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Visto para Austrália

Kangaroo_Sign_at_Stuart_HighwayA Austrália é um dos destinos preferidos dos estudantes interessados em fazer intercâmbio. Diferentemente da Irlanda, a Austrália exige que o estudante solicite o visto antes de embarcar.

Desta forma, fizemos uma relação com os principais documentos exigidos para a solicitação do visto.

Vale lembrar que você pode freqüentar qualquer curso com menos de 3 meses apenas com o visto de turista. Caso a duração do curso seja superior a três meses, será necessário o pedido do visto de estudante.

 Documentos

  1. Exames realizados pelo médico credenciado junto a Embaixada Australiana no Brasil. Clique aqui e veja o médico mais perto de você no Brasil.  Caso esteja em outro país, Clique aqui e escolha a letra do país onde esteja.
  2. Print da reserva da passagem (ida e volta)
  3. 3 fotos 3×4  ou 5×7(dois para o exame médico e uma para o formulário)
  4. Passaporte com 6 meses de validade,  no mínimo.
  5. Imposto de renda completo com os comprovantes de entrega junto a Receita Federal(Caso não tenha declare imposto, entregue a Declaração de Isento) – Cópia autenticada.
  6. CoE – Confirmation of Enrolment, fornecido pela agência onde o curso foi comprada. (O comprovante emitido pela escola de que você pagou o curso!)
  7. Diploma de conclusão de último grau de escolaridade (Obs.: caso esteja cursando faculdade, apresente o comprovante de trancamento de matrícula.)
  8. Carta pessoal explicando os motivos da viagem
  9. Declaração de antecedentes criminais, caso a estadia seja igual ou superior a 1 ano.
  10. Carteira internacional de vacinação contra febre amarela. (Obs.: você deve se vacinar pelo menos 10 dias antes de embarcar e solicitar a carteira nos postos da Anvisa em Portos e Aeroportos do país.)
  11. Formulários 157A e 956 preenchidos.

Formulários para visto  

Visto Australiano

Visto Australiano

 

Documentos especiais

Se você for o seu próprio responsável financeiro

  1. Os 3 últimos contracheques, holerites , RPA ou Pró-labores, etc.
  2. Cópia autenticada da carteira de trabalho
  3. Carta da empresa onde trabalha atualmente
  4. Carta de garantia de emprego quando retorne

 Caso outra pessoa seja a responsável pelo custeio de suas despesas de viagem, será necessário apresentar esses documentos

  1. Carta pessoal de suporte financeiro com firma reconhecida.
  2. Cópia autenticada do Imposto de renda completo juntamente com o comprovante de entrega a Receita Federal.
  3. Cópias autenticadas dos Três últimos contracheques, Holerites, Pó-labores ou RPA;
  4. Extrato bancário dos 3 últmos meses de uma aplicação comprovando  no mínimo AU$ 2.000,00 por mês de permanência da Austrália;

Observação  importante: Não tente dar uma de esperto. A embaixada sabe tudo. O que muitos estudantes estavam fazendo era colocar o dinheiro do curso e das despesas no banco e retiravam os extratos. Com esse mesmo dinheiro pagavam as despesas(curso, passagem, etc) e comprovavam que tinham o dinheiro no banco.  Por esses motivos, a Embaixada,  só aceita os extratos bancários após a emissão do CoE (Confirmation of Enrolment).

     5. Cópia autenticada do  Contrato social da empresa (caso o responsável seja empresário)

     6.Cópia do contrato de locação de imóvel (caso o responsável possua algum imóvel alugado)

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Valores das taxas

Para o pagamento da taxa, a Embaixada da Austrália só aceita cheque administrativo, cheque de pessoa jurídica ou dinheiro. Os cheques devem ser nominais a Embaixada da Austrália e constar um telefone para contato.

Uma dica valiosa: No Brasil, para obter um cheque administrativo é  necessário informar ao estabelecimento bancário o CNPJ da Embaixada da Austrália que é 03973950/0001-90.

A Embaixada não aceita pagamentos de cheques de pessoa física, cheque-correios, Cartão de crédito ou débito, deposito em conta ou vale postal.

O valor da taxa do visto, hoje, está em R$ 899,00. Mas fique atento para a mudança desse valor.

Os exames médicos deverão ser realizados com médicos credenciados junto a embaixada da Austrália. Sendo assim, o valor dos exames e da consulta varia de região para região.

