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Travelers Cheques

Uma forma bastante simples, prática e segura de viajar para o exterior, e não ficar com aquela preocupação com dinheiro nos bolsos, é utilizando os Travelers Cheques (TC´s).

Os Travelers Cheques são similares a dinheiro e estão disponíveis em diversas moedas, (Euro, dólar, libra esterlina e outras;), valem indefinidamente e em quase todos os países do mundo.

Uma das muitas vantagens de utilizar os Travelers Cheques é a sua segurança. Caso tenha seus TC´s extraviados, danificados ou roubado, você receberá em 24h, onde estiver, o reembolso de seus cheques.

Outra vantagem é  a de não ter prazo de validade. Eles nunca expiram. Sendo assim, você pode planejar sua viagem aos poucos, comprando seus TC´s quando o câmbio estiver mais favorável.
Pensando nisso resolvemos montar um guia básico para quem vai viajar e usar essa moeda no exterior.
Com a introdução do Visa Travel Money (VTM) os Travelers Cheques perderam um pouco de espaço, mesmo assim, milhões de pessoas continuam utilizando-os para suas viagens.
Para ver outras forma de levar seu dinheiro com segurança, clique aqui e conheça o Visa Travel Money (VTM)

Os Travelers Cheques podem ser usados tanto para:
  • Efetuar compras de bens/serviço em estabelecimentos conveniados como restaurantes, hotéis, lojas;
  • trocar pela moeda local de seu destino;
Para trocar seus Travelers Cheques por moeda local, basta se dirigir as casas de câmbio e estabelecimento que aceitam e trocam os TC´s. Lembre-se, porém, que poderá ser cobrada uma taxa de comissão que varia de país e local de troca
Não esqueça também de levar sempre o recibo de compra original. Conhecemos casos de pessoas que, em plena Paris do Século XXI, não conseguiram trocar seus TC´s por não portarem o comprovante de compra.
Já para efetuar compras de produtos/serviços com seus Travelers Cheques basta apresentá-los no estabelecimento.
Caso queira entrar em contato com a Visa Travelers Cheques, clique aqui.
Para encontrar uma lista de estabelecimentos que aceitam os Travelers Cheques, clique aqui.

Como organizar sua mala de viagem

Cidadão do Mundo

Após ler essa matéria da Revista Época decidimos publicá-la aqui no Blog de Viagens. Recebemos diariamente muitos e-mails com dúvidas sobre aquisição de novas cidadanias. Esperamos que sejam úteis as informações!

Reportagem da Revista Época. Clique aqui para ler.

O valor da anuidade na universidade americana de Yale, uma das mais concorridas do mundo, depende da nacionalidade do aluno. O cidadão americano paga, em média, 50% menos que os estrangeiros. Vantagem parecida leva um europeu em uma disputa de emprego na Inglaterra. Para se candidatar a uma vaga divulgada na última semana na empresa de energia inglesa BG Group, exigia-se – além de fluência em inglês, experiência internacional e boa formação acadêmica – cidadania europeia. Logo, a forma de concorrer em condições de igualdade é ter a segunda ou terceira cidadania. Saiba como obtê-la, assim como as vantagens e os riscos de ter vários passaportes.

A cidadania abre portas – e muitas – para os estrangeiros. Ao se tornar cidadão de algum membro da União Europeia, você poderá estudar, trabalhar e morar em qualquer um dos 27 países que dela fazem parte. Sem trâmites burocráticos. “As fronteiras ficam menores. As possibilidades se multiplicam”, diz a advogada Andrea Girello, especialista em obtenção de cidadanias europeias.

Para quem não tem a cidadania herdada de antepassados e tem um país como meta, a dica é começar pelo domínio do idioma. O publicitário Fernando Hudson sempre foi fascinado pela Alemanha. Visitou o país quatro vezes na adolescência e estudou a língua, que passou a dominar. Foi ela que facilitou seu acesso. Fernando navegava por sites de emprego da Alemanha e se cadastrou em vários deles. Menos de um ano depois de se formar em publicidade, estava trabalhando no país com um visto provisório, que foi renovado até ele obter a cidadania. Hoje, mora em Berlim e compõe jingles em alemão.

Outra forma de encurtar o caminho da cidadania é oferecer ao país o que ele mais precisa. Joanna Magalhães é graduada em informática. Ela sonhava em se mudar para a Nova Zelândia, país que facilita a entrada de profissionais nessa área. Saiu do Brasil com emprego garantido e visto de residência permanente. “É preciso estar atento à demanda por profissionais”, diz Joanna. “Muda o tempo todo. Em algum momento podem estar procurando alguém de sua área.” Mas Joanna avisa que o processo exige perseverança: “Eles quiseram ter certeza de que eu não estava interessada apenas no seguro-desemprego vitalício e nos excelentes serviços de saúde e educação do país”.

