Archive for the 'Canadá' Category

Travelers Cheques

Uma forma bastante simples, prática e segura de viajar para o exterior, e não ficar com aquela preocupação com dinheiro nos bolsos, é utilizando os Travelers Cheques (TC´s).

Os Travelers Cheques são similares a dinheiro e estão disponíveis em diversas moedas, (Euro, dólar, libra esterlina e outras;), valem indefinidamente e em quase todos os países do mundo.

Uma das muitas vantagens de utilizar os Travelers Cheques é a sua segurança. Caso tenha seus TC´s extraviados, danificados ou roubado, você receberá em 24h, onde estiver, o reembolso de seus cheques.

Outra vantagem é  a de não ter prazo de validade. Eles nunca expiram. Sendo assim, você pode planejar sua viagem aos poucos, comprando seus TC´s quando o câmbio estiver mais favorável.
Pensando nisso resolvemos montar um guia básico para quem vai viajar e usar essa moeda no exterior.
Com a introdução do Visa Travel Money (VTM) os Travelers Cheques perderam um pouco de espaço, mesmo assim, milhões de pessoas continuam utilizando-os para suas viagens.
Para ver outras forma de levar seu dinheiro com segurança, clique aqui e conheça o Visa Travel Money (VTM)

Os Travelers Cheques podem ser usados tanto para:
  • Efetuar compras de bens/serviço em estabelecimentos conveniados como restaurantes, hotéis, lojas;
  • trocar pela moeda local de seu destino;
Para trocar seus Travelers Cheques por moeda local, basta se dirigir as casas de câmbio e estabelecimento que aceitam e trocam os TC´s. Lembre-se, porém, que poderá ser cobrada uma taxa de comissão que varia de país e local de troca
Não esqueça também de levar sempre o recibo de compra original. Conhecemos casos de pessoas que, em plena Paris do Século XXI, não conseguiram trocar seus TC´s por não portarem o comprovante de compra.
Já para efetuar compras de produtos/serviços com seus Travelers Cheques basta apresentá-los no estabelecimento.
Caso queira entrar em contato com a Visa Travelers Cheques, clique aqui.
Para encontrar uma lista de estabelecimentos que aceitam os Travelers Cheques, clique aqui.

Tabela com as medidas de roupas no exterior

Há alguns meses publicamos uma tabela com as medidas de roupas no exterior. Clique aqui e veja. Publicamos hoje uma nova tabela com alguns novos dados. Enjoy! Nota: Clique na imagem para ampliar



Conheça Vancouver, uma das melhores cidades do mundo para se viver, em 36 horas

Reportagem: Denny Lee

New York Times Syndicate

Tradutor:George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

Os montes Cypress, Grouse e Seymour ficam a menos de 27 quilômetros do centro de Vancouver. Photo: Denny Lee/New York Times. Photo: Denny Lee/New York Times

Não é de se estranhar que Vancouver seja frequentemente exaltada como uma das melhores cidades do mundo para se viver. Ela é abençoada com um cenário de fundo de montanhas cobertas de neve e portos azuis cristalinos. Ela também é um portal para a Passagem Interior – um labirinto maravilhoso de fjords entalhados em geleiras e ilhas cobertas de florestas que são um prazer para os amantes de cruzeiros. Mas o que realmente diferencia Vancouver é sua densidade urbana. Com a expansão impedida pela geografia, a cidade pensa verticalmente. Bairros se sobrepõem, os prédios sobem. Isso parece acentuar a mistura internacional da cidade, e não apenas quando os Jogos Olímpicos estão na cidade.

Sexta-feira

16h – Praça Canadá
Pode ser por culpa dos grandes espaços externos, mas Vancouver carece de uma praça central – um local para o qual os cidadãos se voltam e no qual os visitantes sentem que realmente chegaram. Um substituto peculiar é Mount Pleasant, um bairro operário perto da Main Street e Broadway que está se tornando mais badalado a cada minuto. Espalhadas entre casas de bingo sujas se encontram desfiles de butiques da moda como a Lark (2315 Main Street; 604-879-5275; lark.me), que oferece grifes fashion como os jeans Chimala do Japão, e Jewellerbau (2408 Main Street; 604-872-7759; jewellerbau.blogspot.com), onde Dina Gonzalez Mascaro faz jóias industriais modernas. Uma âncora para os jovens boêmios da área é o centro dirigido por artistas Western Front (303 East Eighth Avenue, 604-876-9343; front.bc.ca), que conta com galerias, palcos e arquitetura em arcos. Olhe para o alto antes que escureça: aqueles são as Montanhas Costeiras pairando sobre uma falsa cornija.

19h30 – Excesso de comida
Com águas ricas em salmão à frente e criações de porcos no interior, o conceito “locavore” (consumo de produção local) é um modo de vida. O ethos do celeiro para o bistrô é mantido pelo Refuel (1944 West Fourth Avenue; 604-288-7905; refuelrestaurant.com), um restaurante informal que abriu no bairro rico de Kitsilano, após o fechamento de seu aclamado antecessor, o Fuel, por causa da recessão. Ainda dirigido pelo chef tatuado Robert Belcham, a cozinha aberta exibe um cardápio mais magro para sua carteira, mas não para sua cintura. Comece pela travessa irresistível de costelas de porco picantes e aparas, temperadas com pimenta vermelha, ácido cítrico, páprica e outros temperos, depois fritas até ficarem crocantes. Seu cardiologista certamente não aprovará. Para o prato principal, um recente favorito inclui salmão (local e pescado no mar, é claro), grelhado e servido com alho-poró e moluscos. Jantar para dois sem vinho, aproximadamente 60 dólares canadenses (quase o mesmo em dólares americanos).