 

Dicas importantes

Carta pessoal

A carta pessoal deve ser simples. Apresente-se, conte um pouco de sua vida, o que faz, faça um resumo profissional e cite seus vínculos com o Brasil; Explique os que você pretende fazer na Austrália; o que o curso vai agregar em sua vida profissional; o motivo de ter escolhido a Austrália e, principalmente,  cite motivos para que a embaixada acredite que você vai retornar ao Brasil, não esquecendo de demonstrar os vínculos profissionais, pessoais, acadêmicos por aqui.

Carta de suporte financeiro

Igualmente a carta pessoal, essa carta é bem simples. Aqui, o responsável pelas despesas do viajante vai se identificar, colocar seus dados pessoais (CPF, RG, onde reside, cidade, estado); Em um segundo momento vai se identificar (se é pai, avô tio, mãe) do viajante e vai dizer que se responsabiliza por todos os gastos do viajante durante a estadia dele na Austrália. Ah! E não esqueça de reconhecer a firma em cartório.

australian_flagSeguro Saúde

O Governo Australiano não exige, mas recomenda que os visitantes viagem com um seguro-saúde. Lá, os estrangeiros não serão cobertos pelo sistema de saúde do governo, exceção feita aos estrangeiros cujos países mantém um acordo recíproco com a Austrália.  Sobre o sistema de saúde Australiano, você pode ler mais aqui.

A dica do Blog de Viagens é que você não viaje sem seguro-saúde. Não vale arriscar. Se você estiver na dúvida sobre os seguros-saúde, clique aqui e leia mais...

Uma outra dica valiosa. Faça o seu Visa Travel Money. Chega de carregar dinheiro dentro das meias. Clique aqui e saiba as vantagens de ter o seu.

E não esqueça: as medidas de roupas e calçados variam de país para país. Saiba qual a sua clicando aqui e conferindo a tabela que o Blog de Viagens fez para você.

 

Anote o endereço da Embaixada da Austrália no Brasil

A Embaixada funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 10h30. Para pedidos de informações ou acompanhamentos de visto comunique-se com o Departamento de Imigração da Embaixada pelo via fax (61) 224-5777 ou pelo e-mail dima-brasilia@dfat.gov.au.

 Embaixada da Austrália em Brasília

SES – Setor de Embaixadas Sul, Quadra 801, Conj. K, lote 07
Brasília-DF-CEP 70200-010
Tel. (61)223-7772
Fax (61) 224-5777
E-mail: dima-brasilia@dfat.gov.au
Site: www.brazil.embassy.gov.au

Para mais informações acesse o site do Departamento de Imigração do Governo Australiano  - http://www.immi.gov.au/

O site da Embaixada da Austrália – www.brazil.embassy.gov.au

O site do Study in Australia – www.studyinaustralia.gov.au

Ingressar na Europa

Olá amigos!
Gostaria de compartilhar com vocês hoje a minha experiência no meu primeiro ingresso na Europa, o que significa entender um pouco como funciona o processo burocrático de visto, checagem de documentos, revista e entrevista no departamento de imigração. No caso do Reino Unido, para quem deseja permanecer durante um tempo superior àquele considerado de turismo (a partir de seis meses), é necessário o pedido de um visto. No Brasil, há escritórios do governo britânico em São Paulo, Rio de Janeiro e a embaixada em Brasília. (Para saber o endereço das embaixadas e consulados, clique aqui.)

A formalização consistiu na entrega de documentos como duas cartas – confirmando o endereço onde moro e a matrícula na escola onde estudo em Londres -, um extrato juramentado da conta bancária traduzida para o inglês (há escritórios especializados em traduções que fazem isso. Custo médio de 60 reais.), passaporte e fornecimento de impressões digitais e fotos. Depois de um mês, passaporte e outros papéis originais são devolvidos via Correio na casa do interessado.

Minha chegada ao continente europeu se deu via Roma, pelo aeroporto de Fiumicino, onde troquei de avião para o aeroporto de Heathrow (Londres). Se está vindo pela primeira vez, acostume-se com um processo lento de verificagem de documentos e revistas. Na dúvida, não queira mostrar o quanto você tem personalidade própria e repita, sim, o que os outros estiverem fazendo. Isso inclui, a retirada dos sapatos, do cinto e de outro acessórios como brincos e relógios que tenham detalhes em metal que podem acionar o detector. Esse processo é comum e, uma vez no Reino Unido, você deverá repeti-lo sempre que retornar para a Grã-Bretanha caso vá para outros países da Comunidade Européia.

