Monthly Archive for novembro, 2009

36 horas em Dublin – Centro da cidade se tornou ímã para jovens de toda a Europa

Reportagem: George Lenker
New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

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Fila de torneiras da microcervejaria Porterhouse - Foto: Derek Speirs/NYT

Fila de torneiras da microcervejaria Porterhouse - Foto: Derek Speirs/NYT

O Tigre Celta, o motor econômico que começou a rugir nos anos 90, pode estar apenas ronronando no momento, mas Dublin ainda se deleita em sua recém-encontrada prosperidade. O centro compacto da cidade, na foz do rio Liffey, se tornou um ímã para jovens de toda a Europa, dando à capital irlandesa um toque moderno e internacional. Lojas de ervas asiáticas e galerias polonesas agora compartilham as ruas cheias de história com casas do século 18 e velhos pubs (onde é proibido fumar). Mas as tradições irlandesas ainda resistem. Assim, se estiver à procura da Dublin clássica, a cidade ainda conta com uma abundância de refúgios onde é possível se enfiar com um quartilho (pint) de cerveja e um bom livro.

Sexta-feira
15h30 – Portas georgianas
A luz da tarde propicia um momento esplêndido para estudar a arquitetura georgiana de Dublin, um estilo formal e simétrico popular no século 18 e início do século 19, durante os reinos dos primeiros quatro reis ingleses chamados George, e conhecida por suas portas coloridas, às vezes espalhafatosas. Um bom lugar para começar é a Merrion Square, que já foi lar de Oscar Wilde (nº 1) e William Butler Yeats (nº 82). A Lower Baggot Street também conta com portas coloridas, muitas imortalizadas em um cartaz clássico chamado “As Portas de Dublin”.

Portas em estilo georgiano em casas na Merrion Square, que já foi lar de Oscar Wilde - Fotos Derek Speirs/NYT

Portas em estilo georgiano em casas na Merrion Square, que já foi lar de Oscar Wilde - Fotos Derek Speirs/NYT

19h30 – Cardápio escada acima
Há uma velha piada irlandesa que diz que uma refeição celta com sete pratos é apenas um pacote com seis cervejas Guinness e uma batata. A verdade é que a última década trouxe um afluxo de culinária suntuosa, muito além da carne enlatada e o repolho. Ela pode ser encontrada no Winding Stair Restaurant & Bookshop (40 Ormond Quay; 353-1-872-7320; www.winding-stair.com), onde pratos tradicionais irlandeses se harmonizam perfeitamente com a nouvelle cuisine. Não há muitos lugares em Dublin onde é possível comer um parfait de fígado de pato com chutney de ameixa picante (10,95 euros, ou US$ 17,41, com o euro cotado a US$ 1,59), seguido por uma torta de pastinaca e chalota com queijo Gubeen (19,50 euros). A maioria dos ingredientes é orgânica e cultivada localmente. Algumas mesas dão vista para o Rio Liffey e, sim, os andares inferiores abrigam uma livraria singular.

22h – Cervejas incomuns
Não há nada errado com a Guinness Stout, mas às vezes ela parece ser a única cerveja na cidade. Para um sabor diferente, suba o Liffey até a Porterhouse (16-18 Parliament Street; 353-1-679-8847; www.porterhousebrewco.com), uma das surpreendentemente poucas microcervejarias da cidade. As cervejas pretas saborosas incluem a Wrassler’s XXXX, baseada em uma receita de County Cork do início dos anos 1900, e a Oyster Stout, feita com ostras frescas, que adicionam um toque picante a uma cerveja seca. Nota: os barmen não esperam gorjetas na Irlanda, mas, caso faça amizade com um, pagar um quartilho para ele ou ela é um gesto apreciado.

Sábado
9h – Café da manhã real
Acompanhe o estouro da boiada para o café da manhã no Elephant & Castle (18-19 Temple Bar; 353-1-679-3121; www.elephantandcastle.ie), onde grande parte de Dublin parece ir para o brunch. Experimente o brioche francês torrado com xarope de bordo (6 euros) ou o cogumelo irlandês com aveia, uva sultana e avelã (4,25 euros). Se estiver se perguntando a respeito do nome, ele vem de um pub londrino que era chamado Enfanta de Castile. Os moradores locais entenderam errado o nome e ele se tornou Elephant and Castle (elefante e castelo).

11h – Com ou sem o U2
Apesar do Salão da Fama da Música Irlandesa ter fechado em 2001 por causa da baixa visitação, os fãs de música ainda podem procurar por um pedaço da história do rock em Dublin no ex-endereço do Windmill Lane Studios, em Windmill Lane. É onde U2, Van Morrison, Elvis Costello e outros gravaram. O antigo estúdio está vazio, mas os fãs forraram o prédio de dois andares coberto por tábuas em uma nuvem psicodélica de grafites inspirados no U2. Depois, siga para a Harry Street e preste um tributo ao falecido Phil Lynott, da banda Thin Lizzy. Lá se encontra uma estátua de bronze em sua homenagem.

 

Grafites inspirados na banda irlandesa U2 tomam a fachada do prédio onde foi o estúdio Windmill Lane - Foto: Derek SpeirsNYT

Grafites inspirados na banda irlandesa U2 tomam a fachada do prédio onde foi o estúdio Windmill Lane - Foto: Derek Speirs/NYT

 

13h – Roupas usadas
Volte no tempo, pelo menos no que se refere à moda, visitando a Flip (3-4 Upper Fownes Street; 353-1-671-4299; www.flipclothing.com), uma butique no Temple Bar que vende roupas antigas da Alemanha, França e dos Estados Unidos, assim como sua própria linha badalada de moda urbana. Espere encontrar jaquetas de motoqueiro estilo Marlon Brando (a partir de cerca de 75 euros) e calças boca-de-sino Brady Bunch (a partir de 30 euros). Se a Flip não fizer seu estilo, caminhe uma quadra até outro brechó, a Eager Beaver (17 Crown Alley; 353-1-677-3342). A loja vende Levis usadas (24,95 euros) e casacos de tweed de todo tipo. Também pare na fachada cor-de-rosa da Sesi (11 Fownes Street; 353-1-677-4779) para jóias e bijuterias peculiares, bolsas e roupas do Chile, Japão e outros países.

15h30 – Busca intelectual
Caso se sinta oprimido pelas livrarias maiores na Grafton Street, a área de varejo da cidade, caminhe até a Books Upstairs (36 College Green; 353-1-679-6807; www.booksupstairs.com), uma livraria independente com abundância de pechinchas. E, como fica próxima dos portões do Trinity College, há uma fartura de livros sobre a história irlandesa e crítica literária, assim como uma boa seleção de literatura gay e feminista. A simpática sacada oferece uma vista das ruas abaixo, desde que não haja pilhas de livros no caminho.

20h – Um bom peixe irlandês
Para peixes e frutos do mar ao estilo do Velho Mundo, vá ao Lobster Pot (9 Ballsbridge Terrace; 353-1-660-9170; www.thelobsterpot.ie), que exibe sua pesca diária em um balcão de peixes que são explicado com perícia pelos funcionários. Se tiverem, peça as patas de caranguejo, delicadamente grelhadas com manteiga de alho e que derrete maravilhosamente em sua boca. Poupe espaço para os crêpes suzette, um crepe flambado cheio de açúcar caramelizado e licor. É um pouco caro (24,50 euros para dois), mas vale a pena a gastança.

