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Novo aplicativo para Smartphone do TripAdvisor

Os viajantes que usam o TripAdvisor estão pulando de alegria.

A empresa lançou recentemente a nova versão do seu aplicativo para smartphones.

Os usuários do iPhone, Android, Nokia e BlackBerry já podem baixar o programa que conta com milhões de dicas de hotéis, restaurantes e atrações turísticas.
O aplicativo é bem simples, prático e intuitivo. O @blogdeviagens fez alguns teste e até agora não ocorreu nenhum problema. Muito pelo contrário! A TripAdvisor fez uma versão estável e muito bem integrada ao site.
Das principais funcionalidade do aplicativo, destacamos a possibildiade de buscas voos, utilização do GPS para auxiliar na escolha da melhor rota para o seu destino, tanto em suas caminanhadas quanto para usar no carro ou no transporte público.
Bem mais  prático que os mapas, convenhamos!
Não podemos esquercer também  que  o aplicativo permite verificar disponibilidade e reservar vagas em hotéis.
Quer mais? Participe dos fóruns do TripAdvisor a partir do aplicativo e ajude viajantes a aproveitarem suas viagens ao máximo!
Vale a pena! O Blog de Viagens recomenda!

Como votar ou justificar seu voto no exterior?

O que faço se estiver fora do país durante as eleições?
Quem já viajou durante as eleições aqui no Brasil com certeza já fez essa pergunta.
Pensando nisso, preparamos algumas dicas para você ficar quite com as suas obrigações eleitorais e aproveitar ao máximo sua estadia fora do país.
Os cidadãos brasileiros  que residem no exterior, maiores de 18 anos, devem cumprir suas obrigações eleitorais normalmente, salvo as pessoas maiores de 70 anos e os analfabetos.
No entanto é preciso ressaltar que os brasileiro que residem no exterior só estão obrigados a votar ou justificar nas eleições presidenciais.
Para justificar seu voto basta comparecer no dia da votação à sede da embaixada ou repartição consular mais próxima de sua residência portando:
  • Documento de identificação com foto
  • Título de eleitor
  • Formulário de Requerimento de Justificativa Eleitoral preenchido.(Retirado no consulado.)
A justificativa eleitoral poderá  ser feita também durante os primeiros 60 dias após o pleito, nas Missões Diplomáticas Brasileira, ou encaminhado via Correios, ao Cartório Eleitoral do Exterior (Cartório Eleitoral do Exterior situa-se a SEPN 510, Lote 7, Avenida W3 Norte, CEP 70.750-520. Brasília,DF) no caso daqueles eleitores que transferiram seu título para outro país, ou, ainda, no caso dos requerentes inscritos no Brasil, em eleições gerais ou municipais, para o cartório da zona eleitoral a que estiver jurisdicionado.
É possível também justificar seu voto durante os primeiros 30  dias após o seu retorno ao Brasil. Não esqueça de anexar a sua  justificativa:
  • Cópias do passaporte
  • Cópias das passagens aéreas
  • Qualquer outro documento que comprove que você estava no exterior durante as eleições, como contratos de trabalho, comprovantes de matrículas em escolas, etc.
Já se você manteve seu domicilio eleitoral aqui no Brasil, mas reside no exterior, deve justificar sua ausência em todas as eleições.
Vale lembrar que o código eleitoral do Brasil prevê a criação de mesas eleitorais em locais com mais de 30 eleitores inscritos.
Para saber como se inscrever no exterior, clique aqui. Então, que mora fora do Brasil pode votar na mesa receptora de votos mais próxima, desde que localizada no mesmo país, de acordo com a comunicação que lhes for feita.
Se você é portador de deficiência física ou mental que impossibilite ou torne oneroso comparecer as seções eleitorais, poderá requerer junto as Missões Diplomáticas do Brasil no Exterior a não-aplicação das sanções legais das Resoluções do TSE: 20.717/2000 e 21.920/2004.
Não esqueça também que deves votar e justificar em todos os turnos da eleição.
Os endereços das representações diplomáticas brasileiras no exterior podem ser obtidos no site do Ministério das Relações Exteriores.

Linhas de ônibus em Staten Island

Continuamos com nossas série de dicas para você usar ao máximo os principais meios de transporte de New York.

Trazemos hoje o mapa das linhas de ônibus do Staten Island.

Aproveite New York ao máximo!  This is the city that never sleeps!! Clique nas imagens para ampliar.

mapa das linhas de ônibus do Staten Island

Linhas de ônibus do Staten Island

Linhas de ônibus no Bronx

Dando continuidade nossas série de dicas para você usar ao máximo os principais meios de transporte de New York.

Trazemos hoje o mapa das linhas de ônibus do Bronx.

Aproveite New York ao máximo!  This is the city that never sleeps!! Clique nas imagens para ampliar.

Mapa das linhas de ônibus do Bronx

Linhas de ônibus no Bronx

Mapa do Metrô de New York

New York tem mais de 8 milhões de habitantes.  Para atender toda essa população a cidade tem que funcionar praticamente 24h por dia!

Pensando nisso, o Blog de Viagens preparou uma série de dica para você usar ao máximo os principais meios de transporte de New York: Metrô e Ônibus.

Como diria Frank Sinatra:  This is the city that never sleeps!!