Pedidos de segunda cidadania aumentaram 30% nos últimos cinco anos, de acordo com um estudo feito por organizações que monitoram a imigração, entre elas o Escritório de Cidadania e Naturalização dos Estados Unidos. Mas muitos dos brasileiros que procuram outros passaportes não querem sair do país. A demanda por outras cidadanias não tem relação direta com imigração. O chef Carlos Bertolazzi, por exemplo, pretende expandir seus negócios em São Paulo. Mas, para isso, ele diz que ajuda ter trânsito livre lá fora. O passaporte italiano de Bertolazzi foi decisivo para que conquistasse uma vaga em um trabalho na Espanha, ao lado do lendário chef espanhol Ferran Adrià. A cidadania europeia também deu acesso a cursos abertos apenas para cidadãos europeus.

Bertolazzi é descendente de italianos. O empresário e pastor Marcello Malizia também. Ele migrou para Londres com a família sem dificuldades. Como cidadão europeu, pode morar onde tiver as melhores condições de emprego. Ganha a vida com transporte de vans na Inglaterra, mas pode ir atrás de oportunidades melhores. “Estou sempre atento ao que acontece nos outros países da Europa”, afirma. “As fronteiras deixaram de ser obstáculos.”

A cidadania mais difícil de ser adquirida é a americana. Para conseguir o green card, o bancário paulista Alexandre Figueiredo fez graduação e trabalhou mais de dez anos nos EUA. Descendente de portugueses, hoje tem tripla cidadania. E transmitiu as três a suas duas filhas. “São americanas, brasileiras e portuguesas”, diz. “Poderão estudar e trabalhar onde quiserem.”

Autoridades americanas e europeias estão cada vez mais atentas a golpes imigratórios. No último ano, nos EUA, a polícia identificou mais de 200 estrangeiros com casamentos arranjados. Eles não só perderam o green card, como a chance de voltar ao país. Se a sorte não ajudou com um ascendente americano ou europeu, a melhor alternativa é tentar um intercâmbio de estudos e trabalho.

Nota: Clique na imagem para ampliar.

36 horas em Bordeaux

The scene at the retro-trendy L’Apollo Bar on Place Fernand Lafargue - Photo: Ed Alcock/The New York Times

Reportagem: Seth Sherwood /New York Times

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.

TASTING notes for the 2004 Bordeaux — the stony French city, not its famous wine — might have read something like this: lifeless and bland; aromas of dirt and dust; a once majestic city well past its prime. But recent years have shown real progress. Today’s Bordeaux is smooth and elegant, thanks to reclaimed docklands and a beautification effort that is removing centuries of soot from its venerable squares and medieval churches. There’s also a new liveliness, including avant-garde art spaces and fledgling concept stores. Throw in some stellar upstart restaurants and innovative wine bars, and Bordeaux sparkles once again.

Friday

4 p.m.
1) EXHIBIT A, HARBORSIDE

Start your explorations of Bordeaux by riding the futuristic tram system to the Bassins à Flots, a once seedy harbor that has been cleaned up and is now home to the city’s most innovative galleries. Cool exhibitions take place at Fonds Régional d’Art Contemporain (Hangar 2, Quai Armand Lalande, 33-5-56-24-71-36; frac-aquitaine.net), a gallery run by the regional governmental body that collects works by contemporary artists in France and beyond. In the same building is Arrêt sur L’Image (33-5-56-69-16-48; arretsurlimage.com), a gallery specializing in works on paper and furniture design. And Le Garage Moderne (1, rue des Étrangers , 33-5-56-50-91-33; legaragemoderne.org) is a junk-filled hangar with an auto-repair shop and raw contemporary art gallery under the same roof.

6 p.m.
2) PANTALONS ET PASTIS

The left bank of the Garonne River waterfront is another 21st-century urban-planning success story. Old warehouses are home to outlet stores (Quai des Marques), an ultrathin miroir d’eau (mirror of water), constructed in 2006, reflects the grand Place de la Bourse, and the waterfront is dotted with cafes. For a drink, order a pastis at L’Ibaïa Café (Quai des Chartrons; 33-5-56-00-45-35; ibaiacafe.fr), where you can watch the sunset and the river flow past amid pulsing house music.

9 p.m.
3) GLUTTONY

Strange things happen to olive oil at Septième Péché (65, cours de Verdun, 33-5-56-06-42-16; 7peche.fr), a year-old jewel-box restaurant whose arch moniker means the Seventh Sin. Sometimes it’s served in a syringe — no needle — so you can drench your bread. Sometimes it comes in the form of illicit-looking white powder. Is there an addict in the kitchen? No, just Jan Schwittalla, a 20-something German chef whose fun takes on regional specialties (for example, molded bars of foie gras topped with gel of bonito tuna and escargot) are unmistakably habit forming. Tasting menus at 39, 49 and 75 euros, or about $46, $57 and $88 at $1.17 to the euro.

11 p.m.
4) SMOKE AND ICE

There sure is a lot of smoke coming out of people’s mouths at the Ice Room (Hangar 19, Quai des Marques; 33-5-57-00-10-15; iceroom.fr), a vaulted, white club that opened last year. Of course, there are the smokers, puffing away on Gauloises within a glass-walled smoking lounge. But behind another fish tank wall of glass is a spacious ice bar, where parka-clad partiers indulge in vodka (20 euros for 20 minutes; drinks included). In between, young professionals crowd the main bar, ordering the house cocktail, Sex at the H19 (vodka, Chambord, Midori, pineapple juice and cherry juice; 9 euros) — a reference to the bar’s home in Hangar 19.

