Grand Tour pela Europa -Week 9 – Lituânia

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Compras em Dubai

Os apaixonados por compras terão mais um motivo para viajar para Dubai. Durante todo o mês de fevereiro ocorre na cidade o Dubai Shoppinf Festival. Então, arrume as malas e embarque nessass compras.

Para saber mais acesse: www.mydsf.com.


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Grand Tour pela Europa – Week 8 – Bucareste

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Grand Tour pela Europa – Week 7 – Chipre

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Transporte em Londres

Olá pessoal, saudações britânicas aos amigos do Blog de Viagens.

Hoje quero tratar com vocês sobre um tema que mexe direto com o bolso daqueles que pretendem passar um tempo em Londres: transporte público. Que aqui está um dos melhores sistemas do mundo, praticamente todos já sabem. Somente linhas de metrô são 11, cortando todo o centro da cidade e regiões bem periféricas, sem esquecer ainda o sistema de trens intermunicipais e regionais que também passam pela cidade (National Rail Services), trens internacionais (International Rail Services), ônibus, táxis, ferryboats que levam você até para outros países…ufa. Carro, por aqui, soa como algo desnecessário. Mas, obviamente, paga-se um preço alto por tamanha eficiência, e a gritaria é geral quando envolve reajuste de tarifas (que não são baratas).

O modo mais prático para você se deslocar por Londres está na aquisição de um cartão chamado Oyster, o qual lhe oferece descontos modestos nas tarifas e pode ser usado no metrô (também chamado de Tube ou underground), nos ônibus e nos ferryboats. Londres é dividida em zonas, de 1 a 9. As principais atrações turísticas estão localizadas nas regiões 1 e 2, uma vez que essa divisão é feita na forma de anéis. Se você quiser ter um passe semanal liberado (ônibus + trem) para essas zonas centrais, por exemplo, o preço hoje é de 25 libras semanais. Já o bilhete simples de ônibus (o meio mais barato) é uma libra, enquanto no tube o valor irá depender para qual zona você está se deslocando e se o seu passeio é no horário de maior movimento (on-peak) ou não (off-peak). Nos horários de rush (07h30-09h30 e 16h00-19h00), a busca por um assento vago ou até para ficar de pé nos trens é dura, mas por outro lado os intervalos entre um comboio e outro dificilmente passe de 3 minutos.

Sair de Londres para outras cidades e regiões é bastante simples. Recentemente, a prefeitura anunciou a liberação do uso do Oyster para trens do National Rail Service que cortam a cidade, o que facilita a vida do usuário. Em Londres, as principais estações para tomar um destes comboios são Liverpool Street, Kings Cross e Victoria Station. Nestas mesmas estações você pode encontrar ônibus intermunicipais (chamados de coaches), no entanto o Oyster não é válido neles.

Como cada centavo conta, uma dica importante para quem está estudando em terras britânicas é solicitar o Oyster Photocard Student, o que pode ser feito pelo site www.tfl.gov.uk.. O preço do passe semanal para as zonas 1 e 2, antes 25 libras, cai para 18 libras para quem possuir este cartão.

E por falar em dica, a coluna gostaria de encerrar por hoje falando em cultura. No próximo dia 21 de fevereiro (domingo), acontecerá a celebração do ano-novo chinês em todo o mundo. Em Londres, a festa se concentrará a partir do meio-dia em Trafalgar Square e Chinatown (que fica junta à estação de Leicester Square). Na programação, desfile de bonecos gigantes, exibição de artes marciais e muita comida tradicional.

Até a próxima!

Paulo Rocha é jornalista, colunista do Blog de Viagens e  residente da capital do Reino Unido.

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Eu já sabia…

Deu dobradinha brasileira no Best International Exchange and Experience blogs 2010.

Os nossos parceiros E-Dublin e Canal Londres ficaram em primeiro e segundo lugares, respectivamente.

O concurso, promovido pela Lexiophiles, contou com a participação de mais de 200 blogs de todo o mundo que tratam de um assunto tão importante: a experiência de viver fora do seu país.

Parabéns aos amigos Edu e Homero, criadores do E-Dublin e ao amigo Silvino, fundador  do Canal Londres.

Vocês são os melhores! Parabéns amigos!

Visitem os melhores sites sobre intercâmbio do mundo: E-Dublin e Canal Londres

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Grand Tour pela Europa – Week 6 -Malta

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Grand Tour pela Europa – Week 4 -Riviera Francesa

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36 Hours in Buenos Aires

By Paola Singer
New York Times

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.
Contemporary Argentine history is a roller coaster of financial booms and cracks, set to gripping political soap operas. But through all the highs and lows, one thing has remained constant: Buenos Aires’s graceful elegance and cosmopolitan cool. This attractive city continues to draw food lovers, design buffs and party people with its riotous night life, fashion-forward styling and a favorable exchange rate. Even with the uncertain economy, the creative energy and enterprising spirit of Porteños, as residents are called, prevail — just look to the growing ranks of art spaces, boutiques, restaurants and hotels.