Para quem estiver em New York e quiser obter mais informações turísticas, visite o escritório oficial de turismo da cidade. Anote aí:

New York City Official Visitor Information Center
Endereço: 810 7th Avenue (btw 52nd 3 53rd St)
Aberto: Segunda a Sexta: 08:30 às 18h – Sábado e  Domingo: 9h às 17h
Fone:  +1 (212) 484-1200

Nota: Para mais informações,visite o  Metropolitan Transportation Authority. Clique no mapa para ampliar.


Tabela com as medidas de roupas no exterior

Há alguns meses publicamos uma tabela com as medidas de roupas no exterior. Clique aqui e veja. Publicamos hoje uma nova tabela com alguns novos dados. Enjoy! Nota: Clique na imagem para ampliar



Restaurantes móveis são cada vez mais comuns

Quem estiver em New York e cruzar com um desses restaurantes em alguma esquina não pode deixar de degustar essas delícias.

Como organizar sua mala de viagem

Cidadão do Mundo

Após ler essa matéria da Revista Época decidimos publicá-la aqui no Blog de Viagens. Recebemos diariamente muitos e-mails com dúvidas sobre aquisição de novas cidadanias. Esperamos que sejam úteis as informações!

Reportagem da Revista Época. Clique aqui para ler.

O valor da anuidade na universidade americana de Yale, uma das mais concorridas do mundo, depende da nacionalidade do aluno. O cidadão americano paga, em média, 50% menos que os estrangeiros. Vantagem parecida leva um europeu em uma disputa de emprego na Inglaterra. Para se candidatar a uma vaga divulgada na última semana na empresa de energia inglesa BG Group, exigia-se – além de fluência em inglês, experiência internacional e boa formação acadêmica – cidadania europeia. Logo, a forma de concorrer em condições de igualdade é ter a segunda ou terceira cidadania. Saiba como obtê-la, assim como as vantagens e os riscos de ter vários passaportes.

A cidadania abre portas – e muitas – para os estrangeiros. Ao se tornar cidadão de algum membro da União Europeia, você poderá estudar, trabalhar e morar em qualquer um dos 27 países que dela fazem parte. Sem trâmites burocráticos. “As fronteiras ficam menores. As possibilidades se multiplicam”, diz a advogada Andrea Girello, especialista em obtenção de cidadanias europeias.

Para quem não tem a cidadania herdada de antepassados e tem um país como meta, a dica é começar pelo domínio do idioma. O publicitário Fernando Hudson sempre foi fascinado pela Alemanha. Visitou o país quatro vezes na adolescência e estudou a língua, que passou a dominar. Foi ela que facilitou seu acesso. Fernando navegava por sites de emprego da Alemanha e se cadastrou em vários deles. Menos de um ano depois de se formar em publicidade, estava trabalhando no país com um visto provisório, que foi renovado até ele obter a cidadania. Hoje, mora em Berlim e compõe jingles em alemão.

Outra forma de encurtar o caminho da cidadania é oferecer ao país o que ele mais precisa. Joanna Magalhães é graduada em informática. Ela sonhava em se mudar para a Nova Zelândia, país que facilita a entrada de profissionais nessa área. Saiu do Brasil com emprego garantido e visto de residência permanente. “É preciso estar atento à demanda por profissionais”, diz Joanna. “Muda o tempo todo. Em algum momento podem estar procurando alguém de sua área.” Mas Joanna avisa que o processo exige perseverança: “Eles quiseram ter certeza de que eu não estava interessada apenas no seguro-desemprego vitalício e nos excelentes serviços de saúde e educação do país”.

Pedidos de segunda cidadania aumentaram 30% nos últimos cinco anos, de acordo com um estudo feito por organizações que monitoram a imigração, entre elas o Escritório de Cidadania e Naturalização dos Estados Unidos. Mas muitos dos brasileiros que procuram outros passaportes não querem sair do país. A demanda por outras cidadanias não tem relação direta com imigração. O chef Carlos Bertolazzi, por exemplo, pretende expandir seus negócios em São Paulo. Mas, para isso, ele diz que ajuda ter trânsito livre lá fora. O passaporte italiano de Bertolazzi foi decisivo para que conquistasse uma vaga em um trabalho na Espanha, ao lado do lendário chef espanhol Ferran Adrià. A cidadania europeia também deu acesso a cursos abertos apenas para cidadãos europeus.

Bertolazzi é descendente de italianos. O empresário e pastor Marcello Malizia também. Ele migrou para Londres com a família sem dificuldades. Como cidadão europeu, pode morar onde tiver as melhores condições de emprego. Ganha a vida com transporte de vans na Inglaterra, mas pode ir atrás de oportunidades melhores. “Estou sempre atento ao que acontece nos outros países da Europa”, afirma. “As fronteiras deixaram de ser obstáculos.”

A cidadania mais difícil de ser adquirida é a americana. Para conseguir o green card, o bancário paulista Alexandre Figueiredo fez graduação e trabalhou mais de dez anos nos EUA. Descendente de portugueses, hoje tem tripla cidadania. E transmitiu as três a suas duas filhas. “São americanas, brasileiras e portuguesas”, diz. “Poderão estudar e trabalhar onde quiserem.”

