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Conheça Vancouver, uma das melhores cidades do mundo para se viver, em 36 horas

Reportagem: Denny Lee

New York Times Syndicate

Tradutor:George El Khouri Andolfato

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Os montes Cypress, Grouse e Seymour ficam a menos de 27 quilômetros do centro de Vancouver. Photo: Denny Lee/New York Times. Photo: Denny Lee/New York Times

Não é de se estranhar que Vancouver seja frequentemente exaltada como uma das melhores cidades do mundo para se viver. Ela é abençoada com um cenário de fundo de montanhas cobertas de neve e portos azuis cristalinos. Ela também é um portal para a Passagem Interior – um labirinto maravilhoso de fjords entalhados em geleiras e ilhas cobertas de florestas que são um prazer para os amantes de cruzeiros. Mas o que realmente diferencia Vancouver é sua densidade urbana. Com a expansão impedida pela geografia, a cidade pensa verticalmente. Bairros se sobrepõem, os prédios sobem. Isso parece acentuar a mistura internacional da cidade, e não apenas quando os Jogos Olímpicos estão na cidade.

Sexta-feira

16h – Praça Canadá
Pode ser por culpa dos grandes espaços externos, mas Vancouver carece de uma praça central – um local para o qual os cidadãos se voltam e no qual os visitantes sentem que realmente chegaram. Um substituto peculiar é Mount Pleasant, um bairro operário perto da Main Street e Broadway que está se tornando mais badalado a cada minuto. Espalhadas entre casas de bingo sujas se encontram desfiles de butiques da moda como a Lark (2315 Main Street; 604-879-5275; lark.me), que oferece grifes fashion como os jeans Chimala do Japão, e Jewellerbau (2408 Main Street; 604-872-7759; jewellerbau.blogspot.com), onde Dina Gonzalez Mascaro faz jóias industriais modernas. Uma âncora para os jovens boêmios da área é o centro dirigido por artistas Western Front (303 East Eighth Avenue, 604-876-9343; front.bc.ca), que conta com galerias, palcos e arquitetura em arcos. Olhe para o alto antes que escureça: aqueles são as Montanhas Costeiras pairando sobre uma falsa cornija.

19h30 – Excesso de comida
Com águas ricas em salmão à frente e criações de porcos no interior, o conceito “locavore” (consumo de produção local) é um modo de vida. O ethos do celeiro para o bistrô é mantido pelo Refuel (1944 West Fourth Avenue; 604-288-7905; refuelrestaurant.com), um restaurante informal que abriu no bairro rico de Kitsilano, após o fechamento de seu aclamado antecessor, o Fuel, por causa da recessão. Ainda dirigido pelo chef tatuado Robert Belcham, a cozinha aberta exibe um cardápio mais magro para sua carteira, mas não para sua cintura. Comece pela travessa irresistível de costelas de porco picantes e aparas, temperadas com pimenta vermelha, ácido cítrico, páprica e outros temperos, depois fritas até ficarem crocantes. Seu cardiologista certamente não aprovará. Para o prato principal, um recente favorito inclui salmão (local e pescado no mar, é claro), grelhado e servido com alho-poró e moluscos. Jantar para dois sem vinho, aproximadamente 60 dólares canadenses (quase o mesmo em dólares americanos).

22h – Canto dos clubes
Vancouver não é conhecida pela vida noturna, graças em parte a duras leis de consumo de álcool. Mas se você insistir em cair na festa, uma fila de pessoas na faixa de 20 anos se forma ao longo da Granville Street, um trecho ainda pobre com um punhado de bares com cordas de veludo como o Granville Room (957 Granville Street; 604-633-0056; granvilleroom.ca), com um interior simpático de paredes de tijolos e candelabros. Perto dali fica a Davie Street, a área gay da cidade. Um ponto tranquilo é o Odyssey (1251 Howe Street; 604-689-5256; theodysseynightclub.com), um clube espaçoso e despretensioso com pátio ao ar livre, bebidas baratas e moradores locais que gostam de conversar.

Em Granville Island, em Vancouver, procure o Lobster Man, com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques. Photo: Denny Lee/New York Times

Em Granville Island, em Vancouver, procure o Lobster Man, com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques. Photo: Denny Lee/New York Times

Sábado

10h – Ilha da Granola
Atravesse de balsa a False Creek até uma minúscula península conhecida como Granville Island (granvilleisland.com), que possui um popular mercado de alimentos repleto de produtores rurais, açougueiros e pescadores. Ela também tem um lado hippie – de academias de ioga e artesanato até uma galeria de cerâmica e teatro. Pegue um pão de múltiplos grãos no Terra Breads (terrabreads.com) e caminhe pelas ruas e becos lotados da ilha. Os destaques incluem o Lobster Man (1807 Mast Tower Road, 604-687-4531; lobsterman.com), com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques, e o Artisan Sake Maker (1339 Railspur Alley; 604-685-7253; artisansakemaker.com), que prepara saquê junmai no local. As degustações de saquê custam a partir de dois dólares canadenses.

12h30 – Curries criativos
Mark Bittman, um colunista e blogueiro de culinária para o “New York Times”, já chamou o Vij’s de “um dos melhores restaurantes indianos do mundo”. Ele certamente está entre os mais caros. Para uma emoção mais barata, entre no seu irmão colorido vizinho, o Vij’s Rangoli (1488 West 11th Avenue; 604-736-5711; vijsrangoli.ca), que mais parece um restaurante de comida para viagem. Combinações memoráveis incluem uma carne de cabra e curry de jaca com salada de coco e repolho (15,50 dólares canadenses).

14h – Fotoconceitualismo
Antes da indústria cinematográfica de Vancouver ser apelidada de Hollywood Norte, o destaque cultural da cidade era a Escola de Vancouver de fotografia pós-conceitual, liderada por artistas como Jeff Wall e Roy Arden, que turvaram a linha divisória entre documentação e artifício. A escola vive em duas galerias no distrito de South Granville. A Monte Clark Gallery (2339 Granville Street; 604-730-5000; www.monteclarkgallery.com) representa Arden, Stephen Waddell e outros. Descendo a rua fica a Equinox Gallery (2321 Granville Street; 604-736-2405; equinoxgallery.com), que concluiu recentemente uma exposição chamativa de fotos antigas de Fred Herzog, reimpressas utilizando impressoras jatos de tinta saturadas de cor.

16h – Três estilistas
O distrito Gastown, com suas ruas de paralelepípedos e imitação de postes de luz a gás, pode parecer uma armadilha para turistas, mas seus velhos depósitos de tijolos ainda abrigam algumas das lojas de moda de vanguarda de Vancouver. A estilista local Hajnalka Mandula fia babados e rendados para os góticos fãs de “Crepúsculo” no Mandula (214 Abbott Street; 604-568-9211; mandula.com). Treana Peake, a esposa do guitarrista do Nickelback, Ryan Peake, oferece moda executiva, sensível, no Obakki (44 Water Street; 604-669-9727; obakki.com). E na Killa (46 Alexander Street; 604-681-7550; killa.ca), o estilista de streetwear Dennis Arriola faz casacos interativos com controles para iPod costurados na manga.