Lunch time at Miranda Grill House in Palermo. - Photo: Horacio Paone for The New York Times

Friday
1) 4 p.m.
  URBAN WALLS

Young offbeat artists are putting their stamp on Buenos Aires. Take to the streets of Palermo to see the impressive mural outside Hollywood in Cambodia (Thames 1885; 54-9-11-6289-6258; hollywoodincambodia.com.ar), a gallery devoted to street art. For the full graffiti experience, book a tour with Graffitimundo (graffitimundo.com), 75 pesos, or $20 at 3.72 pesos to the dollar, which highlights up-and-coming neighborhoods like Villa Crespo, where rising names like Pum Pum paint their whimsical creatures on abandoned walls. The design scene is also booming. Check out Nobrand (Gorriti 5876; 54-11-4776-7288; nobrand.com.ar), a store that reinvents Argentine items like mate gourds, giving them a quirky, cartoonish look.

2) 6 p.m.
 TASTE OF ENGLAND
Ties to the Old World were broken long ago, but some traditions are in full swing. Sirop Folie (Vicente Lopez 1661; 54-11-4813-5900; siroprestaurant.com), on a quaint alley in the upscale neighborhood of Recoleta, serves a very British afternoon tea that includes fresh scones, homemade marmalades, finger sandwiches, cakes and fragrant blends by Tealosophy (70 pesos for two). Well-dressed families show up after 5 p.m., filling the comfy, pastel-colored window banquettes. For Asian-inspired tea, try the new Tea Connection (Avenida Cerviño 3550, 54-11-4807-5034; teaconnection.com.ar). Whatever you do, don’t skip this meal; dinnertime is ages away.

3) 9:30 p.m. JAZZ IT UP

Live music is one of Buenos Aires’s top bills, and contemporary jazz is stealing the spotlight thanks to a new generation of talented musicians who developed their own style. Check out a live show at Thelonious Club (Salguero 1884, first floor; 54-11-4829-1562; theloniousclub.com.ar), a lounge with vintage black leather sofas, battered hardwood floors, and a back-lit bar. Some of the acts are avant-garde. The composer Fernando Tarrés, for example, incorporates video and computer-generated sounds into his new art-music project Trespass. Others appeal to a broader audience, like Ricardo Cavalli, considered by some to be the best saxophone player in the country.

4) 11:30 p.m.
 MIDNIGHT MEAL
On weekend nights, Porteños take late-night dining to the extreme. Mingle with stylish night owls at intimate Tegui (Costa Rica 5852; 54-11-5291-3333; tegui.com.ar), a glamorous addition to the city’s stable of hidden restaurants. The entrance to this au courant spot in the outskirts of Palermo is camouflaged by a wall of graffiti — the work of the stencil virtuosos Vomito Attack. Germán Martitegui, the chef, offers an ambitious, locally sourced menu prepared in an open stainless-steel kitchen. Try the slow-cooked tenderloin with poached egg and toasted manioc flour. Dinner about 200 to 240 pesos.

Saturday

5) 10:30 a.m.
 SAY OM
Flow with the local fitness craze with an energizing yoga class at Valle Tierra (Costa Rica 4562; 54-11-4833-6724; valletierra.com), a modern, airy studio in youthful Palermo Soho. After a series of challenging warrior postures, ask for a hot stone massage (140 pesos). Then go for a leisurely stroll through El Rosedal — a romantic rose garden inside the 400-acre Parque Tres de Febrero. Often overlooked, the garden was recently spruced up with thousands of new roses, repaired pergolas and paths. If the mood strikes, rent a paddle boat and ride around the surrounding lake, crossed by an arched bridge.

Buenos Aires - New York Times

6) 2 p.m.
 CHIMICHURRI
Get your steak fix at Miranda (Costa Rica 5602; 54-11-4771-4255; parrillamiranda.com), a bustling new-generation parrilla where the décor is cool and the staff is hip, but the food remains traditionally no-frills. This loftlike industrial space manages to feel cozy thanks to potted plants, wall textiles, wood accents and a steady stream of film executives who work in nearby studios (the surrounding area is aptly named Palermo Hollywood). Order classics like provoleta, a char-grilled, herb-seasoned slice of thick cheese, and bife de chorizo, a juicy sirloin strip steak (about 60 pesos for lunch). This timeless favorite comes with excellent house-made fries and a side of chimichurri marinade.

