Archive for the 'pontos turísticos' Category

Vai pra onde? Cidade do México

A saga mexicana está acabando e o último ponto da viagem é a Cidade do México. Na sua despedida, ele faz um tour conhecendo um museu incomum, restaurantes, boates e até um jeito de ganhar um trocado.

Vai pra onde? Guadalajara

Comida apimentada, fotos em um cemitério,noitada e muito futebol. Gudalajara foi um dos palcos do tricampeonato da seleção brasileira, por isso, Bruno não poderia deixar de conhecer o estádio Jalisco.

Travelers Cheques

Uma forma bastante simples, prática e segura de viajar para o exterior, e não ficar com aquela preocupação com dinheiro nos bolsos, é utilizando os Travelers Cheques (TC´s).

Os Travelers Cheques são similares a dinheiro e estão disponíveis em diversas moedas, (Euro, dólar, libra esterlina e outras;), valem indefinidamente e em quase todos os países do mundo.

Uma das muitas vantagens de utilizar os Travelers Cheques é a sua segurança. Caso tenha seus TC´s extraviados, danificados ou roubado, você receberá em 24h, onde estiver, o reembolso de seus cheques.

Outra vantagem é  a de não ter prazo de validade. Eles nunca expiram. Sendo assim, você pode planejar sua viagem aos poucos, comprando seus TC´s quando o câmbio estiver mais favorável.
Pensando nisso resolvemos montar um guia básico para quem vai viajar e usar essa moeda no exterior.
Com a introdução do Visa Travel Money (VTM) os Travelers Cheques perderam um pouco de espaço, mesmo assim, milhões de pessoas continuam utilizando-os para suas viagens.
Para ver outras forma de levar seu dinheiro com segurança, clique aqui e conheça o Visa Travel Money (VTM)

Os Travelers Cheques podem ser usados tanto para:
  • Efetuar compras de bens/serviço em estabelecimentos conveniados como restaurantes, hotéis, lojas;
  • trocar pela moeda local de seu destino;
Para trocar seus Travelers Cheques por moeda local, basta se dirigir as casas de câmbio e estabelecimento que aceitam e trocam os TC´s. Lembre-se, porém, que poderá ser cobrada uma taxa de comissão que varia de país e local de troca
Não esqueça também de levar sempre o recibo de compra original. Conhecemos casos de pessoas que, em plena Paris do Século XXI, não conseguiram trocar seus TC´s por não portarem o comprovante de compra.
Já para efetuar compras de produtos/serviços com seus Travelers Cheques basta apresentá-los no estabelecimento.
Caso queira entrar em contato com a Visa Travelers Cheques, clique aqui.
Para encontrar uma lista de estabelecimentos que aceitam os Travelers Cheques, clique aqui.

Vai pra onde? Cozumel e Playa Del Carmem

Depois de muita festa em Cancún, Bruno parte para Cozumel,ilha localizada ao sul.O que não faltaram foram mergulhos no mar do Caribe, passeios para aprender sobre a cultura maia, e claro, noitadas.

Vai pra onde? Cancun, no México

O programa Vai para Onde? é exibido semanalmente toda sextas-feira, às 22h, pelo canal Multishow e é, sem dúvida, um dos melhores programas sobre viagens produzido no Brasil.  Com uma linguagem simples e direta o programa, apresentado e dirigido por Bruno De Luca, nos permite ter uma visão próxima do que seria uma viagem feita por anônimos, pessoas comuns com uma câmera e uma mochila nas costas.

Vale a pena assistir aos vídeos. As viagens são sensacionais e as dicas essenciais para quem vai viajar para aqueles destinos.

Bruno chega em Cancun no fim do dia e se hospeda no Mayan Hostel. No El Asador encontra Danny, que o leva pro Sky Bar

Vai pra Onde? Golden Cost

Bruno chega ao seu último estágio na Austrália, Gold Coast, uma das cidades mais famosas do país, que possui praias perfeitas para o surfe, diversas atrções turísticas e muita sensualidade.

Vai pra Onde? Byron Bay

Bruno De Luca desembarca em Byron Bay, cidade de 30 mil habitantes e que possui as mais belas praias da Austrália.

Vai pra onde? Newcastle

Ainda na Austrália, Bruno aporta em Newcastle e, por lá, cai na jogatina e passeia por uma fábrica de cervejas. Mas a viagem também tem seu lado sério quando ele visita uma universidade de jornalismo.

Vai para onde? Sydney

O programa Vai para Onde? é exibido semanalmente toda sextas-feira, às 22h, pelo canal Multishow e é, sem dúvida, um dos melhores programas sobre viagens produzido no Brasil.  Com uma linguagem simples e direta o programa, apresentado e dirigido por Bruno De Luca, nos permite ter uma visão próxima do que seria uma viagem feita por anônimos, pessoas comuns com uma câmera e uma mochila nas costas.

Vale a pena assistir aos vídeos. As viagens são sensacionais e as dicas essenciais para quem vai viajar para aqueles destinos.

Aproveitem!

Sydney

Bruno parte para o outro lado do mundo e começa uma nova saga, agora, na terra dos cangururs. Austrália é o novo continente a ser desvendado, começando por Sidney.

Conheça Vancouver, uma das melhores cidades do mundo para se viver, em 36 horas

Reportagem: Denny Lee

New York Times Syndicate

Tradutor:George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

Os montes Cypress, Grouse e Seymour ficam a menos de 27 quilômetros do centro de Vancouver. Photo: Denny Lee/New York Times. Photo: Denny Lee/New York Times

Não é de se estranhar que Vancouver seja frequentemente exaltada como uma das melhores cidades do mundo para se viver. Ela é abençoada com um cenário de fundo de montanhas cobertas de neve e portos azuis cristalinos. Ela também é um portal para a Passagem Interior – um labirinto maravilhoso de fjords entalhados em geleiras e ilhas cobertas de florestas que são um prazer para os amantes de cruzeiros. Mas o que realmente diferencia Vancouver é sua densidade urbana. Com a expansão impedida pela geografia, a cidade pensa verticalmente. Bairros se sobrepõem, os prédios sobem. Isso parece acentuar a mistura internacional da cidade, e não apenas quando os Jogos Olímpicos estão na cidade.

Sexta-feira

16h – Praça Canadá
Pode ser por culpa dos grandes espaços externos, mas Vancouver carece de uma praça central – um local para o qual os cidadãos se voltam e no qual os visitantes sentem que realmente chegaram. Um substituto peculiar é Mount Pleasant, um bairro operário perto da Main Street e Broadway que está se tornando mais badalado a cada minuto. Espalhadas entre casas de bingo sujas se encontram desfiles de butiques da moda como a Lark (2315 Main Street; 604-879-5275; lark.me), que oferece grifes fashion como os jeans Chimala do Japão, e Jewellerbau (2408 Main Street; 604-872-7759; jewellerbau.blogspot.com), onde Dina Gonzalez Mascaro faz jóias industriais modernas. Uma âncora para os jovens boêmios da área é o centro dirigido por artistas Western Front (303 East Eighth Avenue, 604-876-9343; front.bc.ca), que conta com galerias, palcos e arquitetura em arcos. Olhe para o alto antes que escureça: aqueles são as Montanhas Costeiras pairando sobre uma falsa cornija.

19h30 – Excesso de comida
Com águas ricas em salmão à frente e criações de porcos no interior, o conceito “locavore” (consumo de produção local) é um modo de vida. O ethos do celeiro para o bistrô é mantido pelo Refuel (1944 West Fourth Avenue; 604-288-7905; refuelrestaurant.com), um restaurante informal que abriu no bairro rico de Kitsilano, após o fechamento de seu aclamado antecessor, o Fuel, por causa da recessão. Ainda dirigido pelo chef tatuado Robert Belcham, a cozinha aberta exibe um cardápio mais magro para sua carteira, mas não para sua cintura. Comece pela travessa irresistível de costelas de porco picantes e aparas, temperadas com pimenta vermelha, ácido cítrico, páprica e outros temperos, depois fritas até ficarem crocantes. Seu cardiologista certamente não aprovará. Para o prato principal, um recente favorito inclui salmão (local e pescado no mar, é claro), grelhado e servido com alho-poró e moluscos. Jantar para dois sem vinho, aproximadamente 60 dólares canadenses (quase o mesmo em dólares americanos).

22h – Canto dos clubes
Vancouver não é conhecida pela vida noturna, graças em parte a duras leis de consumo de álcool. Mas se você insistir em cair na festa, uma fila de pessoas na faixa de 20 anos se forma ao longo da Granville Street, um trecho ainda pobre com um punhado de bares com cordas de veludo como o Granville Room (957 Granville Street; 604-633-0056; granvilleroom.ca), com um interior simpático de paredes de tijolos e candelabros. Perto dali fica a Davie Street, a área gay da cidade. Um ponto tranquilo é o Odyssey (1251 Howe Street; 604-689-5256; theodysseynightclub.com), um clube espaçoso e despretensioso com pátio ao ar livre, bebidas baratas e moradores locais que gostam de conversar.