20h – Neofusion
Dos izakayas (bares) ao estilo de Tóquio aos cafés banh mi, os sabores da Ásia estão bem representados. A grande população asiática também elevou o padrão do fusion. Para altas interpretações de pratos tailandeses humildes, o Maenam (1938 West Fourth Avenue; 604-730-5579; maenam.ca) tem provocado comparações com o Hahm, que possui estrelas Michelin, de Londres. Na verdade, Angus An, o chef e proprietário, aprendeu lá. Aberto em maio passado no distrito Kitsilano (sim, aquele é o Refuel ao lado), o endereço de rosa e bambu atrai uma clientela gourmet com pratos como pato picante à caçarola com longans, confit de batatas e relish de pepino (US$ 18). Outro que também é bastante badalado é o Bao Bei (163 Keefer Street; 604-688-0876; bao-bei.ca), uma brasserie chinesa de luxo em Chinatown, que abriu pouco antes das Olimpíadas.

O porto de Vancouver, ao entardecer. Photo: Denny Lee/New York Times

22h30 – Bares ecléticos
Um punhado de bares de conceito ousado – do tipo que serve rodadas de degustação de vinho e cerveja – abriu em Gastown. Popular junto ao pessoal de Hollywood Norte é o Alibi Room (157 Alexander Street; 604-623-3383; alibi.ca), um espaço tipo loft com mesas de madeira e uma longa lista de cervejas em garrafa e chopes. Os bebedores de vinho seguem para o Salt Tasting Room (45 Blood Alley; 604-633-1912; salttastingroom.com), um bar tipo adega com o cardápio em uma grande lousa que lista os vinhos ecléticos, queijos e carnes curadas exóticas.

Domingo

10h – Esquiando no quintal
Há mais opções de esqui além de Whistler. Três rampas – os montes Cypress, Grouse e Seymour – ficam a menos de 27 quilômetros do centro de Vancouver, o que significa que você pode esquiar pela manhã e ter tempo para passear à tarde. O mais desafiador é o Monte Cypress (Cypress Provincial Park; 604-419-7669; cypressmountain.com). Também é aquele com mais clima, com vistas espetaculares da cidade. Vista os sapatos de neve (aluguéis por 18,75 dólares canadenses) e avance por trilhas espetaculares até chegar ao Hollyburn Lodge, um belo chalé de tábuas de madeira que foi construído em 1926.

14h – Alongamento final
Sabe onde começou a Lululemon Athletica? Quando os moradores locais loucos por fitness não estão esquiando, eles podem ser encontrados fortalecendo suas mentes e corpos nas inúmeras academias de ioga da cidade. Um grupo flexível e de rostos tranquilos se estica no YYoga Flow (888 Burrard Street; 604-682-3569; yyoga.ca), uma academia grande e bonita que abriu em agosto passado no centro de Vancouver. A participação em uma aula custa 15 dólares canadenses. Dirigido por Terry McBride, um magnata da música, o espaço branco e arejado conta com três salas espaçosas, chuveiros, um café tranquilo e uma sauna de infravermelho, lotada de jovens snowboarders que parecem conseguir um equilíbrio entre trabalho e diversão.

O básico

Apesar de Vancouver oferecer transporte público decente, é recomendado alugar um carro caso você planeje realizar muita exploração.

Vários hotéis abriram no centro de Vancouver para os Jogos Olímpicos. O Shangri-La Hotel Vancouver (1128 West Georgia Street; 604-689-1120; shangri-la.com/vancouver), que abriu em 2009, oferece 119 quartos zen e bom serviço em um novo arranha-céu. O hotel também tem uma academia bem equipada, uma piscina aquecida ao ar livre e um restaurante Market by Jean-Georges. As diárias dos quartos saem por aproximadamente 300 dólares canadenses, aproximadamente o mesmo em dólares americanos, para estadia em março, apesar de preços especiais de até 230 dólares terem sido encontrados recentemente em seu site.

Para acomodações mais bacanas, experimente o Loden Vancouver (1177 Melville Street; 604-669-5060; theloden.com). Inaugurado em 2008, o hotel com 77 quartos conta com janelas do piso ao teto, bonitos banheiros de mármore e grandes TVs de plasma com fácil conexão para computador. O Voya, seu restaurante, serve alta cozinha do Noroeste do Pacífico. Quartos a partir de 229 dólares canadenses.

Desempacotando Rio de Janeiro – parte III

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Desempacotando Rio de Janeiro – parte II

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Desempacotando Rio de Janeiro

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Reproduzimos abaixo alguns dos vídeos que ele fez para o Hoteis.com, uma empresa especializada em reservas de hotéis em todo o mundo.

O resultado está aí embaixo.

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Como organizar sua mala de viagem

36 horas em Bordeaux

The scene at the retro-trendy L’Apollo Bar on Place Fernand Lafargue - Photo: Ed Alcock/The New York Times

Reportagem: Seth Sherwood /New York Times

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TASTING notes for the 2004 Bordeaux — the stony French city, not its famous wine — might have read something like this: lifeless and bland; aromas of dirt and dust; a once majestic city well past its prime. But recent years have shown real progress. Today’s Bordeaux is smooth and elegant, thanks to reclaimed docklands and a beautification effort that is removing centuries of soot from its venerable squares and medieval churches. There’s also a new liveliness, including avant-garde art spaces and fledgling concept stores. Throw in some stellar upstart restaurants and innovative wine bars, and Bordeaux sparkles once again.

Friday

4 p.m.
1) EXHIBIT A, HARBORSIDE

Start your explorations of Bordeaux by riding the futuristic tram system to the Bassins à Flots, a once seedy harbor that has been cleaned up and is now home to the city’s most innovative galleries. Cool exhibitions take place at Fonds Régional d’Art Contemporain (Hangar 2, Quai Armand Lalande, 33-5-56-24-71-36; frac-aquitaine.net), a gallery run by the regional governmental body that collects works by contemporary artists in France and beyond. In the same building is Arrêt sur L’Image (33-5-56-69-16-48; arretsurlimage.com), a gallery specializing in works on paper and furniture design. And Le Garage Moderne (1, rue des Étrangers , 33-5-56-50-91-33; legaragemoderne.org) is a junk-filled hangar with an auto-repair shop and raw contemporary art gallery under the same roof.

6 p.m.
2) PANTALONS ET PASTIS

The left bank of the Garonne River waterfront is another 21st-century urban-planning success story. Old warehouses are home to outlet stores (Quai des Marques), an ultrathin miroir d’eau (mirror of water), constructed in 2006, reflects the grand Place de la Bourse, and the waterfront is dotted with cafes. For a drink, order a pastis at L’Ibaïa Café (Quai des Chartrons; 33-5-56-00-45-35; ibaiacafe.fr), where you can watch the sunset and the river flow past amid pulsing house music.