Autoridades americanas e europeias estão cada vez mais atentas a golpes imigratórios. No último ano, nos EUA, a polícia identificou mais de 200 estrangeiros com casamentos arranjados. Eles não só perderam o green card, como a chance de voltar ao país. Se a sorte não ajudou com um ascendente americano ou europeu, a melhor alternativa é tentar um intercâmbio de estudos e trabalho.

Nota: Clique na imagem para ampliar.

Aeroporto de Chicago: como não se perder

Na nossa última viagem a Chicago tivemos um certo probleminha em encontrar o que procurávamos: terminal, salas de embarque, caixas eletrônicos, museus…

Pensando nisso, resolvemos colocar aqui os mapas do Aeroporto de O’Hare.

Esperamos que sejam úteis.

Obs: Para aumentar a imagem, basta clicar.

Terminal 1

Terminal 2

Terminal 3

Parque temático de Harry Potter é inaugurado em Orlando

Se quiser saber mais sobre o The Wizarding World of Harry Potter clique no aqui.

36 horas em uma das metrópoles mais atraentes do Sudeste Asiático, Kuala Lumpur

Reportagem: Naomi Lindt

New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

O edifício Sultan Abdul Samad (Jalan Raja) exibe uma mistura de arquitetura moura e mongol que resume o estilo preferido dos colonialistas. Photo: Rahman Roslan/NYT

O edifício Sultan Abdul Samad (Jalan Raja) exibe uma mistura de arquitetura moura e mongol que resume o estilo preferido dos colonialistas. Photo: Rahman Roslan/NYT

Situada na junção de dois rios, Kuala Lumpur significa “confluência lamacenta” em malaio, mas esta cidade que cresce rapidamente redefiniu a si mesma. Com seus altos arranha-céus, cozinha estelar e vida noturna agitada, a capital malasiana despontou como uma das metrópoles mais atraentes do Sudeste Asiático, oferecendo todos os confortos de uma grande cidade, mas em uma escala mais amistosa.

Não são apenas os rios que convergem: fundada em 1857, Kuala Lumpur é cheia de justaposições estranhas. Velhos cafés se encontram sob vias expressas reluzentes. Os chamados à oração atraem profissionais de colarinho branco das torres de aço e vidro. E grupos étnicos díspares – malasianos, chineses e indianos – convivem nos shoppings brilhantes e parques arborizados, dando a esta cidade um sabor cosmopolita sem igual na região.

Sexta-feira

16h – Origens coloniais

Há 150 anos, Kuala Lumpur, ou KL como os moradores locais a chamam, era pouco mais que um posto avançado encardido, aberto na mata pelos exploradores de estanho chineses. Mas o comércio lhe serviu bem e, no final, a Praça Merdeka (no cruzamento da Jalan Raja e Lebuh Pasar Besar) se transformaria no centro da vida colonial britânica. A praça ampla, margeada por palmeiras, é cercada por marcos de 100 anos de idade como o edifício Sultan Abdul Samad (Jalan Raja), que exibe uma mistura de arquitetura moura e mongol que resume o estilo preferido dos colonialistas. Apropriadamente, a praça também é o local onde os malasianos declararam sua independência do Reino Unido, em 1957.

18h30 – Alto luxo

Medite sobre a ascensão astronômica da cidade bebendo um coquetel de champanhe no SkyBar, um lounge futurista no Traders Hotel (Kuala Lumpur City Centre Park; 60-3-2332-9888; www.skybar.com.my). O bar, no 33º andar (o espaço é dominado pela piscina do hotel), oferece vistas perfeitas para fotos das Torres Gêmeas Petronas. Reserve um dos sofás em tons violetas para um assento de primeira fila enquanto os prédios prateados, recortados, começam a acender suas luzes para a noite. Drinques a partir de 29 ringgits (cerca de US$ 8,75, com o dólar cotado a 3,30 ringgits).

Interior do lounge futurista do Traders Hotel. O bar, no 33º andar, oferece vistas perfeitas para fotos das Torres Gêmeas Petronas. Photo: Rahman Roslan/NYT

Interior do lounge futurista do Traders Hotel. O bar, no 33º andar, oferece vistas perfeitas para fotos das Torres Gêmeas Petronas. Photo: Rahman Roslan/NYT

20h – Consumo garantido

Como muitos dos lugares de destaque na cidade, o Enak KL (Starhill Gallery, 181 Jalan Bukit Bintang; 60-3-2141-8973; www.enakkl.com) fica em um shopping center. Ele serve o melhor da cozinha malasiana na cidade em um espaço elegante, repleto de móveis pesados de madeira e arte batique nas paredes. Os pratos, preparados lentamente, ricos e condimentados, são baseados em receitas passadas por gerações na família Razaly, os proprietários. Experimente o rendang de carne defumada (27 ringgits), os camarões grelhados com molho de tamarindo (28 ringgits) e o kambing masak merah: perna de cordeiro coberta com cardamomo, canela e tomate apurado (45 ringgits).

22h – Traje casual

Como o nome sugere, o clube No Black Tie (17 Jalan Mesui; 60-3-2142-3737; www.noblacktie.com.my) foi concebido como um antídoto ao conservadorismo das salas de música clássica. Mas de lá para cá ela se transformou em um dos pontos noturnos mais ecléticos e bacanas da cidade. Coberto em teca polida em tom de mel e cintilando com luz de velas, a casa noturna oferece jazz, world music, cabaré, poesia e, sim, apresentações de música clássica, atraindo um público endinheirado que bebe vinho e belisca os canapés japoneses. Couvert a partir de 30 ringgits.