Em Granville Island, em Vancouver, procure o Lobster Man, com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques. Photo: Denny Lee/New York Times

Em Granville Island, em Vancouver, procure o Lobster Man, com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques. Photo: Denny Lee/New York Times

Sábado

10h – Ilha da Granola
Atravesse de balsa a False Creek até uma minúscula península conhecida como Granville Island (granvilleisland.com), que possui um popular mercado de alimentos repleto de produtores rurais, açougueiros e pescadores. Ela também tem um lado hippie – de academias de ioga e artesanato até uma galeria de cerâmica e teatro. Pegue um pão de múltiplos grãos no Terra Breads (terrabreads.com) e caminhe pelas ruas e becos lotados da ilha. Os destaques incluem o Lobster Man (1807 Mast Tower Road, 604-687-4531; lobsterman.com), com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques, e o Artisan Sake Maker (1339 Railspur Alley; 604-685-7253; artisansakemaker.com), que prepara saquê junmai no local. As degustações de saquê custam a partir de dois dólares canadenses.

12h30 – Curries criativos
Mark Bittman, um colunista e blogueiro de culinária para o “New York Times”, já chamou o Vij’s de “um dos melhores restaurantes indianos do mundo”. Ele certamente está entre os mais caros. Para uma emoção mais barata, entre no seu irmão colorido vizinho, o Vij’s Rangoli (1488 West 11th Avenue; 604-736-5711; vijsrangoli.ca), que mais parece um restaurante de comida para viagem. Combinações memoráveis incluem uma carne de cabra e curry de jaca com salada de coco e repolho (15,50 dólares canadenses).

14h – Fotoconceitualismo
Antes da indústria cinematográfica de Vancouver ser apelidada de Hollywood Norte, o destaque cultural da cidade era a Escola de Vancouver de fotografia pós-conceitual, liderada por artistas como Jeff Wall e Roy Arden, que turvaram a linha divisória entre documentação e artifício. A escola vive em duas galerias no distrito de South Granville. A Monte Clark Gallery (2339 Granville Street; 604-730-5000; www.monteclarkgallery.com) representa Arden, Stephen Waddell e outros. Descendo a rua fica a Equinox Gallery (2321 Granville Street; 604-736-2405; equinoxgallery.com), que concluiu recentemente uma exposição chamativa de fotos antigas de Fred Herzog, reimpressas utilizando impressoras jatos de tinta saturadas de cor.

16h – Três estilistas
O distrito Gastown, com suas ruas de paralelepípedos e imitação de postes de luz a gás, pode parecer uma armadilha para turistas, mas seus velhos depósitos de tijolos ainda abrigam algumas das lojas de moda de vanguarda de Vancouver. A estilista local Hajnalka Mandula fia babados e rendados para os góticos fãs de “Crepúsculo” no Mandula (214 Abbott Street; 604-568-9211; mandula.com). Treana Peake, a esposa do guitarrista do Nickelback, Ryan Peake, oferece moda executiva, sensível, no Obakki (44 Water Street; 604-669-9727; obakki.com). E na Killa (46 Alexander Street; 604-681-7550; killa.ca), o estilista de streetwear Dennis Arriola faz casacos interativos com controles para iPod costurados na manga.

20h – Neofusion
Dos izakayas (bares) ao estilo de Tóquio aos cafés banh mi, os sabores da Ásia estão bem representados. A grande população asiática também elevou o padrão do fusion. Para altas interpretações de pratos tailandeses humildes, o Maenam (1938 West Fourth Avenue; 604-730-5579; maenam.ca) tem provocado comparações com o Hahm, que possui estrelas Michelin, de Londres. Na verdade, Angus An, o chef e proprietário, aprendeu lá. Aberto em maio passado no distrito Kitsilano (sim, aquele é o Refuel ao lado), o endereço de rosa e bambu atrai uma clientela gourmet com pratos como pato picante à caçarola com longans, confit de batatas e relish de pepino (US$ 18). Outro que também é bastante badalado é o Bao Bei (163 Keefer Street; 604-688-0876; bao-bei.ca), uma brasserie chinesa de luxo em Chinatown, que abriu pouco antes das Olimpíadas.

O porto de Vancouver, ao entardecer. Photo: Denny Lee/New York Times

22h30 – Bares ecléticos
Um punhado de bares de conceito ousado – do tipo que serve rodadas de degustação de vinho e cerveja – abriu em Gastown. Popular junto ao pessoal de Hollywood Norte é o Alibi Room (157 Alexander Street; 604-623-3383; alibi.ca), um espaço tipo loft com mesas de madeira e uma longa lista de cervejas em garrafa e chopes. Os bebedores de vinho seguem para o Salt Tasting Room (45 Blood Alley; 604-633-1912; salttastingroom.com), um bar tipo adega com o cardápio em uma grande lousa que lista os vinhos ecléticos, queijos e carnes curadas exóticas.

Domingo

10h – Esquiando no quintal
Há mais opções de esqui além de Whistler. Três rampas – os montes Cypress, Grouse e Seymour – ficam a menos de 27 quilômetros do centro de Vancouver, o que significa que você pode esquiar pela manhã e ter tempo para passear à tarde. O mais desafiador é o Monte Cypress (Cypress Provincial Park; 604-419-7669; cypressmountain.com). Também é aquele com mais clima, com vistas espetaculares da cidade. Vista os sapatos de neve (aluguéis por 18,75 dólares canadenses) e avance por trilhas espetaculares até chegar ao Hollyburn Lodge, um belo chalé de tábuas de madeira que foi construído em 1926.

14h – Alongamento final
Sabe onde começou a Lululemon Athletica? Quando os moradores locais loucos por fitness não estão esquiando, eles podem ser encontrados fortalecendo suas mentes e corpos nas inúmeras academias de ioga da cidade. Um grupo flexível e de rostos tranquilos se estica no YYoga Flow (888 Burrard Street; 604-682-3569; yyoga.ca), uma academia grande e bonita que abriu em agosto passado no centro de Vancouver. A participação em uma aula custa 15 dólares canadenses. Dirigido por Terry McBride, um magnata da música, o espaço branco e arejado conta com três salas espaçosas, chuveiros, um café tranquilo e uma sauna de infravermelho, lotada de jovens snowboarders que parecem conseguir um equilíbrio entre trabalho e diversão.

O básico

Apesar de Vancouver oferecer transporte público decente, é recomendado alugar um carro caso você planeje realizar muita exploração.

Vários hotéis abriram no centro de Vancouver para os Jogos Olímpicos. O Shangri-La Hotel Vancouver (1128 West Georgia Street; 604-689-1120; shangri-la.com/vancouver), que abriu em 2009, oferece 119 quartos zen e bom serviço em um novo arranha-céu. O hotel também tem uma academia bem equipada, uma piscina aquecida ao ar livre e um restaurante Market by Jean-Georges. As diárias dos quartos saem por aproximadamente 300 dólares canadenses, aproximadamente o mesmo em dólares americanos, para estadia em março, apesar de preços especiais de até 230 dólares terem sido encontrados recentemente em seu site.

Para acomodações mais bacanas, experimente o Loden Vancouver (1177 Melville Street; 604-669-5060; theloden.com). Inaugurado em 2008, o hotel com 77 quartos conta com janelas do piso ao teto, bonitos banheiros de mármore e grandes TVs de plasma com fácil conexão para computador. O Voya, seu restaurante, serve alta cozinha do Noroeste do Pacífico. Quartos a partir de 229 dólares canadenses.

Desempacotando Rio de Janeiro – parte III

Depois da aclamada série Desempacotando New York, nosso grão-mestre do turismo, o nosso turista profissional Ricardo Freire está  de volta com Desempacotando Rio de Janeiro. Clique aqui.

Seu blogo Viaje na Viagem, é referência sobre os mais variados assuntos turísticos. Confira!! Parada obrigatóeia se você vai viajar!

Desempacotando Rio de Janeiro – parte II

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Desempacotando Rio de Janeiro

Ele está de volta. Depois da aclamada série Desempacotando New York, nosso grão-mestre do turismo, o nosso turista profissional Ricardo Freire está  de volta com Desempacotando Rio de Janeiro. Clique aqui.

O Ricardo, ou Riq, é sem dúvida o melhor turista profissional do país. Seu blog , o Viaje na Viagem, é referência sobre os mais variados assuntos turísticos

Reproduzimos abaixo alguns dos vídeos que ele fez para o Hoteis.com, uma empresa especializada em reservas de hotéis em todo o mundo.

O resultado está aí embaixo.

Para ver mais sobre essa empreitada no Rio de Janeiro, clique aqui.

Parque temático de Harry Potter é inaugurado em Orlando

Se quiser saber mais sobre o The Wizarding World of Harry Potter clique no aqui.