Map Bordeaux

Saturday

11 a.m.
5) DOWDY TO HIGH DESIGN

Until this year, the Musée des Arts Décoratifs (39, rue Bouffard; 33-5-56-10-14-00) was a museum that only a grandmother could love: a dainty dollhouse of period rooms filled with harpsichords, antique vases and other relics of Bordeaux’s past. Then a new wing devoted to 20th- and 21st-century design opened, offering yet another symbol of the city’s playful rejuvenation. Some of the more decadent highlights, many from French designers, include a 1980s Baroque-Dadaist aluminum and wood “Lola Mundo” chair from Philippe Starck; a fuzzy, Chia Pet-like “Tactoris” dresser by Christian Astuguevieille; and a disjointed checkerboard mirror by Andrée Putman. Global design titans, from Ron Arad to Ettore Sottsass, also make cameos.

1 p.m.
6) FAKE FOREST

This year’s gold medal for Bordeaux wine bars easily goes to L’Autre Petit Bois (12, place du Parlement; 33-5-56-48-02-93), whose kitsch-cool design and unstuffy attitude breathe new life into a shopworn Bordeaux institution. Under the shade of leafy (and artificial) indoor trees, a crowd of 20- and 30-something diners tuck into tomatoes with mozzarella (5.60 euros), goat cheese salads (7.50 euros) and toasted bread tartines (5 to 8 euros). Just as surprising is the wine list. There’s a terrific La Rose Pauillac (7 euros) as well as wines from — gasp! — English-speaking nations like the United States and Australia.

3 p.m.
7) MADE IN FRANCE

Underdressed? Concept stores and clubwear boutiques have inundated the area around Place Fernand Lafargue. Recent arrivals include OK Daddy (31, rue Ste.-Colombe, 33-5-56-81-02-20; ok-daddy.com), a gallery, bookshop and clothing emporium that sells its own stretchy rayon jerseys with thin Indonesian python collars, as well as men’s T-shirts and windbreakers by the Marseille label Kulte. It joins Le Rayon Frais (31-33, rue St.-James; 33-5-33-51-10-55; lerayonfrais.fr), a street-wear shop that sells black jeans from Bleu de Paname and flannel shirts by Bérangère Claire — both French labels.

6 p.m.
8) VENDING VINO

Welcome to the future of wine tasting. Buy a tasting card (25, 50 or 100 euros), slip it into a high-tech Enomatic vending machine, choose from eight Bordeaux wineries, pick a size (2.5, 5 or 7.5 centiliters), put your glass under the spout, press the button and voilà: out comes a top vintage, kept at ideal temperature and free from over-oxygenation. Such is the routine at the Max Bordeaux Wine Gallery and Cellar (14, cours de l’Intendance; 33-5-57-29-23-81; maxbordeaux.com), which opened last year. Selections in the minimalist white tasting room include a Cheval Blanc that is 27 euros for a small dose, 688 euros for the bottle.

8 p.m.
9) LAMB, THREE WAYS

The chef François Adamski has the Midas touch. He’s been awarded two of France’s top culinary prizes, the Bocuse d’Or and Meilleur Ouvrier de France — one of only two people to achieve both — and this year his very white, very elegant new restaurant, Le Gabriel (10, place de la Bourse; 33-5-56-30-00-80; bordeaux-gabriel.fr), grabbed its first Michelin star after barely a year of existence. Credit the fine-tuned French menu with international accents. Mediterranean France and southwestern Basque country meet in the squid stuffed with risotto, candied tomatoes and peppers. Lamb, meanwhile, sometimes gets served three ways simultaneously (a succulent gigot, a roasted crispy-salty rack and a proletarian sausage) with a purée of dates, nuts and cumin. A three-course dinner for two, without wine, runs about 140 euros.

11 p.m.
10) BORDEAUX BEATS

Stevie Wonder, Isaac Hayes and the Meters all haunt L’Apollo Bar (19, place Fernand Lafargue; myspace.com/lapollobar), at least in musical form. Young women in thrift-store finery and scruffy young men shoot pool, hobnob and drink pints of Paulaner at this retro-trendy bar. For electronic tunes, pop into the nearby Azuli (55, cours d’Alsace-Lorraine; 33-5-56-79-39-46), where D.J.’s in a second-floor booth preside over the Baroque room, spinning electro, minimalist house and other clubby beats.

Sunday

11 a.m.
11) MARKET CRASH

Sunday is market day in Bordeaux. The fashionable Marché des Quais (Quai des Chartrons, 8 a.m. to 4 p.m.) is a foodie haven and a fine place to feed on fresh oysters (six for 5.50 euros at Huîtres Marennes Oléron; 33-5-46-36-09-10). For a splash of color, hit the Marché St.-Michel (near St.-Michel church, 8 a.m. to 2 p.m.). Situated in a mostly North African quarter of the same name, the market is a chaotic jumble of vintage luggage, Depression-era scrap metal, 1950s radios and rusted French street signs. It’s yet another facet of an evolving city.

