
Tag Archive for 'Bares'
CVC lança novos aplicativos para iPhone
Novo aplicativo para Smartphone do TripAdvisor
Os viajantes que usam o TripAdvisor estão pulando de alegria.
A empresa lançou recentemente a nova versão do seu aplicativo para smartphones.

Vai pra onde? Cidade do México
A saga mexicana está acabando e o último ponto da viagem é a Cidade do México. Na sua despedida, ele faz um tour conhecendo um museu incomum, restaurantes, boates e até um jeito de ganhar um trocado.
Vai pra onde? Guadalajara
Comida apimentada, fotos em um cemitério,noitada e muito futebol. Gudalajara foi um dos palcos do tricampeonato da seleção brasileira, por isso, Bruno não poderia deixar de conhecer o estádio Jalisco.
Vai pra onde? Cozumel e Playa Del Carmem
Depois de muita festa em Cancún, Bruno parte para Cozumel,ilha localizada ao sul.O que não faltaram foram mergulhos no mar do Caribe, passeios para aprender sobre a cultura maia, e claro, noitadas.
Vai pra onde? Cancun, no México
O programa Vai para Onde? é exibido semanalmente toda sextas-feira, às 22h, pelo canal Multishow e é, sem dúvida, um dos melhores programas sobre viagens produzido no Brasil. Com uma linguagem simples e direta o programa, apresentado e dirigido por Bruno De Luca, nos permite ter uma visão próxima do que seria uma viagem feita por anônimos, pessoas comuns com uma câmera e uma mochila nas costas.
Vale a pena assistir aos vídeos. As viagens são sensacionais e as dicas essenciais para quem vai viajar para aqueles destinos.
Bruno chega em Cancun no fim do dia e se hospeda no Mayan Hostel. No El Asador encontra Danny, que o leva pro Sky Bar
Vai pra Onde? Golden Cost
Bruno chega ao seu último estágio na Austrália, Gold Coast, uma das cidades mais famosas do país, que possui praias perfeitas para o surfe, diversas atrções turísticas e muita sensualidade.
Vai pra Onde? Byron Bay
Bruno De Luca desembarca em Byron Bay, cidade de 30 mil habitantes e que possui as mais belas praias da Austrália.
Vai pra onde? Newcastle
Ainda na Austrália, Bruno aporta em Newcastle e, por lá, cai na jogatina e passeia por uma fábrica de cervejas. Mas a viagem também tem seu lado sério quando ele visita uma universidade de jornalismo.
Vai para onde? Sydney
O programa Vai para Onde? é exibido semanalmente toda sextas-feira, às 22h, pelo canal Multishow e é, sem dúvida, um dos melhores programas sobre viagens produzido no Brasil. Com uma linguagem simples e direta o programa, apresentado e dirigido por Bruno De Luca, nos permite ter uma visão próxima do que seria uma viagem feita por anônimos, pessoas comuns com uma câmera e uma mochila nas costas.
Vale a pena assistir aos vídeos. As viagens são sensacionais e as dicas essenciais para quem vai viajar para aqueles destinos.
Aproveitem!
Sydney
Bruno parte para o outro lado do mundo e começa uma nova saga, agora, na terra dos cangururs. Austrália é o novo continente a ser desvendado, começando por Sidney.
Restaurantes móveis são cada vez mais comuns
Quem estiver em New York e cruzar com um desses restaurantes em alguma esquina não pode deixar de degustar essas delícias.
Conheça Vancouver, uma das melhores cidades do mundo para se viver, em 36 horas
Reportagem: Denny Lee
New York Times Syndicate
Tradutor:George El Khouri Andolfato
Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

Os montes Cypress, Grouse e Seymour ficam a menos de 27 quilômetros do centro de Vancouver. Photo: Denny Lee/New York Times. Photo: Denny Lee/New York Times
Não é de se estranhar que Vancouver seja frequentemente exaltada como uma das melhores cidades do mundo para se viver. Ela é abençoada com um cenário de fundo de montanhas cobertas de neve e portos azuis cristalinos. Ela também é um portal para a Passagem Interior – um labirinto maravilhoso de fjords entalhados em geleiras e ilhas cobertas de florestas que são um prazer para os amantes de cruzeiros. Mas o que realmente diferencia Vancouver é sua densidade urbana. Com a expansão impedida pela geografia, a cidade pensa verticalmente. Bairros se sobrepõem, os prédios sobem. Isso parece acentuar a mistura internacional da cidade, e não apenas quando os Jogos Olímpicos estão na cidade.
Sexta-feira
16h – Praça Canadá
Pode ser por culpa dos grandes espaços externos, mas Vancouver carece de uma praça central – um local para o qual os cidadãos se voltam e no qual os visitantes sentem que realmente chegaram. Um substituto peculiar é Mount Pleasant, um bairro operário perto da Main Street e Broadway que está se tornando mais badalado a cada minuto. Espalhadas entre casas de bingo sujas se encontram desfiles de butiques da moda como a Lark (2315 Main Street; 604-879-5275; lark.me), que oferece grifes fashion como os jeans Chimala do Japão, e Jewellerbau (2408 Main Street; 604-872-7759; jewellerbau.blogspot.com), onde Dina Gonzalez Mascaro faz jóias industriais modernas. Uma âncora para os jovens boêmios da área é o centro dirigido por artistas Western Front (303 East Eighth Avenue, 604-876-9343; front.bc.ca), que conta com galerias, palcos e arquitetura em arcos. Olhe para o alto antes que escureça: aqueles são as Montanhas Costeiras pairando sobre uma falsa cornija.