Coliseu abre rede de túneis e galerias

Muito em breve os turistas que forem a capital Italiana terão um novo ponto a visitar. A maior atração turística de Roma, o Coliseu, abrirá, pela primeira vez, sua rede de celas e túneis fechados há 15 séculos!

A área, que abrigava escravos, gladiadores, animais -  passou por uma minuciosa reforma, que permitiu a sua abertura a visitação.

Surpreenda-se com a arte e a culinária da Filadélfia, em 36 horas

Reportagem: Jeff Schlegel

New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.

A evolução da Filadélfia de local para passeio de um dia a cidade destino é tamanha que é possível passar um fim de semana prolongado lá sem visitar qualquer endereço do século 18, nem mesmo sentir falta deles. A abertura de restaurantes reforça a crescente reputação culinária da cidade – apesar do obrigatório filé com queijo ainda acertar em cheio. Os bairros em transição oferecem bons endereços para compras e vida noturna, enquanto outras áreas ainda mantêm a postura da antiga Filadélfia.

Alugue uma bicicleta e observe a linda paisagem e remadores deslizando pelo rio Schuylkill. Photo: Mike Mergen/NYT

Sexta-feira

15h30 – Outro prédio famoso

O Salão da Independência pertence às eras; a Prefeitura (ruas Broad e Market; 215-686-2840; www.phila.gov/property) pertence à Filadélfia. Este prédio do século 19, com 167 metros de altura, é mais do que um grande amontoado de granito interrompendo o tráfego no coração da cidade – no seu topo encontra-se uma estátua de bronze de 27 toneladas de William Penn, uma das 250 estátuas de Alexander Milne Calder que ornamentam o prédio por dentro e por fora. Tome o elevador ao topo (US$ 5) para uma vista de 56 quilômetros do mirante.

17h30 – Sem torta de merengue de limão

O Silk City Diner Bar & Lounge (435 Spring Garden Street; 215-592-8838; www.silkcityphilly.com) é um dois em um, com uma boate no piso inferior em um lado, e uma lanchonete-restaurante tradicional do outro, com iluminação vermelha à meia-luz para dar clima. Pegue um lugar no balcão do restaurante e escolha entre a grande seleção de cervejas engarrafadas ou um drinque como o martini de morango Pantera Cor-de-Rosa (US$ 7).

19h30 – Estranho casal

A fusão chinesa-peruana no Chifa (707 Chestnut Street; 215-925-5555; www.chifarestaurant.com) pode matar dois desejos com um prato. O quarto e mais recente restaurante latino do chef e proprietário Jose Garces na cidade, ressalta a chifa, a culinária influenciada pelos imigrantes chineses no Peru do século 19. As refeições começam com bolinhos de farinha de tapioca, uma iguaria quente mergulhada em creme de goiaba batido. O cardápio de pequenos pratos é uma amálgama de sabores – como o chaufa, que mistura arroz frito com chouriço, coberto com soja doce caramelizada (US$ 9). A chupe é uma suculenta sopa de frutos do mar com mexilhões, um camarão inteiro e batatas roxas (US$ 12).

22h – Jogando boliche e lanchando

O Grande Lebowski encontra um lounge elegante no North Bowl (909 North Second Street; 215-238-2695; www.northbowlphilly.com), uma oficina mecânica convertida onde trechos do piso original de concreto e da parede de tijolos se misturam com parede pintadas com cores alegres, arte abstrata e pinos que brilham no escuro. Há 13 pistas de boliche no primeiro andar, quatro pistas no segundo e bares em ambos os andares. A trilha sonora em uma noite recente incluía Blondie e ritmos cubanos; o cardápio oferece tacos de peixe e espetinhos de carne tailandeses e podem curar um caso de fome de fim de noite.

O Silk City Diner Bar & Lounge possui boate e uma lanchonete-restaurante com iluminação vermelha à meia-luz para dar um clima. Photo: Mike Mergen/NYT

Sábado

10h – Labirinto de arte

Alguns lugares não podem ser plenamente capturados apenas por fotos e palavras. Isso resume o Philadelphia’s Magic Gardens (1020-1022 South Street; 215-733-0390; www.philadelphiasmagicgardens.org), um centro de arte e bizarro labirinto ao ar livre de cimento, pneus de bicicleta, garrafas, tecidos, obras de arte e suvenires sem valor. A obra máxima do muralista Isaiah Zagar da Filadélfia é um labirinto de múltiplas camadas e texturas que deixa os visitantes entretidos, talvez confusos. “Eu acho que ele comunica algo, mas não sei o que é”, disse Zagar, que frequentemente perambula por suas criações e ouve perguntas dos visitantes.

11h – Fatia de cor local

Aromas provocantes de linguiças, queijos e doces caseiros enchem o ar ao longo do Ninth Street Italian Market (9th Street, entre as ruas Wharton e Fitzwater; www.phillyitalianmarket.com). Os vendedores de hortifrutis empilham seus produtos sob toldos verdes e vermelhos diante de lojas que vendem especialidades italianas e produtos diversos nesta feira ao ar livre centenária no sul da Filadélfia. Com fome? A Lorenzo’s Pizza (ruas 9th e Christian; 215-922-2540) é uma loja de esquina despretensiosa que serve uma das melhores fatias de pizza da cidade (US$ 1,50 a US$ 2). O segredo: eles não economizam no tempero.

13h30 – Bem-vindo, Galileu

Lembrado por seu modelo gigante de dois andares de um coração humano e outras exibições ligadas à ciência, o Instituto Franklin (222 North 20th Street; 215-448-1200; www2.fi.edu) exibirá “Galileu, os Médicis e a Era da Astronomia” até 7 de setembro de 2009 (US$ 20,75 para adultos, US$ 19,75 para aposentados, US$ 14 para crianças de 4 a 11 anos). A exposição destaca as realizações de Galileu e exibe alguns de seus instrumentos, incluindo um de seus dois telescópios restantes. Também em exibição estão pinturas, gravuras e manuscritos da coleção Médici.

16h – Mais que tecidos

A Fabric Row (4th Street, entre as ruas South e Catherine) há muito é o local onde comprar uma bobina de tecido. As lojas de tecidos ainda empilham seus produtos, mas elas dividem a rua com estúdios de tatuagem e uma mistura eclética de varejistas neste animado bairro de Queen Village. A Armed & Dangerous (623-25 South 4th Street; 215-922-4525) vende produtos de “estilo gótico romântico”, juntamente com uma variedade de máscaras de baile venezianas importadas (de US$ 25 a US$ 300). A Bus Stop (750 South 4th Street; 215-627-2357; www.busstopboutique.com) é especializada em calçados de grife da Europa e América do Sul, incluindo a marca Coclico, desenhada na França e fabricada na Espanha, e a marca ecológica Terra Plana.

20h – O quê, sem canja de galinha?

Situado em um prédio quadrado com vão livre na Society Hill e nas cores da pedra de Jerusalém, o Zahav (237 St. James Place; 215-625-8800; www.zahavrestaurant.com) oferece receitas israelenses e uma boa dose de pratos do Norte da África e do Oriente Médio. O cardápio de degustação é um bom começo para os não iniciados – primeiro uma tigela de homus cremoso e um grande pão chato redondo feito em casa, seguido por três pequenos pratos e então a sobremesa (US$ 36). O Sabra é um saboroso frango grelhado servido com cuscuz leve; a salada é um pot-pourri de oito pratos pequenos, que inclui cenouras marroquinas picantes temperadas com cominho e pimentas, que faz sua boca apitar.

22h – Faça a viagem

Se o seu lance é absinto, o lounge no segundo andar do Time (1315 Sansom Street; 215-985-4800; www.timerestaurant.net) oferece cinco versões da bebida (de US$ 11 a US$ 16,50), que era a preferida entre os artistas parisienses do século 19 e, até recentemente, era proibida nos Estados Unidos. Se não for o seu lance, o uísque bar no andar de baixo oferece cerca de 75 scotches e outros uísques. Em um recente fim de noite no salão de jantar do outro lado da sala de espera, uma banda de jazz com sete integrantes fazia uma apresentação ruidosa, com alguns membros fazendo uma pausa no meio da música para se misturarem com o público antes de retornarem ao palco.

O clima divertido do Grande Lebowski faz dessa lanchonete-boliche um ótimo lugar para ver os amigos e matar a fome no fim de noite. Photo: Mike Mergen/NYT

Domingo

9h30 – Não desligue o despertador

Três das certezas da vida: morte, impostos e uma longa espera por mesa para o brunch no Sabrina’s Cafe (1804 Callowhill Street; 215-636-9061; www.sabrinascafe.com). Mas se acordar cedo você poderá reduzir a espera. As porções são grandes, o café é bom e os garçons são prestativos. O Barking Chihuahua Breakfast Burrito (US$ 9) é um mistura mexicana que mantém uma pessoa satisfeita o dia todo; o Sabrina’s até mesmo serve um filé vegetariano com queijo, se algo assim realmente existe (US$ 9). Mas, falando sério, chegue cedo.