9 p.m.
3) GLUTTONY

Strange things happen to olive oil at Septième Péché (65, cours de Verdun, 33-5-56-06-42-16; 7peche.fr), a year-old jewel-box restaurant whose arch moniker means the Seventh Sin. Sometimes it’s served in a syringe — no needle — so you can drench your bread. Sometimes it comes in the form of illicit-looking white powder. Is there an addict in the kitchen? No, just Jan Schwittalla, a 20-something German chef whose fun takes on regional specialties (for example, molded bars of foie gras topped with gel of bonito tuna and escargot) are unmistakably habit forming. Tasting menus at 39, 49 and 75 euros, or about $46, $57 and $88 at $1.17 to the euro.

11 p.m.
4) SMOKE AND ICE

There sure is a lot of smoke coming out of people’s mouths at the Ice Room (Hangar 19, Quai des Marques; 33-5-57-00-10-15; iceroom.fr), a vaulted, white club that opened last year. Of course, there are the smokers, puffing away on Gauloises within a glass-walled smoking lounge. But behind another fish tank wall of glass is a spacious ice bar, where parka-clad partiers indulge in vodka (20 euros for 20 minutes; drinks included). In between, young professionals crowd the main bar, ordering the house cocktail, Sex at the H19 (vodka, Chambord, Midori, pineapple juice and cherry juice; 9 euros) — a reference to the bar’s home in Hangar 19.

Map Bordeaux

Saturday

11 a.m.
5) DOWDY TO HIGH DESIGN

Until this year, the Musée des Arts Décoratifs (39, rue Bouffard; 33-5-56-10-14-00) was a museum that only a grandmother could love: a dainty dollhouse of period rooms filled with harpsichords, antique vases and other relics of Bordeaux’s past. Then a new wing devoted to 20th- and 21st-century design opened, offering yet another symbol of the city’s playful rejuvenation. Some of the more decadent highlights, many from French designers, include a 1980s Baroque-Dadaist aluminum and wood “Lola Mundo” chair from Philippe Starck; a fuzzy, Chia Pet-like “Tactoris” dresser by Christian Astuguevieille; and a disjointed checkerboard mirror by Andrée Putman. Global design titans, from Ron Arad to Ettore Sottsass, also make cameos.

1 p.m.
6) FAKE FOREST

This year’s gold medal for Bordeaux wine bars easily goes to L’Autre Petit Bois (12, place du Parlement; 33-5-56-48-02-93), whose kitsch-cool design and unstuffy attitude breathe new life into a shopworn Bordeaux institution. Under the shade of leafy (and artificial) indoor trees, a crowd of 20- and 30-something diners tuck into tomatoes with mozzarella (5.60 euros), goat cheese salads (7.50 euros) and toasted bread tartines (5 to 8 euros). Just as surprising is the wine list. There’s a terrific La Rose Pauillac (7 euros) as well as wines from — gasp! — English-speaking nations like the United States and Australia.

3 p.m.
7) MADE IN FRANCE

Underdressed? Concept stores and clubwear boutiques have inundated the area around Place Fernand Lafargue. Recent arrivals include OK Daddy (31, rue Ste.-Colombe, 33-5-56-81-02-20; ok-daddy.com), a gallery, bookshop and clothing emporium that sells its own stretchy rayon jerseys with thin Indonesian python collars, as well as men’s T-shirts and windbreakers by the Marseille label Kulte. It joins Le Rayon Frais (31-33, rue St.-James; 33-5-33-51-10-55; lerayonfrais.fr), a street-wear shop that sells black jeans from Bleu de Paname and flannel shirts by Bérangère Claire — both French labels.

6 p.m.
8) VENDING VINO

Welcome to the future of wine tasting. Buy a tasting card (25, 50 or 100 euros), slip it into a high-tech Enomatic vending machine, choose from eight Bordeaux wineries, pick a size (2.5, 5 or 7.5 centiliters), put your glass under the spout, press the button and voilà: out comes a top vintage, kept at ideal temperature and free from over-oxygenation. Such is the routine at the Max Bordeaux Wine Gallery and Cellar (14, cours de l’Intendance; 33-5-57-29-23-81; maxbordeaux.com), which opened last year. Selections in the minimalist white tasting room include a Cheval Blanc that is 27 euros for a small dose, 688 euros for the bottle.

8 p.m.
9) LAMB, THREE WAYS

The chef François Adamski has the Midas touch. He’s been awarded two of France’s top culinary prizes, the Bocuse d’Or and Meilleur Ouvrier de France — one of only two people to achieve both — and this year his very white, very elegant new restaurant, Le Gabriel (10, place de la Bourse; 33-5-56-30-00-80; bordeaux-gabriel.fr), grabbed its first Michelin star after barely a year of existence. Credit the fine-tuned French menu with international accents. Mediterranean France and southwestern Basque country meet in the squid stuffed with risotto, candied tomatoes and peppers. Lamb, meanwhile, sometimes gets served three ways simultaneously (a succulent gigot, a roasted crispy-salty rack and a proletarian sausage) with a purée of dates, nuts and cumin. A three-course dinner for two, without wine, runs about 140 euros.

11 p.m.
10) BORDEAUX BEATS

Stevie Wonder, Isaac Hayes and the Meters all haunt L’Apollo Bar (19, place Fernand Lafargue; myspace.com/lapollobar), at least in musical form. Young women in thrift-store finery and scruffy young men shoot pool, hobnob and drink pints of Paulaner at this retro-trendy bar. For electronic tunes, pop into the nearby Azuli (55, cours d’Alsace-Lorraine; 33-5-56-79-39-46), where D.J.’s in a second-floor booth preside over the Baroque room, spinning electro, minimalist house and other clubby beats.

Sunday

11 a.m.
11) MARKET CRASH

Sunday is market day in Bordeaux. The fashionable Marché des Quais (Quai des Chartrons, 8 a.m. to 4 p.m.) is a foodie haven and a fine place to feed on fresh oysters (six for 5.50 euros at Huîtres Marennes Oléron; 33-5-46-36-09-10). For a splash of color, hit the Marché St.-Michel (near St.-Michel church, 8 a.m. to 2 p.m.). Situated in a mostly North African quarter of the same name, the market is a chaotic jumble of vintage luggage, Depression-era scrap metal, 1950s radios and rusted French street signs. It’s yet another facet of an evolving city.

IF YOU GO

Air France, Alitalia, Delta, Iberia and KLM all offer one-stop service from New York to Bordeaux. According to a recent Web search, Air France has flights from Kennedy Airport, with a connection in Paris, starting at around $1,150, for travel in July.

Opened in 2009, L’Avant Scène (36, rue Borie; 33-5-57-29-25-39; lavantscene.fr) is a stylish nine-room hotel in an 18th-century stone town house just off the waterfront. Doubles from 99 euros (about $116).

Reopened in 2008 with splashy neo-Napoleonic styling, the 150-room Regent Grand Hotel Bordeaux (2-5, place de la Comedie, 33-5-57-30-44-44; theregentbordeaux.com) presides over Bordeaux’s most famous square and houses the Michelin-starred Le Pressoir d’Argent restaurant. Doubles from 260 euros.