19h30 – Excesso de comida
Com águas ricas em salmão à frente e criações de porcos no interior, o conceito “locavore” (consumo de produção local) é um modo de vida. O ethos do celeiro para o bistrô é mantido pelo Refuel (1944 West Fourth Avenue; 604-288-7905; refuelrestaurant.com), um restaurante informal que abriu no bairro rico de Kitsilano, após o fechamento de seu aclamado antecessor, o Fuel, por causa da recessão. Ainda dirigido pelo chef tatuado Robert Belcham, a cozinha aberta exibe um cardápio mais magro para sua carteira, mas não para sua cintura. Comece pela travessa irresistível de costelas de porco picantes e aparas, temperadas com pimenta vermelha, ácido cítrico, páprica e outros temperos, depois fritas até ficarem crocantes. Seu cardiologista certamente não aprovará. Para o prato principal, um recente favorito inclui salmão (local e pescado no mar, é claro), grelhado e servido com alho-poró e moluscos. Jantar para dois sem vinho, aproximadamente 60 dólares canadenses (quase o mesmo em dólares americanos).
22h – Canto dos clubes
Vancouver não é conhecida pela vida noturna, graças em parte a duras leis de consumo de álcool. Mas se você insistir em cair na festa, uma fila de pessoas na faixa de 20 anos se forma ao longo da Granville Street, um trecho ainda pobre com um punhado de bares com cordas de veludo como o Granville Room (957 Granville Street; 604-633-0056; granvilleroom.ca), com um interior simpático de paredes de tijolos e candelabros. Perto dali fica a Davie Street, a área gay da cidade. Um ponto tranquilo é o Odyssey (1251 Howe Street; 604-689-5256; theodysseynightclub.com), um clube espaçoso e despretensioso com pátio ao ar livre, bebidas baratas e moradores locais que gostam de conversar.

Em Granville Island, em Vancouver, procure o Lobster Man, com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques. Photo: Denny Lee/New York Times
Sábado
10h – Ilha da Granola
Atravesse de balsa a False Creek até uma minúscula península conhecida como Granville Island (granvilleisland.com), que possui um popular mercado de alimentos repleto de produtores rurais, açougueiros e pescadores. Ela também tem um lado hippie – de academias de ioga e artesanato até uma galeria de cerâmica e teatro. Pegue um pão de múltiplos grãos no Terra Breads (terrabreads.com) e caminhe pelas ruas e becos lotados da ilha. Os destaques incluem o Lobster Man (1807 Mast Tower Road, 604-687-4531; lobsterman.com), com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques, e o Artisan Sake Maker (1339 Railspur Alley; 604-685-7253; artisansakemaker.com), que prepara saquê junmai no local. As degustações de saquê custam a partir de dois dólares canadenses.
12h30 – Curries criativos
Mark Bittman, um colunista e blogueiro de culinária para o “New York Times”, já chamou o Vij’s de “um dos melhores restaurantes indianos do mundo”. Ele certamente está entre os mais caros. Para uma emoção mais barata, entre no seu irmão colorido vizinho, o Vij’s Rangoli (1488 West 11th Avenue; 604-736-5711; vijsrangoli.ca), que mais parece um restaurante de comida para viagem. Combinações memoráveis incluem uma carne de cabra e curry de jaca com salada de coco e repolho (15,50 dólares canadenses).
14h – Fotoconceitualismo
Antes da indústria cinematográfica de Vancouver ser apelidada de Hollywood Norte, o destaque cultural da cidade era a Escola de Vancouver de fotografia pós-conceitual, liderada por artistas como Jeff Wall e Roy Arden, que turvaram a linha divisória entre documentação e artifício. A escola vive em duas galerias no distrito de South Granville. A Monte Clark Gallery (2339 Granville Street; 604-730-5000; www.monteclarkgallery.com) representa Arden, Stephen Waddell e outros. Descendo a rua fica a Equinox Gallery (2321 Granville Street; 604-736-2405; equinoxgallery.com), que concluiu recentemente uma exposição chamativa de fotos antigas de Fred Herzog, reimpressas utilizando impressoras jatos de tinta saturadas de cor.
16h – Três estilistas
O distrito Gastown, com suas ruas de paralelepípedos e imitação de postes de luz a gás, pode parecer uma armadilha para turistas, mas seus velhos depósitos de tijolos ainda abrigam algumas das lojas de moda de vanguarda de Vancouver. A estilista local Hajnalka Mandula fia babados e rendados para os góticos fãs de “Crepúsculo” no Mandula (214 Abbott Street; 604-568-9211; mandula.com). Treana Peake, a esposa do guitarrista do Nickelback, Ryan Peake, oferece moda executiva, sensível, no Obakki (44 Water Street; 604-669-9727; obakki.com). E na Killa (46 Alexander Street; 604-681-7550; killa.ca), o estilista de streetwear Dennis Arriola faz casacos interativos com controles para iPod costurados na manga.
20h – Neofusion
Dos izakayas (bares) ao estilo de Tóquio aos cafés banh mi, os sabores da Ásia estão bem representados. A grande população asiática também elevou o padrão do fusion. Para altas interpretações de pratos tailandeses humildes, o Maenam (1938 West Fourth Avenue; 604-730-5579; maenam.ca) tem provocado comparações com o Hahm, que possui estrelas Michelin, de Londres. Na verdade, Angus An, o chef e proprietário, aprendeu lá. Aberto em maio passado no distrito Kitsilano (sim, aquele é o Refuel ao lado), o endereço de rosa e bambu atrai uma clientela gourmet com pratos como pato picante à caçarola com longans, confit de batatas e relish de pepino (US$ 18). Outro que também é bastante badalado é o Bao Bei (163 Keefer Street; 604-688-0876; bao-bei.ca), uma brasserie chinesa de luxo em Chinatown, que abriu pouco antes das Olimpíadas.