22h – Dublin dançante
Enquanto os turistas se espremem nos vários bares em Temple Bar, você pode encontrar um lugar mais bacana do outro lado do rio Liffey, na área do Centro Internacional de Serviços Financeiros da cidade, bem debaixo da Estação Connolly. Situado em um antigo banco, o Vaults (Harbourmaster Place; 353-1-605-4700; www.thevaults.ie) é composto de várias câmaras divididas em quatro salas com paredes espessas de pedra e que é lar de parte do melhor soul e rhythm and blues de Dublin. A pista de dança atrai um público igual a de uma rave, incluindo jovens hiperativos que mantêm seus óculos escuros a noite toda. As outras salas ficam cheias com pessoas das faixas de 20 e 30 anos usando camisetas de futebol ou ternos executivos. Caso seu dinheiro esteja ficando curto, vá às sextas para os drinques especiais e petiscos gratuitos.

 

Jovens na pista de dança do Vaults, lar de parte do melhor soul e rhythm and blues de Dublin - Foto: Derek Speirs/NYT

Jovens na pista de dança do Vaults, lar de parte do melhor soul e rhythm and blues de Dublin - Foto: Derek Speirs/NYT

 

Domingo
12h30 – Vá para a prisão
A história da luta da Irlanda pela independência pode ser mais bem contada de dentro da prisão. A apenas 5 km do centro da cidade, o Museu Histórico Kilmainham Gaol (Inchicore Road, Kilmainham, Dublin 8; 353-1-453-5984; www.heritageireland.ie) atualmente abriga um centro educativo que cobre tanto as lutas heróicas quanto trágicas dos anos 1780 quanto dos anos 1920. Também é onde Patrick Pearse, James Connolly e outros pais fundadores foram presos e mortos. A visita de 45 minutos é concluída no pátio onde os presos quebravam pedras e onde alguns dos rebeldes foram executados. O ingresso custa 5,30 euros.

14h – Caminhada no parque
Uma caminhada pós-brunch por Saint Stephen’s Green estimulará a imaginação. O parque de 11 hectares no centro da cidade, ao lado da Grafton Street, conta com vários jardins, incluindo um para os cegos que possui sinais em Braille e plantas aromáticas como ervas que podem ser manuseadas repetidamente sem risco. Não deixe de visitar o Jardim William Butler Yeats. Há uma escultura do poeta de autoria de Henry Moore e uma estátua de Wolfe Tone, o pai do republicanismo irlandês, que é conhecido como “Tonehenge” por causa das colunas parecidas com Stonehenge que a cercam -o que mostra que uma coisa não se perdeu na nova Dublin globalizada: o senso de humor irlandês.

Informações básicas
Para chegar do Aeroporto de Dublin à cidade, pegue o ônibus Airlink por 6 euros, ou US$ 9,54, com o euro cotado a US$ 1,59 (353-1-873-4222; www.dublinbus.ie), uma viagem que leva 30 minutos. Ou pegue um táxi, que custa cerca de 30 euros.

O Dylan (Eastmoreland Place, Dublin 4; 353-1-660-3000; www.dylan.ie) é um hotel butique cheio de estilo com decoração elegante, que varia de art déco até ultramoderno. Toques de luxo incluem banheiros grandes com piso aquecido e televisores embutidos. Quartos duplos a partir de 199 euros.

O Merrion Dublin (Upper Merrion Street; 353-1-603-0600; www.merrionhotel.com), um hotel de luxo no meio da Dublin georgiana, oferece quartos delicados e serviço ao estilo do século 18 a partir de cerca de 455 euros.

Para um local mais barato, mas ainda elegante, experimente o Waterloo House (8-10 Waterloo Road; 353-1-660-1888; www.waterloohouse.ie), não distante de Saint Stephen’s Green. Procure pelas portas duplas vermelhas. O hotel tem 17 quartos clássicos, mas com móveis modernos, com quartos duplos custando a partir de 145 euros e um cão de guarda no jardim dos fundos.

36 horas em Nápoles – Terno impecável, muita pizza e cappuccino

Reportagem: Jill Santopietro
New York Times Sindicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

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Antonio Panico ajusta um de seus ternos impecáveis - Foto: Chris Warde-Jones/NYT

Antonio Panico ajusta um de seus ternos impecáveis - Foto: Chris Warde-Jones/NYT

A cidade portuária italiana de Nápoles pode estar com lixo até a altura do joelho (saiba mais). E, certamente, isso provocou sua cota de noticiário negativo, das sangrentas guerras da Máfia à corrupção política. Mas há uma vibração real, e até uma certa beleza, em todo este caos. As piazzas monumentais adicionam um toque aristocrático aos mercados barulhentos e ruas repletas de Vespas. O Monte Vesúvio se avulta perto dali, um lembrete de que esta cidade volátil pode entrar em erupção a qualquer momento. E há a pizza. Aquela massa saborosa que chama esta cidade ancestral de lar é motivo suficiente para visitá-la.

Sexta-feira
16h – Entre no ritmo da cidade
O café expresso pode não ter sido inventado em Nápoles, mas a cidade leva sua cafeína muito a sério. Entre no ritmo da cidade com uma xícara fumegante de expresso fragrante no Gran Caffe Gambrinus (Via Chiaia, 1-2; 39-081-41-75-82; www.caffegambrinus.com), um café revestido em mármore do final do século 19 que já recebeu ricos e famosos, incluindo Oscar Wilde. Sente do lado de fora para ver a Piazza del Plebiscito, uma das praças mais impressionantes na Itália, assim como o desfile de napolitanos bem-vestidos seguindo sua rotina diária.

17h30 – Vista-se para a festa
Agora que você está se sentido mal-vestida(o), vá ao minúsculo ateliê no segundo andar de Anna Mattuozo (Viale Gramsci, 26; 39-081-66-38-74; www.annamatuozzo.it) para o que alguns chamam de as melhores camisas no mundo. Escolha entre uma série de tecidos distintos e, com algumas poucas medições, ela ajustará a camisa impecavelmente à sua forma. Então vá ao estúdio de Antonio Panico (Via Carducci, 29; 39-081-41-58-04; www.sartoriapanico.it) para um terno feito sob medida. Seu aspecto napolitano custará caro (a partir de 300 euros, ou US$ 483, com o euro cotado a US$ 1,61, para uma camisa Mattuozo e 1.800 euros para um terno Panico). Mas, assim que você vesti-los, você entenderá o motivo. Ajustes são necessários, assim como marcar hora.

20h30 – Pizza pizza
Nápoles é sinônimo de pizza e todo morador tem sua favorita. Muitos recomendam a lendária Da Michele (Via Sersale, 1; 39-081-55-39-204; www.damichele.net), alegando que sua massa elástica facilita a digestão das pizzas (apenas margherita e marinara, por cerca de 4 euros). Outros são leais à L’Europeo dei Mattozzi (Via Marchese Campodisola, 4; 39-081-55-21-323; www.europeomattozzi.it), onde Alfonso Mattozzi impressiona os clientes com fatias coloridas cobertas com mussarela sedosa e tomates bem vermelhos (cerca de 12 euros com um refrigerante). Mas para uma pizza realmente inesquecível, pegue o funicular (bonde) até o platô histórico de Vomero e então uma curta viagem de táxi até a Pizzeria La Notizia (Via Michelangelo da Caravaggio, 53/55; 39-081-71-42-155). As multidões não vêm pela decoração modesta; elas vêm por causa da pizza, que é crocante, leve e com uma mistura perfeita de molho e queijo (6 euros pela margherita). O segredo? “Nós não usamos muitos ingredientes, mas os poucos que usamos são da mais alta qualidade”, disse o proprietário, Enzo Coccia. Outro segredo: a massa cresce por 10 horas.