Sábado

10h – Decoração divina

A arquitetura por si só é motivo suficiente para visitar o Museu de Arte Islâmica da Malásia (Jalan Lembah Perdana; 60-3-2274-2020; www.iamm.org.my) de domo turquesa. Construído em 1998, os interiores brancos da estrutura de quatro andares são silenciosos, arejados e saturados de luz natural – perfeitos para contemplação da coleção de arte decorativa islâmica. Após admirar os velhos pergaminhos com caligrafia, as espadas incrustadas de joias e cobertores de cavalo bordados, leve seu entendimento esclarecido do design e iconografia islâmicos à Masjid Jamek (Jalan Tun Perak), uma das mesquitas mais antigas da cidade e com decoração em mármore rosa e marfim.

12h – Canto dos pássaros

Os intermináveis congestionamentos da cidade ganham uma versão divertida no KL Bird Park (920 Jalan Cenderawasih, Lake Gardens; 60-3-2272-1010; www.klbirdpark.com), onde seu trajeto é dividido com íbis escarlates com tons psicodélicos, pavões e pombas-goura-vitória, cujas tiaras de penas azuis fazem seus primos nova-iorquinos desmazelados passarem vergonha. O aviário de 8,5 hectares possui mais de três mil aves representando 200 espécies, sendo que algumas, como o arisco casuar e o falante lório arco-íris, você pode alimentar. Você também pode se alimentar no Ikan Bakar Asli Pak Din (Stall No. 5, Tanglin Food Court, Jalan Cenderasari; 60-12-320-1731), um banca a dez minutos de caminhada que serve um excelente peixe grelhado por 5 ringgits.

Na área de alimentação da Jalan Alor, em Kuala Lumpur, experimente o Cu Cha para pratos como o char kway teow, macarrão chato de arroz frito com moluscos e camarão. Photo: Rahman Roslan/NYT

Na área de alimentação da Jalan Alor, em Kuala Lumpur, experimente o Cu Cha para pratos como o char kway teow, macarrão chato de arroz frito com moluscos e camarão.Photo: Rahman Roslan/NYT

14h – Curso cultural intensivo

Inicie sua excursão pela miscelânea étnica da Malásia na Little India, onde as ruas estreitas pulsam com música de Bollywood, lojas de seda produzem ternos do Punjabi, ambulantes vendem panqueca roti e homens amarram guirlandas de jasmim. Se abasteça com um copo de teh tarik, uma mistura de chá preto e leite condensado, antes de seguir para a vizinha Chinatown, uma área movimentada, com lojas que vendem cópias de bolsas, ervas medicinais e jogos de chá delicados.

Para um momento tranquilo, entre no Templo Sin Sze Si Ya (14a Lebuh Pudu), de 145 anos, um espaço cheio de incenso e lanternas vermelhas onde os budistas vão para ler a sorte. Finalmente, tome um táxi para atravessar a cidade até a tranquila Kampung Baru, onde a vida aldeã malasiana transcorre em palafitas de madeira em tons pastéis, queimadas de sol, cercadas por buganvílias de cor rosa intensa.

19h – Bancas de rua

Apesar de KL contar com uma boa dose de chefs de categoria Michelin, a melhor culinária talvez seja encontrada nas cozinhas de rua, como nos camelódromos. A área de alimentação altamente popular ao longo da Jalan Alor começa a funcionar por volta das 16h, servindo macarrão frito no wok, servido pelando, frutos do mar cozidos na hora e churrascos de dar água na boca até tarde da noite. Experimente o Cu Cha (71-75 Jalan Alor) para pratos como o char kway teow (5 ringgits), macarrão chato de arroz frito com moluscos e camarão. Siga para o W.A.W. Restaurant (7 Jalan Alor) para aquele que pode ser a melhor asa de frango do mundo (4,40 ringgits).

O luxuoso Starhill Gallery, em Kuala Lumpur. Photo: Rahman Roslan/NYT

O luxuoso Starhill Gallery, em Kuala Lumpur. Photo: Rahman Roslan/NYT

22h – Cidade do pecado

Apesar dos esforços do governo malasiano para coibir a bebida alcoólica, impondo um pesado “imposto do pecado”, os bares prosperam em Kuala Lumpur – uma tendência bastante evidente ao longo do trecho da Changkat Bukit Bintang, ou CBB. A rua é margeada por gastropubs irlandeses, danceterias e restaurantes da moda. Entre os pontos mais badalados estão o Werner’s on Changkat (50 Jalan Changkat Bukit Bintang; 60-3-2142-5670; www.wernerskl.com), um bar com tema vermelho e preto de apenas um ano, onde os martinis de maracujá (28 ringgits) são acompanhados por ritmos envolventes. A poucos passos de distância fica o Cloth & Clef (30 Jalan Changkat Bukit Bintang; 60-3-2143-3034) de concreto e tijolos, que atrai jovens belos com bandas independentes ao vivo e DJs. Para uma experiência plena de danceteria, tome um táxi até o Zouk (113 Jalan Ampang; 60-3-2171-1997; www.zoukclub.com.my), um complexo com seis pistas de dança com temas individuais.