22h30 – Bares ecléticos
Um punhado de bares de conceito ousado – do tipo que serve rodadas de degustação de vinho e cerveja – abriu em Gastown. Popular junto ao pessoal de Hollywood Norte é o Alibi Room (157 Alexander Street; 604-623-3383; alibi.ca), um espaço tipo loft com mesas de madeira e uma longa lista de cervejas em garrafa e chopes. Os bebedores de vinho seguem para o Salt Tasting Room (45 Blood Alley; 604-633-1912; salttastingroom.com), um bar tipo adega com o cardápio em uma grande lousa que lista os vinhos ecléticos, queijos e carnes curadas exóticas.
Domingo
10h – Esquiando no quintal
Há mais opções de esqui além de Whistler. Três rampas – os montes Cypress, Grouse e Seymour – ficam a menos de 27 quilômetros do centro de Vancouver, o que significa que você pode esquiar pela manhã e ter tempo para passear à tarde. O mais desafiador é o Monte Cypress (Cypress Provincial Park; 604-419-7669; cypressmountain.com). Também é aquele com mais clima, com vistas espetaculares da cidade. Vista os sapatos de neve (aluguéis por 18,75 dólares canadenses) e avance por trilhas espetaculares até chegar ao Hollyburn Lodge, um belo chalé de tábuas de madeira que foi construído em 1926.
14h – Alongamento final
Sabe onde começou a Lululemon Athletica? Quando os moradores locais loucos por fitness não estão esquiando, eles podem ser encontrados fortalecendo suas mentes e corpos nas inúmeras academias de ioga da cidade. Um grupo flexível e de rostos tranquilos se estica no YYoga Flow (888 Burrard Street; 604-682-3569; yyoga.ca), uma academia grande e bonita que abriu em agosto passado no centro de Vancouver. A participação em uma aula custa 15 dólares canadenses. Dirigido por Terry McBride, um magnata da música, o espaço branco e arejado conta com três salas espaçosas, chuveiros, um café tranquilo e uma sauna de infravermelho, lotada de jovens snowboarders que parecem conseguir um equilíbrio entre trabalho e diversão.
O básico
Apesar de Vancouver oferecer transporte público decente, é recomendado alugar um carro caso você planeje realizar muita exploração.
Vários hotéis abriram no centro de Vancouver para os Jogos Olímpicos. O Shangri-La Hotel Vancouver (1128 West Georgia Street; 604-689-1120; shangri-la.com/vancouver), que abriu em 2009, oferece 119 quartos zen e bom serviço em um novo arranha-céu. O hotel também tem uma academia bem equipada, uma piscina aquecida ao ar livre e um restaurante Market by Jean-Georges. As diárias dos quartos saem por aproximadamente 300 dólares canadenses, aproximadamente o mesmo em dólares americanos, para estadia em março, apesar de preços especiais de até 230 dólares terem sido encontrados recentemente em seu site.
Para acomodações mais bacanas, experimente o Loden Vancouver (1177 Melville Street; 604-669-5060; theloden.com). Inaugurado em 2008, o hotel com 77 quartos conta com janelas do piso ao teto, bonitos banheiros de mármore e grandes TVs de plasma com fácil conexão para computador. O Voya, seu restaurante, serve alta cozinha do Noroeste do Pacífico. Quartos a partir de 229 dólares canadenses.
Desempacotando Rio de Janeiro – parte III
Depois da aclamada série Desempacotando New York, nosso grão-mestre do turismo, o nosso turista profissional Ricardo Freire está de volta com Desempacotando Rio de Janeiro. Clique aqui.
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Desempacotando Rio de Janeiro – parte II
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Desempacotando Rio de Janeiro
Ele está de volta. Depois da aclamada série Desempacotando New York, nosso grão-mestre do turismo, o nosso turista profissional Ricardo Freire está de volta com Desempacotando Rio de Janeiro. Clique aqui.
O Ricardo, ou Riq, é sem dúvida o melhor turista profissional do país. Seu blog , o Viaje na Viagem, é referência sobre os mais variados assuntos turísticos
Reproduzimos abaixo alguns dos vídeos que ele fez para o Hoteis.com, uma empresa especializada em reservas de hotéis em todo o mundo.
O resultado está aí embaixo.
Para ver mais sobre essa empreitada no Rio de Janeiro, clique aqui.
36 horas em Bordeaux

The scene at the retro-trendy L’Apollo Bar on Place Fernand Lafargue - Photo: Ed Alcock/The New York Times
Reportagem: Seth Sherwood /New York Times
Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.
TASTING notes for the 2004 Bordeaux — the stony French city, not its famous wine — might have read something like this: lifeless and bland; aromas of dirt and dust; a once majestic city well past its prime. But recent years have shown real progress. Today’s Bordeaux is smooth and elegant, thanks to reclaimed docklands and a beautification effort that is removing centuries of soot from its venerable squares and medieval churches. There’s also a new liveliness, including avant-garde art spaces and fledgling concept stores. Throw in some stellar upstart restaurants and innovative wine bars, and Bordeaux sparkles once again.
Friday
4 p.m.