7) 5 p.m.
 HOUSE OF XUL
The painter, sculptor and writer Alejandro Xul Solar is Argentina’s answer to Paul Klee. Before his death in 1963, the artist selected 50 paintings that were to be exhibited in the museum he envisioned, set up by his widow, Micaela Cadenas, 30 years later. The Museo Xul Solar (Laprida 1212; 54-11-4824-3302; xulsolar.org.ar) has 86 works inside a modernized building from the late 1800s. Glimpse a surreal world: reinvented tarot cards, a piano with three rows of rainbow-colored keys and other fanciful inventions. Solar’s former residence, scheduled to open for special viewings in the near future, remains untouched on the top floor.

8) 10 p.m.
 ARGENTINE PASTA
Historians estimate that about a million Italians settled in Argentina by the early 20th century, which probably explains why Buenos Aires has such delightful pastas and gelati. Sottovoce (Libertador 1098; 54-11-4807-6691; sottovoceristorante.com.ar is a classic family restaurant that always gets it right. The moment you sit down, an attentive waiter brings a basket of breads and a plate of pâté and marinated white beans. Most pastas are handmade. Pair them with any sauce: the Sottovoce, made of tomato, basil, oregano, garlic, olive oil and Parmesan, is delicately flavorful (about 95 pesos for dinner). For dessert, try the delectable dulce de leche ice cream, or walk a few blocks to gelato galore at Un’ Altra Volta. Good luck choosing among the 60 flavors (Quintana 502; 54-11-4783-4048; unaltravolta.com.ar).

9) 1 a.m.
 BURN THE FLOOR
Tequila (Avenida Rafael Obligado Costanera and La Pampa; 54-11-4781-6555), a night-life staple for nearly two decades, reopened in October after a lengthy makeover. The intimate boîte is now decked in boudoir-style red velvet curtains, studded leather walls, chandeliers and more chandeliers. In the crowd you’ll find banker types, fashion models and the odd hipster or vixen. The door policy hasn’t changed since back in the day, which means “sorry” if you’re not on the list. There’s always haggling with stern-faced bouncers, or getting table service for about 3,000 pesos. Who said cavorting with the sexy Porteños was easy or cheap?

Sunday

Noon

10) BOUTIQUEY BARRIO
Cobbled San Telmo is known for old-school tango shows, staid antiques shops and a Sunday street fair packed with vintage finds. But there’s new life in this old barrio. Check out Zavaleta Lab (Venezuela 567; 54-11-4342-9293; zavaletalab.com), among the contemporary art galleries that recently moved to the neighborhood. This Chelsea-like space, with iron pillars, exposed brick ceilings and austere white walls, is where artists like León Ferrari — winner of the Golden Lion at the 2007 Venice Biennale — exhibit their work. For a last-minute fashion update, stop by Niño Bien (Avenida Belgrano 302; 54-11-4342-5599; ninobien.com.ar), a new boutique that stocks posh Argentine brands like Maria Cher and La Martina and will introduce its own men and women’s line later this year.

11) 2 p.m. CATCH A MATCH
It would be a shame to leave soccer-obsessed Buenos Aires without watching archenemies River Plate and Boca Juniors battle it out on the field. Even if you’re not a fan of the sport, the crowd’s roaring passion is a riveting show. Don’t go solo (unless you feel comfortable around boisterous South American fans); book a seat through an established tour operator like Go Football (54-11-4816-2681; gofootball.com.ar; about 300 pesos). Bilingual guides pick you up at the hotel, stay with you during the game and teach you the local cheers.

IF YOU GO
American is among the airlines that fly nonstop to Buenos Aires from New York. A recent Web search showed round-trip fares on American starting at $1,157 for travel in March. The 20-mile taxi ride to the city center runs about 120 pesos, about $32.
The Argentine capital is filled with well-appointed hotels where most staff members speak English.
Soon to open is Algodon Mansion (Montevideo 1647; 54-11-3530-7777; www.algodonmansion.com), a luxury 10-suite hotel in a renovated mansion in Recoleta. It will have butler service, sheet and pillow menus, in-room DVD libraries and bathrooms awash in Italian marble. Rooms start at $800.
Opened in 2008, Vitrum (Gorriti 5641; 54-11-4776-5030; www.vitrumhotel.com) in Palermo Hollywood has a colorful glass facade and spacious, retro-futuristic rooms. On the terrace is a spa with an oversized Jacuzzi. Rooms from $224 (breakfast included).

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Grand Tour pela Europa – Week 3 – Sudoeste da França

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Grand Tour pela Europa – Week 2 – Paris

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Grand Tour pela Europa – Week 1 -De Dover a Calais

Nos próximos dias iremos trazer uma série de vídeos sobre o Grand Tour pela Europa.
Ali, Matt Gross, o Viajante Frugal do New York Times, mostrará um Europa alternativa, cultural e histórica.
Sem falar nas dicas de economia para você fazer seu dinheiro render ao máximo.
Aproveitem!