36 horas em uma das metrópoles mais atraentes do Sudeste Asiático, Kuala Lumpur

Reportagem: Naomi Lindt

New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

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O edifício Sultan Abdul Samad (Jalan Raja) exibe uma mistura de arquitetura moura e mongol que resume o estilo preferido dos colonialistas. Photo: Rahman Roslan/NYT

O edifício Sultan Abdul Samad (Jalan Raja) exibe uma mistura de arquitetura moura e mongol que resume o estilo preferido dos colonialistas. Photo: Rahman Roslan/NYT

Situada na junção de dois rios, Kuala Lumpur significa “confluência lamacenta” em malaio, mas esta cidade que cresce rapidamente redefiniu a si mesma. Com seus altos arranha-céus, cozinha estelar e vida noturna agitada, a capital malasiana despontou como uma das metrópoles mais atraentes do Sudeste Asiático, oferecendo todos os confortos de uma grande cidade, mas em uma escala mais amistosa.

Não são apenas os rios que convergem: fundada em 1857, Kuala Lumpur é cheia de justaposições estranhas. Velhos cafés se encontram sob vias expressas reluzentes. Os chamados à oração atraem profissionais de colarinho branco das torres de aço e vidro. E grupos étnicos díspares – malasianos, chineses e indianos – convivem nos shoppings brilhantes e parques arborizados, dando a esta cidade um sabor cosmopolita sem igual na região.

Sexta-feira

16h – Origens coloniais

Há 150 anos, Kuala Lumpur, ou KL como os moradores locais a chamam, era pouco mais que um posto avançado encardido, aberto na mata pelos exploradores de estanho chineses. Mas o comércio lhe serviu bem e, no final, a Praça Merdeka (no cruzamento da Jalan Raja e Lebuh Pasar Besar) se transformaria no centro da vida colonial britânica. A praça ampla, margeada por palmeiras, é cercada por marcos de 100 anos de idade como o edifício Sultan Abdul Samad (Jalan Raja), que exibe uma mistura de arquitetura moura e mongol que resume o estilo preferido dos colonialistas. Apropriadamente, a praça também é o local onde os malasianos declararam sua independência do Reino Unido, em 1957.

18h30 – Alto luxo

Medite sobre a ascensão astronômica da cidade bebendo um coquetel de champanhe no SkyBar, um lounge futurista no Traders Hotel (Kuala Lumpur City Centre Park; 60-3-2332-9888; www.skybar.com.my). O bar, no 33º andar (o espaço é dominado pela piscina do hotel), oferece vistas perfeitas para fotos das Torres Gêmeas Petronas. Reserve um dos sofás em tons violetas para um assento de primeira fila enquanto os prédios prateados, recortados, começam a acender suas luzes para a noite. Drinques a partir de 29 ringgits (cerca de US$ 8,75, com o dólar cotado a 3,30 ringgits).

Interior do lounge futurista do Traders Hotel. O bar, no 33º andar, oferece vistas perfeitas para fotos das Torres Gêmeas Petronas. Photo: Rahman Roslan/NYT

Interior do lounge futurista do Traders Hotel. O bar, no 33º andar, oferece vistas perfeitas para fotos das Torres Gêmeas Petronas. Photo: Rahman Roslan/NYT

20h – Consumo garantido

Como muitos dos lugares de destaque na cidade, o Enak KL (Starhill Gallery, 181 Jalan Bukit Bintang; 60-3-2141-8973; www.enakkl.com) fica em um shopping center. Ele serve o melhor da cozinha malasiana na cidade em um espaço elegante, repleto de móveis pesados de madeira e arte batique nas paredes. Os pratos, preparados lentamente, ricos e condimentados, são baseados em receitas passadas por gerações na família Razaly, os proprietários. Experimente o rendang de carne defumada (27 ringgits), os camarões grelhados com molho de tamarindo (28 ringgits) e o kambing masak merah: perna de cordeiro coberta com cardamomo, canela e tomate apurado (45 ringgits).

22h – Traje casual

Como o nome sugere, o clube No Black Tie (17 Jalan Mesui; 60-3-2142-3737; www.noblacktie.com.my) foi concebido como um antídoto ao conservadorismo das salas de música clássica. Mas de lá para cá ela se transformou em um dos pontos noturnos mais ecléticos e bacanas da cidade. Coberto em teca polida em tom de mel e cintilando com luz de velas, a casa noturna oferece jazz, world music, cabaré, poesia e, sim, apresentações de música clássica, atraindo um público endinheirado que bebe vinho e belisca os canapés japoneses. Couvert a partir de 30 ringgits.

Sábado

10h – Decoração divina

A arquitetura por si só é motivo suficiente para visitar o Museu de Arte Islâmica da Malásia (Jalan Lembah Perdana; 60-3-2274-2020; www.iamm.org.my) de domo turquesa. Construído em 1998, os interiores brancos da estrutura de quatro andares são silenciosos, arejados e saturados de luz natural – perfeitos para contemplação da coleção de arte decorativa islâmica. Após admirar os velhos pergaminhos com caligrafia, as espadas incrustadas de joias e cobertores de cavalo bordados, leve seu entendimento esclarecido do design e iconografia islâmicos à Masjid Jamek (Jalan Tun Perak), uma das mesquitas mais antigas da cidade e com decoração em mármore rosa e marfim.

12h – Canto dos pássaros

Os intermináveis congestionamentos da cidade ganham uma versão divertida no KL Bird Park (920 Jalan Cenderawasih, Lake Gardens; 60-3-2272-1010; www.klbirdpark.com), onde seu trajeto é dividido com íbis escarlates com tons psicodélicos, pavões e pombas-goura-vitória, cujas tiaras de penas azuis fazem seus primos nova-iorquinos desmazelados passarem vergonha. O aviário de 8,5 hectares possui mais de três mil aves representando 200 espécies, sendo que algumas, como o arisco casuar e o falante lório arco-íris, você pode alimentar. Você também pode se alimentar no Ikan Bakar Asli Pak Din (Stall No. 5, Tanglin Food Court, Jalan Cenderasari; 60-12-320-1731), um banca a dez minutos de caminhada que serve um excelente peixe grelhado por 5 ringgits.

Na área de alimentação da Jalan Alor, em Kuala Lumpur, experimente o Cu Cha para pratos como o char kway teow, macarrão chato de arroz frito com moluscos e camarão. Photo: Rahman Roslan/NYT

Na área de alimentação da Jalan Alor, em Kuala Lumpur, experimente o Cu Cha para pratos como o char kway teow, macarrão chato de arroz frito com moluscos e camarão.Photo: Rahman Roslan/NYT

14h – Curso cultural intensivo

Inicie sua excursão pela miscelânea étnica da Malásia na Little India, onde as ruas estreitas pulsam com música de Bollywood, lojas de seda produzem ternos do Punjabi, ambulantes vendem panqueca roti e homens amarram guirlandas de jasmim. Se abasteça com um copo de teh tarik, uma mistura de chá preto e leite condensado, antes de seguir para a vizinha Chinatown, uma área movimentada, com lojas que vendem cópias de bolsas, ervas medicinais e jogos de chá delicados.