1) EXHIBIT A, HARBORSIDE
Start your explorations of Bordeaux by riding the futuristic tram system to the Bassins à Flots, a once seedy harbor that has been cleaned up and is now home to the city’s most innovative galleries. Cool exhibitions take place at Fonds Régional d’Art Contemporain (Hangar 2, Quai Armand Lalande, 33-5-56-24-71-36; frac-aquitaine.net), a gallery run by the regional governmental body that collects works by contemporary artists in France and beyond. In the same building is Arrêt sur L’Image (33-5-56-69-16-48; arretsurlimage.com), a gallery specializing in works on paper and furniture design. And Le Garage Moderne (1, rue des Étrangers , 33-5-56-50-91-33; legaragemoderne.org) is a junk-filled hangar with an auto-repair shop and raw contemporary art gallery under the same roof.
6 p.m.
2) PANTALONS ET PASTIS
The left bank of the Garonne River waterfront is another 21st-century urban-planning success story. Old warehouses are home to outlet stores (Quai des Marques), an ultrathin miroir d’eau (mirror of water), constructed in 2006, reflects the grand Place de la Bourse, and the waterfront is dotted with cafes. For a drink, order a pastis at L’Ibaïa Café (Quai des Chartrons; 33-5-56-00-45-35; ibaiacafe.fr), where you can watch the sunset and the river flow past amid pulsing house music.
9 p.m.
3) GLUTTONY
Strange things happen to olive oil at Septième Péché (65, cours de Verdun, 33-5-56-06-42-16; 7peche.fr), a year-old jewel-box restaurant whose arch moniker means the Seventh Sin. Sometimes it’s served in a syringe — no needle — so you can drench your bread. Sometimes it comes in the form of illicit-looking white powder. Is there an addict in the kitchen? No, just Jan Schwittalla, a 20-something German chef whose fun takes on regional specialties (for example, molded bars of foie gras topped with gel of bonito tuna and escargot) are unmistakably habit forming. Tasting menus at 39, 49 and 75 euros, or about $46, $57 and $88 at $1.17 to the euro.
11 p.m.
4) SMOKE AND ICE
There sure is a lot of smoke coming out of people’s mouths at the Ice Room (Hangar 19, Quai des Marques; 33-5-57-00-10-15; iceroom.fr), a vaulted, white club that opened last year. Of course, there are the smokers, puffing away on Gauloises within a glass-walled smoking lounge. But behind another fish tank wall of glass is a spacious ice bar, where parka-clad partiers indulge in vodka (20 euros for 20 minutes; drinks included). In between, young professionals crowd the main bar, ordering the house cocktail, Sex at the H19 (vodka, Chambord, Midori, pineapple juice and cherry juice; 9 euros) — a reference to the bar’s home in Hangar 19.

Saturday
11 a.m.
5) DOWDY TO HIGH DESIGN
Until this year, the Musée des Arts Décoratifs (39, rue Bouffard; 33-5-56-10-14-00) was a museum that only a grandmother could love: a dainty dollhouse of period rooms filled with harpsichords, antique vases and other relics of Bordeaux’s past. Then a new wing devoted to 20th- and 21st-century design opened, offering yet another symbol of the city’s playful rejuvenation. Some of the more decadent highlights, many from French designers, include a 1980s Baroque-Dadaist aluminum and wood “Lola Mundo” chair from Philippe Starck; a fuzzy, Chia Pet-like “Tactoris” dresser by Christian Astuguevieille; and a disjointed checkerboard mirror by Andrée Putman. Global design titans, from Ron Arad to Ettore Sottsass, also make cameos.
1 p.m.
6) FAKE FOREST
This year’s gold medal for Bordeaux wine bars easily goes to L’Autre Petit Bois (12, place du Parlement; 33-5-56-48-02-93), whose kitsch-cool design and unstuffy attitude breathe new life into a shopworn Bordeaux institution. Under the shade of leafy (and artificial) indoor trees, a crowd of 20- and 30-something diners tuck into tomatoes with mozzarella (5.60 euros), goat cheese salads (7.50 euros) and toasted bread tartines (5 to 8 euros). Just as surprising is the wine list. There’s a terrific La Rose Pauillac (7 euros) as well as wines from — gasp! — English-speaking nations like the United States and Australia.
3 p.m.
7) MADE IN FRANCE
Underdressed? Concept stores and clubwear boutiques have inundated the area around Place Fernand Lafargue. Recent arrivals include OK Daddy (31, rue Ste.-Colombe, 33-5-56-81-02-20; ok-daddy.com), a gallery, bookshop and clothing emporium that sells its own stretchy rayon jerseys with thin Indonesian python collars, as well as men’s T-shirts and windbreakers by the Marseille label Kulte. It joins Le Rayon Frais (31-33, rue St.-James; 33-5-33-51-10-55; lerayonfrais.fr), a street-wear shop that sells black jeans from Bleu de Paname and flannel shirts by Bérangère Claire — both French labels.
6 p.m.
8) VENDING VINO
Welcome to the future of wine tasting. Buy a tasting card (25, 50 or 100 euros), slip it into a high-tech Enomatic vending machine, choose from eight Bordeaux wineries, pick a size (2.5, 5 or 7.5 centiliters), put your glass under the spout, press the button and voilà: out comes a top vintage, kept at ideal temperature and free from over-oxygenation. Such is the routine at the Max Bordeaux Wine Gallery and Cellar (14, cours de l’Intendance; 33-5-57-29-23-81; maxbordeaux.com), which opened last year. Selections in the minimalist white tasting room include a Cheval Blanc that is 27 euros for a small dose, 688 euros for the bottle.
8 p.m.