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New York – Roteiros alternativos

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Promoção 1 dia a mais

Neste verão, você pode curtir seis destinos em oito hotéis diferentes, aproveitando preços incríveis e uma diária extra.

De 17 de Janeiro a 31 de Março, a partir da compra de três pernoites ou mais, você terá direito a mais uma de cortesia. São seis dos destino brasileiros mais bonitos, charmosos e inesquecíveis, como Gramado, Maceió, Foz do Iguaçu, Porto Seguro, Porto de Galinhas e Natal. Noventa dias de promoção que vão levar você a todo o Brasil Nessas férias, aproveite para curtir ainda mais a sua viagem.

E mais: você ainda pode parcelar em até 6 vezes sem juros pelo cartões American Express (Amex), Visa ou Mastercard.

Vale lembrar também que nos hotéis Yak Hotel, Sete Coqueiros Hotel e Alpenhaus Hotel (Gramado, RS), as diárias incluem o café da manhã e nos hotéis Serrano Resort (Gramado, RS), Marupiara Hotel, Costa Brasilis Resort e Iguassu Resort, além do café da manhã está incluso nas diárias uma refeição noturna no restaurante do hotel, através de sistema de buffet.

Não perca a promoção 1 dia a mais!. Para saber mais clique aqui.

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Tour Gastronômico por Porto Alegre

Atendendo a pedidos, publicaremos nos próximos dias um Tour Gastronômico pela deliciosa Porto Alegre. Algo que qualquer visitante deve fazer ao visitar a cidade.
Mas, antes de adentrar nas cozinhas dos melhores bares e restaurantes de POA – como Porto Alegre é carinhosamente conhecida por seus moradores – que tal conhecer um pouco mais por essa maravilhosa cidade pelo texto do inigualável Luís Fernando Veríssimo
Afinal, como diz a música, Porto Alegre é demais!

A mal entendida
Por Luis Fernando Veríssimo
In: Veríssimo, Luís Fernando.   Traçando Porto Alegre.  6. ed.  Porto Alegre: Artes e Oficios, 2009.

Porto Alegre vive à beira de alguns mal-entendidos.

Para começar, vive à beira de um rio que não é rio. O Guaíba é um estuário, ou como quer que se chame essa espécie de ante-sala onde cinco rios se reúnem para entrar juntos na Lagoa dos Patos. Mas todos o chamam de Rio Guaíba.

A rua principal da cidade não existe. Você rodará toda a cidade à procura da Rua da Praia e não a encontrará. Usando a lógica – o que é sempre arriscado, em Porto Alegre – procurará uma rua que margeia o rio (que não é rio), ou que comece ou termine numa praia. Se dará mal. Não há praias no centro da cidade, e nenhuma rua ao longo do falso rio se chama “da praia”. Finalmente, desconfiado de que a rua principal só pode ser aquela que concentra a maior parte do tráfego de pedestres no centro, você consultará a placa e lerá “Rua dos Andradas”. Mas ninguém a chama de Rua dos
Andradas, chamam pelo nome antigo, Rua da Praia. Por que da praia? Ninguém sabe. Só se sabe que ela vai da Ponta do Gasômetro, que não é mais Gasômetro, até a Praça Dom Feliciano, que todos chamam Praça de Santa Casa, passando pela Praça da Alfândega, que já foi praça Senador Florêncio, mas voltou a ser Praça da Alfândega porque ficava na frente da Alfândega – que não existe mais.

Confuso, você talvez entre no prédio da prefeitura para pedir satisfações, só para descobrir que entrou no prédio errado. Existe outra prefeitura, a nova, atrás da velha, que por sua vez tem na frente uma praça chamada não Porto Alegre mas Montevidéu.

Na prefeitura certa talvez lhe digam para ir se queixar ao bispo, tendo que, para isto, subir a Rua da Ladeira até a Praça da Matriz, onde fica a Catedral. Desista. Você não encontrará a Rua da Ladeira, que hoje se chama (só ela se chama, porque ninguém mais a chama assim) General Câmara, e a Praça da Matriz na verdade é a Praça Marechal Deodoro, embora poucos porto-alegrenses saibam disto.

A única vantagem de toda esta confusão é que você precisará de muito tempo para ir decifrando Porto Alegre, ao contrário do que acontece em cidades previsíveis e sem graça como Paris, Roma, etc., onde tudo tem o mesmo nome há séculos – e ir degustando-a aos poucos. Acho que não se decepcionará.