IF YOU GO

Air France, Alitalia, Delta, Iberia and KLM all offer one-stop service from New York to Bordeaux. According to a recent Web search, Air France has flights from Kennedy Airport, with a connection in Paris, starting at around $1,150, for travel in July.

Opened in 2009, L’Avant Scène (36, rue Borie; 33-5-57-29-25-39; lavantscene.fr) is a stylish nine-room hotel in an 18th-century stone town house just off the waterfront. Doubles from 99 euros (about $116).

Reopened in 2008 with splashy neo-Napoleonic styling, the 150-room Regent Grand Hotel Bordeaux (2-5, place de la Comedie, 33-5-57-30-44-44; theregentbordeaux.com) presides over Bordeaux’s most famous square and houses the Michelin-starred Le Pressoir d’Argent restaurant. Doubles from 260 euros.

Vulcão fecha novamente aeroportos na Europa

Fonte: O Globo: Clique aqui

Neste domingo, foram os aeroportos do norte da Itália que precisaram ser fechados por conta da nuvem de cinzas do vulcão islandês Eyjafjallajokull, que chega à região. Por volta das 8h (3h no horário de Brasília), teve início o bloqueio de voos, que deve durar até 14h. Estão fechados os terminais Linate e Malpensa, em Milão, além dos de Bérgamo, Turim, Gênova, Bolonha, Verona, Pisa e Florença. Os aeroportos de Veneza, Trieste e Rimini seguem abertos.

Segundo especialistas, a nuvem deve comprometer o espaço aéreo italiano até o fim da tarde. Depois, ela segue em direção aos Bálcãs, Grécia, Alemanha e Áustria. Os voos no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, não foram afetados até o momento.

Foto do Eumetsat mostra a nuvem de cinzas, uma mancha laranka e vermelha, saindo da Islândia (em cima), passando pelo Atlântico e chegando à Europa pela Península Ibérica neste domingo. (Foto: Reuters)

A Eurocontrol, autoridade europeia de aviação, informou que cerca de 40% dos voos entre a Europa e a América do Norte sofreram atrasos ou foram cancelados neste sábado, depois que as cinzas vulcânicas se elevaram até 9,1 quilômetros de altitude e cobriram uma área de dois mil quilômetros.

Na Espanha, os aeroportos reabriram neste domingo, mas o fechamento de 20 terminais no sábado prejudicou cerca de 40 mil passageiros e fez o governo reforçar outros serviços, como os trens. Na França, pelo menos 20 voos foram cancelados. A companhia Ryanair suspendeu partidas e chegadas em Marselha. Já a Easyjet cancelou voos em Nice, no sul do país. Em Portugal, pelo menos 104 voos foram suspensos neste sábado. O aeroporto do Porto, que foi fechado, só deve ser reaberto até o meio-dia deste domingo, segundo o site G1.

No começo da semana, os espaços aéreos da Irlanda, da Irlanda do Norte e partes da Escócia foram afetados pelo problema. No mês passado, nuvens de cinzas vulcânicas vindas da Islândia provocaram o fechamento de aeroportos europeus por seis dias. Cem mil voos foram cancelados e estima-se que a indústria da aviação possa ter sofrido prejuízos de quase US$ 6 bilhões.

Pós-Graduação na França

Viagens de Trem pela Europa

A previsão de que, nesta quinta-feira, o tráfego aéreo na Europa volte a funcionar normalmente é bastante animadora, diante do cenário caótico em que o continente se encontrava até então. Mas ainda assim, todas essas alterações nos voos, em função da erupção do vulcão, continuam sendo um grande transtorno para quem precisa se deslocar.

Pensando em quem está preocupado com a grande dependência do avião na Europa, e a pedidos no Twitter, preparamos algumas dicas para você tentar manter a sua agenda de compromissos e a programação de viagens quando estiver no Velho Continente. E a principal delas é: vá de trem.

A malha férrea da Europa é extremamente desenvolvida, e fazer uma viagem sobre trilhos é a cara do continente europeu. É possível comprar passes avulsos ou conjugados, de acordo com a sua necessidade.

O trem é o transporte ideal para trechos curtos, pois viagens mais longas, que atravessam a noite, podem ser bem cansativas.

No site da Eurail são oferecidos quatro tipos de passes: Global (viagem por 21 países), Select (conheça 3, 4 ou 5 países), Regional (para visitar uma região) ou One Country (desbrave um país).

A grande barbada, contudo, são os trens de alta velocidade, que chegam a 300km/h. A passagem é mais salgada, está certo, mas a rapidez e a praticidade valem o investimento. Também no site da Eurail, na parte de trens especiais, é possível encontrar informações sobre cada linha e verificar qual delas mais se encaixa com as suas necessidades.

Vamos categorizar os trens em alta velocidade por países, assim, basta escolher o destino, e verificar no site qual a melhor opção para sua viagem. Nos sites estão discriminados valores, rotas e muito mais. Confiram.

Espanha

A rede ferroviária do país é, sem dúvida, uma das melhores da Europa.  As principais empresas percorrem praticamente todo o país. Confira.


Itália

Artesia de jour

Os trens da empresa operam  entre a França e o norte da Itália, nas seguintes rotas:

  • Paris – Modane – Turim – Milão
  • Lyon – Modane – Turim – Milão

Eurostar Italia

Outra opção em alta velocidade na Itália é a Eurostar Itália. A empresa opera em todo o país.