Domingo

10h – Conversa no café

As kopi tiam, ou cafés, já foram parte integral da sociedade malasiana, mas são difíceis de encontrar atualmente. Felizmente, o bate-papo em meio a um café não diminuiu no Yut Kee (35 Jalan Dang Wangi; 60-3-2698-8108), que serve kopi peng (café gelado com leite adoçado) desde 1928. Atualmente em sua terceira geração, o café arejado é adorado por seu roti baba (7,50 ringgits), uma panqueca deliciosa recheada com carne de porco desfiada e cebolas, mergulhados em molho inglês.

12h – Loucos por shoppings

Como grande parte do Sudeste Asiático, Kuala Lumpur é um cidade de shoppings – afinal, a temperatura costuma pairar acima dos 30ºC. Há muitas opções, mas entre os mais interessantes está o Sungei Wang Plaza (Jalan Sultan Ismail; 60-3-2148-6109; www.sungeiwang.com), uma meca dos adolescentes, com cerca de 700 lojas vendendo lenços de cabeça coloridos, microminis enfeitadas com lantejoulas, dispensadores de Pez Hello Kitty e camisetas com frases tipo “O Amor é Todo Necessidade” -outro exemplo das convergências exuberantes e imprevisíveis da cidade.

O básico

Para chegar a Kuala Lumpur normalmente é necessário fazer escalas em Hong Kong, Seul ou Doha. Uma viagem de táxi de uma hora até o centro da cidade custa cerca de 90 ringgits, ou US$ 27, com o dólar cotado a 3,30 ringgits; um trem expresso de 30 minutos custa 35 ringgits.

O Mandarin Oriental (Kuala Lumpur City Centre; 60-3-2380-8888; www.mandarinoriental.com/kualalumpur) oferece vistas da silhueta da cidade e quartos com camas king, banheiros de mármore e mesas de cabeceira ornamentadas com orquídeas frescas. Diárias a partir de 539 ringgits, sem incluir impostos.

O Hotel Equatorial (Jalan Sultan Ismail; 60-3-2161-7777; www.equatorial.com) com 270 quartos tem localização central, camas confortáveis, piscina ao ar livre e ótimo serviço. Quartos a partir de 260 ringgits, sem incluir impostos.

Visto americano valerá por 10 anos

A partir do dia 28 de maio, os vistos concedidos para viagens a turismo e negócios para os Estados Unidos passarão a ter a validade máxima de 10 anos. Além disso, as tarifas extras cobradas para os visto de negócios, estudante e intercâmbio para professores visitantes foram eliminadas. Isso, no entanto, não isenta aos solicitantes desses vistos, do pagamento da taxa do visto.

Vale lembrar que o custo do visto americano hoje é de R$ 38 (referentes ao agendamento da entrevista) e de US$ 131 (referentes as taxas para obtenção da autorização de entrada nos Estados Unidos)

Vistos terão reajustes

Outro notícia importante para quem vai solicitar o visto americano é o novo valor da tarifa. A partir de 04 de junho o valor do visto irá aumentar e variar de acordo com o tipo de visto.

Por exemplo: o visto para negócios, turismo, trânsito, tripulantes, estudantes acadêmicos e de intercâmbio e  representantes de meios de comunicação pagarão o valor de US$ 140.

Já o valor do vistos para imigrantes casados com cidadãos americanos será de US$ 350.

Surpreenda-se com a arte e a culinária da Filadélfia, em 36 horas

Reportagem: Jeff Schlegel

New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.

A evolução da Filadélfia de local para passeio de um dia a cidade destino é tamanha que é possível passar um fim de semana prolongado lá sem visitar qualquer endereço do século 18, nem mesmo sentir falta deles. A abertura de restaurantes reforça a crescente reputação culinária da cidade – apesar do obrigatório filé com queijo ainda acertar em cheio. Os bairros em transição oferecem bons endereços para compras e vida noturna, enquanto outras áreas ainda mantêm a postura da antiga Filadélfia.

Alugue uma bicicleta e observe a linda paisagem e remadores deslizando pelo rio Schuylkill. Photo: Mike Mergen/NYT

Sexta-feira

15h30 – Outro prédio famoso

O Salão da Independência pertence às eras; a Prefeitura (ruas Broad e Market; 215-686-2840; www.phila.gov/property) pertence à Filadélfia. Este prédio do século 19, com 167 metros de altura, é mais do que um grande amontoado de granito interrompendo o tráfego no coração da cidade – no seu topo encontra-se uma estátua de bronze de 27 toneladas de William Penn, uma das 250 estátuas de Alexander Milne Calder que ornamentam o prédio por dentro e por fora. Tome o elevador ao topo (US$ 5) para uma vista de 56 quilômetros do mirante.

17h30 – Sem torta de merengue de limão

O Silk City Diner Bar & Lounge (435 Spring Garden Street; 215-592-8838; www.silkcityphilly.com) é um dois em um, com uma boate no piso inferior em um lado, e uma lanchonete-restaurante tradicional do outro, com iluminação vermelha à meia-luz para dar clima. Pegue um lugar no balcão do restaurante e escolha entre a grande seleção de cervejas engarrafadas ou um drinque como o martini de morango Pantera Cor-de-Rosa (US$ 7).