22h – Canto dos clubes
Vancouver não é conhecida pela vida noturna, graças em parte a duras leis de consumo de álcool. Mas se você insistir em cair na festa, uma fila de pessoas na faixa de 20 anos se forma ao longo da Granville Street, um trecho ainda pobre com um punhado de bares com cordas de veludo como o Granville Room (957 Granville Street; 604-633-0056; granvilleroom.ca), com um interior simpático de paredes de tijolos e candelabros. Perto dali fica a Davie Street, a área gay da cidade. Um ponto tranquilo é o Odyssey (1251 Howe Street; 604-689-5256; theodysseynightclub.com), um clube espaçoso e despretensioso com pátio ao ar livre, bebidas baratas e moradores locais que gostam de conversar.

Em Granville Island, em Vancouver, procure o Lobster Man, com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques. Photo: Denny Lee/New York Times

Em Granville Island, em Vancouver, procure o Lobster Man, com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques. Photo: Denny Lee/New York Times

Sábado

10h – Ilha da Granola
Atravesse de balsa a False Creek até uma minúscula península conhecida como Granville Island (granvilleisland.com), que possui um popular mercado de alimentos repleto de produtores rurais, açougueiros e pescadores. Ela também tem um lado hippie – de academias de ioga e artesanato até uma galeria de cerâmica e teatro. Pegue um pão de múltiplos grãos no Terra Breads (terrabreads.com) e caminhe pelas ruas e becos lotados da ilha. Os destaques incluem o Lobster Man (1807 Mast Tower Road, 604-687-4531; lobsterman.com), com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques, e o Artisan Sake Maker (1339 Railspur Alley; 604-685-7253; artisansakemaker.com), que prepara saquê junmai no local. As degustações de saquê custam a partir de dois dólares canadenses.

12h30 – Curries criativos
Mark Bittman, um colunista e blogueiro de culinária para o “New York Times”, já chamou o Vij’s de “um dos melhores restaurantes indianos do mundo”. Ele certamente está entre os mais caros. Para uma emoção mais barata, entre no seu irmão colorido vizinho, o Vij’s Rangoli (1488 West 11th Avenue; 604-736-5711; vijsrangoli.ca), que mais parece um restaurante de comida para viagem. Combinações memoráveis incluem uma carne de cabra e curry de jaca com salada de coco e repolho (15,50 dólares canadenses).

14h – Fotoconceitualismo
Antes da indústria cinematográfica de Vancouver ser apelidada de Hollywood Norte, o destaque cultural da cidade era a Escola de Vancouver de fotografia pós-conceitual, liderada por artistas como Jeff Wall e Roy Arden, que turvaram a linha divisória entre documentação e artifício. A escola vive em duas galerias no distrito de South Granville. A Monte Clark Gallery (2339 Granville Street; 604-730-5000; www.monteclarkgallery.com) representa Arden, Stephen Waddell e outros. Descendo a rua fica a Equinox Gallery (2321 Granville Street; 604-736-2405; equinoxgallery.com), que concluiu recentemente uma exposição chamativa de fotos antigas de Fred Herzog, reimpressas utilizando impressoras jatos de tinta saturadas de cor.

16h – Três estilistas
O distrito Gastown, com suas ruas de paralelepípedos e imitação de postes de luz a gás, pode parecer uma armadilha para turistas, mas seus velhos depósitos de tijolos ainda abrigam algumas das lojas de moda de vanguarda de Vancouver. A estilista local Hajnalka Mandula fia babados e rendados para os góticos fãs de “Crepúsculo” no Mandula (214 Abbott Street; 604-568-9211; mandula.com). Treana Peake, a esposa do guitarrista do Nickelback, Ryan Peake, oferece moda executiva, sensível, no Obakki (44 Water Street; 604-669-9727; obakki.com). E na Killa (46 Alexander Street; 604-681-7550; killa.ca), o estilista de streetwear Dennis Arriola faz casacos interativos com controles para iPod costurados na manga.

20h – Neofusion
Dos izakayas (bares) ao estilo de Tóquio aos cafés banh mi, os sabores da Ásia estão bem representados. A grande população asiática também elevou o padrão do fusion. Para altas interpretações de pratos tailandeses humildes, o Maenam (1938 West Fourth Avenue; 604-730-5579; maenam.ca) tem provocado comparações com o Hahm, que possui estrelas Michelin, de Londres. Na verdade, Angus An, o chef e proprietário, aprendeu lá. Aberto em maio passado no distrito Kitsilano (sim, aquele é o Refuel ao lado), o endereço de rosa e bambu atrai uma clientela gourmet com pratos como pato picante à caçarola com longans, confit de batatas e relish de pepino (US$ 18). Outro que também é bastante badalado é o Bao Bei (163 Keefer Street; 604-688-0876; bao-bei.ca), uma brasserie chinesa de luxo em Chinatown, que abriu pouco antes das Olimpíadas.