Suécia

X2000

A empresa opera principalmente pelo sul do país, mais urbanizado e populoso, cruzando a fronteira e chegando até a Dinamarca. Os trens da X2000 são conhecidos pela alta qualidade e pelo baixo ruído. Sem dúvida, uma excelente opção para quem vai viajar pelo norte da Europa.


Restante da Europa

Eurostar

Os trens da Eurostar ligam Londres a Bruxelas e Paris cruzando o Canal da Mancha.

As principais rotas do Eurostar são:

  • Bruxelas Midi para Londres St Pancras International (diariamente com até 9 trens)
  • Paris Nord para St Pancras International (diariamente com até 19 trens)

ICE

Os trens da ICE operam em todo o território da Alemanha com conexões para Áustria (Viena, Innsbruck), Bélgica (Bruxelas, Liège), França (Paris), Holanda (Arnhem, Utrecht, Amsterdã) e Suíça (Zurique, Interlaken).


Railjet

A empresa é uma opcão para quem vai viajar para Áustria, Alemanha e Hungria.

A Raijet opera conexões diretas entre Viena e Budapeste e entre Munique, Viena e Budapeste.

SuperCity

O trem opera da capital Praga para as principais cidades da República Tcheca. Além disso, o SuperCity vai até a Áustria e a Eslováquia.

TGV

Os trens da TGV operam por toda a França, com conexões por vários países vizinhos. Ao todo são mais de 149 destinos e velocidade de até 320 km/h (200 mph). Sem dúvida, o melhor transporte para quem quer visitar a França.

Thalys

Para quem quer conhecer a França, Bélgica e Holanda, sem dúvida, a melhor opção é a Thalys. Os trens da empresa operam nas seguintes rotas:

  • Paris – Bruxelas – Amsterdã
  • Paris – Bruxelas – Liège – Colônia
  • Paris – Bruxelas – Oostende
  • Paris – Mons – Namur – Liège

Uma das principais vantagens de viajar de trem é descer em estações centralizadas, sem todo aquele transtorno de aeroportos longe do centro da cidade. Além disso, com exceção do Eurostar, nos outros trajetos não é preciso fazer check-in (se isso tiver mudado, fiquem à vontade para me corrigir). Você encontra o seu vagão e embarca, sem problemas.

Evite pegadinhas

  • Não esqueça de validar o seu bilhete. Normalmente, há maquininhas ao lado dos vagões que imprimem uma espécie de código, indicando a data e hora para a qual é válida aquela passagem.Depois, durante a viagem, você evitará uma bela confusão com o fiscal que circula pelos vagões se tiver tomado esse cuidado importante.
  • Ao comprar uma passagem pela internet, normalmente, o assento já vem reservado. Se estiver viajando com um passe de trem, procure algum guichê da estação e faça a sua reserva com a maior antecedência possível (dois ou três dias). Alguns trens não têm lugares marcados, então, é só ficar atento ao destino indicado na hora do embarque.
  • Há estações que são grandes e movimentadas, como a Termini, em Roma. Então, é preciso chegar com antecedência para descobrir de onde sai o seu trem e como ir até a plataforma. Não marque bobeira com o horário.
  • Não tem essa de despachar malas, você mesmo terá de carregá-las. Ou seja: não exagere. Se não pintar algum outro passageiro simpático para te ajudar a subir e descer do vagão, você é que vai ter de se virar para carregar a bagagem e acomodá-la nos racks destinados a ela.
  • Em trens noturnos, para ocupar um assento reclinável, uma beliche ou uma cabine, é preciso pagar uma taxa extra . E fique atento à sua bagagem, para evitar acordar pela manhã e não ter notícias da sua mala.
  • Quanto maior a antecedência na hora de comprar a passagem, maior a possibilidade de conseguir uma tarifa com valores mais baixos. Então, se tiver como se programar, não desperdice a chance de economizar alguns euros.

Viajar de trem é prático e eficiente. E, em situações complicadas como a do caos aéreo na Europa, pode ser a grande saída para quem precisa se deslocar. Aproveitem as dicas e curtam e Europa!


Expo Estude no Exterior leva a cinco capitais opções de cursos e trabalho no exterior

A maior feira educacional de intercâmbio da América Latina e uma das maiores do mundo reunirá entre 10 e 21 de março, nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, em Belo Horizonte e Porto Alegre, de março, mais de 50 universidades, Escolas de Ensino Médio, escolas técnicas, de línguas, e instituições de pós-graduação e de MBAs, entre elas a Universidade da Califórnia, a Universidade Estadual de San Diego, a Universidade de Artes de Londres e a Universidade Católica de Milão.

A Expo Estude no Exterior possibilita aos estudantes um contato direto com os diretores das mais importantes instituições de ensino do mundo. A inscrição ocorre pelo site da feira (Clique aqui) e permite aos visitantes acesso gratuito ao evento.