Vencidos os primeiros mal-entendidos e localizada, por exemplo, a “Praça da Matriz”, você pode fazer uma visita ao Theatro São Pedro, um dos orgulhos da cidade com seu prédio em estilo barroco português e sua pequena platéia em forma de ferradura. Há quem diga que é o teatro mais bonito do Brasil. Certamente é o mais bem cuidado. Inaugurado em 1858, esteve fechado por uns tempos e foi magnificamente restaurado para sua reinauguração há poucos anos. Da sacada do seu primeiro andar, onde ficam o foyer e o café, você pode olhar a Praça de cima. Se tiver sorte, os jacarandás estarão florindo. Do outro lado da praça estão a Catedral e o palácio do governo estadual, ou Palácio Piratini, esse no estilo neoclássico francês. Duas coisas surpreendem alguns visitantes em Porto Alegre pela quantidade insuspeitada: a arquitetura neoclássica e os jacarandás.

Saindo do Theatro São Pedro você pode aproveitar para dar uma olhada na Biblioteca Pública (outro exemplo do estilo neoclássico), e principalmente uma espiada no seu Salão Mourisco, ricamente decorado. Desça a Rua da Ladeira. Está bem, a General Câmara. Você chegará ao chamado Largo dos Medeiros e a outro mal-entendido municipal. O largo tem este nome extra-oficial em homenagem a um café que tinha ali e não tem mais. Não, não se chamava Café Medeiros, os donos é que se chamavam assim. Não importa, vire à esquerda e siga pela Rua da Praia – dos Andradas! dos Andradas! – passando a Praça da Alfândega, onde todas as primaveras se realiza a famosa Feira do Livro de Porto Alegre.

Depois de uma curta caminhada você chegará ao antigo Hotel Majestic, hoje belissimamente transformado na Casa de Cultura Mario Quintana, com teatros, cinemas e salas para cursos e exposições. Vale a pena entrar para ver o que foi feito do velho hotel e ir até o Café Concerto na sua parte superior, ou então deixar para voltar lá na hora do pôr-do-sol. Um pouco mais adiante na mesma Rua da Praia, à sua esquerda, você verá a igreja Nossa Senhora das Dores, com uma grande escadaria na frente. A fachada e a escadaria são iluminadas à noite, é uma das bonitas visões da cidade.

Volte pela mesma Rua da Praia em direção ao centro. Ao chegar à Avenida Borges de Medeiros, pegue a esquerda e desça até o Mercado Público, perto da prefeitura e da já citada Praça Montevidéu, onde está a graciosa Fonte de Talavera de la Reina, um presente da comunidade espanhola à cidade. Passeie dentro do mercado e veja as suas “bancas” especializadas, como a que vende vários tipos diferentes de erva para o chimarrão. Os morangos com nata batida da Banca 43 são famosos.

O pôr-do-sol não pode ser reivindicado como atração turística de Porto Alegre, já que tecnicamente ele acontece fora dos limites estritos do município, mas saber se colocar para assisti-lo é uma das artes da cidade. O novo Café Concerto, na cúpula do antigo Hotel Majestic, com uma vista desimpedida do “rio” e do poente, já tem seus adeptos, mas o ponto tradicional dos crepusculistas é o mirante do Morro de Santa Teresa. Você precisará de transporte para ir do centro até lá e se for de táxi, para evitar outro mal-entendido, diga ao motorista que quer ir ao “Morro da Televisão”. Do mesmo mirante você terá a melhor vista da cidade, cuja topografia já foi comparada à de São Francisco na Califórnia. E verá, lá embaixo, o imponente estádio do grande Sport Club Internacional.

Outro bom lugar para se olhar a cidade e o pôr-do-sol é o Morro do Turista. Para chegar lá você precisa pedir para ser levado ao Morro da Polícia. É o mesmo morro.

Aos domingos pela manhã, boa parte da população de Porto Alegre vai ao “Brique da Redenção”, assim chamado porque fica no Parque Farroupilha. Calma. O Parque Farroupilha, um dos maiores parques urbanos do mundo, é conhecido pelos porto-alegrenses como Parque da Redenção. Ou, sucintamente, “a Redenção”. “Brique”, na língua gaúcha, é o encurtamento de “briqueabraque” e é uma feira de antigüidades em que tudo, até revista da semana passada, é considerado antigüidade. Mas em meio às porcarias assumidas, há louças e pratarias, livros valiosos, selos e moedas e principalmente muita gente vendendo, comprando ou só passeando.

O parque se chama Farroupilha em homenagem à revolução do mesmo nome que os gaúchos fizeram em 1835 contra o império, proclamando a República Rio-grandense. Mas, embora todo mundo aqui hoje comemore a insurreição, Porto Alegre manteve-se fiel ao governo central e por isto mereceu o título de “leal e valorosa cidade” conferido pelo imperador Pedro II, e que está no seu brasão.

Outro mal-entendido.