O porto de Vancouver, ao entardecer. Photo: Denny Lee/New York Times

22h30 – Bares ecléticos
Um punhado de bares de conceito ousado – do tipo que serve rodadas de degustação de vinho e cerveja – abriu em Gastown. Popular junto ao pessoal de Hollywood Norte é o Alibi Room (157 Alexander Street; 604-623-3383; alibi.ca), um espaço tipo loft com mesas de madeira e uma longa lista de cervejas em garrafa e chopes. Os bebedores de vinho seguem para o Salt Tasting Room (45 Blood Alley; 604-633-1912; salttastingroom.com), um bar tipo adega com o cardápio em uma grande lousa que lista os vinhos ecléticos, queijos e carnes curadas exóticas.

Domingo

10h – Esquiando no quintal
Há mais opções de esqui além de Whistler. Três rampas – os montes Cypress, Grouse e Seymour – ficam a menos de 27 quilômetros do centro de Vancouver, o que significa que você pode esquiar pela manhã e ter tempo para passear à tarde. O mais desafiador é o Monte Cypress (Cypress Provincial Park; 604-419-7669; cypressmountain.com). Também é aquele com mais clima, com vistas espetaculares da cidade. Vista os sapatos de neve (aluguéis por 18,75 dólares canadenses) e avance por trilhas espetaculares até chegar ao Hollyburn Lodge, um belo chalé de tábuas de madeira que foi construído em 1926.

14h – Alongamento final
Sabe onde começou a Lululemon Athletica? Quando os moradores locais loucos por fitness não estão esquiando, eles podem ser encontrados fortalecendo suas mentes e corpos nas inúmeras academias de ioga da cidade. Um grupo flexível e de rostos tranquilos se estica no YYoga Flow (888 Burrard Street; 604-682-3569; yyoga.ca), uma academia grande e bonita que abriu em agosto passado no centro de Vancouver. A participação em uma aula custa 15 dólares canadenses. Dirigido por Terry McBride, um magnata da música, o espaço branco e arejado conta com três salas espaçosas, chuveiros, um café tranquilo e uma sauna de infravermelho, lotada de jovens snowboarders que parecem conseguir um equilíbrio entre trabalho e diversão.

O básico

Apesar de Vancouver oferecer transporte público decente, é recomendado alugar um carro caso você planeje realizar muita exploração.

Vários hotéis abriram no centro de Vancouver para os Jogos Olímpicos. O Shangri-La Hotel Vancouver (1128 West Georgia Street; 604-689-1120; shangri-la.com/vancouver), que abriu em 2009, oferece 119 quartos zen e bom serviço em um novo arranha-céu. O hotel também tem uma academia bem equipada, uma piscina aquecida ao ar livre e um restaurante Market by Jean-Georges. As diárias dos quartos saem por aproximadamente 300 dólares canadenses, aproximadamente o mesmo em dólares americanos, para estadia em março, apesar de preços especiais de até 230 dólares terem sido encontrados recentemente em seu site.

Para acomodações mais bacanas, experimente o Loden Vancouver (1177 Melville Street; 604-669-5060; theloden.com). Inaugurado em 2008, o hotel com 77 quartos conta com janelas do piso ao teto, bonitos banheiros de mármore e grandes TVs de plasma com fácil conexão para computador. O Voya, seu restaurante, serve alta cozinha do Noroeste do Pacífico. Quartos a partir de 229 dólares canadenses.

Como organizar sua mala de viagem

Cidadão do Mundo

Após ler essa matéria da Revista Época decidimos publicá-la aqui no Blog de Viagens. Recebemos diariamente muitos e-mails com dúvidas sobre aquisição de novas cidadanias. Esperamos que sejam úteis as informações!

Reportagem da Revista Época. Clique aqui para ler.

O valor da anuidade na universidade americana de Yale, uma das mais concorridas do mundo, depende da nacionalidade do aluno. O cidadão americano paga, em média, 50% menos que os estrangeiros. Vantagem parecida leva um europeu em uma disputa de emprego na Inglaterra. Para se candidatar a uma vaga divulgada na última semana na empresa de energia inglesa BG Group, exigia-se – além de fluência em inglês, experiência internacional e boa formação acadêmica – cidadania europeia. Logo, a forma de concorrer em condições de igualdade é ter a segunda ou terceira cidadania. Saiba como obtê-la, assim como as vantagens e os riscos de ter vários passaportes.

A cidadania abre portas – e muitas – para os estrangeiros. Ao se tornar cidadão de algum membro da União Europeia, você poderá estudar, trabalhar e morar em qualquer um dos 27 países que dela fazem parte. Sem trâmites burocráticos. “As fronteiras ficam menores. As possibilidades se multiplicam”, diz a advogada Andrea Girello, especialista em obtenção de cidadanias europeias.

Para quem não tem a cidadania herdada de antepassados e tem um país como meta, a dica é começar pelo domínio do idioma. O publicitário Fernando Hudson sempre foi fascinado pela Alemanha. Visitou o país quatro vezes na adolescência e estudou a língua, que passou a dominar. Foi ela que facilitou seu acesso. Fernando navegava por sites de emprego da Alemanha e se cadastrou em vários deles. Menos de um ano depois de se formar em publicidade, estava trabalhando no país com um visto provisório, que foi renovado até ele obter a cidadania. Hoje, mora em Berlim e compõe jingles em alemão.