9) LAMB, THREE WAYS
The chef François Adamski has the Midas touch. He’s been awarded two of France’s top culinary prizes, the Bocuse d’Or and Meilleur Ouvrier de France — one of only two people to achieve both — and this year his very white, very elegant new restaurant, Le Gabriel (10, place de la Bourse; 33-5-56-30-00-80; bordeaux-gabriel.fr), grabbed its first Michelin star after barely a year of existence. Credit the fine-tuned French menu with international accents. Mediterranean France and southwestern Basque country meet in the squid stuffed with risotto, candied tomatoes and peppers. Lamb, meanwhile, sometimes gets served three ways simultaneously (a succulent gigot, a roasted crispy-salty rack and a proletarian sausage) with a purée of dates, nuts and cumin. A three-course dinner for two, without wine, runs about 140 euros.
11 p.m.
10) BORDEAUX BEATS
Stevie Wonder, Isaac Hayes and the Meters all haunt L’Apollo Bar (19, place Fernand Lafargue; myspace.com/lapollobar), at least in musical form. Young women in thrift-store finery and scruffy young men shoot pool, hobnob and drink pints of Paulaner at this retro-trendy bar. For electronic tunes, pop into the nearby Azuli (55, cours d’Alsace-Lorraine; 33-5-56-79-39-46), where D.J.’s in a second-floor booth preside over the Baroque room, spinning electro, minimalist house and other clubby beats.
Sunday
11 a.m.
11) MARKET CRASH
Sunday is market day in Bordeaux. The fashionable Marché des Quais (Quai des Chartrons, 8 a.m. to 4 p.m.) is a foodie haven and a fine place to feed on fresh oysters (six for 5.50 euros at Huîtres Marennes Oléron; 33-5-46-36-09-10). For a splash of color, hit the Marché St.-Michel (near St.-Michel church, 8 a.m. to 2 p.m.). Situated in a mostly North African quarter of the same name, the market is a chaotic jumble of vintage luggage, Depression-era scrap metal, 1950s radios and rusted French street signs. It’s yet another facet of an evolving city.
IF YOU GO
Air France, Alitalia, Delta, Iberia and KLM all offer one-stop service from New York to Bordeaux. According to a recent Web search, Air France has flights from Kennedy Airport, with a connection in Paris, starting at around $1,150, for travel in July.
Opened in 2009, L’Avant Scène (36, rue Borie; 33-5-57-29-25-39; lavantscene.fr) is a stylish nine-room hotel in an 18th-century stone town house just off the waterfront. Doubles from 99 euros (about $116).
Reopened in 2008 with splashy neo-Napoleonic styling, the 150-room Regent Grand Hotel Bordeaux (2-5, place de la Comedie, 33-5-57-30-44-44; theregentbordeaux.com) presides over Bordeaux’s most famous square and houses the Michelin-starred Le Pressoir d’Argent restaurant. Doubles from 260 euros.
36 horas em uma das metrópoles mais atraentes do Sudeste Asiático, Kuala Lumpur
Reportagem: Naomi Lindt
New York Times Syndicate
Tradução: George El Khouri Andolfato
Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

O edifício Sultan Abdul Samad (Jalan Raja) exibe uma mistura de arquitetura moura e mongol que resume o estilo preferido dos colonialistas. Photo: Rahman Roslan/NYT
Situada na junção de dois rios, Kuala Lumpur significa “confluência lamacenta” em malaio, mas esta cidade que cresce rapidamente redefiniu a si mesma. Com seus altos arranha-céus, cozinha estelar e vida noturna agitada, a capital malasiana despontou como uma das metrópoles mais atraentes do Sudeste Asiático, oferecendo todos os confortos de uma grande cidade, mas em uma escala mais amistosa.
Não são apenas os rios que convergem: fundada em 1857, Kuala Lumpur é cheia de justaposições estranhas. Velhos cafés se encontram sob vias expressas reluzentes. Os chamados à oração atraem profissionais de colarinho branco das torres de aço e vidro. E grupos étnicos díspares – malasianos, chineses e indianos – convivem nos shoppings brilhantes e parques arborizados, dando a esta cidade um sabor cosmopolita sem igual na região.
Sexta-feira
16h – Origens coloniais
Há 150 anos, Kuala Lumpur, ou KL como os moradores locais a chamam, era pouco mais que um posto avançado encardido, aberto na mata pelos exploradores de estanho chineses. Mas o comércio lhe serviu bem e, no final, a Praça Merdeka (no cruzamento da Jalan Raja e Lebuh Pasar Besar) se transformaria no centro da vida colonial britânica. A praça ampla, margeada por palmeiras, é cercada por marcos de 100 anos de idade como o edifício Sultan Abdul Samad (Jalan Raja), que exibe uma mistura de arquitetura moura e mongol que resume o estilo preferido dos colonialistas. Apropriadamente, a praça também é o local onde os malasianos declararam sua independência do Reino Unido, em 1957.
18h30 – Alto luxo
Medite sobre a ascensão astronômica da cidade bebendo um coquetel de champanhe no SkyBar, um lounge futurista no Traders Hotel (Kuala Lumpur City Centre Park; 60-3-2332-9888; www.skybar.com.my). O bar, no 33º andar (o espaço é dominado pela piscina do hotel), oferece vistas perfeitas para fotos das Torres Gêmeas Petronas. Reserve um dos sofás em tons violetas para um assento de primeira fila enquanto os prédios prateados, recortados, começam a acender suas luzes para a noite. Drinques a partir de 29 ringgits (cerca de US$ 8,75, com o dólar cotado a 3,30 ringgits).

