para iniciar uma visita ao Cairo islâmico, uma mistura extraordinária de confusão cotidiana moderna com o poder altivo da arquitetura islâmica do Egito. Duas paradas obrigatórias -o Museu Gayer-Anderson e a Mesquita Ibn Tulun do século 9- são abertas aos turistas diariamente às 8h, exceto às sextas. Os turistas pagam um ingresso de 30 libras para entrar no museu Anderson, lar de um mercador do século 16. Dê 10 libras de doação para a mesquita vizinha e um homem cobrirá seus calçados em botas de lona para que possa explorar o vasto salão de oração de cor de areia. Suba até a cobertura e ao minarete para uma vista do bairro.

11h30 – Compras sem incômodo
Os agressivos vendedores ambulantes podem arruinar a experiência de compras no Cairo. O que torna a loja Khan Misr Touloun (Midan Ibn Tulun, 17, diante da Mesquita Ibn Tulun, 20-2-2365-2227) ainda mais especial. Lá dentro não há falatório, nenhum incômodo. Você encontrará cerâmica tradicional da cidade-oásis de Fayoum, jóias de prata, vidro artesanal, cestas zambianas e quatro mapas essenciais, de fácil leitura, chamados Cairo Medieval (15 libras cada).

Meio-dia – Mesquitas e um mercado
De Ibn Tulun, use os mapas No. 3 e No. 4 para caminhar até a Mesquita Sultão Hassan e a Mesquita Rifai, onde está enterrado o último xá do Irã em um túmulo solitário. A Mesquita Azul, distante de 5 a 10 minutos de caminhada ao norte, está caindo aos pedaços, mas é tranqüila. Costuma não haver ninguém exceto Gamal, o zelador que fica sentado em um tapete aguardando por um visitante ocasional. Os ladrilhos azuis que restam em algumas poucas paredes foram feitos na Turquia há centenas de anos, mas o motivo para a visita é subir o minarete. A subida conta com 83 em forma de saca-rolhas, metade deles no escuro total. Mas a vista da imponente Mesquita Muhammad Ali na Cidadela, da Cidade dos Mortos e do Parque Azhar, uma área verde construída por Agha Khan, faz a escalada valer a pena. A entrada é gratuita, mas dê uma gorjeta de 20 libras para Gamal. Então saia da mesquita e caminha até o Bab Zuwayla, um dos três portões fatimidas, que conduzem ao agitado mercado vale-tudo, o Khan el-Khalili. Aqui é possível pechinchar feito louco e comprar de tudo, de cachimbos de água a ervas medicinais e jóias. Mas é melhor os compradores terem cuidado.

15h – Coma como um egípcio
Com fome? Como estamos nos atendo à cozinha egípcia, experimente o koshary, uma mistura de espaguete, cebolas fritas, lentilhas e, se quiser, molho vermelho picante. No Abou Tarek, no bairro Maarouf (www.aboutarek.com), há dois pratos, grande e pequeno, 3 e 5 libras. Sente-se às mesas de metal ou peça para viagem.

16h – Tempos faraônicos
As pirâmides de Gizé, saindo do Cairo, são uma excursão obrigatória por si só, mas não são a única amostra do Egito faraônico no Cairo ou arredores. No coração da cidade, o monumental Museu Egípcio (www.egyptianmuseum.gov.eg), na praça Tahrir, presta homenagem a tudo o que é faraônico. No andar de cima há uma pequena bilheteria (o ingresso custa 100 libras) para a Sala da Múmia. Além da bilheteria se encontram os tesouros do Rei Tut. Há duas pequenas salas repletas de coisas de Tut, incluindo a máscara de ouro do rei menino e o enorme sarcófago de ouro.

20h – Jantar e pós-jantar
Pegue uma mesa na varanda sobre o Nilo no El Kebabgy, um restaurante recém-reaberto no hotel Sofitel (rua El Thawra Council, 3, Zamalek; 20-2-2737-3737). Peça o grelhado misto (120 libras), que inclui cabrito e frango. Então tome um táxi do outro lado Nilo para ir ao Cairo Jazz Club (Rua 26 de Julho, 197, Agouza; 20-2-3345-9939; www.cairojazzclub.com), onde há dois bares, um perto da pista de dança e outro na área mais tranqüila perto da entrada. Este último recebe uma mistura de ocidentais e egípcios de classe alta.

Domingo

Na estação Sadat na praça Tahrir, pegue o metrô (1 libra) para Helwan e desça na estação Mar Girgis. Isto deixará você dentro do Cairo Cóptico. Há muito o que ver nesta área compacta e tranqüila, mas há dois pontos importantes: a cripta da Sagrada Família sob a Igreja de São Sérgio e o Convento de São Jorge. Os turistas freqüentemente deixam de visitar a minúscula Capela de São Jorge, uma pequena sala em um porão onde os fiéis colocam uma corrente -supostamente usada para torturar São Jorge- ao redor do pescoço e olham para a imagem mecânica na parede retratando São Jorge cravando a lança no dragão. Finalmente, há a Sinagoga Ben Ezra, e lá, nas palhas, o bebê Moisés foi escondido. Agora é tudo cimentado e uma parede. Depois, visite o velho cemitério, uma pausa tranqüila do caos da cidade e uma caminhada por entre túmulos que testemunham a diversidade étnica que já fez do Cairo uma grande cidade cosmopolita.

No El Karbegi, há os sanduíches recheados com o tamaya e ful mais frescos do Cairo - Foto:Shawn Baldwi/NYT

8h30 – Cairo Cóptico

Informações básicas
Se quiser ficar perto do centro da cidade, é possível ficar no novo Four Seasons Hotel na Nile Plaza (20-2-2791-7000; www.fourseasons.com/caironp -não confunda com o Four Seasons perto do zoológico, em Gizé). Bom serviço, muitas flores, tudo em ordem. A diária padrão para um quarto com vista do Nilo é de US$ 520.

No Cairo Marriott em Zamalek (20-2-2728-3000; www.marriott.com), construído em torno de um palácio do século 19, o serviço pode ser enlouquecedor, principalmente na recepção e no restaurante no jardim, mas os quartos foram reformados recentemente e o hotel conta com um belo jardim, um restaurante ao ar livre e uma grande piscina. Ele também possui um cassino. A diária padrão para um quarto de luxo com vista para o jardim é de cerca de US$ 200.

No centro, o Windsor Hotel Cairo (Rua Alfi Bei,19, 20-2-2591-5810; www.windsorcairo.com), a uma distância de caminhada do museu, é uma alternativa da moda de baixo custo, histórica, com um grande bar. As diárias dos quartos de luxo são de cerca de US$ 60.

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Feliz Ano Novo

Feliz Ano novo!

Que 2010 seja um ano de muita alegria, paz, saúde, felicidades, amor e sucesso para vocês e suas famílias.

Que em 2010 estejamos novamente juntos aqui no Blog de Viagens!

Voltem sempre, este espaço é de vocês.

Para terminar o ano, que tal uma charge do grande Maurício Ricardo do Charges.com.br

http://charges.uol.com.br/2009/12/31/ano-novinho-em-folha/

Feliz 2010!

Equipe do Blog de Viagens

Simples assim, como só o Blog de Viagens pode ser.

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