Outra forma de encurtar o caminho da cidadania é oferecer ao país o que ele mais precisa. Joanna Magalhães é graduada em informática. Ela sonhava em se mudar para a Nova Zelândia, país que facilita a entrada de profissionais nessa área. Saiu do Brasil com emprego garantido e visto de residência permanente. “É preciso estar atento à demanda por profissionais”, diz Joanna. “Muda o tempo todo. Em algum momento podem estar procurando alguém de sua área.” Mas Joanna avisa que o processo exige perseverança: “Eles quiseram ter certeza de que eu não estava interessada apenas no seguro-desemprego vitalício e nos excelentes serviços de saúde e educação do país”.

Pedidos de segunda cidadania aumentaram 30% nos últimos cinco anos, de acordo com um estudo feito por organizações que monitoram a imigração, entre elas o Escritório de Cidadania e Naturalização dos Estados Unidos. Mas muitos dos brasileiros que procuram outros passaportes não querem sair do país. A demanda por outras cidadanias não tem relação direta com imigração. O chef Carlos Bertolazzi, por exemplo, pretende expandir seus negócios em São Paulo. Mas, para isso, ele diz que ajuda ter trânsito livre lá fora. O passaporte italiano de Bertolazzi foi decisivo para que conquistasse uma vaga em um trabalho na Espanha, ao lado do lendário chef espanhol Ferran Adrià. A cidadania europeia também deu acesso a cursos abertos apenas para cidadãos europeus.

Bertolazzi é descendente de italianos. O empresário e pastor Marcello Malizia também. Ele migrou para Londres com a família sem dificuldades. Como cidadão europeu, pode morar onde tiver as melhores condições de emprego. Ganha a vida com transporte de vans na Inglaterra, mas pode ir atrás de oportunidades melhores. “Estou sempre atento ao que acontece nos outros países da Europa”, afirma. “As fronteiras deixaram de ser obstáculos.”

A cidadania mais difícil de ser adquirida é a americana. Para conseguir o green card, o bancário paulista Alexandre Figueiredo fez graduação e trabalhou mais de dez anos nos EUA. Descendente de portugueses, hoje tem tripla cidadania. E transmitiu as três a suas duas filhas. “São americanas, brasileiras e portuguesas”, diz. “Poderão estudar e trabalhar onde quiserem.”

Autoridades americanas e europeias estão cada vez mais atentas a golpes imigratórios. No último ano, nos EUA, a polícia identificou mais de 200 estrangeiros com casamentos arranjados. Eles não só perderam o green card, como a chance de voltar ao país. Se a sorte não ajudou com um ascendente americano ou europeu, a melhor alternativa é tentar um intercâmbio de estudos e trabalho.

Nota: Clique na imagem para ampliar.

Check-List de viagens

O Blog de Viagens preparou um pequeno Check-List para você ficar tranquilo e aproveitar ao máximo a sua viagem. Confira

Passaporte

Antes de tudo: Cheque agora mesmo a validade do seu passaporte. Caso esteja vencido ou com menos de 6 meses de validade, tire outro o mais rápido possível. Muitos países exigem um mínimo de 6 meses de validade do passaporte para emitir o visto.
Caso precise tirar um novo passaporte veja essas dicas do Blog de Viagens. Clique aqui.
Além disso, fique atento para as novas exigências para embarques nos aeroportos do Brasil. Clique aqui e leia essa matéria

Money, Dinheiro, Cash. Bufunfa

Hoje ainda vale levar dinheiro em espécie para viagem? A resposta é não! Para nós, a melhor forma de levar dinheiro para sua viagem é utilizar o Visa Travel Money, uma espécie de cartão de débito em que você recarrega com o valor que desejar. Sem falar na possibilidade de sacar dinheiro em caixas eletrônicos em todo o mundo com um taxa de apenas 2,50 dolares por operação, sem percentual sobre o valor do saque. Vale muito a pena. Para saber mais sobre o Visa Travel Money, veja essa matéria especial que o Blog de Viagens fez. Clique aqui.

Vacinas

Alguns países exigem que os visitantes comprovem a imunização para algumas doenças.
África do Sul, Austrália, Bolívia, Chile, China, Equador, Malta, Guatemala, Peru e Venezuela exigem, por exemplo, exigem comprovação contra febre amarela.
Para saber onde tomar a vacina contra febre amarela confira o site da Anvisa, clicando aqui.
Além disso, é preciso levar o Certificado Internacional de Vacinação. Para saber mais, clique aqui.

Carteiras de estudante

Se você vai viajar a estudo, não deixa de tirar sua carteira de estudante. Com a carteira você consegue, por exemplo, descontos em passes de ônibus ou trêm, restaurantes, academias, hotéis

Bagagem

Antes de viajar, confira com a companhia aérea o peso máximo das bagagens. Em seguida faça uma simples análise: Como vai estar o tempo no seu destino na época da viagem? Leve roupas adequadas para o clima do país.Verifique o que se pode ou não levar, principalmente os alimentos. Não esqueça de colocar alguma identificação em sua mala: nome, endereço e telefone celular ou fixo de alguém no Brasil.