Diego Fontenele é Relações Públicas e CEO do Blog de Viagens. Escreve semanalmente para a coluna Viajando na Maionese, desde sua residência em Porto Alegre. É apaixonado por gastronomia e por todo tipo de viagem.

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Neve e mais neve nos Estados Unidos

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Visto de casamento membros da comunidade européia

Trazemos hoje um terceiro vídeo dos nosso parceiro Londres Brasil.

Se tens interesse em saber como funciona o visto para pessoas casadas com membros da comunidade européia, assista o video e visite o site do  Londres Brasil.

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Passeio pelo mar para conhecer a história do Rio de Janeiro

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Conheça as belezas do Guarujá

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Bares escondidos em São Paulo

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Ingressar na Europa

Olá amigos!
Gostaria de compartilhar com vocês hoje a minha experiência no meu primeiro ingresso na Europa, o que significa entender um pouco como funciona o processo burocrático de visto, checagem de documentos, revista e entrevista no departamento de imigração. No caso do Reino Unido, para quem deseja permanecer durante um tempo superior àquele considerado de turismo (a partir de seis meses), é necessário o pedido de um visto. No Brasil, há escritórios do governo britânico em São Paulo, Rio de Janeiro e a embaixada em Brasília. (Para saber o endereço das embaixadas e consulados, clique aqui.)

A formalização consistiu na entrega de documentos como duas cartas – confirmando o endereço onde moro e a matrícula na escola onde estudo em Londres -, um extrato juramentado da conta bancária traduzida para o inglês (há escritórios especializados em traduções que fazem isso. Custo médio de 60 reais.), passaporte e fornecimento de impressões digitais e fotos. Depois de um mês, passaporte e outros papéis originais são devolvidos via Correio na casa do interessado.

Minha chegada ao continente europeu se deu via Roma, pelo aeroporto de Fiumicino, onde troquei de avião para o aeroporto de Heathrow (Londres). Se está vindo pela primeira vez, acostume-se com um processo lento de verificagem de documentos e revistas. Na dúvida, não queira mostrar o quanto você tem personalidade própria e repita, sim, o que os outros estiverem fazendo. Isso inclui, a retirada dos sapatos, do cinto e de outro acessórios como brincos e relógios que tenham detalhes em metal que podem acionar o detector. Esse processo é comum e, uma vez no Reino Unido, você deverá repeti-lo sempre que retornar para a Grã-Bretanha caso vá para outros países da Comunidade Européia.

Se você demonstrar boa-vontade e entregar rapidamente o passaporte e algum outro documento que eventualmente podem lhe pedir também para confirmar sua identidade (como a carteirinha de estudante internacional), não terá problemas. Chegando finalmente ao destino final, Londres, momentos de tensão aguardam no departamento de imigração, que nada mais é do que uma série de guiches semelhantes ao de uma agencia bancária, onde lhe fazem algumas perguntas e você deverá entregar um pequeno formulário (normalmente fornecidado pela companhias aéreas no final do voo). Passada essa etapa, seja finalmente bem-vindo.
Até a próxima!

Paulo Rocha é jornalista e reside em Londres

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Com museus encantadores, aproveite a cultural e charmosa Montevidéu em 36 horas

Seth Kugel
New York Times Syndicate
Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

Montevidéu pode ser ofuscada por suas vizinhas mais badaladas, Punta del Este e Buenos Aires, mas a capital do Uruguai não sofre de complexo de inferioridade. Como centro político e comercial do país, Montevidéu segue seu próprio ritmo indiferente. Seus 1,3 milhão de habitantes gostam de exibir os prazeres como de uma cápsula do tempo de sua cidade, como as mateiras de couro penduradas em seus ombros, que guardam as garrafas térmicas e cuias para preparo do chimarrão. E apesar do horizonte de Montevidéu estar pontuado por alguns arranha-céus, a cidade abriga pequenos museus encantadores, uma cidade velha animada e apenas um punhado de turistas. É uma cidade que os uruguaios gostam de manter em segredo.

Como centro político e comercial do país, Montevidéu segue seu próprio ritmo indiferente. Na foto, Palácio Salvo uma vez foi o edifício mais alto da América do Sul.

Sexta-feira

16h – Cachorro-quente e arte bacana
Mergulhe direto na vida do centro parando na Plaza Fabini (18 de Julio com Rio Negro) de Montevidéu. Apelidada de Plaza del Entrevero pelos moradores locais devido à estátua em seu centro, a praça bem cuidada, com fonte, é perfeita para desfrutar os raios do sol de fim de tarde e para observar pessoas. O café ao ar livre, La Pasiva, é famoso por seus “panchos”, cachorros-quentes servidos com uma receita secreta picante de mostarda (18 pesos uruguaios, cerca de 85 cents, com o dólar cotado a 21,57 pesos) e melhor acompanhados com uma garrafa de Paso de los Toros, a contribuição do Uruguai aos grandes refrigerantes de pomelo do mundo. E escondido embaixo fica o Subte (598-2-908-7643; subtemvd.blogspot.com), um espaço de exposição gratuito que frequentemente exibe artistas uruguaios contemporâneos.