Interior do lounge futurista do Traders Hotel. O bar, no 33º andar, oferece vistas perfeitas para fotos das Torres Gêmeas Petronas. Photo: Rahman Roslan/NYT
20h – Consumo garantido
Como muitos dos lugares de destaque na cidade, o Enak KL (Starhill Gallery, 181 Jalan Bukit Bintang; 60-3-2141-8973; www.enakkl.com) fica em um shopping center. Ele serve o melhor da cozinha malasiana na cidade em um espaço elegante, repleto de móveis pesados de madeira e arte batique nas paredes. Os pratos, preparados lentamente, ricos e condimentados, são baseados em receitas passadas por gerações na família Razaly, os proprietários. Experimente o rendang de carne defumada (27 ringgits), os camarões grelhados com molho de tamarindo (28 ringgits) e o kambing masak merah: perna de cordeiro coberta com cardamomo, canela e tomate apurado (45 ringgits).
22h – Traje casual
Como o nome sugere, o clube No Black Tie (17 Jalan Mesui; 60-3-2142-3737; www.noblacktie.com.my) foi concebido como um antídoto ao conservadorismo das salas de música clássica. Mas de lá para cá ela se transformou em um dos pontos noturnos mais ecléticos e bacanas da cidade. Coberto em teca polida em tom de mel e cintilando com luz de velas, a casa noturna oferece jazz, world music, cabaré, poesia e, sim, apresentações de música clássica, atraindo um público endinheirado que bebe vinho e belisca os canapés japoneses. Couvert a partir de 30 ringgits.
Sábado
10h – Decoração divina
A arquitetura por si só é motivo suficiente para visitar o Museu de Arte Islâmica da Malásia (Jalan Lembah Perdana; 60-3-2274-2020; www.iamm.org.my) de domo turquesa. Construído em 1998, os interiores brancos da estrutura de quatro andares são silenciosos, arejados e saturados de luz natural – perfeitos para contemplação da coleção de arte decorativa islâmica. Após admirar os velhos pergaminhos com caligrafia, as espadas incrustadas de joias e cobertores de cavalo bordados, leve seu entendimento esclarecido do design e iconografia islâmicos à Masjid Jamek (Jalan Tun Perak), uma das mesquitas mais antigas da cidade e com decoração em mármore rosa e marfim.
12h – Canto dos pássaros
Os intermináveis congestionamentos da cidade ganham uma versão divertida no KL Bird Park (920 Jalan Cenderawasih, Lake Gardens; 60-3-2272-1010; www.klbirdpark.com), onde seu trajeto é dividido com íbis escarlates com tons psicodélicos, pavões e pombas-goura-vitória, cujas tiaras de penas azuis fazem seus primos nova-iorquinos desmazelados passarem vergonha. O aviário de 8,5 hectares possui mais de três mil aves representando 200 espécies, sendo que algumas, como o arisco casuar e o falante lório arco-íris, você pode alimentar. Você também pode se alimentar no Ikan Bakar Asli Pak Din (Stall No. 5, Tanglin Food Court, Jalan Cenderasari; 60-12-320-1731), um banca a dez minutos de caminhada que serve um excelente peixe grelhado por 5 ringgits.

Na área de alimentação da Jalan Alor, em Kuala Lumpur, experimente o Cu Cha para pratos como o char kway teow, macarrão chato de arroz frito com moluscos e camarão.Photo: Rahman Roslan/NYT
14h – Curso cultural intensivo
Inicie sua excursão pela miscelânea étnica da Malásia na Little India, onde as ruas estreitas pulsam com música de Bollywood, lojas de seda produzem ternos do Punjabi, ambulantes vendem panqueca roti e homens amarram guirlandas de jasmim. Se abasteça com um copo de teh tarik, uma mistura de chá preto e leite condensado, antes de seguir para a vizinha Chinatown, uma área movimentada, com lojas que vendem cópias de bolsas, ervas medicinais e jogos de chá delicados.
Para um momento tranquilo, entre no Templo Sin Sze Si Ya (14a Lebuh Pudu), de 145 anos, um espaço cheio de incenso e lanternas vermelhas onde os budistas vão para ler a sorte. Finalmente, tome um táxi para atravessar a cidade até a tranquila Kampung Baru, onde a vida aldeã malasiana transcorre em palafitas de madeira em tons pastéis, queimadas de sol, cercadas por buganvílias de cor rosa intensa.
19h – Bancas de rua
Apesar de KL contar com uma boa dose de chefs de categoria Michelin, a melhor culinária talvez seja encontrada nas cozinhas de rua, como nos camelódromos. A área de alimentação altamente popular ao longo da Jalan Alor começa a funcionar por volta das 16h, servindo macarrão frito no wok, servido pelando, frutos do mar cozidos na hora e churrascos de dar água na boca até tarde da noite. Experimente o Cu Cha (71-75 Jalan Alor) para pratos como o char kway teow (5 ringgits), macarrão chato de arroz frito com moluscos e camarão. Siga para o W.A.W. Restaurant (7 Jalan Alor) para aquele que pode ser a melhor asa de frango do mundo (4,40 ringgits).
22h – Cidade do pecado
Apesar dos esforços do governo malasiano para coibir a bebida alcoólica, impondo um pesado “imposto do pecado”, os bares prosperam em Kuala Lumpur – uma tendência bastante evidente ao longo do trecho da Changkat Bukit Bintang, ou CBB. A rua é margeada por gastropubs irlandeses, danceterias e restaurantes da moda. Entre os pontos mais badalados estão o Werner’s on Changkat (50 Jalan Changkat Bukit Bintang; 60-3-2142-5670; www.wernerskl.com), um bar com tema vermelho e preto de apenas um ano, onde os martinis de maracujá (28 ringgits) são acompanhados por ritmos envolventes. A poucos passos de distância fica o Cloth & Clef (30 Jalan Changkat Bukit Bintang; 60-3-2143-3034) de concreto e tijolos, que atrai jovens belos com bandas independentes ao vivo e DJs. Para uma experiência plena de danceteria, tome um táxi até o Zouk (113 Jalan Ampang; 60-3-2171-1997; www.zoukclub.com.my), um complexo com seis pistas de dança com temas individuais.