19h30 – Estranho casal

A fusão chinesa-peruana no Chifa (707 Chestnut Street; 215-925-5555; www.chifarestaurant.com) pode matar dois desejos com um prato. O quarto e mais recente restaurante latino do chef e proprietário Jose Garces na cidade, ressalta a chifa, a culinária influenciada pelos imigrantes chineses no Peru do século 19. As refeições começam com bolinhos de farinha de tapioca, uma iguaria quente mergulhada em creme de goiaba batido. O cardápio de pequenos pratos é uma amálgama de sabores – como o chaufa, que mistura arroz frito com chouriço, coberto com soja doce caramelizada (US$ 9). A chupe é uma suculenta sopa de frutos do mar com mexilhões, um camarão inteiro e batatas roxas (US$ 12).

22h – Jogando boliche e lanchando

O Grande Lebowski encontra um lounge elegante no North Bowl (909 North Second Street; 215-238-2695; www.northbowlphilly.com), uma oficina mecânica convertida onde trechos do piso original de concreto e da parede de tijolos se misturam com parede pintadas com cores alegres, arte abstrata e pinos que brilham no escuro. Há 13 pistas de boliche no primeiro andar, quatro pistas no segundo e bares em ambos os andares. A trilha sonora em uma noite recente incluía Blondie e ritmos cubanos; o cardápio oferece tacos de peixe e espetinhos de carne tailandeses e podem curar um caso de fome de fim de noite.

O Silk City Diner Bar & Lounge possui boate e uma lanchonete-restaurante com iluminação vermelha à meia-luz para dar um clima. Photo: Mike Mergen/NYT

Sábado

10h – Labirinto de arte

Alguns lugares não podem ser plenamente capturados apenas por fotos e palavras. Isso resume o Philadelphia’s Magic Gardens (1020-1022 South Street; 215-733-0390; www.philadelphiasmagicgardens.org), um centro de arte e bizarro labirinto ao ar livre de cimento, pneus de bicicleta, garrafas, tecidos, obras de arte e suvenires sem valor. A obra máxima do muralista Isaiah Zagar da Filadélfia é um labirinto de múltiplas camadas e texturas que deixa os visitantes entretidos, talvez confusos. “Eu acho que ele comunica algo, mas não sei o que é”, disse Zagar, que frequentemente perambula por suas criações e ouve perguntas dos visitantes.

11h – Fatia de cor local

Aromas provocantes de linguiças, queijos e doces caseiros enchem o ar ao longo do Ninth Street Italian Market (9th Street, entre as ruas Wharton e Fitzwater; www.phillyitalianmarket.com). Os vendedores de hortifrutis empilham seus produtos sob toldos verdes e vermelhos diante de lojas que vendem especialidades italianas e produtos diversos nesta feira ao ar livre centenária no sul da Filadélfia. Com fome? A Lorenzo’s Pizza (ruas 9th e Christian; 215-922-2540) é uma loja de esquina despretensiosa que serve uma das melhores fatias de pizza da cidade (US$ 1,50 a US$ 2). O segredo: eles não economizam no tempero.

13h30 – Bem-vindo, Galileu

Lembrado por seu modelo gigante de dois andares de um coração humano e outras exibições ligadas à ciência, o Instituto Franklin (222 North 20th Street; 215-448-1200; www2.fi.edu) exibirá “Galileu, os Médicis e a Era da Astronomia” até 7 de setembro de 2009 (US$ 20,75 para adultos, US$ 19,75 para aposentados, US$ 14 para crianças de 4 a 11 anos). A exposição destaca as realizações de Galileu e exibe alguns de seus instrumentos, incluindo um de seus dois telescópios restantes. Também em exibição estão pinturas, gravuras e manuscritos da coleção Médici.

16h – Mais que tecidos

A Fabric Row (4th Street, entre as ruas South e Catherine) há muito é o local onde comprar uma bobina de tecido. As lojas de tecidos ainda empilham seus produtos, mas elas dividem a rua com estúdios de tatuagem e uma mistura eclética de varejistas neste animado bairro de Queen Village. A Armed & Dangerous (623-25 South 4th Street; 215-922-4525) vende produtos de “estilo gótico romântico”, juntamente com uma variedade de máscaras de baile venezianas importadas (de US$ 25 a US$ 300). A Bus Stop (750 South 4th Street; 215-627-2357; www.busstopboutique.com) é especializada em calçados de grife da Europa e América do Sul, incluindo a marca Coclico, desenhada na França e fabricada na Espanha, e a marca ecológica Terra Plana.

20h – O quê, sem canja de galinha?

Situado em um prédio quadrado com vão livre na Society Hill e nas cores da pedra de Jerusalém, o Zahav (237 St. James Place; 215-625-8800; www.zahavrestaurant.com) oferece receitas israelenses e uma boa dose de pratos do Norte da África e do Oriente Médio. O cardápio de degustação é um bom começo para os não iniciados – primeiro uma tigela de homus cremoso e um grande pão chato redondo feito em casa, seguido por três pequenos pratos e então a sobremesa (US$ 36). O Sabra é um saboroso frango grelhado servido com cuscuz leve; a salada é um pot-pourri de oito pratos pequenos, que inclui cenouras marroquinas picantes temperadas com cominho e pimentas, que faz sua boca apitar.