18h – Fatia de bolo
O apóstrofo pode ser desnecessário, mas tudo mais está no seu devido lugar no Cake’s (José Ellauri 1067; 598-2-707-6207; cakes.com.uy), no bairro nobre de Pocitos. É um lugar maravilhoso para tomar chá e provar as sobremesas enormes (108 pesos) que facilmente manterão a fome afastada até a tardia hora do jantar de Montevidéu. Experimente o mille-feuille ao estilo uruguaio, repleto de doce de leite; ou os alfajores, biscoitos recheados com doce de leite. (Eles têm alguns itens sem doce de leite, mas por que se dar ao trabalho?)

21h – Cheio de queijo
Os restaurantes casuais de Montevidéu possuem cardápios notadamente semelhantes, que giram em torno do chope, das muzzarelas (fatias de pizza), fainá (um pão chato feito de farinha de grão-de-bico) e chivitos (sanduíches de carne bovina). Para um endereço à moda antiga ligeiramente acima dos demais, experimente a Pizzería Trouville (21 de Septiembre 3104; 598-2-711-2598), um ponto popular em Pocitos, que fica em um meio-termo entre bar e restaurante. Suas muzzarelas são repletas de queijo (a menos que você peça “pizza”, que vem sem queijo) e o sabor será ainda melhor se você conseguir pegar uma mesa ao ar livre.

23h – Dobre sua diversão
Montevidéu não está no radar de muitas celebridades (ou ainda não), mas o Baar Fun Fun (Ciudadela 1229, Mercado Central; 598-2-915-8005; barfunfun.com), um bar fundado em 1895 e que atualmente é um ponto badalado de tango e música candombe local, já atraiu algumas, como comprovam as fotos na parede. Entre elas o roqueiro canadense Bryan Adams, o ator Danny Glover e a presidente do Chile, Michelle Bachelet. Enquanto isso, uruguaios de todas as idades lotam o local para beber uvita, um drinque superdoce à base de vinho, ouvir apresentações ao vivo e, até onde o bar lotado permite, dançar.

Sábado

11h – Mercado matinal
Apesar dos táxis serem baratos, o centro de Montevidéu é fácil de ser percorrido a pé e um bom lugar para começar é o Mercado de los Artesanos (Plaza Cagancha 1365; 598-2-901-0887), uma feira de artesanato onde os artesãos se revezam vendendo velas, trabalhos em couro, abajures de cerâmica e bonecas uns dos outros. Depois, desça a 18 de Julio para se embasbacar com o Palacio Salvo, o prédio mais alto da América do Sul quando foi construído nos anos 20. Então perambule pela cidade velha, para ver quão agradável um distrito histórico pode ser quando são removidos os turistas e, em seu lugar, há apenas moradores cuidando de seus afazeres diários.

As tardes de sábado assumem uma atmosfera de festa virtual no Mercado del Puerto, um mercado portuário do século 19 que é o prazer dos carnívoros. - Foto Horácio Paone/ NYT

13h – Encontro para carne
As tardes de sábado assumem uma atmosfera de festa virtual no Mercado del Puerto (Piedras com Yacare; 598-2-915-4178; mercadodelpuerto.com), um mercado portuário do século 19 que é o prazer dos carnívoros. A rotina tradicional: comece no bar do Roldós com uma garrafa de Medio y Medio, uma mistura de vinho seco e espumante que serve como bebida oficial do mercado e, a 120 pesos a garrafa, é um rápido indutor de farra. Então passe para um tinto uruguaio quando sentar-se para uma refeição em um dos restaurantes de parrillada como o La Maestranza, onde hábeis mestres da grelha assam pedaços de carne e, provavelmente apenas como exibição, um pimentão verde. Almoço para dois, com vinho, sai por cerca de 750 pesos.

16h – Onde está Gurvich?
Desde os sete pecados capitais retratados por animais de fazenda a pinturas que lembram uma montagem de “Onde Está Wally?”, José Gurvich é um dos artistas uruguaios mais conhecidos do século 20. Celebre sua vida e obra no Museu Gurvich (Ituzaingo 1377, Plaza Matriz; 598-2-915-7826; museogurvich.org), um museu inteligentemente planejado que é uma biografia em um prédio. Visite os três andares de suas pinturas, esculturas, colagens e murais – o homem fez de tudo, exceto criar vídeos para o YouTube, e isso provavelmente apenas porque ele morreu em 1974.