Domingo
10h – Conversa no café
As kopi tiam, ou cafés, já foram parte integral da sociedade malasiana, mas são difíceis de encontrar atualmente. Felizmente, o bate-papo em meio a um café não diminuiu no Yut Kee (35 Jalan Dang Wangi; 60-3-2698-8108), que serve kopi peng (café gelado com leite adoçado) desde 1928. Atualmente em sua terceira geração, o café arejado é adorado por seu roti baba (7,50 ringgits), uma panqueca deliciosa recheada com carne de porco desfiada e cebolas, mergulhados em molho inglês.
12h – Loucos por shoppings
Como grande parte do Sudeste Asiático, Kuala Lumpur é um cidade de shoppings – afinal, a temperatura costuma pairar acima dos 30ºC. Há muitas opções, mas entre os mais interessantes está o Sungei Wang Plaza (Jalan Sultan Ismail; 60-3-2148-6109; www.sungeiwang.com), uma meca dos adolescentes, com cerca de 700 lojas vendendo lenços de cabeça coloridos, microminis enfeitadas com lantejoulas, dispensadores de Pez Hello Kitty e camisetas com frases tipo “O Amor é Todo Necessidade” -outro exemplo das convergências exuberantes e imprevisíveis da cidade.
O básico
Para chegar a Kuala Lumpur normalmente é necessário fazer escalas em Hong Kong, Seul ou Doha. Uma viagem de táxi de uma hora até o centro da cidade custa cerca de 90 ringgits, ou US$ 27, com o dólar cotado a 3,30 ringgits; um trem expresso de 30 minutos custa 35 ringgits.
O Mandarin Oriental (Kuala Lumpur City Centre; 60-3-2380-8888; www.mandarinoriental.com/kualalumpur) oferece vistas da silhueta da cidade e quartos com camas king, banheiros de mármore e mesas de cabeceira ornamentadas com orquídeas frescas. Diárias a partir de 539 ringgits, sem incluir impostos.
O Hotel Equatorial (Jalan Sultan Ismail; 60-3-2161-7777; www.equatorial.com) com 270 quartos tem localização central, camas confortáveis, piscina ao ar livre e ótimo serviço. Quartos a partir de 260 ringgits, sem incluir impostos.
36 horas em Beirute
Reportagem: Seth Sherwood
New York Times
Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.
Want a Beirut investment tip? Concrete. Thanks to a couple of years of political calm, the palm-fringed Middle Eastern city is bingeing on new buildings and cultural projects. A fast-expanding night-life strip, an upstart design district, new hotels and the country’s first contemporary art museum have all sprouted in the last few years. And they’re certainly not going unnoticed. A record number of travelers showed up to discover Lebanon and its capital in 2009. If the peace holds, look for an even bigger swell this year.
Friday
5 p.m.
1) SMOKE ON THE WATER
Muslim women in headscarves, scruffy locals in rock T-shirts, Filipina baby sitters: come dusk, Beirut’s seaside walkway known as the Corniche becomes host to a city on parade. To watch it and enjoy views of the glittering Mediterranean while you’re at it, start across from the Hard Rock Cafe (where an outdoor banner reads, “The time will come when you see we are all one…”) and stroll west past the fast-rising hotels, luxury apartment buildings and the leafy campus of the American University of Beirut. The Manara Palace Cafe (961-1-364-949), next to the lighthouse on the water, is a perfect place to absorb the salt air, wash of waves, cry of seagulls and fiery sunset while drinking fresh mango juice (7,500 pounds, or $5 at 1,492 Lebanese pounds to the dollar) and smoking sweet fruit tobacco from a narghile pipe (12,000 pounds).
8 p.m.
2) DUELING FLAVORS
The city’s top two regional cuisines, Lebanese and Armenian, are served up masterfully at Al Mayass (Wadih Naim Street, Ashrafieh; 961-1-215-046), an Old World-style restaurant where a lively soundtrack is provided by roaming musicians. Itch, a zesty cold salad of bulgur, finely chopped parsley, diced tomato, lemon and spices, cuts the Middle East heat. But the marquee attraction is the grilled kebab in syrupy cherry sauce. Dinner for two with arak, the local aniseed liquor, runs about 140,000 pounds.
11 p.m.
3) MIDEAST GROOVES
Late night unleashes a sea of C’s — Champagne, Chivas Regal, Cohibas, Cartier, cleavage — at Music Hall (Starco Center, Minet El Hosn; 961-3-807-555; elefteriades.com), where dolled-up young professionals, cigar-smoking captains of industry and local celebrities fill the plush red booths and chairs to watch more than a dozen musical acts belt out a globetrotting playlist. Backed by an orchestra in red robes, the talents range from leopard-print divas doing Beyoncé covers to the Chehade Brothers, a Palestinian pair who kick out rollicking Arabian jams in exotic scales. Book in advance. The $55 cover charge is applied toward drinks. (Note that prices are often quoted in American currency, and dollars are widely accepted.)
Saturday
11 a.m.
4) FARM FRESH
Find an empty suitcase and wheel it down to Souk El Tayeb (Saifi Village parking lot; 961-1-442-664; soukeltayeb.com), Beirut’s first farmers’ market, which started in 2004. Drawn from a broad spectrum of Lebanon’s diverse faiths and rural regions, the dozens of growers, producers and artisans who gather every Saturday (9 a.m. to 2 p.m.) represent both a subtle social experiment in national reconciliation and an excellent market for snapping up local olive oil, tomatoes, cheeses, jams, breads, soaps, baskets, flowers and nearly everything else from Lebanon’s horn of plenty. It’s a prime spot to assemble a farm-fresh brunch. The Earth & Co. stand serves hot manouche (5,000 pounds), warm thin sourdough bread wrapped around thyme, labneh cheese and sliced tomato.