Pizzeria La Notizia lota por causa da mistura perfeita de queijo e molho -  Foto: Chris Warde-Jones/NYT

Pizzeria La Notizia lota por causa da mistura perfeita de queijo e molho - Foto: Chris Warde-Jones/NYT

23h – Nuovo Orleans
A cidade não é conhecida por sua vida noturna, mas vários locais oferecem bom jazz ao vivo. Um em particular, o Noir (Vico Acitillo, 58; 39-347-05-12-211; www.noirnapoli.com) em Vomero, apresenta artistas de ponta estabelecidos como o Billy Hart Quartet e o Ed Simon Trio. Ou vá ao Bourbon Street (Via Bellini, 52/53; 39-334-38-18-158; www.bourbonstreetjazzclub.com), um clube animado na Piazza Bellini margeada por cafés. Como seu nome sugere, esta endereço bem-conhecido soa e parece mais a Louisiana do que Campania.

Sábado
11h – Nápoles antiga
Pompéia certamente merece ser visitada, mas, para se ter a sensação real de como esta cidade perdida se parecia, vá ao Museo Archeologico Nazionale (Piazza Museo, 19; 39-081-44-22-149; www.marketplace.it/museo.nazionale). Uma réplica gigante desta cidade antes gloriosa dá vida à civilização enterrada, juntamente com uma série de artefatos como escalpelos médicos, moedas e dados entalhados em chifres. Há até uma sala dedicada à pornografia de Pompéia, com afrescos obscenos e esculturas fálicas. (É proibida a entrada de crianças menores de 11 anos.)

14h – Lanches de rua
Os moradores locais gostam de sua comida de rua e gostam dela frita. Para pedaços irresistíveis de pizza fritta (massa frita recheada com queijo e presunto), arancini (bolinho de arroz frito recheado com carne e queijo) e croquete de batata, vá ao Centro Storico, o centro histórico da cidade, onde você os encontrará por cerca de 1 euro cada. Alguns dos mais saborosos são servidos pelo Di Matteo (Via dei Tribunali, 94; 39-081-45-52-62) ou seu arquiinimigo, Il Pizzaiolo del Presidente (Via dei Tribunali, 120/121; 39-081-21-09-03; www.ilpizzaiolodelpresidente.it), dirigido por um parente rival. Sentindo culpa? Visite uma das muitas igrejas no bairro para confessar seus pecados da gula.

16h30 – Adequado para uma rainha
Se você acha que coral só serve para tanques de peixes e bijuterias, vá ao Ascione (Piazzetta Matilde Serao, 19; 39-081-42-11-11; www.ascione.it), uma joalheria de luxo no segundo andar da Galleria Umberto, em frente ao Teatro San Carlo. Seus anéis brilhantes, braceletes perolados e outras peças são todos feitos de coral, na cidade próxima de Torre del Greco. Ligue antes para marcar hora. Grupos pequenos também podem visitar seu museu ao lado, cheio de camafeus e outras jóias de corais de 1805 até o presente.

20h30 – Jantar com Dora
Para os frutos do mar mais frescos da cidade, reserve uma mesa no Dora (Via Ferdinando Palasciano, 30; 39-081-68-05-19). Situado em uma rua deserta, o Dora parece outra trattoria comum, com sua iluminação brilhante, antigas pinturas e azulejos xadrez azul e branco. Mas este restaurante despretensioso está sempre lotado com fãs de peixe locais. Experimento o pescado do dia (22 euros por quilo), gentilmente grelhado com azeite de oliva, sal e limão e servido com batatas. O spaghetti alle vongole (19 euros) oferece um contraste delicioso de moluscos tenros e massa al dente. Case seus frutos do mar com um enérgico falanghina. Os preços (cerca de 70 euros pelo jantar) são tão decentes quanto os peixes.

23h – Castelo de Ovo
Siga os descolados locais ao Castel dell’Ovo, empoleirado em uma minúscula ilha onde Nápoles teria sido fundada há cerca de 2.500 anos. A ilha se agita à noite com bares e restaurantes animados, apesar de muitos serem voltados aos turistas. Para fechar bem a noite, parecendo um segredo de um morador local, desça uma escadaria estreita até o Caffe al Barcadero (Banchina S. Lucia, 2), uma gema boêmia situada sob uma ponte, onde uma clientela de 20 e poucos anos se reúne para fumar sem parar, beber negronis e flertar.

Domingo
11h – Pães doces
Não é café da manhã em Nápoles a menos que seja doce, o que significa muito sfogliatelle. A massa em forma de concha vem em duas variedades: riccia e frolla. O riccia é mais conhecido pelos americanos -uma concha de massa folheada com recheio de ricota adoçada. O frolla tem uma concha lisa. E como os sfogliatelle não são criados iguais, faça um esforço para encontrar o Attanasio (Vico Ferrovia, 1-2-3-4), uma pequena padaria que serve um sfoglia riccia celestial ainda quente do forno.

13h – A Passeggiata
Os napolitanos adoram suas tradições e rituais: as lojas fecham para uma pausa ao meio-dia, cappuccinos não são bebidos após as 10h da manhã e queijo ralado nunca é colocado sobre massas de frutos do mar. E, nos fins de semana, os moradores saem às ruas para sua passeggiata diária, ou caminhada. Se o tempo permite, todos caminham até o Golfo de Nápoles, ao longo do parque Villa Comunale. É uma espécie de desfile em passarela: crianças lambem seus gelatos, as mulheres passeiam de braços dados em suas melhores roupas dominicais e os homens discutem o que os homens sempre discutem na Itália: política. É uma verdadeira amostra de Nápoles.

Informações básicas
Como Nápoles é uma ótima cidade para caminhar, o melhor é ficar no centro da cidade. Para grande luxo, faça reserva no Excelsior (Via Partenope, 48; 39-081-76-40-111; www.excelsior.it). Com preços especiais, um quarto duplo pode custar apenas 206 euros (US$ 331,66 com o euro cotado a US$ 1,61).

Para menos glamour e mais charme, reserve um dos 13 quartos ou 6 suítes junior do Costantinopoli 104 (Via S. Maria di Costantinopoli, 104; 39-081-55-71-035; www.costantinopoli104.com). A maioria dos quartos, com diária a partir de 220 euros, tem vista para a piscina e jardim, o que facilita para os hóspedes esquecerem que estão bem no meio da cidade.

Ou experimente o menos caro e apropriadamente batizado Chiaja Hotel de Charme (Via Chiaia, 216; 39-081-41-55-55; www.hotelchiaia.it). O hotel de 27 quartos, que antes já abrigou um bordel, fica no centro da cidade e oferece quartos duplos a partir de 99,80 euros.

Milanesa de Frango

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Ingredientes

  • 1 kg de filé de frango em bifes
  • 4 dentes de alho amassados
  • 1 cubo de caldo de galinha esfarelado
  • Raspas de 1 limão mais o suco deste
  • Sal e pimenta a gosto
  • Maisena
  • Ovos
  • Farinha de rosca

Modo de Preparo

Tempere os bifes com o suco e as raspas do limão, o alho, caldo de galinha o sal e a pimenta. Deixe tomar gosto por no mínimo 1 hora.

Passe os mesmos na maisena, depois nos ovos batidos e por último na farinha de rosca. Frite em bastante óleo de boa qualidade, ficam sequinhos e crocantes.

Harmonização

O sabor suave do frango, contrasta com o sabor forte do milanesa. A recomendação é um bom tinto leve ou um branco bem seco. Recomendo um Riesling. Um branco com boa estrutura. Li uma nota e fiquei animado: DR Riesling ao custo médio de 50 reais. Trata-se de um branco alemão que parece ser uma delícia.

Tiago Paixão é jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora  vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Primeira Impressão Londres

ingl

Londres

DDI: 44

Código de Londres: 20 – (obs: número que começa com 870 não precisam do código)

Língua Oficial: Inglês

Moeda: Libra Esterlina: 1 £ (GBP)= 0,80 €

Informações turística: http://www.visitbritain.com

Endereço de informações turísticas em Londres: 1 Regent Street  – Fone: 8846-9000 – www.visitlondon.comHorário de atendimento: De outubro a maio: 9h30 às 18h30 – Não abre domingo. /  Junho a Setembro das 10h às 17h – abre aos domingos.