11h – Passeio no rio

Siga para o Museu de Arte da Filadélfia (26th Street e Benjamin Franklin Parkway; 215-763-8100; www.philamuseum.org) e tire uma foto ao lado da estátua de Rocky. De lá, caminhe atrás do museu até a Breakaway Bikes (215-568-6002; aberta aos fins de semana de abril até outubro) para alugar uma bicicleta (US$ 10 por hora, capacete e cadeado inclusos) e passear pela trilha paralela ao rio Schuylkill. Observe os remadores enquanto deslizam pelo rio e aprecie algumas das 200 esculturas do parque.

O básico

O Aeroporto Internacional da Filadélfia é atendido pela maioria das companhias aéreas. A maioria dos endereços-chave fica a uma distância de caminhada ou a uma rápida viagem de táxi do centro. A Amtrak possui uma linha de trem frequente entre a Penn Station de Nova York e a 30th Street Station na Filadélfia. Uma recente pesquisa online revelou passagens de ida e volta a partir de US$ 90.

The Independent (1234 Locust Street; 215-772-1440; www.theindependenthotel.com) é um hotel butique com 24 quartos em um prédio de estilo neogeorgiano reformado em Center City. Alguns quartos têm lareiras, outros têm paredes de tijolos e tetos de catedral. Diárias a partir de US$ 169.

The Alexander Inn (301 South 12th Street; 215-923-3535; www.alexanderinn.com) oferece 48 quartos elegantes com motivo déco. As diárias neste hotel de Center City são a partir de US$ 129 para um quarto duplo. É recomendado fazer reserva com um mês de antecedência.

Outro hotel em Center City, o Courtyard Philadelphia Downtown (21 North Juniper Street; 215-496-3200; www.marriott.com) oferece 498 quartos em um prédio reformado de 1926. Diárias a partir de US$ 189.

36 horas em Beirute

Revelers at Music Hall in the Starco Center. Photo: Bryan Denton for The New York Times.

Reportagem: Seth Sherwood

New York Times

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.

Want a Beirut investment tip? Concrete. Thanks to a couple of years of political calm, the palm-fringed Middle Eastern city is bingeing on new buildings and cultural projects. A fast-expanding night-life strip, an upstart design district, new hotels and the country’s first contemporary art museum have all sprouted in the last few years. And they’re certainly not going unnoticed. A record number of travelers showed up to discover Lebanon and its capital in 2009. If the peace holds, look for an even bigger swell this year.

Friday

5 p.m.
1) SMOKE ON THE WATER

Muslim women in headscarves, scruffy locals in rock T-shirts, Filipina baby sitters: come dusk, Beirut’s seaside walkway known as the Corniche becomes host to a city on parade. To watch it and enjoy views of the glittering Mediterranean while you’re at it, start across from the Hard Rock Cafe (where an outdoor banner reads, “The time will come when you see we are all one…”) and stroll west past the fast-rising hotels, luxury apartment buildings and the leafy campus of the American University of Beirut. The Manara Palace Cafe (961-1-364-949), next to the lighthouse on the water, is a perfect place to absorb the salt air, wash of waves, cry of seagulls and fiery sunset while drinking fresh mango juice (7,500 pounds, or $5 at 1,492 Lebanese pounds to the dollar) and smoking sweet fruit tobacco from a narghile pipe (12,000 pounds).

8 p.m.
2) DUELING FLAVORS

The city’s top two regional cuisines, Lebanese and Armenian, are served up masterfully at Al Mayass (Wadih Naim Street, Ashrafieh; 961-1-215-046), an Old World-style restaurant where a lively soundtrack is provided by roaming musicians. Itch, a zesty cold salad of bulgur, finely chopped parsley, diced tomato, lemon and spices, cuts the Middle East heat. But the marquee attraction is the grilled kebab in syrupy cherry sauce. Dinner for two with arak, the local aniseed liquor, runs about 140,000 pounds.

11 p.m.
3) MIDEAST GROOVES

Late night unleashes a sea of C’s — Champagne, Chivas Regal, Cohibas, Cartier, cleavage — at Music Hall (Starco Center, Minet El Hosn; 961-3-807-555; elefteriades.com), where dolled-up young professionals, cigar-smoking captains of industry and local celebrities fill the plush red booths and chairs to watch more than a dozen musical acts belt out a globetrotting playlist. Backed by an orchestra in red robes, the talents range from leopard-print divas doing Beyoncé covers to the Chehade Brothers, a Palestinian pair who kick out rollicking Arabian jams in exotic scales. Book in advance. The $55 cover charge is applied toward drinks. (Note that prices are often quoted in American currency, and dollars are widely accepted.)

Saturday

11 a.m.
4) FARM FRESH

Find an empty suitcase and wheel it down to Souk El Tayeb (Saifi Village parking lot; 961-1-442-664; soukeltayeb.com), Beirut’s first farmers’ market, which started in 2004. Drawn from a broad spectrum of Lebanon’s diverse faiths and rural regions, the dozens of growers, producers and artisans who gather every Saturday (9 a.m. to 2 p.m.) represent both a subtle social experiment in national reconciliation and an excellent market for snapping up local olive oil, tomatoes, cheeses, jams, breads, soaps, baskets, flowers and nearly everything else from Lebanon’s horn of plenty. It’s a prime spot to assemble a farm-fresh brunch. The Earth & Co. stand serves hot manouche (5,000 pounds), warm thin sourdough bread wrapped around thyme, labneh cheese and sliced tomato.

1 p.m.
5) THE LEBANESE AESTHETIC

Whether you’re furnishing a sultan’s palace or a mere studio, the Ottoman-style town houses in Saifi Village are quickly filling with boutiques from top Lebanese design talents. Nada Debs (Moukhalsieh Street; 961-1-999-002; nadadebs.com) mixes Far East and Middle East styles, like a cube-shaped oak candleholder inlaid with geometric mother-of-pearl patterns ($100). And Bokja (just off Moukhalsieh Street; 961-1-975-576; bokjadesign.com), run by the design duo Maria Hibri and Hoda Baroudi, takes iconic chairs and sofas by Western designers, like the classic Eames lounger, and reupholsters them with kaleidoscopic collages of fabrics from the Middle East, Central Asia and beyond.

4 p.m.
6) AVANT-GARDE AFTERNOON

With the new Beirut Art Center (Jisr El Wati, Street 97, Building 13; 961-1-397-018; beirutartcenter.org), the Lebanese capital is emerging as a strong contender for the art capital of the Middle East. Opened last year, the nation’s first contemporary art museum is an airy white two-level space that holds rotating exhibitions — often two at a time — all year long. From the experimental films of the Lebanese architect Bernard Khoury to the photographs of Emily Jacir, a Palestinian conceptual artist, the museum’s rotating exhibitions are the most unusual, adventurous, intellectually challenging and envelope-pushing that you’ll find in Beirut.

8 p.m.
7) A RETURN TO PARIS

A clutch of new French restaurants seem bent on recapturing Beirut’s long-ago nickname as Paris of the Middle East. Opened in November, the neo-bistro Couqley (The Alleyway, Gouraud Street, Gemmayzeh; 961-1-442-678; couqley.com) is run by the French-American-Belgian chef Alexis Couquelet, who is a veteran of top Gallic kitchens including Paris’s Market and La Bastide de St.-Tropez. Twice a week, he receives shipments of beef and duck flown in from France, resulting in a thick filet de boeuf with a Bordelaise sauce, and a confit de canard jazzed up with fresh raspberries that cut the fatty duck with fruity acidic zing. Book in advance. Dinner for two, without wine, about 120,000 pounds.

11 p.m.
8) THE COCKTAIL DISTRICT

Mashroob is the word for a drink in Arabic, and you’ll find a whirlwind of them in the red-hot Gemmayzeh district. There’s a bar for every clique and mood. Bourgeois singles and 40-something divorcées sip Chateau Ksara wine and crowd the long bar at Kayan (Liban Street, Gemmayzeh; 961-1-563-611), an airy and vaguely British colonial-style bar. For live Arabian music, backgammon and water pipes, try Gemmayzeh Café (Gouraud Street, Gemmayzeh; 961-1-580-817). And when it’s time to dance to D.J.-spun electro, house and indie rock, the self-styled cool kids and creative set swill Almaza beer in the velvety confines of Behind the Green Door (across from Electricité du Liban, Gouraud Street, Mar Mikhael; 961-70-856-866).

Sunday

Noon
9) A BEIRUT BRUNCH

If you’re still feeling the excess of your Arabian night, mimosas and Bloody Marys await at Casablanca (Dar El Mreisseh Street, Ein El Mreisseh; 961-1-369-334), an Ottoman-era mansion restored with funky colors and contemporary art. Menu items like French toast, eggs Benedict and bagels with smoked salmon suggest a New York City diner. But the chatter of Arabic, French and English from Lebanese brunchers brings you back to cosmopolitan Beirut. Brunch for two, about 60,000 pounds.