Voos

Sempre confirme seu voo, 48 horas antes de embarcar. Não esqueça também de que, para voos internacionais, é aconselhável chegar ao aeroporto 3 horas antes do embarque.E mais: registre seus produtos eletrônicos na Receita Federal nos aeroportos antes de viajar. Assim você evita que na volta de sua viagem a alfândega implique afirmando que você trouxe aquele produtos do exterior.

Seguro Viagem

Não viaje para fora do país sem seguro viagem. Nunca se sabe quando um acidente pode acontecer e acabar com a sua viagem (e as suas finanças). Não vale o risco. Uma boa notícia é que alguns planos de saúde cobrem despesas médicas no exterior. Confira se o seu oferece esse serviço.
E mais: alguns países solicitam, mesmo não exigindo visto de entrada para Brasileiro, que, ao desembarcar no país de destino, você comprove que temseguro viagem. Fique atento se o seu destino exige ou não seguro viagem. Para saber mais sobre seguro viagem e como contratar, confira aqui, essa matéria especial preparada pelo Blog de Viagens.

Autorização de Viagem

O que poucos sabem é quem menores de 18 anos precisam de autorização do pai e da mãe, reconhecidas em cartórios, para viajar. Muitas vezes é necessária a autorização de um juiz.

Expo Estude no Exterior leva a cinco capitais opções de cursos e trabalho no exterior

A maior feira educacional de intercâmbio da América Latina e uma das maiores do mundo reunirá entre 10 e 21 de março, nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, em Belo Horizonte e Porto Alegre, de março, mais de 50 universidades, Escolas de Ensino Médio, escolas técnicas, de línguas, e instituições de pós-graduação e de MBAs, entre elas a Universidade da Califórnia, a Universidade Estadual de San Diego, a Universidade de Artes de Londres e a Universidade Católica de Milão.

A Expo Estude no Exterior possibilita aos estudantes um contato direto com os diretores das mais importantes instituições de ensino do mundo. A inscrição ocorre pelo site da feira (Clique aqui) e permite aos visitantes acesso gratuito ao evento.

Com o dólar cotado a menos de R$ 2, a oportunidade daquele tão sonhado intercâmbio cultural está mais próxima do bolso dos brasileiros. Assim, a 18ª edição Expo Estude no Exterior é uma ótima chance para você buscar informações sobre universidades, cursos de pós-graduação, MBAs, escolas técnicas, de idiomas ou high school, tudo reunido na maior feira de interçâmbio da América Latina que ocorrerá, ao longo do ano, em mais de 35 cidades da América do Norte, da Europa e da América Latina.

Agora, anote aí: No Brasil, o evento será gratuito e realizado no mês de março em cinco cidades: Rio de Janeiro (dias 10 e 11), a São Paulo (dias 13 e 14), Brasília (dia 16), Belo Horizonte (dia 18) e Porto Alegre (dia 21).

Além dos expositores, estarão presentes na Expo Estude no Exterior consulados, como o da Austrália, da Inglaterra e dos Estados Unidos, assim como agências de intercâmbio, que poderão suprir todas as suas dúvidas quando a preços, documentação, trabalho remunerado, bolsas, vistos e destinos. Ao todo serão mais de 40 instituições de diversos países, dentre eles, Estados Unidos, Suíça, Austrália, Canadá, Espanha, Itália, Inglaterra e Brasil.

Nesta 18ª  edição da feira você encontrará, dentre as opções de curso de idiomas,  o Centro de Inglês de Vancouver, no Canadá, e o Programa Intensivo de Inglês da Universidade de Miami. Nos cursos técnicos, estão  confirmados  a Universidade Europeia de Estudos em Gestão, da Espanha e a Politécnica de Milano, da Itália, bem como a  Escola de Arte e Design de Savana, dos  Estados Unidos.

Além da oportunidade de conversas e tirar todas as suas dúvidas com os representantes das instituições presentes na Expo Estude no Exterior, um dos pontos fortes da feira  são as palestras ministrados pelos próprios expositores que fornecem ainda mais detalhes para quem quer planejar e qualificar o currículo no exterior.

Nesse ano, as palestras abordarão temas de grande interesse do intercambista, como: Estudando no Reino Unido, Estude, trabalhe e viaje pela Austrália e Canadá, Nova Zelândia: Onde Estudos e Diversão Caminham Juntos, Como Garantir o Sucesso de seu Programa de Intercâmbio, Estudar e pesquisar na Alemanha. Para saber mais sobre as palestras, clique aqui.

Não perca tempo, acesse o site do Expo Estude no Exterior, cadastre-se, compareça a feira e concorra ainda a duas viagens de quatro semanas, com acomodação e passagens aéreas, para a realização de cursos de Espanhol na Argentina ou de Inglês no Canadá.