Embaixada do Brasil: 32 Green Street – Fone: 7399-9000/7499-0877 – www.brazil.org.ukHorário de atendimento: 9h às 13h e 14h às 18h.

Consulado do Brasil em Londres: Vere Street, 3 – Fone: 7659-1550 – www.conbraslondres.com

Fuso horário: 3 horas a mais que no Brasil

Quando viajar:  Chove bastante na cidade. Dias assim, são comuns. No verão o sol aparece e a cidade recebe muitos turistas. No inverno os preços caem , assim como a temperatura.

Preços dos produtos

  • Água mineral (500ml): 1,50£
  • Café expresso:  1,20£
  • Refeição básica : 15£
  • Cerveja: 2,50£
  • Entrada em museus: 15£
  • Gasolina: 0,94 £

Sugestão de pacotes para o fim de ano

Vou deixar aqui uma das minhas sugestões de pacotes para esse fim de ano.

Particularmente, conheço os serviços da Agaxtur. São mais de 56 anos trabalhando para você!

Aproveitem.

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Pensando em reunir o que existe de mais especial em viagens, a Agaxtur criou a “Agaxtur Exclusive”, linha de produtos diferenciados que buscam oferecer ao cliente uma experiência inesquecível. Os viajantes mais exigentes sabem que a melhor decisão é solicitar os serviços de quem é especialista no assunto.

 Como destaque, podemos citar a África do Sul. Uma viagem aliando uma natureza exótica e exuberante a uma infra-estrutura excelente, esse destino pode ser uma aventura incrível e culturalmente enriquecedora. Safáris, muita aventura, resorts de luxo, cassinos, muita diversão e vinhos maravilhosos. Tudo isso além de apreciar a fantástica cultura sul-africana, com os costumes e tradições dos negros e o requinte europeu. Clique aqui e saiba mais.

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No Oriente Médio, Dubai – um dos sete Emirados Árabes reunidos desde 1971 – foi planejada para encantar e estarrecer seus visitantes. A nova sensação do turismo mundial, é ilustrada pelos formidáveis projetos arquitetônicos, hotéis de tamanhos e formatos grandiosos, e inúmeros outros locais especialmente voltados para o lazer. Tornou-se, recentemente, o pólo turístico mais vistoso e futurista da ancestral cultura islâmica. Um verdadeiro elo cultural e econômico entre Ocidente e Oriente.  Clique aqui e leia mais.

orientemedio

Outra opção, essa no Pacífico Sul, é a Polinésia Francesa. Apenas seis ilhas têm mais de 100 quilômetros quadrados, e o número de habitantes de todas elas não chega a 250 mil. Hoje, turistas vêm de todas as partes em busca do mar de absurdos tons de azul emoldurados por resorts que nada ficam devendo à paisagem. O equilíbrio perfeito entre o glamour francês e o exotismo de ilha isolada.  Clique aqui e leia mais.

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Por último mas não menos espetacular, você pode ir à bordo dos mais luxuosos navios. Ideal para passageiros que sonham com uma experiência exclusiva, é possível cruzar os oceanos e explorar destinos pelo mundo todo. Embarque no Cunard Cruises, SeaDream, Silversea Expeditions, The Yachts of Seabourn e muito mais. Leia mais, clique aqui.

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36 Horas em Melbourne – A interessante e injustiçada cidade australiana

Reportagem: Finn-Olaf Jones
New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

Mecca Bah, restaurante à beira-rio em New Quay, região animada de MelbourneFoto: Edwina Pickles - New York Times

Mecca Bah, restaurante à beira-rio em New Quay, região animada de MelbourneFoto: Edwina Pickles - New York Times

É difícil não sentir alguma compaixão por Melbourne. Freqüentemente ignorada pelos viajantes enquanto percorrem as três grandes atrações turísticas da Austrália -a deslumbrante metrópole de Sydney, a beleza assombrosa da Grande Barreira de Corais e o sítio histórico aborígine de Uluru (rochedo Ayers)-, esta cidade relaxada é um lugar que exige algum tempo para ser apreciada.

Mas Melbourne cresce lentamente no seu conceito à medida que você caminha pelo centro da era vitoriana imaculadamente preservado ou ao longo da zona portuária revitalizada de Yarra ou faz uma hora tomando uma xícara de “flat white” em um dos cafés da moda na Chapel Street (onde a simples menção do nome Starbucks é recebida com horror).

E em janeiro, pelo menos, ela tinha algo que Sydney e aqueles outros lugares não tinham: o Aberto da Austrália. Este é um país que adora tênis e, por duas semanas, esta cidade parece uma festa ininterrupta, uma em que a chance de um herói local finalmente conquistar o título é debatida toda noite nos bares e onde até mesmo uma partida de duplas jogada em uma quadra externa e contando com jogadores do Leste Europeu que estão fora do ranking conta com platéia lotada. Quem precisa da Ópera de Sydney?

Sexta-feira
17h – Austrália à beira-rio
Diga bom dia para a velha e nova Melbourne nas Docklands, o antes abandonado estaleiro que foi transformado em uma minimetrópole. Para uma mistura escultural de prédios comerciais curvilíneos, torres de apartamentos, arte ao ar livre e teatro de rua, caminhe pelo distrito New Quay, onde os artistas e jovens profissionais da cidade se reúnem à noite para desfrutar de uma cerveja ou duas no calçadão animado.

19h30 – Além das Barbies
New Quay também conta com restaurantes extraordinários, dispostos ao longo da antiga zona portuária como uma área de alimentação internacional. Especialmente popular é o Mecca Bah (New Quay Promenade, 55A, 61-3-9642-1300; www.meccabah.com), um restaurante casbá-chique em um pavilhão envidraçado à beira-rio onde as mulheres bonitas de Melbourne mordiscam pratos fusion do Oriente Médio, como pizza com abóbora assada, queijo feta e geléia de romã (16,30 dólares australianos, ou cerca de US$ 14,25 com o dólar valendo 1,17 dólar australiano) e kebab (churrasco) de peixe-espada (20 dólares australianos), enquanto esperam o pôr-do-sol iluminar o horizonte do outro lado do rio.

Grafite aprovado em Melbourne, que tem rede de ruas com cultura popular. Foto: Edwina Pickles - New York Times

Grafite aprovado em Melbourne, que tem rede de ruas com cultura popular. Foto: Edwina Pickles - New York Times

21h – Não chame de pichação
Se solte nas laneways de Melbourne, uma rede desconcertante de ruas estreitas onde a cultura popular dá espaço a instalações de arte com negatoscópios, janelas falsas e grafite aprovado por galerias. E há os bares das laneways. Escondidos ao longo de travessas escuras, freqüentemente atrás de portas não marcadas, muitos desses bares são decorados de forma tão extravagante que poderiam se passar por arte conceitual, se não fosse pelos ótimos drinques. Entre os lugares mais cheios de estilo estão o Baroq House, um salão neo-século 18 (Drewery Lane, 9-13, 61-3-8080-5680; www.baroqhouse.com.au); o Sister Bella, que parece uma loja country dos anos 70 (Sniders Lane); e o Section 8, que é mobiliado com engradados de transporte (Tattersalls Lane, 27-29, 61-4-3029-1588).

Sábado
10h – Arte aborígine
Reencontre seu rumo no novo ponto de encontro de Melbourne, a Federation Square (www.fedsq.com), que parece um palco de teatro gigante cercado de vidro e zinco. Após pegar um “tall blonde” -café expresso com leite na Austrália- confira o Ian Potter Centre na National Gallery of Victoria (61-3-8620-2222; www.ngv.vic.gov.au), que possui uma das melhores coleções de arte folclórica aborígine. E, se o tempo cooperar, como geralmente coopera, dê um pulo na Golden Mile, assim chamada pela riqueza das mansões vitorianas e escritórios construídos durante a corrida do ouro em Melbourne, em meados do século 19.

