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Seguro Viagem: Indispensável!

Sempre que nos preparamos para uma viagem deveríamos fazer um check-list, uma lista com o que levar e, principalmente, o que não esquecer.

Escova de dente. Ok. Tênis já amaciado. Ok. Roupa para frio. Ok. Casaco. Ok. Seguro viagem. Ops! Esqueci

Dos itens acima, diria que o seguro viagem é o mais importante. Claro, se você vai a São Petersburgo na Rússia em pleno inverno é bom não esquecer o casaco também.

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Muitas pessoas só se dão conta de que deveriam ter feito um seguro viagem quando, infelizmente, algo acontece em sua viagem dos sonhos.

Com a facilidade em se contratar esse serviço, o seguro viagem virou item obrigatório em qualquer lista de viagem. Afinal, o dinheiro que você gastaria em seu passeio deveria ser em presentes e não em caríssimas contas de hospital ou clínicas médicas. Imagine quantos perfumes, em Paris, você compraria com 30 mil dólares?

Vamos esclarecer um pouco mais como funciona o seguro viagem.

Primeiro, vai a dica: antes de viajar faça um check-up completo com seu médico. Segundo: entre em contato com seu plano de saúde para ver se na região onde você vai estar há cobertura.

Em seguida verifique com seu cartão de crédito se ele disponibiliza seguro viagem. Caso sejam negativas as respostas anteriores, você terá que contratar mesmo um seguro.

Alguns países da Europa que assinaram o Tratado de Schengen (Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Finlândia, França, Grécia, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Áustria, Portugal, Espanha e Suécia) exigem que os visitantes portem seguros-saúde com cobertura mínima de 30 mil euros para adentrar suas fronteiras. Se for praticar esportes radicais, é preciso a cobertura contra acidentes.

Mas como funciona o seguro-viagem? Simples, da mesma forma que funciona o seu plano de saúde aqui no Brasil. Se você adoecer ou precisar de uma consulta com um médico a empresa paga suas despesas. E mais: normalmente o seguro viagem disponibiliza outros benefícios como assistência para extravio de bagagem, assessoria jurídica, perdas de documentos e cartões de crédito, traslados por motivo de enfermidade ou acidente, assistência a atrasos ou cancelamentos de vôos. Cada empresa oferece seus próprios serviços, então pesquise muito bem.

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Antes de contratar o seguro, verifique se a empresa oferece cobertura odontológica e de remédios e, principalmente, qual o teto, o máximo que o plano cobre com os gastos médicos e se ele, inclusive, cobre internação. Então, atenção na hora de assinar o contrato.

Mas, com tantas opções no mercado, qual a melhor? Particularmente, e sugiro a todos, que de preferência aquelas operadoras com atendimento 24h e falado em português, afinal, em momentos críticos o melhor mesmo é falar sua língua nativa. E, mesmo que gaste um pouco mais, contrate o plano com limite maior e com transporte emergencial.

Não esqueça de verificar também se existem médicos e hospitais credenciados próximos dos locais onde você vai estar em sua viagem.

A seguir, listamos as principais operadoras de seguro-viagem

Uma informação que poucos sabem é que um segurado INSS e seus dependentes tem direito a assistência médica gratuita em Portugal, Espanha, Grécia, Itália, Uruguai, Argentina, Chile e Cabo Verde. Para desfrutar dela é necessário, antes de embarcar, solicitar o Certificado de Direito a Assistência Médica Durante Estadia Temporária no Departamento Nacional de Auditória do SUS de sua cidade. Para saber a localização do departamento mais próximo de sua residência, ligue para esses  telefones: (61) 448-8372, (61) 448-8374 e (61) 448-8376. Leve originais e copias de seu passaporte, comprovante de residência no Brasil, três últimos comprovantes de contribuição do INSS (Três últimos contracheques, carteira de trabalho ou guia de recolhimento da Previdência Social) e passagem. Para segurar os dependentes, leve também as certidões de nascimento deles. Faça esse pedido com antecedência. O certificado leva em torno de 3 dias para ficar pronto. Simples, certo?! E Caso precise de assistência médica em sua viagem, basta comparecer a rede pública de saúde dos países acima listados levando, claro, o certificado.

Dirigindo pelo exterior

Fique por dentro de todas as exigência que cada país faz para que os estrangeiros possa dirigir em seus territórios.

Muitos perguntam sobre que condições os brasileiros podem dirigir em países estrangeiros. A melhor resposta é que: não há uma regra única válida em todos os países. Em diversas nações, como o Reino Unido, por exemplo, é possivel guiar somente com a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Em alguns é necessário o PID ( Permissão Internacional para Dirigir); Em outros, é preciso portar os dois documentos e em alguns casos, como o  Japão, por exemplo, um estrangeiro não pode dirigir em hipótese alguma.

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Antes de saber se o país visitado exige a PID para que você possa dirigir por lá, que tal descobrir como tirar ela aqui no Brasil? Para tirar o documento é necessãrio que você compareça ao Detran de sua cidade munido de 2 cópias da CNH, formulário de requerimento da PID preenchido (Obs: para saber onde retirar o formulário, acesse o site do Detran de sua cidade ou entre em contato com ele por telefone) e o comprovante de pagamento da salgada taxa de R$ 174,35. A PID é aceita em mais de 100 países, é padronizado pela Convenção de Viena e dispõe das informações do condutor em sete idiomas.

Vale a dica para quem requisitar a PID: Não esqueça de levar junto sua CNH para comprovar que a Permissão é verdadeira.

Abaixo segue a lista de países que aceitam a PID, segundo o site do Detran-SP:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Angola, Argélia, Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaidjão, Bahamas, Barein, Belarus (Bileo Rússia), Bélgica, Bolívia, Bósnia-Herzegóvina, Bulgária, Cabo Verde, Cazaquistão, Chile, Cingapura, Colômbia, Coréia do Sul, Costa do Marfim, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, El Salvador, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Estados Unidos, Estônia, Federação Russa, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Gana, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Kuweit, Letônia, Líbia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Marrocos, México, Moldávia, Mônaco, Mongólia, Namíbia, Nicarágua, Níger, Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), República Centro-Africana, República Democrática do Congo, República Checa, Republica Dominicana, Romênia, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia e Montenegro, Suécia, Suíça, Tadjiquistão, Tunísia, Turcomenistão, Ucrânia, Uruguai, Uzbequistão, Venezuela e Zimbábue.

Sendo exigido ou não naquele país, há uma certa unanimidade: ter a PID sempre ajuda.

Alguns casos especiais

Aruba: o condutor precisa ter entre 21 e 70 anos. Aceita a CNH

Portugal: CNH vale por três meses.

Reino Unido: CNH vale por um ano.

EUA: Melhor levar a PIDe a CNH. Cada estado tem um jurisdição diferente.

Jamaica: Precisa ter 25 anos e exige a PID e a CNH

Suriname: É preciso que o estrangeiro registre a PID ea CNH em um posto da polícia local.

China:Estrenageiros não podem dirigir.

Japão: Proibe estrangeiros de digirir

Canada: Melhor levar a PID e a CNH. E ainda pede uma tradução juramentada da CNH.

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