Se você demonstrar boa-vontade e entregar rapidamente o passaporte e algum outro documento que eventualmente podem lhe pedir também para confirmar sua identidade (como a carteirinha de estudante internacional), não terá problemas. Chegando finalmente ao destino final, Londres, momentos de tensão aguardam no departamento de imigração, que nada mais é do que uma série de guiches semelhantes ao de uma agencia bancária, onde lhe fazem algumas perguntas e você deverá entregar um pequeno formulário (normalmente fornecidado pela companhias aéreas no final do voo). Passada essa etapa, seja finalmente bem-vindo.
Até a próxima!

Paulo Rocha é jornalista e reside em Londres

Reino Unido cogita restringir vistos de estudante

Aos interessados em estudar em Londres.

As notícias não são muito boas! O Reino Unido está cogitando restringir os vistos de estudantes. A alegação é evitar a imigração ilegal.

Aquela baboseira costumeira!

O problema é que essas medidas acabam prejudicando a todos os jovens (sérios!) interessados em estudar e ter uma experiência cultural nova.

E sabemos também que muitas vezes essas medidas são ineficazes.

Então, se você pretende embarcar para a capital da Inglaterra, aconselho viajar rapidamente. Sabe-se lá quando a política de vistos vai tornar-se mais rígida.

Confira a reportagem da BBC.

Brown anunciou um plano para restringir a imigração no país

Brown anunciou um plano para restringir a imigração no país

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou nesta quinta-feira (12) planos para endurecer as leis de imigração e tornar mais difícil a entrada de imigrantes ilegais no país.

Em um discurso em Londres, o premiê disse que o governo vai estudar uma possível restrição a vistos de estudante para evitar que eles sejam usados por pessoas que querem entrar no país para trabalhar ilegalmente.

Uma das possíveis medidas a serem adotadas seria a concessão de vistos de estudante com direito a trabalhar apenas para estudantes de graduação ou pós-graduação.

Os vistos de estudante britânicos, concedidos a pessoas matriculadas tanto em cursos superiores quanto em cursos rápidos de línguas, dão direito de trabalhar por até 20 horas semanais, mas muitos estudantes ultrapassam esse limite ou acabam ficando ilegais no país após o término do curso.

Segundo dados do governo britânico, um em cada sete pedidos de visto para o país é para estudantes. No último ano fiscal, foram concedidos 242 mil vistos de estudante para a Grã-Bretanha, mas outros 100 mil foram recusados.

“Profissões”

Em seu discurso, Brown anunciou ainda uma mudança na lista de profissionais de fora da Europa que poderão receber vistos de trabalho no país. Entre os profissionais que poderão ser prejudicados estão engenheiros e chefs de cozinha.

O premiê disse que o sistema de pontuação para a concessão de vistos para imigrantes qualificados, introduzido no ano passado, contribuiu para a queda de 44% na entrada de imigrantes no país.

Segundo ele, o novo sistema garantiria novos cortes no número de imigrantes chegando ao país e manteria, ao mesmo tempo, a flexibilidade do mercado de trabalho na Grã-Bretanha.

O Big Ben ao fundo

O Big Ben ao fundo

As declarações do premiê ocorrem em meio aos altos índices de desemprego no país por conta da crise econômica global e às críticas às políticas de imigração do governo.

Segundo os últimos dados, 2,46 milhões de pessoas, ou 7,8% da população economicamente ativa, estão desempregadas hoje na Grã-Bretanha.

Em junho, o Partido Nacional Britânico (BNP, na sigla em inglês), de ultradireita, que defende uma maior restrição à imigração, conseguiu votos suficientes para eleger pela primeira vez dois representantes no Parlamento Europeu.

O principal partido de oposição no país, o Partido Conservador, favorito para as eleições gerais previstas para o ano que vem, também propôs uma limitação ao número de imigrantes no país.

O Partido Trabalhista, de Brown, sempre defendeu uma posição mais aberta em relação à imigração e a ideia de que a chegada de imigrantes é positiva para a cultura e para o mercado de trabalho do país.