2 p.m.
10) LEVANTINE SHORES

In a city of many faiths — Christian, Sunni, Shiite, Druze — at least one religion is universally practiced: sun worship. One of the most pleasant temples is Lazy B (off the airport highway, Jiyeh; 961-70-95-00-10; lazyb.me), about 20 miles south of Beirut. From May to October, the tranquil beach club features a smorgasbord of sandy coast, rocky coves, grassy expanses, scenic outdoor terraces, swimming pools and other spots where hordes of heliophiles absorb ultraviolet rays and cultivate their bronzed exteriors. So here’s a final Beirut investment tip: suntan oil.

IF YOU GO

Many airlines including Air France, Lufthansa and Egypt Air offer flights to Beirut from New York City with a layover. A recent search found a Lufthansa flight in May from Kennedy Airport, with a change in Frankfurt, for about $1,200.

The newest luxury hotel is the Four Seasons Hotel Beirut (1418 Avenue Professor Wafic Sinno, Minet El Hosn; 961-1-761-000; fourseasons.com/beirut). Opened this year, the 230-room hotel has a sleek Mediterranean restaurant and a plush colonial-style bar, with doubles from $250.

Orient Queen Homes (John Kennedy Street, Ras Beirut; 961-1-361-140;orientqueenhomes.com), near the American University of Beirut, opened last year and has 71 apartments and suites done in angular Ikea-esque style. Studios start at $150.

A good budget bet is the Mayflower Hotel (Yafet Street, Hamra, 961-1-340-680; mayflowerbeirut.com), a British colonial-style hotel that was spruced up in 2007 and offers Mediterranean vistas and a rooftop pool, with 85 rooms from $130.

Trabalho em Londres

Olá amigos do Blog de Viagens!

Na coluna anterior, comentei com vocês a respeito do tema emprego e, mais especificamente, da redução das horas de trabalho autorizadas para estudantes, de 20 para 10 horas semanais. Se você decidiu curtir uma temporada em Londres e está disposto a encarar a experiência de arranjar um emprego, nem que seja para bancar apenas o aluguel, alimentação ou mesmo o transporte público, prepare a cara-de-pau e anote algumas dicas modestas.

Antes de tudo, a proposta aqui é ajudar estudantes que procuram um emprego em meio-período, sem grandes pretensões para quem está recém-chegando na capital do Reino Unido. Obviamente, a partir do momento em que o seu inglês e o seu curriculum passam a se tornar mais incrementados, não desista de procurar algo que esteja mais de acordo com o seu perfil ou formação.

Mas se você chegou agora e topa qualquer parada para ir se habituando com a rotina de um emprego no Reino Unido, recomendo dois sites de classificados líderes de audiência. O mais famoso é o GumTree (www.gumtree.com). Aqui, não são apenas empregos, mas também compra de produtos e lugares para morar que estão em oferta. O segundo é o TNT Jobs (www.tntjobs.co.uk). Ele pertence à editora responsável pela revista TNT, distribuída gratuitamente todas as segundas-feira e uma das principais publicações de dicas de cultura e lazer de Londres.

A outra sugestão é: seja paciente e perseverante. Você pode mandar uma dezena de curriculuns para os anúncios disponíveis e poucos podem responder, mas é assim mesmo. A concorrência é grande para as vagas mais modestas, que concentram as atenções da maior parte de estudantes do mundo todo. E não são poucos em Londres. E esteja consciente que jovens muito qualificados e graduados nas mais diversas especialidades estarão competindo com você por aquilo que – às vezes preconceituosamente, às vezes jocosamente – se chama por aqui de “subemprego“.

Além dos dois websites, procurar na internet informações para se candidatar a vagas em grandes redes é uma ótima pedida. Como não poderia deixar de ser, o McDonald’s é um dos preferidos, assim como grandes lojas de café como Starbucks, Cafe Nero e Costa, além de lancherias lideradas pela rede Pret a Manger e EAT. Você também pode procurar pelo Burger King, KFC e Nando’s. Normalmente, tais empresas apostam em jovens motivados com flexibilidade de horário, fornecendo um salário inicial razoável, benefícios e treinamento. Por sinal, o salário nestas categorias de emprego é medido por hora. O mínimo-hora, hoje, é de 5,80 libras.

Já trabalhos temporários através de agências são uma boa pedida para quem quer flexibilidade de horário. Essa categoria de emprego é chamada “catering“, e normalmente são atividades como a de garçom, recepcionista e promoters em hotéis, estádios de futebol e outros eventos. E caminhe pela cidade. Além da prazerosa atividade de turismo, observe com atenção em pubs, danceterias, lojas e restaurantes possíveis placas escritas “staff wanted”.

Por fim, outro ponto importante é a elaboração de um curriculum em inglês, o que não é fácil. Mas a internet é terreno fértil de modelos. Procure um exemplar europeu de CV, você verá que é um pouco diferente do brasileiro, e isso conta pontos junto aos gerentes.

Por hoje era só, um grande abraço!

Paulo Rocha é jornalista, colunista do Blog de Viagens e residente da capital do Reino Unido.

36 Horas em Sydney

The scene at Manly Beach, just north of Sydney. Photo: Tony Sernack for The New York Times

Reportagem:  Celia McGee

New York Times

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.

SUNNY, fashion-forward and multiethnic, Sydney is an animated city bent on making its mark. But with its skyline already crowded with skyscrapers, and its place on the world stage firmly set, the city seems to be in the midst of a historical revival. Traditional Australian cuisine like meat pies is being remade in the locavore age. Sports like surfing are being celebrated in their national birthplace. And older buildings are enjoying an architectural second act as salons for the city’s cognoscenti, who can’t seem to get enough of Sydney’s homegrown charms

Friday

4 p.m.
1) DOWNTOWN REBORN

Young Sydney is rediscovering downtown along George Street. Stroll back in time at the 19th-century Strand Arcade (412-414 George Street; 61-2-9232-4199;strandarcade.com.au), the last of the glass-domed late-Victorian shopping bazaars where Australian labels in the style forefront like Manning Cartell, Jayson Brunsdon and Little Joe by Gail Elliott have set up shop. Less kitschy than the more famous Queen Victoria Building, the arcade includes Strand Hatters (61-2-9231-6884;strandhatters.com.au), which carries the kind of straw hats that are fashionable again, and Haigh’s Chocolates (61-2-9221 6999; haighschocolates.com.au), a venerable outpost of the Adelaide-based chocolatier where even locals line up for its newest confections.

6 p.m.
2) SCALING THE HEIGHTS

Unless you suit up and make the climb up the Sydney Harbour Bridge, the best spot to catch the sunset may be the top of the Rocks, the historic district where young merchant princes and professionals like to pub crawl from the Lord Nelson Brewery Hotel(19 Kent Street; 61-2-9251-4044; lordnelsonbrewery.com), one of the city’s oldest continuously operating bars and now also a hotel and microbrewery, to the Hero of Waterloo (81 Lower Fort Street; 61-2-9252-4553; heroofwaterloo.com.au), with stone cellars hiding tunnels once used for smuggling. Another hot spot is the plaza outside the MoS Cafe (37 Phillips Street; 61-2-9241-3636; moscafe.com.au) at the spiffy Museum of Sydney, faintly perfumed by the Royal Botanic Gardens.

8 p.m.
3) COVERING THE WATERFRONT

Walsh Bay, by the gigantic old wharves, is being reborn as an arts and culinary neighborhood. The revitalized Sydney Theater Company (Pier 4, Hickson Road; 61-2-9250-1777; sydneytheatre.com.au), under the artistic direction of Cate Blanchett and Andrew Upton, her husband, often showcases emerging Australian playwrights. Pretheater or after, join an affluent crowd at Restaurant Arras (24 Hickson Road, 61-2-9252-6285; restaurant-arras.com.au), a well-tailored establishment in a former wool store that serves cleverly updated Anglo fare, like snapper with potato napoleon and cockles, or spiced mulloway, lentils and bacon, mead and rye. Dinner for two, about 120 Australian dollars, or $113 at 1.06 Australian dollars to the U.S. dollar.

10 p.m.
4) ASIAN MAJOR

The city’s bright young things relish their night life, and no one has tapped into this more glamorously than the chef Neil Perry. His latest two boîtes, both in the soaring Art Deco City Mutual Building, are Spice Temple (10 Bligh Street; 61-2-8078-1888;spicetemple.com.au), a chinoiserie-style restaurant that serves 12 cocktails named after the Chinese zodiac signs, and the snappy Rockpool Bar and Grill (66 Hunter Street; 61-2-8078-1900; rockpoolbarandgrill.com), where 6,500 cocktail glasses hang at the ready for more members of the Champagne set.