Para um momento tranquilo, entre no Templo Sin Sze Si Ya (14a Lebuh Pudu), de 145 anos, um espaço cheio de incenso e lanternas vermelhas onde os budistas vão para ler a sorte. Finalmente, tome um táxi para atravessar a cidade até a tranquila Kampung Baru, onde a vida aldeã malasiana transcorre em palafitas de madeira em tons pastéis, queimadas de sol, cercadas por buganvílias de cor rosa intensa.

19h – Bancas de rua

Apesar de KL contar com uma boa dose de chefs de categoria Michelin, a melhor culinária talvez seja encontrada nas cozinhas de rua, como nos camelódromos. A área de alimentação altamente popular ao longo da Jalan Alor começa a funcionar por volta das 16h, servindo macarrão frito no wok, servido pelando, frutos do mar cozidos na hora e churrascos de dar água na boca até tarde da noite. Experimente o Cu Cha (71-75 Jalan Alor) para pratos como o char kway teow (5 ringgits), macarrão chato de arroz frito com moluscos e camarão. Siga para o W.A.W. Restaurant (7 Jalan Alor) para aquele que pode ser a melhor asa de frango do mundo (4,40 ringgits).

O luxuoso Starhill Gallery, em Kuala Lumpur. Photo: Rahman Roslan/NYT

O luxuoso Starhill Gallery, em Kuala Lumpur. Photo: Rahman Roslan/NYT

22h – Cidade do pecado

Apesar dos esforços do governo malasiano para coibir a bebida alcoólica, impondo um pesado “imposto do pecado”, os bares prosperam em Kuala Lumpur – uma tendência bastante evidente ao longo do trecho da Changkat Bukit Bintang, ou CBB. A rua é margeada por gastropubs irlandeses, danceterias e restaurantes da moda. Entre os pontos mais badalados estão o Werner’s on Changkat (50 Jalan Changkat Bukit Bintang; 60-3-2142-5670; www.wernerskl.com), um bar com tema vermelho e preto de apenas um ano, onde os martinis de maracujá (28 ringgits) são acompanhados por ritmos envolventes. A poucos passos de distância fica o Cloth & Clef (30 Jalan Changkat Bukit Bintang; 60-3-2143-3034) de concreto e tijolos, que atrai jovens belos com bandas independentes ao vivo e DJs. Para uma experiência plena de danceteria, tome um táxi até o Zouk (113 Jalan Ampang; 60-3-2171-1997; www.zoukclub.com.my), um complexo com seis pistas de dança com temas individuais.

Domingo

10h – Conversa no café

As kopi tiam, ou cafés, já foram parte integral da sociedade malasiana, mas são difíceis de encontrar atualmente. Felizmente, o bate-papo em meio a um café não diminuiu no Yut Kee (35 Jalan Dang Wangi; 60-3-2698-8108), que serve kopi peng (café gelado com leite adoçado) desde 1928. Atualmente em sua terceira geração, o café arejado é adorado por seu roti baba (7,50 ringgits), uma panqueca deliciosa recheada com carne de porco desfiada e cebolas, mergulhados em molho inglês.

12h – Loucos por shoppings

Como grande parte do Sudeste Asiático, Kuala Lumpur é um cidade de shoppings – afinal, a temperatura costuma pairar acima dos 30ºC. Há muitas opções, mas entre os mais interessantes está o Sungei Wang Plaza (Jalan Sultan Ismail; 60-3-2148-6109; www.sungeiwang.com), uma meca dos adolescentes, com cerca de 700 lojas vendendo lenços de cabeça coloridos, microminis enfeitadas com lantejoulas, dispensadores de Pez Hello Kitty e camisetas com frases tipo “O Amor é Todo Necessidade” -outro exemplo das convergências exuberantes e imprevisíveis da cidade.

O básico

Para chegar a Kuala Lumpur normalmente é necessário fazer escalas em Hong Kong, Seul ou Doha. Uma viagem de táxi de uma hora até o centro da cidade custa cerca de 90 ringgits, ou US$ 27, com o dólar cotado a 3,30 ringgits; um trem expresso de 30 minutos custa 35 ringgits.

O Mandarin Oriental (Kuala Lumpur City Centre; 60-3-2380-8888; www.mandarinoriental.com/kualalumpur) oferece vistas da silhueta da cidade e quartos com camas king, banheiros de mármore e mesas de cabeceira ornamentadas com orquídeas frescas. Diárias a partir de 539 ringgits, sem incluir impostos.

O Hotel Equatorial (Jalan Sultan Ismail; 60-3-2161-7777; www.equatorial.com) com 270 quartos tem localização central, camas confortáveis, piscina ao ar livre e ótimo serviço. Quartos a partir de 260 ringgits, sem incluir impostos.

Surpreenda-se com a arte e a culinária da Filadélfia, em 36 horas

Reportagem: Jeff Schlegel

New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.

A evolução da Filadélfia de local para passeio de um dia a cidade destino é tamanha que é possível passar um fim de semana prolongado lá sem visitar qualquer endereço do século 18, nem mesmo sentir falta deles. A abertura de restaurantes reforça a crescente reputação culinária da cidade – apesar do obrigatório filé com queijo ainda acertar em cheio. Os bairros em transição oferecem bons endereços para compras e vida noturna, enquanto outras áreas ainda mantêm a postura da antiga Filadélfia.

Alugue uma bicicleta e observe a linda paisagem e remadores deslizando pelo rio Schuylkill. Photo: Mike Mergen/NYT

Sexta-feira

15h30 – Outro prédio famoso

O Salão da Independência pertence às eras; a Prefeitura (ruas Broad e Market; 215-686-2840; www.phila.gov/property) pertence à Filadélfia. Este prédio do século 19, com 167 metros de altura, é mais do que um grande amontoado de granito interrompendo o tráfego no coração da cidade – no seu topo encontra-se uma estátua de bronze de 27 toneladas de William Penn, uma das 250 estátuas de Alexander Milne Calder que ornamentam o prédio por dentro e por fora. Tome o elevador ao topo (US$ 5) para uma vista de 56 quilômetros do mirante.

17h30 – Sem torta de merengue de limão

O Silk City Diner Bar & Lounge (435 Spring Garden Street; 215-592-8838; www.silkcityphilly.com) é um dois em um, com uma boate no piso inferior em um lado, e uma lanchonete-restaurante tradicional do outro, com iluminação vermelha à meia-luz para dar clima. Pegue um lugar no balcão do restaurante e escolha entre a grande seleção de cervejas engarrafadas ou um drinque como o martini de morango Pantera Cor-de-Rosa (US$ 7).