12h30 – Gororoba de pub
Com sede? Dê uma parada na Mitre Tavern (Bank Place, 5, 61-3-9670-5644; www.mitretavern.com.au), um bar célebre onde você pode entrar em contato com os jovens profissionais de Melbourne em meio a um pint (quartilho) ou dois de cerveja local (3,40 dólares australianos), acompanhada de excelente comida de bar. Experimente a salada de cordeiro (18 dólares australianos) ou peixe flathead com fritas (18,90 dólares australianos).

14h – Fuga da prisão
A Old Melbourne Gaol (a forma como os australianos soletram “jail”, cadeia) foi construída no século 19 com rocha vulcânica e é tão austera que poderia ter saído de um romance de Charles Dickens. Ela deixou de funcionar como cadeia em 1929 e agora é um museu assustadoramente fascinante (Russell Street, 61-3-8663-7228; www.oldmelbournegaol.com.au) sobre os primórdios da história da Austrália. A forca no bloco principal foi onde Ned Kelly, o bandoleiro de espírito livre que se transformou em herói folclórico no país, foi enforcado em 1880.

15h30 – SoHo australiano
Com seus depósitos convertidos, galerias fragmentadas e lojas bacanas, Flinders Lane é freqüentemente comparada ao SoHo em Nova York. Ele vende utilidades domésticas de grife e bijuterias de artistas locais, incluindo uma cesta de plástico que parece grama tramada delicadamente (320 dólares australianos). E, para a moda australiana, cheque o Christine (No. 181, 61-3-9654-2011). Itens populares incluem enormes anéis feitos de pérola de Baroda (4.000 dólares australianos) e suéteres de cashmere suave feitos com a fina lã de New South Wales (550 dólares australianos).

20h – Oriente encontra o Sul
Para um prova do esplendor do multicultural de Melbourne, percorra os quarteirões estreitos de Chinatown e prepare-se para se surpreender com o Flower Drum Restaurant (Market Lane, 17, 61-3-9662-3655), amplamente considerado um dos restaurantes mais finos da Austrália. Sente-se no interior elegantemente minimalista e explore os refinados pratos cantonenses como ostras gigantes fritas e haliote à caçarola. O cardápio de degustação custa 150 dólares australianos. Se está com o dinheiro contado, você não terá como errar no sem luxo Supper Inn (Celestial Avenue, 15, 61-3-9663-4759), um café-restaurante úmido, revestido com placas de madeira, que serve pratos baratos e deliciosos como miúdos de porco (15 dólares australianos), moluscos vivos (18 dólares australianos) e pombo crocante (14 dólares australianos).

23h – Clubes noturnos unidos!
Não sabe ao certo se deseja andar com os fashionistas ou com os poseurs de arte? Vá para o Curtin House (Swanston Street, 252), uma ex-sede do Partido Comunista que atualmente é lar de três zonas da vida noturna. No primeiro andar, você encontrará jovens profissionais elegantes no Cookie (61-3-9663-2015 www.cookie.net.au), um restaurante tailandês e bar gigante repleto de livros antigos. Um andar acima se encontra o Toff in the Town (61-3-9639-8770; www.thetoffintown.com), um conjunto de cabines privadas e sala de música que parece uma presunçosa casa de ópio. As bandas independentes variam de música eletrônica com acordeom cigano a heavy metal ambiente. O último andar abriga o Rooftop Cinema (61-3-9663-3596; www.rooftopcinema.com.au), onde é possível assistir a filmes tão clássicos como os coquetéis do bar e admirar o horizonte da cidade em cadeiras de plástico de jardim.

Entrada do Luna Park, um parque de diversões à moda antiga. Foto: Edwina Pickles - New York Times

Entrada do Luna Park, um parque de diversões à moda antiga. Foto: Edwina Pickles - New York Times

Domingo

10h – Caminhada na praia

 

Pegue o bonde Nº 96 para uma viagem de meia hora até Saint Kilda Beach, um paraíso litorâneo um pouco surrado que lembra Coney Island. Se estiver com crianças, leve-as ao enferrujado Luna Park (61-3 9525- 5033; www.lunapark.com.au), um parque de diversões à moda antiga com uma grande roda-gigante. Ou relaxe na praia calma e arenosa de Port Phillip Bay. Mas, antes de esticar sua toalha, passe no adorado Monarch Cake Shop (103 Acland Street, 103, 61-3-9534-2972), famoso por seus bolos de ameixa e queijo polonês e kugelhopf (tipo de bolo) de chocolate. É uma tradição dominical.

14h – Entrando na cúpula do trovão
As regras do futebol australiano (uma variação do rúgbi) não são para os sensíveis. Os jogadores não podem ser expulsos, então tudo, de faltas a brigas, fica mais horripilante. As principais equipes são de cidades vizinhas, de forma que os torcedores de ambos os lados freqüentemente exibem fervor pelo time da casa. Se estiver visitando entre março e agosto, vá ao Melbourne Cricket Ground (Jolimont Terrace, 61-3-9657-8888, www.mcg.org.au), onde os grandes jogos são realizados. Se perder a temporada, passe na Australian Football League Shop (Swanston Street, 292, 61-3-8660-5555) para seu souvenir desta cidade louca por esportes.

Informações básicas
Do Aeroporto de Melbourne, pegue o Skybus (www.metlinkmelbourne.com.au), que parte para o centro de Melbourne a cada 10 minutos nos horários de pico e custa 3,30 dólares australianos, cerca de US$ 2,85, com o dólar valendo 1,17 dólar australiano. Fora o ônibus, um táxi para a cidade custa a partir de 40 dólares australianos.

O Adelphi Hotel (Flinders Lane, 187, 61-3-8080-8888; www.adelphi.com.au), em um ex-depósito, possui uma piscina de cobertura com fundo transparente que se estende sobre a calçada abaixo. As diárias dos quartos duplos coloridos, modernos, custam a partir de 240 dólares australianos.

O Victoria Hotel (Little Collins Street, 215, 61-3-9669-0000), antes um dos maiores hotéis de Melbourne, agora é um ponto alegre e barato popular entre os grupos de excursão. Quartos duplos a partir de 120 dólares australianos.

O Prince (Acland Street, 2, Saint Kilda, 61-3-9536-1111; www.theprince.com.au) é um hotel cheio de estilo perto da orla marítima de Saint Kilda, com decoração minimalista e um spa. Quartos duplos a partir de 250 dólares australianos.

Promoção Thanksgiving American Airlines

 aarliness

Em comemoração ao Dia de Ação de Graças, que esse ano acontecerá na quinta-feira,  dia 26 de novembro, nos Estados Unidos,  a American Airlines vai dar 15% de descontos nos bilhetes comprados entre 23 e 28 de novembro nas lojas da AA em Belo Horizonte, Campinas, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Para mais informações acesse o site da AA ou ligue para o números   (11)4502-4000  (São Paulo), (21)-4502-5005 (Rio de Janeiro) ou  0300-789-7778 (demais localidades).

Conheça Varsóvia, uma das cidades mais baratas da Europa, em 36 horas

Reportagem: Denny Lee
New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Clique aqui para acessar o site do UOL Viagens e ler a reportagem.

 Varsóvia realmente tem a arquitetura mais feia da Europa, como declarou recentemente uma pesquisa TripAdvisor?

Certamente, uma nuvem cinzenta parece pairar permanentemente sobre os parques de concreto da cidade e prédios da era soviética. Mas nos cinco anos desde que a Polônia ingressou na União Europeia, uma injeção colorida de dinheiro e cultura deram a Varsóvia um brilho inconfundível.