Saturday

9:30 a.m.
5) CUPS AND SAUCERS

Follow the black-fluted paper cups to La Renaissance Café Patisserie (47 Argyle Street; 61-2-9241-4878; larenaissance.com.au), a leafy courtyard cafe favored by coffee connoisseurs. Order a cappuccino, flat white, latte or long black (hold the milk), along with a fresh croissant, before diving into the Rocks Markets, a tasteful street fair held every weekend that carries everything from hand-sewn children’s clothes to vanguard tea ware.

10 a.m.
6) SUSHI FOR BREAKFAST

The gigantic Sydney Fish Market (1 Bank Street, Pyrmont; 61-2-9004-1100;sydneyfishmarket.com.au) remains a very active seafood bazaar, with some 100 species of fish auctioned off every day. There are also seafood bars, a takeout deli and a waterfront deck where you can sample your fresh purchases. But to get closer to the source, sign up for a two-hour cooking class at the market’s Sydney Seafood School, redesigned last year with stainless steel cooking stations, a high-def demonstration screen and a dining room with fishnet chandeliers. Classes, which include hands-on lessons on seafood “barbie” and dishes like Singapore-style chili crab, start at 80 dollars.

1 p.m.
7) DEEP DISH

Australia’s academic art is having a comeback at the beaux-arts Art Gallery of New South Wales (artgallery.nsw.gov.au), but the Powerhouse Museum (500 Harris Street; 61-2-9217-0111; powerhousemuseum.com), in the former Ultimo power plant, offers a refreshing primer on Australia’s arts, crafts and industries. On view through this year is the rollicking “Eighties Are Back” exhibition, with colorful artifacts that include Michael Jackson’s iconic sequined jacket and silver glove. Afterward, swing by Hannah’s Pies (562 Harris Street; 61-2-9211-2506), a nearby takeout stand known for its hot tarts like chicken and mushroom pie, and lean beef and curry pie (4 to 7 Australian dollars). To avoid the long line, go on the later side.

3 p.m.
8) THE HILLS ARE ALIVE

The Edwardian architecture of Surry Hills keeps up with the youth-quake with fashion, housewares, furnishings and antiques shops aimed at the creative caste. The basement of the former Griffiths Teas Building is the home of Halfsleeve (133 Goulburn Street; 61-2-8021-0869; halfsleeve.net), a men’s clothing store that carries designer T-shirts and jeans. Mrs. Press (136a Darlinghurst Road; 61-2-9331-7732; mrspress.com) belongs to Clare Press, a former features editor of Vogue Australia, who likes to mix new and vintage, lingerie and slinky blouses.

8 p.m.
9) TRY THAI

Some of the city’s best Vietnamese, Korean and Thai restaurants are in the chill Darlinghurst neighborhood, recognizable by its Victorian town houses and gay-friendly vibe. A popular Thai establishment is Spice I Am (296-300 Victoria Street; 61-2-9332-2445; www.spiceiam.com ), a stylish offshoot of a takeout shop in Surry Hills. Favorites include a green curry chicken stuffed with apple eggplant and pea eggplant (34 Australian dollars) and crispy pork belly with chili jam, cherry tomato and spring onion (30 Australian dollars).

10 p.m.
10) NIGHT FARM

An artsy new scene can be found at the Commons (32 Burton Street; 61-2-9358-1487;thecommons.com.au). Housed in an 1850 sandstone farmhouse, the space has been transformed by a group of inventive art and architecture graduates into a restaurant and wine bar with old wooden floors, modern-rustic furniture and a backyard patio.

Sunday

10 a.m.
11) BEACH BUNS

In the nautical hierarchy, the beach resort of Manly may be lower-profile than Bondi’s more chic surf culture, but that’s exactly what makes it such a treat, starting with a quick ferry ride seven miles north of the city. (This year Manly is celebrating its official recognition as the birthplace of Australian surfing.) The town is sprucing up the Manly Scenic Walkway that winds through a large nature preserve. At the other end of the beach, Manly Surf School (North Steyne Surf Club, Long Reef; 61-2-9977-6977;manlysurfschool.com) offers rentals and lessons starting at 60 Australian dollars.

3 p.m.
12) SEA FOR MILES

On the roof of the dignified 19th-century Customs House is the ritzy Cafe Sydney (31 Alfred Street; 61-2-9251-8683; cafesydney.com), which has a raw bar and a seafood-rich menu that includes a grilled swordfish with baby squid, panzanella and tapenade (37 Australian dollars). On Sundays there is the live jazz or classical music of Cafe Sydney Sunday, a nice accompaniment to the forever views of the Opera House and the whale-size cruise ships moored in Sydney Harbour.

IF YOU GO

Flights between Sydney and New York City require a connecting flight, usually on the West Coast. A recent Web search found Delta flights from Kennedy, with a connection in Los Angeles, from $1,035 round trip for travel this month.

One of the best-situated and most celebrity-studded hotels is the Park Hyatt Sydney Hotel (7 Hickson Road, the Rocks; 61-2-9241-1234; sydney.park.hyatt.com). The 158-room hotel wraps around a scenic spit of the Rocks opposite the Sydney Opera House. Doubles start at 695 Australian dollars, about $650.

A new budget option is the Vibe Hotel Sydney (111 Goulburn Street; 61-2-8272-3300;vibehotels.com.au) on the edge of Chinatown. The 191-room hotel has a retro-modern décor, a popular bar and rooms starting at 165 Australian dollars.

Mergulhe, coma bem e aproveite o happy hour em 36 horas nas Bermudas

David Lahuta

New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

As Bermudas tiveram muito o que celebrar em 2009. Há quatrocentos anos, um navio inglês naufragou neste arquipélago no Atlântico, dando origem ao país das Bermudas, um que atualmente está em modo de festa total. Com os veleiros enfeitados com luzes natalinas, apresentações de dança folclórica e festivais de música repletos de astros (Quincy Jones e John Legend), é uma festa de gala quatro séculos em preparação. Sim, os charmes pitorescos ainda estão ali – homens trajando bermudas e meias até o joelho, praias de areias rosadas, pessoas circulando em motos scooters – mas com 400 anos de maturidade, não seria de outra forma para as Bermudas.

Sexta-feira

16h – Chá de shorts

Em um país com uma Union Jack em sua bandeira, não causa surpresa que muitas tradições britânicas perdurem. Entre para tomar um chá no Heritage Court (76 Pitts Bay Road; 441-295-3000; www.fairmont.com/hamilton), um salão de jantar com toalhas de mesa brancas no Fairmont Hamilton Princess, um hotel de 124 anos onde os hóspedes saboreiam sanduíches de pepino, petit fours e scones feitos na hora de damasco e figo com geléia de kumquat e creme de leite (34 dólares; os dólares das Bermudas valem o mesmo que o dólar americano e ambos são amplamente aceitos).

Happy hour no Newstead Belmont Hills Golf Resort & Spa, em Bermuda; o local parece estar em constante clima de festa. Foto: Michael Nagle/NYT

18h – Happy hour

Os bermudenses levam a sério o happy hour de sexta-feira, quando a ilha sai do trabalho e o ponche de rum entra para dar início ao fim de semana. Moradores locais bem vestidos vão para o Newstead Belmont Hills Golf Resort & Spa (27 Harbour Road; 441-236-6060; www.newsteadbelmonthills.com), que realiza uma festa semanal ao ar livre, com banda ao vivo e tudo, em seu pátio frontal com porto. Experimente um dark ‘n’ stormy: rum e cerveja de gengibre das Bermudas.

21h – Peixe na Front Street

A maioria dos clientes do Port O Call (87 Front Street; 441-295-5373; www.portocall.bm) se concentra nos especiais – peixe local fresco dourado na frigideira e servido com um vinagrete cítrico. De setembro a março, experimente a lagosta, partida e preparada na grelha. Após uma recente reforma, este endereço favorito da Front Street está parecendo melhor do que nunca com banquetas meia lua, paredes revestidas em madeira e um bar revestido de granito cheio dos poderosos da ilha. Jantar para dois, cerca de US$ 70, sem incluir vinho.

Sábado

8h – Mergulhe em um navio naufragado

Quando Peter Benchley estava pesquisando para seu romance “O Fundo do Mar”, ele encontrou inspiração submarina no Constellation, uma escuna de quatro mastros que afundou nas Bermudas em 1943. Até mesmo novatos podem explorar o navio naufragado bem preservado a meros nove metros de profundidade, com um mergulho introdutório dado pela Bluewater Divers & Watersports (Robinson’s Marina, Somerset Bridge; 441-234-1034; www.divebermuda.com; 165 dólares). Em um grande negócio dois por um, a cerca de 15 metros do Constellation se encontram os destroços do Montana, um navio a vapor inglês que afundou 80 anos antes. Veja pedaços de sua carga, como cacos de porcelana, garrafas de vidro e até mesmo uma mesa de bilhar, entre grandes cardumes de peixe-donzela, garoupas e barracudas.