19h30 – Estranho casal

A fusão chinesa-peruana no Chifa (707 Chestnut Street; 215-925-5555; www.chifarestaurant.com) pode matar dois desejos com um prato. O quarto e mais recente restaurante latino do chef e proprietário Jose Garces na cidade, ressalta a chifa, a culinária influenciada pelos imigrantes chineses no Peru do século 19. As refeições começam com bolinhos de farinha de tapioca, uma iguaria quente mergulhada em creme de goiaba batido. O cardápio de pequenos pratos é uma amálgama de sabores – como o chaufa, que mistura arroz frito com chouriço, coberto com soja doce caramelizada (US$ 9). A chupe é uma suculenta sopa de frutos do mar com mexilhões, um camarão inteiro e batatas roxas (US$ 12).

22h – Jogando boliche e lanchando

O Grande Lebowski encontra um lounge elegante no North Bowl (909 North Second Street; 215-238-2695; www.northbowlphilly.com), uma oficina mecânica convertida onde trechos do piso original de concreto e da parede de tijolos se misturam com parede pintadas com cores alegres, arte abstrata e pinos que brilham no escuro. Há 13 pistas de boliche no primeiro andar, quatro pistas no segundo e bares em ambos os andares. A trilha sonora em uma noite recente incluía Blondie e ritmos cubanos; o cardápio oferece tacos de peixe e espetinhos de carne tailandeses e podem curar um caso de fome de fim de noite.

O Silk City Diner Bar & Lounge possui boate e uma lanchonete-restaurante com iluminação vermelha à meia-luz para dar um clima. Photo: Mike Mergen/NYT

Sábado

10h – Labirinto de arte

Alguns lugares não podem ser plenamente capturados apenas por fotos e palavras. Isso resume o Philadelphia’s Magic Gardens (1020-1022 South Street; 215-733-0390; www.philadelphiasmagicgardens.org), um centro de arte e bizarro labirinto ao ar livre de cimento, pneus de bicicleta, garrafas, tecidos, obras de arte e suvenires sem valor. A obra máxima do muralista Isaiah Zagar da Filadélfia é um labirinto de múltiplas camadas e texturas que deixa os visitantes entretidos, talvez confusos. “Eu acho que ele comunica algo, mas não sei o que é”, disse Zagar, que frequentemente perambula por suas criações e ouve perguntas dos visitantes.

11h – Fatia de cor local

Aromas provocantes de linguiças, queijos e doces caseiros enchem o ar ao longo do Ninth Street Italian Market (9th Street, entre as ruas Wharton e Fitzwater; www.phillyitalianmarket.com). Os vendedores de hortifrutis empilham seus produtos sob toldos verdes e vermelhos diante de lojas que vendem especialidades italianas e produtos diversos nesta feira ao ar livre centenária no sul da Filadélfia. Com fome? A Lorenzo’s Pizza (ruas 9th e Christian; 215-922-2540) é uma loja de esquina despretensiosa que serve uma das melhores fatias de pizza da cidade (US$ 1,50 a US$ 2). O segredo: eles não economizam no tempero.

13h30 – Bem-vindo, Galileu

Lembrado por seu modelo gigante de dois andares de um coração humano e outras exibições ligadas à ciência, o Instituto Franklin (222 North 20th Street; 215-448-1200; www2.fi.edu) exibirá “Galileu, os Médicis e a Era da Astronomia” até 7 de setembro de 2009 (US$ 20,75 para adultos, US$ 19,75 para aposentados, US$ 14 para crianças de 4 a 11 anos). A exposição destaca as realizações de Galileu e exibe alguns de seus instrumentos, incluindo um de seus dois telescópios restantes. Também em exibição estão pinturas, gravuras e manuscritos da coleção Médici.

16h – Mais que tecidos

A Fabric Row (4th Street, entre as ruas South e Catherine) há muito é o local onde comprar uma bobina de tecido. As lojas de tecidos ainda empilham seus produtos, mas elas dividem a rua com estúdios de tatuagem e uma mistura eclética de varejistas neste animado bairro de Queen Village. A Armed & Dangerous (623-25 South 4th Street; 215-922-4525) vende produtos de “estilo gótico romântico”, juntamente com uma variedade de máscaras de baile venezianas importadas (de US$ 25 a US$ 300). A Bus Stop (750 South 4th Street; 215-627-2357; www.busstopboutique.com) é especializada em calçados de grife da Europa e América do Sul, incluindo a marca Coclico, desenhada na França e fabricada na Espanha, e a marca ecológica Terra Plana.

20h – O quê, sem canja de galinha?

Situado em um prédio quadrado com vão livre na Society Hill e nas cores da pedra de Jerusalém, o Zahav (237 St. James Place; 215-625-8800; www.zahavrestaurant.com) oferece receitas israelenses e uma boa dose de pratos do Norte da África e do Oriente Médio. O cardápio de degustação é um bom começo para os não iniciados – primeiro uma tigela de homus cremoso e um grande pão chato redondo feito em casa, seguido por três pequenos pratos e então a sobremesa (US$ 36). O Sabra é um saboroso frango grelhado servido com cuscuz leve; a salada é um pot-pourri de oito pratos pequenos, que inclui cenouras marroquinas picantes temperadas com cominho e pimentas, que faz sua boca apitar.

22h – Faça a viagem

Se o seu lance é absinto, o lounge no segundo andar do Time (1315 Sansom Street; 215-985-4800; www.timerestaurant.net) oferece cinco versões da bebida (de US$ 11 a US$ 16,50), que era a preferida entre os artistas parisienses do século 19 e, até recentemente, era proibida nos Estados Unidos. Se não for o seu lance, o uísque bar no andar de baixo oferece cerca de 75 scotches e outros uísques. Em um recente fim de noite no salão de jantar do outro lado da sala de espera, uma banda de jazz com sete integrantes fazia uma apresentação ruidosa, com alguns membros fazendo uma pausa no meio da música para se misturarem com o público antes de retornarem ao palco.

O clima divertido do Grande Lebowski faz dessa lanchonete-boliche um ótimo lugar para ver os amigos e matar a fome no fim de noite. Photo: Mike Mergen/NYT

Domingo

9h30 – Não desligue o despertador

Três das certezas da vida: morte, impostos e uma longa espera por mesa para o brunch no Sabrina’s Cafe (1804 Callowhill Street; 215-636-9061; www.sabrinascafe.com). Mas se acordar cedo você poderá reduzir a espera. As porções são grandes, o café é bom e os garçons são prestativos. O Barking Chihuahua Breakfast Burrito (US$ 9) é um mistura mexicana que mantém uma pessoa satisfeita o dia todo; o Sabrina’s até mesmo serve um filé vegetariano com queijo, se algo assim realmente existe (US$ 9). Mas, falando sério, chegue cedo.

11h – Passeio no rio

Siga para o Museu de Arte da Filadélfia (26th Street e Benjamin Franklin Parkway; 215-763-8100; www.philamuseum.org) e tire uma foto ao lado da estátua de Rocky. De lá, caminhe atrás do museu até a Breakaway Bikes (215-568-6002; aberta aos fins de semana de abril até outubro) para alugar uma bicicleta (US$ 10 por hora, capacete e cadeado inclusos) e passear pela trilha paralela ao rio Schuylkill. Observe os remadores enquanto deslizam pelo rio e aprecie algumas das 200 esculturas do parque.