Hotéis de luxo cintilam com os luxos do setor privado. O centro de Varsóvia está tomado de outdoors eletrônicos da Coca-Cola e outros produtos ocidentais icônicos. E artistas antes obscuros estão se banhando no reflexo dos holofotes. Felizmente para os visitantes, ainda demorará vários anos para a Polônia adotar o euro e o zloty continua sendo uma moeda bastante desvalorizada. Logo, apesar de Varsóvia poder não ser a cidade mais bonita, ela continua sendo uma das mais baratas da Europa.

Foto: Susana Raab fot New York Times - Arquitetos reconstruíram a medieval Old Town Market Square, em Varsóvia, usando pinturas e cartões-postais como base

Foto: Susana Raab fot New York Times - Arquitetos reconstruíram a medieval Old Town Market Square, em Varsóvia, usando pinturas e cartões-postais como base

Sexta-feira

16h30 – Paralelepípedos impecáveis
A maioria das excursões por Varsóvia começa na Stare Miasto, ou Cidade Velha, e uma viagem de táxi pela cidade parda e pálida deixa claro o motivo. Com virtualmente toda Varsóvia demolida pelos nazistas, os novos castelos e casas burguesas de cor pastel da Cidade Velha dão à cidade uma textura histórica que em geral está ausente. Mas não fique muito tempo. Apesar de você poder se deparar com uma exposição de arte bacana na Praça do Castelo, a pedras impecáveis e a pintura recente dão ao local um ar de Disney. Então, antes que a magia se perca, entre no Lody (Ulica Nowomiejska 7/9; 48-22-635-73-46), uma sorveteria popular, e curta uma última lambida.

20h – Nada de pierogis
A Polônia não é conhecida por deleites gastronômicos, de forma que não causa surpresa o fato de suas cozinhas mais ambiciosas explorarem em peso livros de receitas estrangeiros. Um dos pontos mais badalados atualmente é o KOM (Ulica Zielna 37; 48-22-338-63-53; www.komunikat.net), um restaurante fusion aberto por Kai Schoenhals, um americano, e sua esposa, Katarzyna Figura, uma atriz polonesa. Situado em uma central telefônica pré-guerra, o restaurante serve pratos internacionais como tacos de foie gras com chutney de pera com hortelã, e filé mignon grelhado com molho de figo. As bebidas também são internacionais. Jantar e bebidas para dois, cerca de 240 zlotys (US$ 82, com o dólar cotado a 2,90 zlotys).

23h – Hora do glamour
Para experimentar a ascensão econômica de Varsóvia, siga as limusines e BMWs até os bares repletos de champanhe do centro da cidade. Espere abundância de gel de cabelo, leões-de-chácara grosseiros e nomes como Platinum (Ulica Fredry 6; 48-22-596-46 66; www.platiniumclub.pl) e Cinnamon (Plac Pilsudskiego 1; 48-22-323-76-00), o segundo no piso térreo de um prédio de escritórios envidraçado projetado por Norman Foster. O cordão de veludo pode ser brutal, então apareça bem antes da meia-noite. O Cinnamon pode ter perdido parte de seu brilho, mas não diga isso às aspirantes a Paris Hilton dançando sobre as mesas.

Foto: Susana Raab for New York Times - Fachada da igreja Holy Cross (à direita), com uma foto que mostra uma cena de Varsóvia, na Polônia, antes da guerra

Foto: Susana Raab for New York Times - Fachada da igreja Holy Cross (à direita), com uma foto que mostra uma cena de Varsóvia, na Polônia, antes da guerra

 

Sábado

10h30 – Fábrica de moda
O coração boêmio de Varsóvia se deslocou para a outra margem do Rio Vistula, para o distrito operário de Praga (www.warszawskapraga.pl), onde os prédios antigos ainda exibem marcas de bala. Uma incubadora foi a Fabryka Trzciny (Ulica Otwocka 14; 48-22-619-05-13; www.fabrykatrzciny.pl), uma antiga fábrica onde artistas e músicos se misturam, apesar de que mais no início da noite. Fotógrafos emergentes deixam sua marca na Galeria Luksfera (Ulica Zabkowska 27/31; 48-22-619-91-63; www.luksfera.pl), enquanto designers de produtos exibem seu trabalho ao lado na Magazyn Praga (48-22-670-11-85; www.magazynpraga.pl), um espaço bruto que borra a distinção entre galeria e loja. E para moda de origem local, o Green Establishment (Ulica Wilenska 13; 48-22-670-41-32; www.gestablishment.com) produz sua própria linha de camisetas e vestidos alegres que resumem o estilo de rua chique de Praga.

13h – Gororoba à moda antiga
Os bares de leite – as cantinas sem firulas da era comunista que servem pratos básicos poloneses como os pierogis e borscht- podem estar acabando assim como as filas de pão. Mas os poucos que restaram são instituições apreciadas, não apenas por nostalgia, mas por causa dos preços baixos. O Bar Zabkowski (Ulica Zabkowska 2; 48-22-619-13-88) é uma cápsula do tempo amarela e azul preferida por idosos e estudantes que fazem fila ao longo de uma janela estreita para a sopa de repolho (2,40 zlotys) e pierogi (a partir de 4,20 zlotys). A caixa tipo babushka até mesmo mantém um cardápio em inglês debaixo da caixa registradora. Se as luzes fluorescentes e as plantas de plástico forem desagradáveis demais para seu gosto, volte para a margem oeste do rio até o recém-reformado Bar Bambino (Ulica Krucza 21; 48-22-625-16-76; www.barbambino.pl), que parece um bar de leite projetado pelo Starbucks.

16h – A próxima Berlim?
Os relatos sobre a promissora cena de arte de Varsóvia podem ser exagerados, especialmente após uma visita à galeria Raster (Ulica Hoza 42/8; www.raster.art.pl). Mas esse espaço irregular, inserido no quarto andar de um prédio de apartamentos caindo aos pedaços, está alimentando nomes em ascensão como a fotógrafa Aneta Grzeszykowska. O outro grande ponto na cidade é a Foksal Gallery Foundation (Gorskiego 1A; 48-22-826-50-81; www.fgf.com.pl), que representa Robert Kusmirowski e outros. A cena de arte contemporânea, entretanto, receberá um grande impulso quando o Museu de Arte Moderna em Varsóvia (Ulica Panska 3; 48-22-596-40-10; www.artmuseum.pl), de quatro anos, se mudar para sua sede reluzente. Mas isso não acontecerá antes de 2014, então entre em seu espaço temporário no centro da cidade, que tem uma livraria bacana dirigida pela Pro qm (www.pro-qm.de) de Berlim.

18h30 – Mergulho no horizonte
Para um pouco de exercício pré-jantar que também serve como vista panorâmica, nade um pouco no RiverView Wellness Center do InterContinentalHotel (Ulica Emilii Plater 49; 48-22-328-86-40; www.riverview.com.pl; entrada, 150 zlotys). Situada a 43 andares de altura, a piscina elevada oferece vistas fantásticas do Palácio da Cultura e Ciência (www.pkin.pl), o controverso presente de Stalin que paira sobre Varsóvia como um belo insulto.

20h – Cozinha-estádio
Há algo ligeiramente perturbador, mas deliciosamente divertido, em assistir um naco de carne crua ser picado em um deslumbrante monte de steak tartare. Situado na cozinha labiríntica do fabuloso Europejski Hotel, o U Kucharzy (Ulica Ossolinskich 7; 48-22-826-79-36; www.gessler.pl) transforma a culinária polonesa em um esporte com torcida. Até mesmo a decoração sugere um show de culinária, com azulejos brancos envelhecidos, chapéu de chef e mesas de blocos de madeira que enfrentam as frigideiras quentes e grelhas flamejantes. Outros pratos recém abatidos incluem miolo de vitela na torrada, carne recheada e peixe assado. Jantar para dois, com bebidas, cerca de 280 zlotys.