Alguns números

Se você acha que está ficando velho para fazer intercâmbio veja confira esses números:

Anote a data e o endereço da Expo Estude no Exterior na sua cidade

  1. Rio de Janeiro, 10 e 11 de março, das 16h às 21h – Hotel JW Marriott (Avenida Atlântica, 2.600, Cobacabana)
  2. São Paulo, 13 e 14 de março, das 14h às 19h – Hotel Intercontinental (Alameda Santos, 1.123, Jardim Paulista)
  3. Brasília, 16 de março, das 16h às 21h – Hotel Mercure Brasília Eixo Monumental (SHN, Quadra 5, Bloco G, 0 – Asa Norte)
  4. Belo Horizonte, 18 de março, das 16h às 21h – Hotel Mercure Lourdes (Avenida do Contorno, 7.315, bairro Lourdes)
  5. Porto Alegre, 21 de março, das 14h às 19h – Hotel Sheraton Porto Alegre (Rua Olavo Barreto Viana, 18, bairro Moinhos de Vento)

American Airlines cobrará por travesseiros e cobertores

A American Airlines está aprendendo com a Gol Linhas Aéreas. A companhia americana anunciou que, a partir de maio, vai suspender a distribuição gratuita de cobertores e travesseiros em seus voos nacionais e para o Canadá, México, Havaí, Caribe e América Central.

Surpreso? Não se você já viajou pela Gol. A Empresa brasileira também não oferece cobertores e travesseiros em seus voos. Nem cobrando pelo serviço.

E sabe o que é pior? A Gol nem tem mais os preços tentadores que tinha quando chegou ao mercado.

A American Airlines anunciou ainda que, quem quiser, poderá adquirir um kit com o coberto e o travesseiro por US$ 8, tendo o direito de levar consigo o pacote quando chegar ao seu destino.

Visita a Toronto, Canadá

Repórter do “New York Times” visita Toronto, onde se surpreende  com a variedade cultural e a beleza da cidade canadense.

Conheça Toronto, uma das cidades mais limpas e diversas do mundo, em 36 horas

Reportagem: Denny Lee
New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui

Apesar de ser uma das cidades com maior diversidade no planeta, Toronto é estranhamente limpa e ordeira. As calçadas são imaculadas, os bondes são pontuais e os moradores locais são impecavelmente educados. Isso não quer dizer que sejam chatos. Longe disso. Com metade da população atualmente nascida no exterior – alimentada por um número crescente de indianos, chineses e cingaleses – a cidade à beira do lago oferece um caleidoscópio das culturas mundiais. Cante karaokê em um bar vietnamita, beba um café expresso em Litte Italy e assista ao mais recente lançamento de Bollywood, tudo na mesma noite. As cenas de arte e design também estão prosperando, e não apenas

nos tapetes vermelhos deslumbrantes do Festival Internacional de Cinema de Toronto, realizado todo mês de setembro. As zonas industriais renasceram em distritos de galerias, e becos escuros agora levam a estúdios de designers, dando à capital financeira do Canadá um aspecto quase desgrenhado.

Leslieville, bairro do leste de Toronto, possui cafés e lojas de artigo: os modernos do século passado. Foto: Denny Lee/NYT

Leslieville, bairro do leste de Toronto, possui cafés e lojas de artigo: os modernos do século passado. Foto: Denny Lee/NYT

Sexta-feira
16h – Rumo ao Oeste

A cena cool de Toronto parece migrar para oeste, ao longo da Queen Street West, em intervalos de poucos anos. Começou na Yonge Street, com punk rockers e estudantes de arte lotando os clubes abafados. Então, quando lojas famosas como a Gap se mudaram para lá, os descolados fugiram para oeste, até depois da Bathurst Street, para um distrito atualmente chamado West Queen West (www.westqueenwest.ca), onde velhas lojas de eletrodomésticos estão sendo transformadas em galerias de arte e butiques chiques. Comece sua caminhada pela região de arte de Toronto na Bathurst Street e siga para oeste. Os espaços brutos que exibem jovens artistas canadenses incluem a Paul Petro Contemporary Art (980 Queen Street West; 416-979-7874; www.paulpetro.com).

20h – Carne de grife

Para um gostinho do mundo badalado, vista uma camiseta e entre no OddFellows (936 Queen Street West, 416-534-5244, www.oddfellows.ca), um bistrô tipo butique onde o pessoal de barba e camisa de flanela da área se encontra à noite. O restaurante de esquina, que abriu no final do ano passado, é dirigido por Brian Richer e Kei Ng, sócios de uma firma de design arrojada, a Castor Design (www.castordesign.ca), conhecida por elevar materiais mundanos em objetos inteligentes. O cardápio realiza prestidigitações semelhantes. Muitos cortes são habilmente transformados em pratos populares canadenses, como bolo de carne de bisão e hambúrgueres de carne de cervo (ambos custam 18 dólares canadenses, ou cerca de US$ 15, com o dólar americano cotado a 1,21 dólar canadense). A longa mesa comunal, feita de pedra calcária polida e com pés aleatórios, encoraja o bate-papo.

22h30 – Valorização do norte

Deixe a College Street para os garotos universitários. E, ultimamente, o West Queen West está tão tomado por pessoas de fora da cidade que os garotos descolados, ao que parece, agora estão migrando para o norte, ao longo da Ossington Avenue, que alguns blogueiros de Toronto já estão chamando de “Próximo West Queen West”. Nas pontas do distrito estão o Sweaty Betty’s (13 Ossington Avenue; 416-535-6861), um local pequeno com uma jukebox ousada, e o Communist’s Daughter (1149 Dundas Street West; 647-435-0103), um lounge de bom gosto que atrai as garotas magras trajando veludo e bota de cano alto. Uma série de bares elegantes está brotando entre eles, situados em velhas padarias portuguesas e lojas de utensílios de cozinha.