Com o dólar cotado a menos de R$ 2, a oportunidade daquele tão sonhado intercâmbio cultural está mais próxima do bolso dos brasileiros. Assim, a 18ª edição Expo Estude no Exterior é uma ótima chance para você buscar informações sobre universidades, cursos de pós-graduação, MBAs, escolas técnicas, de idiomas ou high school, tudo reunido na maior feira de interçâmbio da América Latina que ocorrerá, ao longo do ano, em mais de 35 cidades da América do Norte, da Europa e da América Latina.

Agora, anote aí: No Brasil, o evento será gratuito e realizado no mês de março em cinco cidades: Rio de Janeiro (dias 10 e 11), a São Paulo (dias 13 e 14), Brasília (dia 16), Belo Horizonte (dia 18) e Porto Alegre (dia 21).

Além dos expositores, estarão presentes na Expo Estude no Exterior consulados, como o da Austrália, da Inglaterra e dos Estados Unidos, assim como agências de intercâmbio, que poderão suprir todas as suas dúvidas quando a preços, documentação, trabalho remunerado, bolsas, vistos e destinos. Ao todo serão mais de 40 instituições de diversos países, dentre eles, Estados Unidos, Suíça, Austrália, Canadá, Espanha, Itália, Inglaterra e Brasil.

Nesta 18ª  edição da feira você encontrará, dentre as opções de curso de idiomas,  o Centro de Inglês de Vancouver, no Canadá, e o Programa Intensivo de Inglês da Universidade de Miami. Nos cursos técnicos, estão  confirmados  a Universidade Europeia de Estudos em Gestão, da Espanha e a Politécnica de Milano, da Itália, bem como a  Escola de Arte e Design de Savana, dos  Estados Unidos.

Além da oportunidade de conversas e tirar todas as suas dúvidas com os representantes das instituições presentes na Expo Estude no Exterior, um dos pontos fortes da feira  são as palestras ministrados pelos próprios expositores que fornecem ainda mais detalhes para quem quer planejar e qualificar o currículo no exterior.

Nesse ano, as palestras abordarão temas de grande interesse do intercambista, como: Estudando no Reino Unido, Estude, trabalhe e viaje pela Austrália e Canadá, Nova Zelândia: Onde Estudos e Diversão Caminham Juntos, Como Garantir o Sucesso de seu Programa de Intercâmbio, Estudar e pesquisar na Alemanha. Para saber mais sobre as palestras, clique aqui.

Não perca tempo, acesse o site do Expo Estude no Exterior, cadastre-se, compareça a feira e concorra ainda a duas viagens de quatro semanas, com acomodação e passagens aéreas, para a realização de cursos de Espanhol na Argentina ou de Inglês no Canadá.

Alguns números

Se você acha que está ficando velho para fazer intercâmbio veja confira esses números:

Anote a data e o endereço da Expo Estude no Exterior na sua cidade

  1. Rio de Janeiro, 10 e 11 de março, das 16h às 21h – Hotel JW Marriott (Avenida Atlântica, 2.600, Cobacabana)
  2. São Paulo, 13 e 14 de março, das 14h às 19h – Hotel Intercontinental (Alameda Santos, 1.123, Jardim Paulista)
  3. Brasília, 16 de março, das 16h às 21h – Hotel Mercure Brasília Eixo Monumental (SHN, Quadra 5, Bloco G, 0 – Asa Norte)
  4. Belo Horizonte, 18 de março, das 16h às 21h – Hotel Mercure Lourdes (Avenida do Contorno, 7.315, bairro Lourdes)
  5. Porto Alegre, 21 de março, das 14h às 19h – Hotel Sheraton Porto Alegre (Rua Olavo Barreto Viana, 18, bairro Moinhos de Vento)

Tempestades na Europa

Controladores aéreos entram em greve em Paris

Depois da greve dos pilotos da Lufthansa, agora é a vez dos controladores aéreos de Paris. Temendo demissões, os sincicalistas convocaram uma greve de cinco dias para protestar contra o acordo  de modernização do controle de tráfego aéreo, assinado pela Alemanha, Bélgica, França, Luxemburgo, Holanda e Suíça.

Assim, os voos que partem dos aeroportos Charles de Gaulle e Paris-Orly sofrerão atrasos e cancelamentos. Estimasse que mais de 25% dos voos sejam cancelados no Charles de Gaulle e 50% no Paris-Orly.

Fiquem atentos ao desenrolar dessa greve para não ter a desagradável surpresa de, na última hora, ver que seu voo foi cancelado.

Grand Tour pela Europa Week 10 – Polônia

Grand Tour pela Europa -Week 9 – Lituânia

Grand Tour pela Europa – Week 8 – Bucareste

Grand Tour pela Europa – Week 7 – Chipre

Grand Tour pela Europa – Week 6 -Malta

Grand Tour pela Europa – Week 4 -Riviera Francesa

Grand Tour pela Europa – Week 3 – Sudoeste da França

Grand Tour pela Europa – Week 2 – Paris

Grand Tour pela Europa – Week 1 -De Dover a Calais

Nos próximos dias iremos trazer uma série de vídeos sobre o Grand Tour pela Europa.
Ali, Matt Gross, o Viajante Frugal do New York Times, mostrará um Europa alternativa, cultural e histórica.
Sem falar nas dicas de economia para você fazer seu dinheiro render ao máximo.
Aproveitem!