22h – Faça a viagem

Se o seu lance é absinto, o lounge no segundo andar do Time (1315 Sansom Street; 215-985-4800; www.timerestaurant.net) oferece cinco versões da bebida (de US$ 11 a US$ 16,50), que era a preferida entre os artistas parisienses do século 19 e, até recentemente, era proibida nos Estados Unidos. Se não for o seu lance, o uísque bar no andar de baixo oferece cerca de 75 scotches e outros uísques. Em um recente fim de noite no salão de jantar do outro lado da sala de espera, uma banda de jazz com sete integrantes fazia uma apresentação ruidosa, com alguns membros fazendo uma pausa no meio da música para se misturarem com o público antes de retornarem ao palco.

O clima divertido do Grande Lebowski faz dessa lanchonete-boliche um ótimo lugar para ver os amigos e matar a fome no fim de noite. Photo: Mike Mergen/NYT

Domingo

9h30 – Não desligue o despertador

Três das certezas da vida: morte, impostos e uma longa espera por mesa para o brunch no Sabrina’s Cafe (1804 Callowhill Street; 215-636-9061; www.sabrinascafe.com). Mas se acordar cedo você poderá reduzir a espera. As porções são grandes, o café é bom e os garçons são prestativos. O Barking Chihuahua Breakfast Burrito (US$ 9) é um mistura mexicana que mantém uma pessoa satisfeita o dia todo; o Sabrina’s até mesmo serve um filé vegetariano com queijo, se algo assim realmente existe (US$ 9). Mas, falando sério, chegue cedo.

11h – Passeio no rio

Siga para o Museu de Arte da Filadélfia (26th Street e Benjamin Franklin Parkway; 215-763-8100; www.philamuseum.org) e tire uma foto ao lado da estátua de Rocky. De lá, caminhe atrás do museu até a Breakaway Bikes (215-568-6002; aberta aos fins de semana de abril até outubro) para alugar uma bicicleta (US$ 10 por hora, capacete e cadeado inclusos) e passear pela trilha paralela ao rio Schuylkill. Observe os remadores enquanto deslizam pelo rio e aprecie algumas das 200 esculturas do parque.

O básico

O Aeroporto Internacional da Filadélfia é atendido pela maioria das companhias aéreas. A maioria dos endereços-chave fica a uma distância de caminhada ou a uma rápida viagem de táxi do centro. A Amtrak possui uma linha de trem frequente entre a Penn Station de Nova York e a 30th Street Station na Filadélfia. Uma recente pesquisa online revelou passagens de ida e volta a partir de US$ 90.

The Independent (1234 Locust Street; 215-772-1440; www.theindependenthotel.com) é um hotel butique com 24 quartos em um prédio de estilo neogeorgiano reformado em Center City. Alguns quartos têm lareiras, outros têm paredes de tijolos e tetos de catedral. Diárias a partir de US$ 169.

The Alexander Inn (301 South 12th Street; 215-923-3535; www.alexanderinn.com) oferece 48 quartos elegantes com motivo déco. As diárias neste hotel de Center City são a partir de US$ 129 para um quarto duplo. É recomendado fazer reserva com um mês de antecedência.

Outro hotel em Center City, o Courtyard Philadelphia Downtown (21 North Juniper Street; 215-496-3200; www.marriott.com) oferece 498 quartos em um prédio reformado de 1926. Diárias a partir de US$ 189.

Novas regras para a aviação nos Estados Unidos

Reportagem: Susan Stellin

New York Times

Clique aqui para ver a matéria no site do New York Times.

Fique por dentro dos novas regras da aviação cívil nos Estados Unidos que visa proteger os direito dos passageiros frente ao descaso das companhias aéreas.

The federal government is taking a stronger hand in regulating how airlines treat passengers, and new rules limiting long tarmac delays are just the first step.

“I don’t know of another time in the department’s history when we’ve stood up for passengers and said enough is enough,” said Transportation Secretary Ray LaHood, mentioning the overnight stranding of passengers on a plane in Rochester, Minn., last summer as the tipping point prompting government action.

“There were actually personnel in the terminal who could’ve let people off the plane — that was ridiculous,” Mr. LaHood said.

Even before the latest rules, which went into effect April 29, the government had fined airlines for violations of existing regulations that cover baggage-reimbursement policies, fare advertising and compensation when passengers on over-booked flights are denied boarding.

It seems carriers may be getting the message. Although airline executives predicted “unintended consequences” and widespread cancellations if planes were required to return to the terminal after sitting on the tarmac for three hours, there have been no reports of this happening in the two weeks after the rule took effect. And tarmac delay problems have declined significantly ever since government officials signaled they would take action after the Rochester incident.

In fact, other provisions in the new rules may ultimately have an even bigger impact on travelers. The Transportation Department is also requiring carriers to better inform passengers about frequently delayed flights before a ticket is purchased, improve processes for dealing with complaints and develop more transparent customer service plans.

Other rules regarding topics like baggage fees and fare advertising are in the works, and the Transportation Department expects to issue a proposal in June soliciting comments on its next round of regulations. Here’s an overview of what’s been adopted so far, and what’s under consideration.

No More Nights On the Tarmac

If an aircraft sits on the tarmac, airlines now have to give passengers the option to deplane after three hours (with exceptions for safety and security), and offer snacks and drinking water at the two-hour mark. They must also maintain working lavatories and provide medical attention, if necessary, and publish plans outlining how they will deal with lengthy tarmac delays.