13h – Disputa da sopa de peixe

É difícil encontrar um restaurante que não sirva sopa de peixe das Bermudas, uma sopa picante com frutos do mar e legumes, que é tradicionalmente saboreada com uma dose de rum Gosling’s Black Seal e molho Outerbridge’s Original Sherry Pepper. Duas das favoritas da ilha, ambos em Hamilton, são a do Hog Penny Restaurant & Pub (5 Burnaby Hill; 441-292-2534; www.hogpennypub.com; 6,50 dólares), um pub inglês clássico, e o Lobster Pot (6 Bermudiana Road; 441-292-6898; www.bermuda.com/lobsterpot; 6,75 dólares), um café com tema náutico e um novo pátio ao ar livre. Quando terminar, vá tomar um sol na ampla Elbow Beach, a poucos minutos de distância em Paget Parish.

15h – Artistas da ilha

A comunidade artística ficou agitada quando o Masterworks Museum of Bermuda Art (183 South Road; 441-236-2950; www.bermudamasterworks.com) foi inaugurado no Jardim Botânico das Bermudas no primeiro semestre, para exibir sua coleção de pinturas inspiradas na ilha, incluindo obras de Georgia O’Keeffe e Mardsen Hartley. Sua mais recente exposição, “Nós Estamos Navegando”, examina a ligação das Bermudas com o mar e inclui a aquarela de Winslow Homer, “S.S. Trinidad”.

Com um trecho de cerca de 800 metros de areia fina rosada, na Warwick Long Bay, nas Bermudas, você certamente encontrará um espaço só seu. Foto: Michael Nagle/NYT

16h – Escolha um presente

Para bolsas de grife e bugigangas brilhantes, leve sua carteira a Hamilton, a capital portuária das Bermudas. Mas para itens bermudenses autênticos, vá à mais tranquila Saint George, no extremo leste da ilha. A Book Cellar (Tucker House Basement, Water Street; 441-297-0448) é especializada em livros históricos, náuticos e de arquitetura sobre as Bermudas. Sinta os perfumes artesanais da Bermuda Perfumery (5 Queen Street; 441-293-0627; www.bermuda-perfumery.com), situada em uma casa do século 18 com paredes de pedra de coral e vigas expostas de cedro. E compre bermudas autênticas das Bermudas na English Sports Shop (30 Water Street; 441-297-0142), onde você encontrará todas as cores do arco-íris (a partir de 39,95 dólares).

20h – Ao ar livre ou não?

Se você estiver atrás de um jantar com spray do mar, vá ao Mickey’s Beach Bistro & Bar (60 South Shore Road; 441-236-9107; www.mandarinoriental.com/bermuda), um restaurante ao ar livre no Elbow Beach Hotel, em Paget Parish, que serve massas, peixes e frutos do mar (jantar para dois por cerca de 60 dólares, sem incluir vinho). Não quer jantar ao ar livre? Sente-se perto da janela no Ocean Echo in the Reefs Hotel (56 South Shore Road; 441-238-0222; www.thereefs.com). Empoleirado em um penhasco em Southampton Parish, o restaurante oferece versões criativas de pratos locais favoritos, como bolo de peixe das Bermudas com molho de ameixa preta (16,50 dólares) e perca dourada na frigideira com beurre blanc de maçã (37,50 dólares).

23h – Hora do Martini

Há uma abundância de bares de hotel para coquetéis pós-jantar. Mas para uma ação mais local, vá a um trecho margeado de árvores de Hamilton, conhecido como “restaurant row”. Lá você encontrará o LV’s (12 Bermudiana Road; 441-296-3330; www.lv.bm), iluminado a meia-luz, com sofás baixos e recantos para uns amassos. Quando se cansar de checar a clientela simpática trintona, vá ao Opus Cafe & Lounge (4 Bermudiana Road; 441-292-3500; www.opus.bm), um agitado cocktail bar que toca música pop e rhythm and blues.

Domingo

7h30 – Riscos na água

Reaberto em junho após uma reforma de US$ 14 milhões, Port Royal (5 Port Royal Drive; 441-234-0974; www.portroyalgolf.bm; taxa, 165 dólares) é supostamente o melhor campo de golfe das Bermudas, com vistas do mar em quase todos os buracos. Não esqueça sua câmera no 16º. O buraco em forma de lua crescente de 215 metros abraça a costa com nada além do oceano entre o tee e o buraco.

Reaberto em junho após uma reforma de US$ 14 milhões, Port Royal é supostamente o melhor campo de golfe das Bermudas, com vistas do mar em quase todos os buracos

11h – Vá à igreja

Church Bay (baía da igreja) é uma pequena enseada com alguns dos melhores lugares para mergulho com snorkel da ilha, com peixes-anjo-azul, peixes-papagaio e ricos corais a apenas 100 metros da costa. Alugue equipamento da loja de mergulho no vizinho Fairmont Southampton Hotel & Resort (101 South Shore Road; 441-238-2332; www.fairmont.com/southampton, 20 dólares por duas horas). Quando terminar, evite as multidões dos navios de cruzeiro na Horseshoe Beach e vá para a praia mais tranquila, Warwick Long Bay. Com um trecho de cerca de 800 metros de areia fina rosada, você certamente encontrará um espaço só seu.

O básico

Os turistas não podem alugar carros nas Bermudas, então tome um táxi por 30 dólares (o dólar americano e bermudense, com valor igual, são ambos aceitos) do aeroporto até Hamilton, onde é possível alugar uma scooter. Um endereço confiável é o Smatt’s Cycle Livery (74 Pitts Bay Road; 441-295-1180; www.smattscyclelivery.com), com aluguéis a partir de 80 dólares pelo primeiro dia, 45 dólares pelos dias adicionais. Prefere não dirigir à esquerda? Considere tomar o ônibus, que parte com frequência de Hamilton e cobre grande parte da ilha (3 dólares).

O elegante Fairmont Southampton (101 South Shore Road; 441-238-8000; www.fairmont.com/southampton) oferece abundância de confortos, incluindo um campo de golfe com par três, um spa William Stream com 2.880 metros quadrados e uma balsa gratuita para Hamilton Princess, sua propriedade irmã em Hamilton. Quartos duplos a partir de US$ 189. Reaberto no primeiro semestre de 2008 como um hotel só com suítes, o Newstead Belmont Hills Golf Resort & Spa (27 Harbour Road; 441-236-6060; www.newsteadbelmonthills.com) possui quartos decorados com bom gosto com balcões de granito, tapetes de sisal e pátios ou sacadas com vista do porto. Quartos duplos a partir de US$ 290. O Tucker’s Point Hotel & Spa (60 Tucker’s Point Club Drive; 866-604-3764; www.tuckerspoint.com) é mais novo resort das Bermudas, um retiro luxuoso do extremo leste que foi inaugurado em abril com um campo de golfe com 18 buracos, quadras de tênis e um elegante clube de praia branco. Quartos duplos a partir de US$ 340.

City Tours gratuitos pela Europa no Blog de Viagens

Olá amigos do Blog de Viagens. O que você acha de um city tour gratuito pelas principais capitais europeias na companhia de guias jovens, bem-humorados e bem-informados?

Como vocês devem imaginar, hoje eu quero comentar algo bem relacionado a turismo pela Europa. Com pouco dinheiro e muita história pela volta, às vezes é difícil para o turista pesquisar em tempo hábil os principais detalhes das maiores cidades. Mas isso não é problema.

Recomendo aos amigos o trabalho desenvolvido pela Sandeman’s New Europe (http://www.neweuropetours.eu/). Presentes nas principais capitais do Velho Continente, os guias levam os interessados até o palco dos maiores acontecimentos da história, num tour que dura em média 3 horas e é recheado de bom-humor.

Normalmente, há duas opções de idiomas: inglês e espanhol. Durante o passeio, o turista tem a chance de parar em um café ou lancheria para recarregar as energias. Não esqueça de perguntar se integrantes do city tour têm direito a algum desconto em algum estabelecimento desses por perto, o que é normal.

Os guias são identificados através de um grande crachá vermelho. Para vocês terem um idéia do que podem curtir, recomendo um pequeno vídeo de um passeio em Londres.

Para encerrar essa semana, a dica cultural fica por conta do dia de Saint Patrick, o santo patrono dos irlandeses. A data religiosa é uma grande desculpa para muitos que estão dispostos a beber bastante Guinness e viver o mais puro ar irlandês. Oficialmente, a data é dia 17, mas em Londres a grande festa será antecipada para o próximo dia 14, a partir das 11h30, em Trafalgar Square. Cheers!

Paulo Rocha é jornalista, colunista do Blog de Viagens e residente da capital do Reino Unido.

36 Hours in Berlin

By Denny Lee

New York Times

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.