Centro Pompidou reabre as portas

O Centro Pompidou, fechado há 21 dias devido a greve dos funcionários, reabriu as portas nesta quinta-feira, dia 17.

Nas últimas semanas, grande parte dos museus de Paris, incluindo o Louvre e o Musée d’Orsay, fecharam as portas em virtude da greve dos funcionários que reclamavam mais subsídios e do foco mais voltado ao interesse econômico/comercial do que o artístico.

Os viajantes que estarão em Paris nesse dia já terão mais uma atração para visitar. Vamos torcer para que os outros museus reabram o mais rápido possível.

Trem-bala começa a operar entre Bruxelas e Amsterdã

tremavÓtima notícia para quem vai viajar para a Europa. Domingo, dia 13,  foi inaugurada uma nova linha de trem de alta velocidade entre Amsterdã e Bruxelas. A iniciativa visa estimular o uso dos trens como alternativa sustentável aos aviões.

As viagens entre as capitais da Holanda e Bélgica, respectivamente, durarão em torno de 1h e 53minutos, uma economia de 49 minutos.

Já de Colônia, na Alemanha, a Bruxelas a economia será de 47 minutos. E mais: com a nova linha, os viajantes  poderão fazer o trecho Paris-Amsterdã em apenas 3h e 18minuntos.

Para saber mais sobre preços de passagens consulte os sites das operadoras. Na França, a Thalys, na Bélgica, a SNCB e na Alemanha a Deutsche Bahn.

Aviso de greve!

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Quem estiver pensando em visitar os museus em Paris terá um grande dissabor. Os principais museus da cidade entraram em greve. Esta lista inclui o Louvre (34 Rue du Louvre – 75001, Paris), o Centre Pompidou (Place Georges Pompidou

75004 Paris), o Museu d’Orsay (62 Rue de Lille – 75007, Paris), Arco de Triunfo (situado no extremo da avenida Champs-Élysées) e a Sainte-Chapelle (4 Boulevard du Palais – 75001, Paris) O motivo da greve é  a decisão da prefeitura em não contratar novos servidores para o lugar dos que se aposentaram.  Então, se você pretendia ir aos Museus franceses a dica é ficar de olho aqui no Blog de Viagens. Avisaremos quando a greve terminar.

Seguro Viagem: Indispensável!

Sempre que nos preparamos para uma viagem deveríamos fazer um check-list, uma lista com o que levar e, principalmente, o que não esquecer.

Escova de dente. Ok. Tênis já amaciado. Ok. Roupa para frio. Ok. Casaco. Ok. Seguro viagem. Ops! Esqueci

Dos itens acima, diria que o seguro viagem é o mais importante. Claro, se você vai a São Petersburgo na Rússia em pleno inverno é bom não esquecer o casaco também.

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Muitas pessoas só se dão conta de que deveriam ter feito um seguro viagem quando, infelizmente, algo acontece em sua viagem dos sonhos.

Com a facilidade em se contratar esse serviço, o seguro viagem virou item obrigatório em qualquer lista de viagem. Afinal, o dinheiro que você gastaria em seu passeio deveria ser em presentes e não em caríssimas contas de hospital ou clínicas médicas. Imagine quantos perfumes, em Paris, você compraria com 30 mil dólares?

Vamos esclarecer um pouco mais como funciona o seguro viagem.

Primeiro, vai a dica: antes de viajar faça um check-up completo com seu médico. Segundo: entre em contato com seu plano de saúde para ver se na região onde você vai estar há cobertura.

Em seguida verifique com seu cartão de crédito se ele disponibiliza seguro viagem. Caso sejam negativas as respostas anteriores, você terá que contratar mesmo um seguro.

Alguns países da Europa que assinaram o Tratado de Schengen (Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Finlândia, França, Grécia, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Áustria, Portugal, Espanha e Suécia) exigem que os visitantes portem seguros-saúde com cobertura mínima de 30 mil euros para adentrar suas fronteiras. Se for praticar esportes radicais, é preciso a cobertura contra acidentes.

Mas como funciona o seguro-viagem? Simples, da mesma forma que funciona o seu plano de saúde aqui no Brasil. Se você adoecer ou precisar de uma consulta com um médico a empresa paga suas despesas. E mais: normalmente o seguro viagem disponibiliza outros benefícios como assistência para extravio de bagagem, assessoria jurídica, perdas de documentos e cartões de crédito, traslados por motivo de enfermidade ou acidente, assistência a atrasos ou cancelamentos de vôos. Cada empresa oferece seus próprios serviços, então pesquise muito bem.

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Antes de contratar o seguro, verifique se a empresa oferece cobertura odontológica e de remédios e, principalmente, qual o teto, o máximo que o plano cobre com os gastos médicos e se ele, inclusive, cobre internação. Então, atenção na hora de assinar o contrato.

Mas, com tantas opções no mercado, qual a melhor? Particularmente, e sugiro a todos, que de preferência aquelas operadoras com atendimento 24h e falado em português, afinal, em momentos críticos o melhor mesmo é falar sua língua nativa. E, mesmo que gaste um pouco mais, contrate o plano com limite maior e com transporte emergencial.