Sábado
10h30 – Ovos e cadeiras “ovo”

O brunch é um assunto sério nesta cidade, e as pessoas estão seguindo atualmente para Leslieville, um bairro antigamente sujo no leste de Toronto, agora repleto de cafés de aspecto esperto e lojas que vendem artigos modernos de meados do século passado. Ainda badalado, o Table 17 (782 Queen Street East; 416-519-1851; www.table17.ca) é um bistrô francês estilo country que serve adoráveis ovos napolitanos (11 dólares canadenses). Depois, visite as lojas de antiguidades do bairro, com incrível bom preço e com boa curadoria, como a Machine Age Modern (1000 Queen Street East; 416-461-3588; www.machineagemodern.com), que possui mesas de jantar de teca, relógios Georg Jensen e outros tesouros modernos antigos.

14h – Ó Calcutá

Esta é uma cidade de bairros de minorias, dos restaurantes de souvlaki em Greektown às janelas coloridas como arco-íris de Gay Village. Há até mesmo duas Chinatowns. Mas para cor e condimento, tome um táxi até Little India. O distrito no alto da colina se estende por apenas seis quadras ao longo da Gerrard Street East, mas é congestionado com mais de uma centena de lojas e restaurantes. Sedas reluzentes estão empilhadas na Chandan Fashion (No. 1439; 416-462-0277; www.chandanfashion.ca). A Dubai Jewellers (No. 1407; 416-465-1200) conta com uma variedade deslumbrante de peças de ouro de design indiano. E para um lanche na metade do dia, o Udupi Palace (No. 1460; 416-405-8189; www.udupipalace.ca) é um restaurante brilhante que oferece deliciosas dosas, chaats e outras iguarias do sul da Índia.

O distrito de Little Índia é repleto de centenas de lojas e restaurantes típicos. Foto: Denny Lee/NYT

O distrito de Little Índia é repleto de centenas de lojas e restaurantes típicos. Foto: Denny Lee/NYT

16h – Made in Canada

A moda local é decepcionante, mesmo na West Queen West. Uma bela exceção é a Klaxon Howl (que se mudou recentemente para a entrada traseira da 694 Queen Street West; 647-436-6628; www.klaxonhowl.com), uma grife masculina que mistura uniformes militares antigos, camisas grossas de trabalho, calças jeans selvagens e jaquetas de algodão encerado. A cena de design, por outro lado, está florescendo. A Commute Home (819 Queen Street West; 416-861-0521; www.commutehome.com) é um showroom cavernoso que mistura objetos industriais com móveis neomodernos feitos de madeiras maciças. Para utensílios domésticos inteligentes, faça um leve desvio até a Made (867 Dundas Street West; 416-607-6384; www.madedesign.ca), uma loja galeria que representa jovens designers de produtos com olhar novo e alegre.

20h – Gostos nômades

Uma nova confiança culinária tomou conta de Toronto. As cozinhas não apenas estão atualizando pratos tradicionais canadenses, como embutidos e javali, mas os jovens chefs estão explorando as raízes globais de Toronto de formas que transcendem a fusion padrão. Chefs da fusion asiática, como Susar Lee, têm recebido muita atenção; seu mais recente restaurante, Madeline’s (601 King Street West; 416-603-2205; www.susur.com), está sempre lotado. Mas também deixando sua marca estão endereços badalados como o Nyood (1096 Queen Street West; 416-466-1888; www.nyood.ca), um restaurante pan-mediterrâneo com grandes candelabros e molduras trabalhadas. Pratos como costelinha assada de Malta (14 dólares) são um sucesso, enquanto coquetéis saborosos como o berry mojito (14 dólares) mantêm a festa animada.

23h – Perucas

Ok. College Street não é tão ruim, especialmente para solteiros na faixa dos 20 ou 30 anos. Um local para começar é o de nome nada criativo College Street Bar (No. 574; 416-533-2417; www.collegestreetbar.com). O espaço à meia-luz tem paredes de tijolos, um pátio com vegetação e uma microcervejaria refrescante que atrai um público de boa aparência de Web designers e escritores. Depois, pegue o show drag da 1 hora da manhã no El Convento Rico (No. 750; 416-588-7800; www.elconventorico.com). O clube informal e agitado ainda atrai uma mistura exuberante de solteiras com tiaras de plástico e homens musculosos com vozes altas.

Domingo
11h – Dim Sum Luxe

Para um dim sum inventivo, que você não encontrará em nenhum outro lugar, entre na fila para o Lai Wah Heen (118 Chestnut Street; 416-977-9899; www.laiwahheen.com), um restaurante de toalhas de mesa brancas no segundo andar do Metropolitan Hotel. O chef Terence Chan de Hong Kong serve criações diferentes como bolinhos de siri e tofu com trufas e cogumelo. Cerca de 40 dólares por pessoa.