22h30 – Poloneses festivos
A cidade não é só mocassins e saltos altos. Para uma festa underground, tome um táxi de volta a Praga, onde um pátio em ruínas (Ulica 11 Listopada 22) abriga três clubes alternativos. Um é o Klub Saturator (48-504-35-37-72; www.saturator.art.pl), que conta com três pisos remendados repletos de tipos artísticos em tênis antigos e chapéus elegantes relaxando nos sofás que não combinam. Ao lado fica o Hydrozagadka (48-504-11-10-59; www.hydrozagadka.waw.pl), que atrai uma mistura eclética que poderia incluir web designers e músicos. A noite ainda é jovem. As festas de Varsóvia acabam tarde nos fins de semana e uma das pistas de dança mais excessivas atualmente fica no Klub 55 (Plac Defilad 1; www.klub55.pl). O clube esfumaçado, que fica dentro do Palácio da Cultura, atrai um público de boa aparência que gosta de dançar e se pavonear. Aviso: a ação só esquenta depois das três da manhã.

Foto: Susana Raab for New York Times - O Radziwill Palace é a residência oficial do presidente da Polônia, onde o Pacto de Varsóvia foi assinado em 1955

Foto: Susana Raab for New York Times - O Radziwill Palace é a residência oficial do presidente da Polônia, onde o Pacto de Varsóvia foi assinado em 1955

Domingo

11h – Arte ou objeto
Para uma visão mais estudada do revival cultural de Varsóvia, caminhe pelos espaços imponentes do Centro de Arte Contemporânea (Ulica Jazdow 2; 48-22-628-12-71; www.csw.art.pl). Situado no reconstruído Castelo Ujazdowski, o museu está expondo sua muito aguardada coleção internacional, há 20 anos em preparação. A coleção conta com 110 artistas (90 deles poloneses) e inclui nomes famosos como Jenny Holzer e Nan Goldin. Ou, se preferir caçar tesouros únicos, traga os zlotys restantes ao Bazar na Kole (Ulica Obozowa 99), um mercado de pulgas ao ar livre no leste de Varsóvia, que vende curiosidades como capacetes enferrujados da Segunda Guerra Mundial, abajures prussianos e outras lembranças do recente passado soviético. Chegue cedo ou perderá o barco.

O básico

Os táxis são abundantes e baratos, apesar dos preços não serem regulados, então é uma boa ideia perguntar antes de tomar um.

Os hotéis em Varsóvia tendem a atender os viajantes a negócios, então espere uma redução das diárias nos fins de semana.

Para vistas aéreas, uma ótima localização e quartos modernos, o InterContinental Warsaw (Ulica Emilii Plater 49; 48-22-328-88-88; www.warszawa.intercontinental.com) é uma opção. O arranha-céu conta com 404 quartos espaçosos, uma piscina resplandecente no 43º andar e vários bons restaurantes. Os quartos geralmente custam a partir de 105 euros, cerca de US$ 154, com o euro cotado a US$ 1,47, mas online podem custar apenas 48 euros (US$ 70).

O Hotel Le Regina (Koscielna 12; 48-22-531-60-00; www.leregina.com) oferece elegância de butique à beira da Cidade Velha. Os 61 quartos ocupam um palácio gótico que já foi a embaixada americana. O hotel possui uma piscina em estilo romano e um restaurante francês. As diárias custam a partir de 330 euros, mas online podem custar apenas 80 euros.

Aviso aos navegantes!

travelnytUma das minhas leituras preferidas é o caderno de turismo do New York Times. É uma leitura indispensável. Em todas as suas formas.

Sendo assim, gostaria de compartilhar com vocês algumas matérias publicadas nessa seção do jornal: As reportagens 36h em

Recentemente, descobri que o UOL viagens traduziu algumas matérias do NYT.

Vou publicá-las aqui, óbvio, com as fontes e todos os links e referências possíveis.

Para quem quiser ler no idioma original, publicaremos algumas matérias em inglês que não foram traduzidas ainda.

Aproveitem!

Roupa velha (carne desfiada ou charque)

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Ingredientes

  • 1/2 kg de charque
  • 2 colheres de sopa de óleo
  • 1 cebola média picada
  • 1/2 xícara de farinha de mandioca
  • tempero verde à vontade
  • manjerona
  • 2 dentes de alho
  • sal e pimenta a gosto

Tempo de preparo: 1 hora

Modo de preparar

Carne ou charque (se for charque, deve-se tirar bem o sal). Corte em pedaços, coloque óleo em uma panela média e acrescente todos os temperos picados. Refogue-os até que desmanchem. Retire do fogo, coloque a panela em cima de um lugar firme e com o socador de feijão, ou no pilão, acrescente a farinha de mandioca e bata com a mão de pilão até desfiar toda a carne. Depois de fria, conserve em lugar fresco. Dura mais ou menos 10 dias. Serve de aperitivo, com café ou chimarrão, ou para a guarnição de pratos variados.

Tiago Paixão é jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora  vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Raio-x Gastronômico de Fortaleza – Parte IV

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Chegamos finalmente ao nosso último post do Raio-x Gastronômico de Fortaleza, com dicas quentíssimas de restaurantes que você só encontraria se um nativo lhe indicasse.

O Filé Gourmet é um restaurante bem pequeno, mas com uma comida deliciosa! E o melhor de lá é  a grande variedade de pratos e o  preço pequeno.

Anote aí o endereço. Av. Washington Soares, 4040. Bairro Seis Bocas. Fone: (85) 3278-7317

Quer comer uma pizza deliciosa? Vá ao Bitonho & Cia. Ou peça pelo telefone. A pizza da calabresa posso garantir que  é a melhor do país!

Pode anotar o endereço. Rua Pereira Filgueiras, 1246, bairro Aldeota. Fone: (85) 3236-3221 e  (85) 3236-3221 .

Vai uma pedaço?

Vai uma pedaço?

Se você quer comer um bom sanduíche, mas quer fugir de Mc Donalds e companhia, a melhor opção é o Xis da Xica Lanc

hes. Uma gaúcha que se estabeleceu na capital e faz o melhor sanduíche de Fortaleza.  Vale a pena comer o Xis de Carne-de-Sol em homenagem a bela Terra da Luz. Confira, vale muito a pena! Caneta e papel para anotar o endereço: Avenida Antônio Justa, 3455 -  loja 5 – bairro: Meireles. Fone: (85) 3242-8514

Com o calor constante de 30º C, sempre bate aquela vontade de comer um sorvete, não? Se sua resposta for sim, não vá em outro local. Corra para a Sorveteria 50 sabores. A melhor sorveteria da cidade. São mais 90 deliciosos sabores. Anote os endereços:  Av. 13 de maio, 805. Fone: 3227-4397 ou Av. Beira-Mar, 4690. Fone: 3263-1714.

Diego Fontenele é Relações Públicas e CEO do Blog de Viagens. Escreve semanalmente para a coluna Viajando na Maionese, desde sua residência em Amsterdam. É apaixonado por gastronomia e por todo tipo de viagem.

Reino Unido cogita restringir vistos de estudante

Aos interessados em estudar em Londres.

As notícias não são muito boas! O Reino Unido está cogitando restringir os vistos de estudantes. A alegação é evitar a imigração ilegal.

Aquela baboseira costumeira!

O problema é que essas medidas acabam prejudicando a todos os jovens (sérios!) interessados em estudar e ter uma experiência cultural nova.

E sabemos também que muitas vezes essas medidas são ineficazes.

Então, se você pretende embarcar para a capital da Inglaterra, aconselho viajar rapidamente. Sabe-se lá quando a política de vistos vai tornar-se mais rígida.