Não esqueça de verificar também se existem médicos e hospitais credenciados próximos dos locais onde você vai estar em sua viagem.

A seguir, listamos as principais operadoras de seguro-viagem

Uma informação que poucos sabem é que um segurado INSS e seus dependentes tem direito a assistência médica gratuita em Portugal, Espanha, Grécia, Itália, Uruguai, Argentina, Chile e Cabo Verde. Para desfrutar dela é necessário, antes de embarcar, solicitar o Certificado de Direito a Assistência Médica Durante Estadia Temporária no Departamento Nacional de Auditória do SUS de sua cidade. Para saber a localização do departamento mais próximo de sua residência, ligue para esses  telefones: (61) 448-8372, (61) 448-8374 e (61) 448-8376. Leve originais e copias de seu passaporte, comprovante de residência no Brasil, três últimos comprovantes de contribuição do INSS (Três últimos contracheques, carteira de trabalho ou guia de recolhimento da Previdência Social) e passagem. Para segurar os dependentes, leve também as certidões de nascimento deles. Faça esse pedido com antecedência. O certificado leva em torno de 3 dias para ficar pronto. Simples, certo?! E Caso precise de assistência médica em sua viagem, basta comparecer a rede pública de saúde dos países acima listados levando, claro, o certificado.

Novo guia Paris – Quatro Roteiros do ConexãoParis.com.br

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Saiu do forno agora.

A Lina do Conexão Paris teve uma idéia sensacional: fazer mini-guias temáticos com as melhores dicas para curtir Paris em quatro dias.

Você vai encontrar no mini-guia cinco mapas acompanhados de textos explicativos recheado com as dicas de quem vive há 26 anos em Paris. Só assim para você freqüentar, ver e conhecer a Cidade Luz pelos olhos dos franceses.  Só assim, você deixa de ser turista e passa a viver, nem que seja por alguns dias, como um parisiense.

O guia, Paris – Quatro Roteiros – Quatro dias – Dos pontos essenciais aos segredos dos parisienses, custa apenas R$ 17,60 , incluindo o frete.

Sem dúvida, uma ótima forma de se aventurar por Paris. Aproveitem!

Dirigindo pelo exterior

Fique por dentro de todas as exigência que cada país faz para que os estrangeiros possa dirigir em seus territórios.

Muitos perguntam sobre que condições os brasileiros podem dirigir em países estrangeiros. A melhor resposta é que: não há uma regra única válida em todos os países. Em diversas nações, como o Reino Unido, por exemplo, é possivel guiar somente com a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Em alguns é necessário o PID ( Permissão Internacional para Dirigir); Em outros, é preciso portar os dois documentos e em alguns casos, como o  Japão, por exemplo, um estrangeiro não pode dirigir em hipótese alguma.

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Antes de saber se o país visitado exige a PID para que você possa dirigir por lá, que tal descobrir como tirar ela aqui no Brasil? Para tirar o documento é necessãrio que você compareça ao Detran de sua cidade munido de 2 cópias da CNH, formulário de requerimento da PID preenchido (Obs: para saber onde retirar o formulário, acesse o site do Detran de sua cidade ou entre em contato com ele por telefone) e o comprovante de pagamento da salgada taxa de R$ 174,35. A PID é aceita em mais de 100 países, é padronizado pela Convenção de Viena e dispõe das informações do condutor em sete idiomas.

Vale a dica para quem requisitar a PID: Não esqueça de levar junto sua CNH para comprovar que a Permissão é verdadeira.

Abaixo segue a lista de países que aceitam a PID, segundo o site do Detran-SP:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Angola, Argélia, Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaidjão, Bahamas, Barein, Belarus (Bileo Rússia), Bélgica, Bolívia, Bósnia-Herzegóvina, Bulgária, Cabo Verde, Cazaquistão, Chile, Cingapura, Colômbia, Coréia do Sul, Costa do Marfim, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, El Salvador, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Estados Unidos, Estônia, Federação Russa, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Gana, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Kuweit, Letônia, Líbia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Marrocos, México, Moldávia, Mônaco, Mongólia, Namíbia, Nicarágua, Níger, Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), República Centro-Africana, República Democrática do Congo, República Checa, Republica Dominicana, Romênia, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia e Montenegro, Suécia, Suíça, Tadjiquistão, Tunísia, Turcomenistão, Ucrânia, Uruguai, Uzbequistão, Venezuela e Zimbábue.

Sendo exigido ou não naquele país, há uma certa unanimidade: ter a PID sempre ajuda.

Alguns casos especiais

Aruba: o condutor precisa ter entre 21 e 70 anos. Aceita a CNH

Portugal: CNH vale por três meses.

Reino Unido: CNH vale por um ano.

EUA: Melhor levar a PIDe a CNH. Cada estado tem um jurisdição diferente.

Jamaica: Precisa ter 25 anos e exige a PID e a CNH

Suriname: É preciso que o estrangeiro registre a PID ea CNH em um posto da polícia local.

China:Estrenageiros não podem dirigir.

Japão: Proibe estrangeiros de digirir

Canada: Melhor levar a PID e a CNH. E ainda pede uma tradução juramentada da CNH.

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