13h – Museu troféu

Apesar da CN Tower, Toronto conta com uma arquitetura impressionante de autoria de gigantes como Ludwig Mies van der Rohe, Santiago Calatrava e Thom Mayne. Mas obras de seu filho favorito, Frank Gehry, estavam ausentes até novembro, quando a Galeria de Arte de Ontario (317 Dundas Street West; 416-979-6648; www.ago.net) reabriu com uma reforma ousada de autoria de Gehry, que cresceu a poucas quadras do museu de 109 anos. Ele envolveu a estrutura Belas Artes original em folhas de vidro ondulado e áreas de madeira, e acrescentou uma escadaria de madeira em espiral que perfura o teto de vidro até uma nova ala de arte contemporânea. É uma impressionante volta para casa de um arquiteto creditado por ajudar outras cidades a florescer, não que Toronto precisasse de ajuda.

O Gladstone Hotel, à beira de West Queen West, é um ponto popular no cenário gay. Foto: Denny Lee/NYT
O Gladstone Hotel, à beira de West Queen West, é um ponto popular no cenário gay. Foto: Denny Lee/NYT

 

 
O básico

Grandes companhias aéreas, incluindo Air Canada, American e Continental, oferecem voos diretos entre Nova York e o principal aeroporto de Toronto, a partir de cerca de US$ 220 para viagem em maio, segundo uma recente pesquisa online. Há abundância de táxis e a cidade conta com uma rede eficiente de bondes, metrô e ônibus.

O Drake Hotel (1150 Queen Street West; 416-531-5042; www.thedrakehotel.ca) ajudou a colocar West Queen West no mapa badalado. Os fins de semana podem ser agitados, mas seus 19 quartos, que evocam um iate moderno de meados do século, com suas escadas de madeira e criados-mudos com gavetas, são silenciosos e aconchegantes. O serviço é atencioso e cordial, mesmo quando a entrada principal está lotada de gente. O café e restaurante também valem uma visita. Quartos a partir de 189 dólares canadenses, cerca de US$ 156, com o dólar americano cotado a 1,21 dólar canadense.

Situado em um marco vitoriano, o Gladstone Hotel (1214 Queen Street West; 416-531-4635; www.gladstonehotel.com) reabriu em 2005 como um hotel butique moderno, à beira de West Queen West. O bar revestido de madeira e galerias também é um ponto popular para as cenas gay e de arte locais. Ele conta com 37 quartos decorados por artistas com diárias a partir de 185 dólares canadenses.

Dirigindo pelo exterior

Fique por dentro de todas as exigência que cada país faz para que os estrangeiros possa dirigir em seus territórios.

Muitos perguntam sobre que condições os brasileiros podem dirigir em países estrangeiros. A melhor resposta é que: não há uma regra única válida em todos os países. Em diversas nações, como o Reino Unido, por exemplo, é possivel guiar somente com a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Em alguns é necessário o PID ( Permissão Internacional para Dirigir); Em outros, é preciso portar os dois documentos e em alguns casos, como o  Japão, por exemplo, um estrangeiro não pode dirigir em hipótese alguma.

pid

Antes de saber se o país visitado exige a PID para que você possa dirigir por lá, que tal descobrir como tirar ela aqui no Brasil? Para tirar o documento é necessãrio que você compareça ao Detran de sua cidade munido de 2 cópias da CNH, formulário de requerimento da PID preenchido (Obs: para saber onde retirar o formulário, acesse o site do Detran de sua cidade ou entre em contato com ele por telefone) e o comprovante de pagamento da salgada taxa de R$ 174,35. A PID é aceita em mais de 100 países, é padronizado pela Convenção de Viena e dispõe das informações do condutor em sete idiomas.

Vale a dica para quem requisitar a PID: Não esqueça de levar junto sua CNH para comprovar que a Permissão é verdadeira.

Abaixo segue a lista de países que aceitam a PID, segundo o site do Detran-SP:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Angola, Argélia, Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaidjão, Bahamas, Barein, Belarus (Bileo Rússia), Bélgica, Bolívia, Bósnia-Herzegóvina, Bulgária, Cabo Verde, Cazaquistão, Chile, Cingapura, Colômbia, Coréia do Sul, Costa do Marfim, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, El Salvador, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Estados Unidos, Estônia, Federação Russa, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Gana, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Kuweit, Letônia, Líbia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Marrocos, México, Moldávia, Mônaco, Mongólia, Namíbia, Nicarágua, Níger, Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), República Centro-Africana, República Democrática do Congo, República Checa, Republica Dominicana, Romênia, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia e Montenegro, Suécia, Suíça, Tadjiquistão, Tunísia, Turcomenistão, Ucrânia, Uruguai, Uzbequistão, Venezuela e Zimbábue.

Sendo exigido ou não naquele país, há uma certa unanimidade: ter a PID sempre ajuda.

Alguns casos especiais

Aruba: o condutor precisa ter entre 21 e 70 anos. Aceita a CNH

Portugal: CNH vale por três meses.

Reino Unido: CNH vale por um ano.

EUA: Melhor levar a PIDe a CNH. Cada estado tem um jurisdição diferente.

Jamaica: Precisa ter 25 anos e exige a PID e a CNH

Suriname: É preciso que o estrangeiro registre a PID ea CNH em um posto da polícia local.

China:Estrenageiros não podem dirigir.

Japão: Proibe estrangeiros de digirir

Canada: Melhor levar a PID e a CNH. E ainda pede uma tradução juramentada da CNH.

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