“Tabu”

Em seu discurso nesta quinta-feira, o premiê disse que o problema da imigração deve ser discutido e não é uma questão exclusiva para “os partidos marginais” ou um “um assunto tabu”.

“Nunca concordei com o elitismo preguiçoso que não reconhece a imigração como uma questão, ou que classifica qualquer um com preocupações sobre a imigração de racista”, afirmou Brown.

“Esta é uma questão que está no coração de nossa política, uma questão sobre o que significa ser britânico e sobre os valores que nos são caros e as responsabilidades que esperamos daqueles que chegam ao nosso país, de como assegurar as competências de que precisamos para competir na economia global e de como preservamos e fortalecemos nossas comunidades”, disse o premiê.

Segundo ele, as opiniões sobre a imigração variam conforme seu efeito sobre as pessoas. “Se o principal efeito da imigração sobre sua vida é tornar mais fácil encontrar um encanador, ou ser atendido por médicos ou enfermeiros estrangeiros em seu hospital local, você provavelmente vai pensar mais sobre os benefícios da imigração do que sobre os possíveis custos”, disse.

“Mas as pessoas querem garantias de que aqueles que chegam aceitarão suas responsabilidades assim como seus direitos de viver aqui – obedecer a lei, falar inglês e dar suas contribuições”, afirmou.

Dirigindo pelo exterior

Fique por dentro de todas as exigência que cada país faz para que os estrangeiros possa dirigir em seus territórios.

Muitos perguntam sobre que condições os brasileiros podem dirigir em países estrangeiros. A melhor resposta é que: não há uma regra única válida em todos os países. Em diversas nações, como o Reino Unido, por exemplo, é possivel guiar somente com a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Em alguns é necessário o PID ( Permissão Internacional para Dirigir); Em outros, é preciso portar os dois documentos e em alguns casos, como o  Japão, por exemplo, um estrangeiro não pode dirigir em hipótese alguma.

pid

Antes de saber se o país visitado exige a PID para que você possa dirigir por lá, que tal descobrir como tirar ela aqui no Brasil? Para tirar o documento é necessãrio que você compareça ao Detran de sua cidade munido de 2 cópias da CNH, formulário de requerimento da PID preenchido (Obs: para saber onde retirar o formulário, acesse o site do Detran de sua cidade ou entre em contato com ele por telefone) e o comprovante de pagamento da salgada taxa de R$ 174,35. A PID é aceita em mais de 100 países, é padronizado pela Convenção de Viena e dispõe das informações do condutor em sete idiomas.

Vale a dica para quem requisitar a PID: Não esqueça de levar junto sua CNH para comprovar que a Permissão é verdadeira.

Abaixo segue a lista de países que aceitam a PID, segundo o site do Detran-SP:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Angola, Argélia, Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaidjão, Bahamas, Barein, Belarus (Bileo Rússia), Bélgica, Bolívia, Bósnia-Herzegóvina, Bulgária, Cabo Verde, Cazaquistão, Chile, Cingapura, Colômbia, Coréia do Sul, Costa do Marfim, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, El Salvador, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Estados Unidos, Estônia, Federação Russa, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Gana, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Kuweit, Letônia, Líbia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Marrocos, México, Moldávia, Mônaco, Mongólia, Namíbia, Nicarágua, Níger, Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), República Centro-Africana, República Democrática do Congo, República Checa, Republica Dominicana, Romênia, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia e Montenegro, Suécia, Suíça, Tadjiquistão, Tunísia, Turcomenistão, Ucrânia, Uruguai, Uzbequistão, Venezuela e Zimbábue.

Sendo exigido ou não naquele país, há uma certa unanimidade: ter a PID sempre ajuda.

Alguns casos especiais

Aruba: o condutor precisa ter entre 21 e 70 anos. Aceita a CNH

Portugal: CNH vale por três meses.

Reino Unido: CNH vale por um ano.

EUA: Melhor levar a PIDe a CNH. Cada estado tem um jurisdição diferente.

Jamaica: Precisa ter 25 anos e exige a PID e a CNH

Suriname: É preciso que o estrangeiro registre a PID ea CNH em um posto da polícia local.

China:Estrenageiros não podem dirigir.

Japão: Proibe estrangeiros de digirir

Canada: Melhor levar a PID e a CNH. E ainda pede uma tradução juramentada da CNH.

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