1 p.m.
5) THE LEBANESE AESTHETIC
Whether you’re furnishing a sultan’s palace or a mere studio, the Ottoman-style town houses in Saifi Village are quickly filling with boutiques from top Lebanese design talents. Nada Debs (Moukhalsieh Street; 961-1-999-002; nadadebs.com) mixes Far East and Middle East styles, like a cube-shaped oak candleholder inlaid with geometric mother-of-pearl patterns ($100). And Bokja (just off Moukhalsieh Street; 961-1-975-576; bokjadesign.com), run by the design duo Maria Hibri and Hoda Baroudi, takes iconic chairs and sofas by Western designers, like the classic Eames lounger, and reupholsters them with kaleidoscopic collages of fabrics from the Middle East, Central Asia and beyond.
4 p.m.
6) AVANT-GARDE AFTERNOON
With the new Beirut Art Center (Jisr El Wati, Street 97, Building 13; 961-1-397-018; beirutartcenter.org), the Lebanese capital is emerging as a strong contender for the art capital of the Middle East. Opened last year, the nation’s first contemporary art museum is an airy white two-level space that holds rotating exhibitions — often two at a time — all year long. From the experimental films of the Lebanese architect Bernard Khoury to the photographs of Emily Jacir, a Palestinian conceptual artist, the museum’s rotating exhibitions are the most unusual, adventurous, intellectually challenging and envelope-pushing that you’ll find in Beirut.
8 p.m.
7) A RETURN TO PARIS
A clutch of new French restaurants seem bent on recapturing Beirut’s long-ago nickname as Paris of the Middle East. Opened in November, the neo-bistro Couqley (The Alleyway, Gouraud Street, Gemmayzeh; 961-1-442-678; couqley.com) is run by the French-American-Belgian chef Alexis Couquelet, who is a veteran of top Gallic kitchens including Paris’s Market and La Bastide de St.-Tropez. Twice a week, he receives shipments of beef and duck flown in from France, resulting in a thick filet de boeuf with a Bordelaise sauce, and a confit de canard jazzed up with fresh raspberries that cut the fatty duck with fruity acidic zing. Book in advance. Dinner for two, without wine, about 120,000 pounds.
11 p.m.
8) THE COCKTAIL DISTRICT
Mashroob is the word for a drink in Arabic, and you’ll find a whirlwind of them in the red-hot Gemmayzeh district. There’s a bar for every clique and mood. Bourgeois singles and 40-something divorcées sip Chateau Ksara wine and crowd the long bar at Kayan (Liban Street, Gemmayzeh; 961-1-563-611), an airy and vaguely British colonial-style bar. For live Arabian music, backgammon and water pipes, try Gemmayzeh Café (Gouraud Street, Gemmayzeh; 961-1-580-817). And when it’s time to dance to D.J.-spun electro, house and indie rock, the self-styled cool kids and creative set swill Almaza beer in the velvety confines of Behind the Green Door (across from Electricité du Liban, Gouraud Street, Mar Mikhael; 961-70-856-866).
Sunday
Noon
9) A BEIRUT BRUNCH
If you’re still feeling the excess of your Arabian night, mimosas and Bloody Marys await at Casablanca (Dar El Mreisseh Street, Ein El Mreisseh; 961-1-369-334), an Ottoman-era mansion restored with funky colors and contemporary art. Menu items like French toast, eggs Benedict and bagels with smoked salmon suggest a New York City diner. But the chatter of Arabic, French and English from Lebanese brunchers brings you back to cosmopolitan Beirut. Brunch for two, about 60,000 pounds.
2 p.m.
10) LEVANTINE SHORES
In a city of many faiths — Christian, Sunni, Shiite, Druze — at least one religion is universally practiced: sun worship. One of the most pleasant temples is Lazy B (off the airport highway, Jiyeh; 961-70-95-00-10; lazyb.me), about 20 miles south of Beirut. From May to October, the tranquil beach club features a smorgasbord of sandy coast, rocky coves, grassy expanses, scenic outdoor terraces, swimming pools and other spots where hordes of heliophiles absorb ultraviolet rays and cultivate their bronzed exteriors. So here’s a final Beirut investment tip: suntan oil.
IF YOU GO
Many airlines including Air France, Lufthansa and Egypt Air offer flights to Beirut from New York City with a layover. A recent search found a Lufthansa flight in May from Kennedy Airport, with a change in Frankfurt, for about $1,200.
The newest luxury hotel is the Four Seasons Hotel Beirut (1418 Avenue Professor Wafic Sinno, Minet El Hosn; 961-1-761-000; fourseasons.com/beirut). Opened this year, the 230-room hotel has a sleek Mediterranean restaurant and a plush colonial-style bar, with doubles from $250.
Orient Queen Homes (John Kennedy Street, Ras Beirut; 961-1-361-140;orientqueenhomes.com), near the American University of Beirut, opened last year and has 71 apartments and suites done in angular Ikea-esque style. Studios start at $150.
A good budget bet is the Mayflower Hotel (Yafet Street, Hamra, 961-1-340-680; mayflowerbeirut.com), a British colonial-style hotel that was spruced up in 2007 and offers Mediterranean vistas and a rooftop pool, with 85 rooms from $130.