O básico

O Aeroporto Internacional da Filadélfia é atendido pela maioria das companhias aéreas. A maioria dos endereços-chave fica a uma distância de caminhada ou a uma rápida viagem de táxi do centro. A Amtrak possui uma linha de trem frequente entre a Penn Station de Nova York e a 30th Street Station na Filadélfia. Uma recente pesquisa online revelou passagens de ida e volta a partir de US$ 90.

The Independent (1234 Locust Street; 215-772-1440; www.theindependenthotel.com) é um hotel butique com 24 quartos em um prédio de estilo neogeorgiano reformado em Center City. Alguns quartos têm lareiras, outros têm paredes de tijolos e tetos de catedral. Diárias a partir de US$ 169.

The Alexander Inn (301 South 12th Street; 215-923-3535; www.alexanderinn.com) oferece 48 quartos elegantes com motivo déco. As diárias neste hotel de Center City são a partir de US$ 129 para um quarto duplo. É recomendado fazer reserva com um mês de antecedência.

Outro hotel em Center City, o Courtyard Philadelphia Downtown (21 North Juniper Street; 215-496-3200; www.marriott.com) oferece 498 quartos em um prédio reformado de 1926. Diárias a partir de US$ 189.

36 horas em Beirute

Revelers at Music Hall in the Starco Center. Photo: Bryan Denton for The New York Times.

Reportagem: Seth Sherwood

New York Times

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Want a Beirut investment tip? Concrete. Thanks to a couple of years of political calm, the palm-fringed Middle Eastern city is bingeing on new buildings and cultural projects. A fast-expanding night-life strip, an upstart design district, new hotels and the country’s first contemporary art museum have all sprouted in the last few years. And they’re certainly not going unnoticed. A record number of travelers showed up to discover Lebanon and its capital in 2009. If the peace holds, look for an even bigger swell this year.

Friday

5 p.m.
1) SMOKE ON THE WATER

Muslim women in headscarves, scruffy locals in rock T-shirts, Filipina baby sitters: come dusk, Beirut’s seaside walkway known as the Corniche becomes host to a city on parade. To watch it and enjoy views of the glittering Mediterranean while you’re at it, start across from the Hard Rock Cafe (where an outdoor banner reads, “The time will come when you see we are all one…”) and stroll west past the fast-rising hotels, luxury apartment buildings and the leafy campus of the American University of Beirut. The Manara Palace Cafe (961-1-364-949), next to the lighthouse on the water, is a perfect place to absorb the salt air, wash of waves, cry of seagulls and fiery sunset while drinking fresh mango juice (7,500 pounds, or $5 at 1,492 Lebanese pounds to the dollar) and smoking sweet fruit tobacco from a narghile pipe (12,000 pounds).

8 p.m.
2) DUELING FLAVORS

The city’s top two regional cuisines, Lebanese and Armenian, are served up masterfully at Al Mayass (Wadih Naim Street, Ashrafieh; 961-1-215-046), an Old World-style restaurant where a lively soundtrack is provided by roaming musicians. Itch, a zesty cold salad of bulgur, finely chopped parsley, diced tomato, lemon and spices, cuts the Middle East heat. But the marquee attraction is the grilled kebab in syrupy cherry sauce. Dinner for two with arak, the local aniseed liquor, runs about 140,000 pounds.

11 p.m.
3) MIDEAST GROOVES

Late night unleashes a sea of C’s — Champagne, Chivas Regal, Cohibas, Cartier, cleavage — at Music Hall (Starco Center, Minet El Hosn; 961-3-807-555; elefteriades.com), where dolled-up young professionals, cigar-smoking captains of industry and local celebrities fill the plush red booths and chairs to watch more than a dozen musical acts belt out a globetrotting playlist. Backed by an orchestra in red robes, the talents range from leopard-print divas doing Beyoncé covers to the Chehade Brothers, a Palestinian pair who kick out rollicking Arabian jams in exotic scales. Book in advance. The $55 cover charge is applied toward drinks. (Note that prices are often quoted in American currency, and dollars are widely accepted.)

Saturday

11 a.m.
4) FARM FRESH

Find an empty suitcase and wheel it down to Souk El Tayeb (Saifi Village parking lot; 961-1-442-664; soukeltayeb.com), Beirut’s first farmers’ market, which started in 2004. Drawn from a broad spectrum of Lebanon’s diverse faiths and rural regions, the dozens of growers, producers and artisans who gather every Saturday (9 a.m. to 2 p.m.) represent both a subtle social experiment in national reconciliation and an excellent market for snapping up local olive oil, tomatoes, cheeses, jams, breads, soaps, baskets, flowers and nearly everything else from Lebanon’s horn of plenty. It’s a prime spot to assemble a farm-fresh brunch. The Earth & Co. stand serves hot manouche (5,000 pounds), warm thin sourdough bread wrapped around thyme, labneh cheese and sliced tomato.

1 p.m.
5) THE LEBANESE AESTHETIC

Whether you’re furnishing a sultan’s palace or a mere studio, the Ottoman-style town houses in Saifi Village are quickly filling with boutiques from top Lebanese design talents. Nada Debs (Moukhalsieh Street; 961-1-999-002; nadadebs.com) mixes Far East and Middle East styles, like a cube-shaped oak candleholder inlaid with geometric mother-of-pearl patterns ($100). And Bokja (just off Moukhalsieh Street; 961-1-975-576; bokjadesign.com), run by the design duo Maria Hibri and Hoda Baroudi, takes iconic chairs and sofas by Western designers, like the classic Eames lounger, and reupholsters them with kaleidoscopic collages of fabrics from the Middle East, Central Asia and beyond.

4 p.m.
6) AVANT-GARDE AFTERNOON

With the new Beirut Art Center (Jisr El Wati, Street 97, Building 13; 961-1-397-018; beirutartcenter.org), the Lebanese capital is emerging as a strong contender for the art capital of the Middle East. Opened last year, the nation’s first contemporary art museum is an airy white two-level space that holds rotating exhibitions — often two at a time — all year long. From the experimental films of the Lebanese architect Bernard Khoury to the photographs of Emily Jacir, a Palestinian conceptual artist, the museum’s rotating exhibitions are the most unusual, adventurous, intellectually challenging and envelope-pushing that you’ll find in Beirut.

8 p.m.
7) A RETURN TO PARIS

A clutch of new French restaurants seem bent on recapturing Beirut’s long-ago nickname as Paris of the Middle East. Opened in November, the neo-bistro Couqley (The Alleyway, Gouraud Street, Gemmayzeh; 961-1-442-678; couqley.com) is run by the French-American-Belgian chef Alexis Couquelet, who is a veteran of top Gallic kitchens including Paris’s Market and La Bastide de St.-Tropez. Twice a week, he receives shipments of beef and duck flown in from France, resulting in a thick filet de boeuf with a Bordelaise sauce, and a confit de canard jazzed up with fresh raspberries that cut the fatty duck with fruity acidic zing. Book in advance. Dinner for two, without wine, about 120,000 pounds.