Since the most egregious examples of passengers being stuck inside a plane on the tarmac have occurred because lower-level employees did not know what to do or even whom to call, the requirement to have a plan — and a designated airline representative to make decisions — may be the most effective way to prevent further headline-grabbing embarrassments. The three-hour time limit applies only to domestic flights; for international flights, carriers can set their own time limit but must disclose it in advance.

Late-Flight Records Will Be Exposed

The Transportation Department granted airlines a 60-day extension on a less-publicized new rule: a requirement that carriers publish each flight’s on-time record and how often it has arrived more than 30 minutes late within their search results. Special note will be made of flights that have arrived more than a half-hour late more than half the time. Airlines will also have to indicate the cancellation rate for any flight canceled more than 5 percent of the time.

Although the rule takes effect in late June, carriers will have until late July to begin publishing this information, since it is based on the previous month’s statistics for each flight. This provision may end up reducing delays: if travelers start choosing flights based on a flight’s on-time record and avoiding flights that are frequently late, airlines will have to correct unrealistic schedules. The Transportation Department has also deemed it “an unfair and deceptive practice” to continue operating a chronically delayed flight and will fine airlines that do so.

Complaining Will Be Easier

Another less-publicized new rule is that carriers now have to publish contact information for consumer complaints on their Web sites and on all e-ticket confirmations. The Transportation Department has also redesigned its aviation consumer protection Web site, airconsumer.dot.gov, to make it easier for passengers to file complaints.

While it may seem like filing a complaint to a government agency is a futile exercise, it’s not, and may be more effective than complaining to the airline. Transportation officials say they review every complaint and investigate when there’s a clear violation of government rules or a pattern of misbehavior that needs to be addressed, and sometimes these investigations result in financial penalties to the airline. The complaints also help investigators spot emerging problems that may require further regulation, such as whether airlines should have to refund checked baggage fees if a passenger’s luggage is lost or late.

Charges Should Be Fair and Transparent

Even before the new rules went into effect, the Transportation Department was working on another set of proposed regulations, which it plans to announce and open for public comment in June. Among the topics under consideration: how extra fees — such as for baggage or seat reservations — are disclosed, how fares are advertised and how and when airlines should provide alternative transportation for passengers on canceled flights. Also under discussion is the possibility of prohibiting airlines from pre-selecting extra options for passengers buying tickets (like travel insurance), so that consumers don’t have to un-check a box to avoid paying additional charges.

Kate Hanni, founder of Flyersrights.org, the advocacy group that pushed for the tarmac delay rule, said that she had been communicating with legislators and transportation officials about addressing these and other issues for many months. Although it took years to get the tarmac delay rule adopted, she believes government action is key to getting the airlines to change.

“This is the only way we’re going to see any meaningful change in the way airline passengers are treated,” she said.

Stay tuned for the next round of regulations.

Viajante Frugal em São Francisco

Confira as dicas do Viajante Frugal do New York Times para você viajar tranquilamente com uma criança.

Pilotando um Nascar

Recebemos essa dica por e-mail. Agradecemos ao viajante e amigo Oliver pela mensagem.
Amantes da velocidade, preparem-se!
Os visitantes do Disney World, em Orlando, no Richard Petty Driving Experience pode ser passageiro ou pilotos de um NASCAR.
Isso mesmo: um NASCAR.
No entanto, é preciso ter mais de 16 anos para passageiros e 18 para pilotar essa máquina, além de participar de um treino especial.
Os valores variam de US$109 a US$1299, de acordo com o número de voltas dadas pelo visitante.
Para saber mais, acesse: http://www.1800bepetty.com

Melhor cachorro quente do mundo

Uma das minhas comidas preferidas é um simples cachorro-quente. Não há cidade que eu visite que não procure um bom hot dog.

Descobri deliciosos hot dogs em Buenos Aires, Santiago, Montevideo, Milwaukee, Kentucky, Indianápolis e Boston.

Mas até hoje eu nunca comi um hot dog tão bom quanto o do  Hot Doug’s, em Chicago.

Procurei lembrar disso durante muito tempo, até que, do nada, pensando em preparar um cachorro-quente para lanchar, lembrei do nome do restaurante. Por um momento senti uma lágrima cair.

Procurando na internet enfim, localizei  o endereço do  melhor cachorro-quente do mundo! Hot Doug’s.

Um dos destaques do restaurante é o hot dog de Foie Gras! Eu prefiro o tradicional.

Ah! Quase esqueci. A batata frita do Hot Doug’s é feita à moda antiga: frita em óleo de pato. Deliciosa!!

Então fica a dica: Se for a Chicago e quiser  comer o melhor hot dog do mundo: Vá ao Hot Doug’s

The Sausage Superstore and Encased Meat Emporium
3324 North California, Chicago, IL 60618
Phone: (773) 279-9550  - Fax: (773) 279-9553

Aberto de segunda-feira a sábado das 10h30 às 16h. Fechado aos domingos.

Diego Fontenele é Relações Públicas e CEO do Blog de Viagens. Escreve semanalmente para a coluna Viajando na Maionese. É apaixonado por gastronomia e por todo tipo de viagem.

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