Confira a reportagem da BBC.

Brown anunciou um plano para restringir a imigração no país

Brown anunciou um plano para restringir a imigração no país

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou nesta quinta-feira (12) planos para endurecer as leis de imigração e tornar mais difícil a entrada de imigrantes ilegais no país.

Em um discurso em Londres, o premiê disse que o governo vai estudar uma possível restrição a vistos de estudante para evitar que eles sejam usados por pessoas que querem entrar no país para trabalhar ilegalmente.

Uma das possíveis medidas a serem adotadas seria a concessão de vistos de estudante com direito a trabalhar apenas para estudantes de graduação ou pós-graduação.

Os vistos de estudante britânicos, concedidos a pessoas matriculadas tanto em cursos superiores quanto em cursos rápidos de línguas, dão direito de trabalhar por até 20 horas semanais, mas muitos estudantes ultrapassam esse limite ou acabam ficando ilegais no país após o término do curso.

Segundo dados do governo britânico, um em cada sete pedidos de visto para o país é para estudantes. No último ano fiscal, foram concedidos 242 mil vistos de estudante para a Grã-Bretanha, mas outros 100 mil foram recusados.

“Profissões”

Em seu discurso, Brown anunciou ainda uma mudança na lista de profissionais de fora da Europa que poderão receber vistos de trabalho no país. Entre os profissionais que poderão ser prejudicados estão engenheiros e chefs de cozinha.

O premiê disse que o sistema de pontuação para a concessão de vistos para imigrantes qualificados, introduzido no ano passado, contribuiu para a queda de 44% na entrada de imigrantes no país.

Segundo ele, o novo sistema garantiria novos cortes no número de imigrantes chegando ao país e manteria, ao mesmo tempo, a flexibilidade do mercado de trabalho na Grã-Bretanha.

O Big Ben ao fundo

O Big Ben ao fundo

As declarações do premiê ocorrem em meio aos altos índices de desemprego no país por conta da crise econômica global e às críticas às políticas de imigração do governo.

Segundo os últimos dados, 2,46 milhões de pessoas, ou 7,8% da população economicamente ativa, estão desempregadas hoje na Grã-Bretanha.

Em junho, o Partido Nacional Britânico (BNP, na sigla em inglês), de ultradireita, que defende uma maior restrição à imigração, conseguiu votos suficientes para eleger pela primeira vez dois representantes no Parlamento Europeu.

O principal partido de oposição no país, o Partido Conservador, favorito para as eleições gerais previstas para o ano que vem, também propôs uma limitação ao número de imigrantes no país.

O Partido Trabalhista, de Brown, sempre defendeu uma posição mais aberta em relação à imigração e a ideia de que a chegada de imigrantes é positiva para a cultura e para o mercado de trabalho do país.

“Tabu”

Em seu discurso nesta quinta-feira, o premiê disse que o problema da imigração deve ser discutido e não é uma questão exclusiva para “os partidos marginais” ou um “um assunto tabu”.

“Nunca concordei com o elitismo preguiçoso que não reconhece a imigração como uma questão, ou que classifica qualquer um com preocupações sobre a imigração de racista”, afirmou Brown.

“Esta é uma questão que está no coração de nossa política, uma questão sobre o que significa ser britânico e sobre os valores que nos são caros e as responsabilidades que esperamos daqueles que chegam ao nosso país, de como assegurar as competências de que precisamos para competir na economia global e de como preservamos e fortalecemos nossas comunidades”, disse o premiê.

Segundo ele, as opiniões sobre a imigração variam conforme seu efeito sobre as pessoas. “Se o principal efeito da imigração sobre sua vida é tornar mais fácil encontrar um encanador, ou ser atendido por médicos ou enfermeiros estrangeiros em seu hospital local, você provavelmente vai pensar mais sobre os benefícios da imigração do que sobre os possíveis custos”, disse.

“Mas as pessoas querem garantias de que aqueles que chegam aceitarão suas responsabilidades assim como seus direitos de viver aqui – obedecer a lei, falar inglês e dar suas contribuições”, afirmou.

Nova promoção da Azul

logo_azul

A Azul acaba de lançar uma nova promoção. Comprando uma passagem de ida e volta, para qualquer destino até 30/11, o passageiro ganha um voucher de R$ 200 para usar entre março e junho de 2010.

Para participar basta se cadastrar no programa de fidelidade da empresa, o Tudo Azul, comprar as passagens até 30 de novembro, e realizar os vôos até 31/12. Pronto. Simples assim. O voucher será enviado par ao e-mail cadastrado durante o mês de janeiro de 2010.

É importante ressalta que os passageiros não poderão usar o voucher nos  períodos de restrição impostos pela Azul, que serão de: 31/03 a 06/04/2010, 20 a 25/04/2010, 01 a 06/06/2010.

Para mais informações acesse o site da promoção clicando aqui.

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Receita Medalhões ao molho do vinho do porto.

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Ingredientes

  • 400 Gramas de Filé
  • 2 Xícaras de Vinho do Porto
  • 1 Colher de katchup
  • Sal
  • Pimenta

Numa frigideira bem quente sele os filés cortados em medalhões. Salgue e tempere com pimenta do reino preta. Deixe por dois minutos e coloque o vinho e a katchup. Espere o molho ferver e reduzir. Se desejar o molho mais grosso, coloque uma colher de sopa de farinha de trigo  dentro de meio copo d´água e mexa bastante, após misture ao molho.

Sirva com Arroz ou purê de batatas.

Harmonização

Bueno, sabores fortes. Como eu tenho recomendado bastante cabernet sauvignon, então hoje vamos tentar outros sabores. A primeira dica é um MALBEC Norton Malbec Lujan de Cuyo DOC 2005 da Argentina ao preço aproximado de 30 reais. A outra dica é um Pinotage sul africano: The Big Five Pinotage ao preço de 40 reais.

Boa semana e bons sabores a todos.

Tiago Paixão é jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora  vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Desempacotando New York, por Ricardo Freire – Parte II

Continuamos com a saga do Ricardo Freire em New YorkEnjoy!

Desempacotando New York IV

Desempacotando New York V

Desempacotando New York, por Ricardo Freire

Recebemos alguns pedidos de um post sobre reservas de hotéis. Ele está quase pronto. Enquanto não publicamos, trazemos alguns vídeos publicados pelo nosso grande guru turístico, nosso turista profissional, o  Ricardo Freire (clique aqui).

O Ricardo, ou Riq, é sem dúvida o melhor turista profissional do país. Seu blog é referência sobre os mais variados assuntos turísticos

Reproduzimos abaixo alguns dos vídeos que ele fez para o Hoteis.com, uma empresa especializada em reservas de hotéis em todo o mundo.

Nos vídeos, o Riq faz uma comparação de uma viagem feita a New York em um pacote clássico de operadoras e uma feita por conta própria.

O resultado está aí embaixo. Publicaremos três vídeos hoje e dois amanhã!

E já fica uma a primeira dica: Quando for escolher o hotel, passa no Hoteis.com

Para ver mais sobre essa empreitada em New York, clique aqui.

Desempacotando New York I

Desempacotando New York II

Desempacotando New York III

Cataratas do Iguaçu e Amazônia no Blog de Viagens

Trazemos a reportagem do quadro Tô de Folga do Jornal Hoje da Rede Globo. Que tal conhecer as Cataratas do Iguaçu e a floresta amazônica. Tracem seus roteiros! Aproveitem!

Cataratas do Iguaçu

Floresta Amazônica

Companhias aéreas: sites e telefones

Confessamos! Deu um certo trabalho fazer essa lista. No entanto, foi gratificante. Aqui você encontrará o endereço do site e os telefones das principais companhias aéreas no Brasil. Aproveitem!

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