19h – Dividindo canudinhos
Lembra de quando as noites de fim de semana significavam ir à beira-mar com suas garrafas térmicas cheias de água quente para beber chimarrão, compartilhando um canudinho de metal? Não lembra? Então você certamente não é de Pocitos, onde um trecho da Rambla fica cheio de casais e grupos de amigos. O público tende a ser jovem, mas não exclusivamente. O dono da erva-mate despeja a água e passa de um amigo para outro. É um lance de cada um faz o seu, então se você quiser participar, certifique-se de comprar com antecedência a erva-mate e a garrafa térmica; elas são fáceis de encontrar.

22h – Pausa para o sushi
Por mais que tentem, os moradores de Montevidéu não conseguem viver só de carne, e um lugar onde fazem uma pausa na cultura da carne bovina é o Café Misterio (Costa Rica 1700, Carrasco; 598-2-601-8765; cafemisterio.com.uy), um sushi bar que há anos é um dos pontos mais badalados da cidade. O retrô se encontra com o moderno da decoração que muda sempre, pessoas trintonas se encontram com sexagenárias no bar e sashimi de polvo (190 pesos por quatro fatias) se encontra com mojitos (100 pesos) no cardápio.

2h – Redondo (como um disco)
Às 2 horas da madrugada é quase cedo demais para chegar ao Lotus (World Trade Center; 598-2-628-1379; lotus.com.uy), o clube do momento em Montevidéu, mas há abundância de bares lotados na área, como o El Pony Pisador (José Iturriaga 3497; 598-2-622-1885; elponypisador.com.uy), para um aquecimento. O Lotus é quase perturbadoramente redondo, como uma discoteca em uma espaçonave marciana nos anos 70, mas cria uma transição fluente entre os observadores na parte externa, aqueles que flertam um anel adiante e as pessoas dançando música house no interior. O público varia dos ultraelegantes até aqueles que apenas querem se divertir com os amigos. Tente ir embora antes das 4h30, ou terá que nadar contra a correnteza de todos aqueles que chegam tarde.

Domingo

11h – Passeio pela feira
À procura de cebolas frescas, amendoim doce, suéteres, livros usados, flores, um controle remoto usado ou um animal de estimação? Você encontrará tudo isso e muito mais na feira de rua de Tristan Narvaja, que ocupa quadras e quadras na rua de mesmo nome aos domingos. Mesmo se você só estiver no mercado para uma caminhada por uma feira interessante, sua satisfação estará garantida.

Chivito, o sanduíche uruguaio de carne bovina grelhada que, mesmo na sua forma mais simples, vem repleto de alface, tomate, ovo e queijo. Foto: Horácio Paone

13h – Última chamada para Chivitos
Se você chegou até aqui sem provar um chivito, o sanduíche uruguaio de carne bovina grelhada que, mesmo na sua forma mais simples, vem repleto de alface, tomate, ovo e queijo, você provavelmente estabeleceu um recorde montevideano. O Papoñita (18 de Julio 1649; 598-2-408-4840), um restaurante à moda antiga, repleto de velhos casais simpáticos, acabará com esse jejum. O chivito canadense, que vem com presunto, alface, tomate e toneladas de outras coisas, custa 160 pesos; o copa melba (175 pesos) é outra especialidade, um sorvete alto como arranha-céu que é um feito arquitetônico tanto quanto os prédios ao redor.

O básico

Pense duas vezes antes de escolher um hotel no centro. Charmosa de dia, a cidade velha pode ser barulhenta e desagradável, ou silenciosa e perigosa, à noite. Como é fácil circular pela cidade em táxis baratos, é melhor ficar em um bairro mais nobre como Pocitos, que fica à beira-mar. A maioria dos hotéis aceita dólares americanos.

O Ermitage Hotel (Juan Benito Blanco 783; 598-2-710-4021; ermitagemontevideo.com), dos anos 50, oferece um custo-benefício excelente, com quartos com vista para o mar a partir de US$ 80.

Uma opção mais moderna é o Trouville Apart & Suites (Francisco Vidal 726 com Juan Maria Pérez 2957; 598-2-712-0903; puntatrouville.com.uy). Os quartos, equipados com quitinete, custam a partir de US$ 85.

Para acomodações de luxo, o Belmont House, no bairro Carrasco (Riviera 6512; 598-2-600-0430; belmonthouse.com.uy), oferece quartos duplos a partir de US$ 240.

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Visto para quem tem Nível Superior e quer vir para Londres

Trazemos hoje um segundo vídeo dos nosso parceiro Londres Brasil.

Se tens nível superior e pretende viajar para o Reino Unido, não deixe de conferir as dicas do  Londres Brasil.

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