Clunky Trabants belching car exhaust along Karl-Marx-Allee. Red-and-yellow East German flags fluttering from storefronts. Retro-chic bars that resemble cold-war bomb shelters. The Berlin Wall may have fallen 20 years ago next month, but in certain pockets of this pulsating German capital, it seems to be going back up — at least for those too young to recall what life was like in the German Democratic Republic. From stylish hotels that resemble 1970s Soviet housing to boutiques that elevate kitschy East German goods to high design, Berlin is still divided — on whether the Iron Curtain was cool. There’s even a German word for it, “ostalgie,” a combination of the words “ost” (east) and “nostalgie” (nostalgia).

The revolving restaurant on the Television Tower. Photo: Denny Lee/The New York Times

Friday

5 p.m.
1) EASTERN TIME ZONE

Few vestiges remain of East Berlin. Bullet holes have been filled in, squatters evicted and weedy lots paved over for entertainment complexes. But spend enough time strolling the twisting backstreets and you might come across a building, a courtyard or a block that looks frozen in 1989. Most are on the city’s fringes, but there’s a stretch of Auguststrasse, the art mile in the Mitte district, in drab contrast to the slick galleries and Ikea-fied apartments. A former Jewish hospital at Nos. 14-16 is still gray as charcoal. A block away, at No. 5a, one side of a courtyard is pocked with bullet scars. Look now, before construction cranes encroach.

7 p.m.
2) TV DINNER

The Sputnik-inspired Television Tower was erected in the 1960s by East Germany to demonstrate its technical superiority. At 1,207 feet, it remains Berlin’s tallest structure, as well as one of its most touristy. Skip the line by dining at its space-saucer-style restaurant, Telecafé (Panoramastrasse 1A at Alexanderplatz; 49-30-247-5750; www.tv-turm.de), which offers revolving views of the once-divided city. It’s every bit as cheesy and memorable as it sounds. Not much seems to have changed since Erich Honecker was the leader of East Germany: dishes like veal roulade with potato dumplings (15.50 euros, about $23 at $1.50 to the euro) are served by older waitresses with big perms. Reserve online and early (at least six weeks ahead) for the sunset seating. After dinner, stroll Alexanderplatz, where a colossal open-air exhibition on the Wall (www.fallofthewall09.com ) is up until Nov. 14.

11 p.m.
3) PARTY LIKE IT’S 1989

For modern beats in a retro lounge, climb the rickety scaffolding to Klub der Republik, or K.D.R. (Pappelallee 81; www.myspace.com/klubderrepublik), a grungy hangout in Prenzlauer Berg named after the Palace of the Republic, the dismantled East German parliament building. Indeed, the globe lamps were salvaged from there. The music, as eclectic as the beer selection, is played by a rotating cast of floppy-haired D.J.’s. If there’s music across the street, pop by Ballhaus Ost (Pappelallee 15; 49-30-47-99-7474; www.ballhausost.de), a former dance school that occasionally hosts late-night gatherings.

Saturday

10:30 a.m.
4) HELLO, LENIN!

Berlin has 170-plus museums, but only one examines how ordinary East Berliners lived under Communist rule — another example, perhaps, that reunification is a work in progress. The small, privately financed DDR Museum (Karl-Liebknecht-Strasse 1; 49-30-847-12-3731; www.ddr-museum.de) opened in 2006 and offers a playful trip behind the Iron Curtain with authentic artifacts and archival film. Those haunted by the 2006 Oscar-winning film “The Lives of Others” should also pay a visit to the Stasi Museum (Ruschestrasse 103; 49-30-553-6854; www.stasimuseum.de), housed in the former Stasi offices.

Noon

5) EMBASSY SWEETS

If the weather is nice, head north to the leafy district of Pankow, where the East German elite lived. Along the way, stop by Stavanger Strasse, the old embassy row where the Cuban flag still flies, before heading to Majakowskiring, a road lined with stately villas including No. 29 — the former home of Wilhelm Pieck, the first president of East Germany. For hearty salads and sweet plum cakes, sit under the linden trees at Majakowski Gasthaus (No. 63; 49-30-4991-8250), an inn with a delightful garden cafe. End your visit at the Schönhausen Palace (Tschaikowskistrasse 1; www.spsg.de), a baroque castle that once served as the seat of the East German president; it is scheduled to reopen in December.

3 p.m.
6) NEUE GALLERIES

Karl-Marx-Allee, the monumental but graying boulevard of Stalinist architecture, is welcoming a steady parade of art dealers. In the last year or so, galleries like Capitain Petzel (No. 45; 49-30-2408-8130; www.capitainpetzel.de) and Krome Gallery (No. 82; 49-30-280-946-59; www.krome-gallery.com) have planted their flags along the concourse, giving other new art districts in Berlin a run for their money. Private collectors are also taking over palatial spaces, including Sammlung Haubrok (Strausberger Platz 19; 49-30-8061-9287; www.sammlung-haubrok.de), which showcases contemporary artists like Jonathan Monk and Martin Boyce.

5:30 p.m.
7) CUDDLY CARS

Berlin was a huge city even when it was divided. To cover more ground, see old East Berlin behind the wheel of a Trabant, the plastic car that was a symbol, for better or worse, of the Communist regime. Trabi-Safari (49-30-2759-2273; www.trabi-safari.de) has a cuddly fleet that chortles past landmarks like the East Side Gallery in Friedrichshain (www.eastsidegallery.com), at the longest existing piece of the Wall, which is being unveiled next month after a controversial mural restoration. Tours start at 30 euros.

9 p.m.
8.) WESTERN BEOUF

See how the other side lived. While East Berliners were scouring markets for fresh fruits and vegetables, Iggy Pop and others were drinking absinthe and ordering entrecôte at the Paris Bar (Kantstrasse 152; 49-30-313-8052; www.parisbar.de), in the upscale Charlottenburg district of what was West Berlin. The storied bistro still wears its affluence on its sleeve. On a recent Saturday, there were white-shoe bankers popping Champagne bottles, an artsy couple with electric-blue hair and two elegantly dressed woman squeezed into a wine-red leather banquette under a large photograph of Yves Saint Laurent. Steak frites for two, with wine, about 100 euros.

Midnight
9.) PARTY SPREE

During the cold war, Berlin turned its back to the Spree River, which was itself divided. Now the riverfront has some of the city’s coolest night life, whether it’s the urban beach bars that seem to wash up wherever there’s open space or the perpetually long lines outside the Watergate Club (Falckensteinstrasse 49; www.water-gate.de). If it’s warm, beat a path to Club der Visionäre (Am Flutgraben; 49-30-6951-8942; www.clubdervisionaere.com), a riverside bar in Kreuzberg that feels like a shipwreck overrun with hip 20-somethings. When the sun rises, spy the concrete watchtower across the street; it’s one of the last surviving that were built by East Germany to police the wall.

Sunday

11 a.m.
10) PEOPLE-OWNED GOODS

Plastic blue egg cups. Interflug luggage tags. Vintage drink carts. For groovy East German goods at moderate prices, bring your tote bag to Arkonaplatz, a little park at the edge of Mitte that becomes a retro-trendy flea market on Sundays (www.troedelmarkt-arkonaplatz.de). Cute cafes ring the park. Still looking for those big sunglasses? Walk along Bernauer Strasse to the sprawling flea market at Mauerpark, or Wall Park (www.mauerparkmarkt.de). While the quality has gone down, there are still some treasures among the pirated DVDs.

2 p.m.
11) (ALMOST) FREE WINE

Continue your capitalist spending spree in Prenzlauer Berg. Retail highlights include VEBorange (Oderberger Strasse 29; 49-30-9788-6886; www.veborange.de), a cluttered antiques shop that has a huge assortment of funky lamps and ostalgie memorabilia, and Da Capo (Kastanienallee 96; 49-30-448-1771; www.da-capo-vinyl.de), a music shop that carries artists like the Puhdys, who once recorded for the state-run Amiga label. When you’re finished, work your way to Weinerei Forum (Veteranenstrasse 14; 49-30-440-6983; www.weinerei.com), a wine bar where customers rent a glass for a euro or two. Pour as many whites and reds as you like. Before leaving, just throw some bills into the glass jar, based on what you think you owe. Socialism never tasted so good.

THE BASICS

Continental flies nonstop to Berlin from Newark Liberty International Airport, and Delta flies nonstop from Kennedy Airport. Fares start at about $570 this month, based on a recent online search.

After a drought, a wave of hotels is opening on both sides of where the Berlin Wall once stood. To the east is the Ostel (Wriezener Karree 5; 49-30-2576-8660; www.ostel.eu), a “communist retro” hostel with East German interiors, not far from the Ostbahnhof. Doubles with private bathrooms start at 61 euros ($91.50 at $1.50 to the euro); bunk beds start at 9 euros.

A worthy rival in the former East Berlin is the Arcotel John F. (Werderscher Markt 11; 49-30-405-0460; www.arcotel.at), a cosmopolitan hotel with 190 rooms, starting at about 108 euros, based on a recent Web search. It’s a good value because of its central location, well-designed furniture and attentive staff.


Passeio pelo mar para conhecer a história do Rio de Janeiro



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