11 p.m.
8) THE COCKTAIL DISTRICT

Mashroob is the word for a drink in Arabic, and you’ll find a whirlwind of them in the red-hot Gemmayzeh district. There’s a bar for every clique and mood. Bourgeois singles and 40-something divorcées sip Chateau Ksara wine and crowd the long bar at Kayan (Liban Street, Gemmayzeh; 961-1-563-611), an airy and vaguely British colonial-style bar. For live Arabian music, backgammon and water pipes, try Gemmayzeh Café (Gouraud Street, Gemmayzeh; 961-1-580-817). And when it’s time to dance to D.J.-spun electro, house and indie rock, the self-styled cool kids and creative set swill Almaza beer in the velvety confines of Behind the Green Door (across from Electricité du Liban, Gouraud Street, Mar Mikhael; 961-70-856-866).

Sunday

Noon
9) A BEIRUT BRUNCH

If you’re still feeling the excess of your Arabian night, mimosas and Bloody Marys await at Casablanca (Dar El Mreisseh Street, Ein El Mreisseh; 961-1-369-334), an Ottoman-era mansion restored with funky colors and contemporary art. Menu items like French toast, eggs Benedict and bagels with smoked salmon suggest a New York City diner. But the chatter of Arabic, French and English from Lebanese brunchers brings you back to cosmopolitan Beirut. Brunch for two, about 60,000 pounds.

2 p.m.
10) LEVANTINE SHORES

In a city of many faiths — Christian, Sunni, Shiite, Druze — at least one religion is universally practiced: sun worship. One of the most pleasant temples is Lazy B (off the airport highway, Jiyeh; 961-70-95-00-10; lazyb.me), about 20 miles south of Beirut. From May to October, the tranquil beach club features a smorgasbord of sandy coast, rocky coves, grassy expanses, scenic outdoor terraces, swimming pools and other spots where hordes of heliophiles absorb ultraviolet rays and cultivate their bronzed exteriors. So here’s a final Beirut investment tip: suntan oil.

IF YOU GO

Many airlines including Air France, Lufthansa and Egypt Air offer flights to Beirut from New York City with a layover. A recent search found a Lufthansa flight in May from Kennedy Airport, with a change in Frankfurt, for about $1,200.

The newest luxury hotel is the Four Seasons Hotel Beirut (1418 Avenue Professor Wafic Sinno, Minet El Hosn; 961-1-761-000; fourseasons.com/beirut). Opened this year, the 230-room hotel has a sleek Mediterranean restaurant and a plush colonial-style bar, with doubles from $250.

Orient Queen Homes (John Kennedy Street, Ras Beirut; 961-1-361-140;orientqueenhomes.com), near the American University of Beirut, opened last year and has 71 apartments and suites done in angular Ikea-esque style. Studios start at $150.

A good budget bet is the Mayflower Hotel (Yafet Street, Hamra, 961-1-340-680; mayflowerbeirut.com), a British colonial-style hotel that was spruced up in 2007 and offers Mediterranean vistas and a rooftop pool, with 85 rooms from $130.

Museus de graça durante a Semana do Patrimônio Cultural em Roma

Ótima notícia para quem vai estar em Roma, de 16 a 25 de abril.

Quem estiver  na bela capital Italiana nesse período poderá aproveitar a Settimana dei Beni Culturali (Semana do Patrimônio Cultural).

Durante esse dias os visitantes e moradores terão a oportunidade de visitar museus e locais públicos, com entradas gratuitas.

Para saber mais acesse o site do Ministério do Patrimônio Ministero por i Beni e le Attivitá Culturali

36 Horas em Sydney

The scene at Manly Beach, just north of Sydney. Photo: Tony Sernack for The New York Times

Reportagem:  Celia McGee

New York Times

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SUNNY, fashion-forward and multiethnic, Sydney is an animated city bent on making its mark. But with its skyline already crowded with skyscrapers, and its place on the world stage firmly set, the city seems to be in the midst of a historical revival. Traditional Australian cuisine like meat pies is being remade in the locavore age. Sports like surfing are being celebrated in their national birthplace. And older buildings are enjoying an architectural second act as salons for the city’s cognoscenti, who can’t seem to get enough of Sydney’s homegrown charms

Friday

4 p.m.
1) DOWNTOWN REBORN

Young Sydney is rediscovering downtown along George Street. Stroll back in time at the 19th-century Strand Arcade (412-414 George Street; 61-2-9232-4199;strandarcade.com.au), the last of the glass-domed late-Victorian shopping bazaars where Australian labels in the style forefront like Manning Cartell, Jayson Brunsdon and Little Joe by Gail Elliott have set up shop. Less kitschy than the more famous Queen Victoria Building, the arcade includes Strand Hatters (61-2-9231-6884;strandhatters.com.au), which carries the kind of straw hats that are fashionable again, and Haigh’s Chocolates (61-2-9221 6999; haighschocolates.com.au), a venerable outpost of the Adelaide-based chocolatier where even locals line up for its newest confections.

6 p.m.
2) SCALING THE HEIGHTS

Unless you suit up and make the climb up the Sydney Harbour Bridge, the best spot to catch the sunset may be the top of the Rocks, the historic district where young merchant princes and professionals like to pub crawl from the Lord Nelson Brewery Hotel(19 Kent Street; 61-2-9251-4044; lordnelsonbrewery.com), one of the city’s oldest continuously operating bars and now also a hotel and microbrewery, to the Hero of Waterloo (81 Lower Fort Street; 61-2-9252-4553; heroofwaterloo.com.au), with stone cellars hiding tunnels once used for smuggling. Another hot spot is the plaza outside the MoS Cafe (37 Phillips Street; 61-2-9241-3636; moscafe.com.au) at the spiffy Museum of Sydney, faintly perfumed by the Royal Botanic Gardens.

8 p.m.
3) COVERING THE WATERFRONT

Walsh Bay, by the gigantic old wharves, is being reborn as an arts and culinary neighborhood. The revitalized Sydney Theater Company (Pier 4, Hickson Road; 61-2-9250-1777; sydneytheatre.com.au), under the artistic direction of Cate Blanchett and Andrew Upton, her husband, often showcases emerging Australian playwrights. Pretheater or after, join an affluent crowd at Restaurant Arras (24 Hickson Road, 61-2-9252-6285; restaurant-arras.com.au), a well-tailored establishment in a former wool store that serves cleverly updated Anglo fare, like snapper with potato napoleon and cockles, or spiced mulloway, lentils and bacon, mead and rye. Dinner for two, about 120 Australian dollars, or $113 at 1.06 Australian dollars to the U.S. dollar.

10 p.m.
4) ASIAN MAJOR

The city’s bright young things relish their night life, and no one has tapped into this more glamorously than the chef Neil Perry. His latest two boîtes, both in the soaring Art Deco City Mutual Building, are Spice Temple (10 Bligh Street; 61-2-8078-1888;spicetemple.com.au), a chinoiserie-style restaurant that serves 12 cocktails named after the Chinese zodiac signs, and the snappy Rockpool Bar and Grill (66 Hunter Street; 61-2-8078-1900; rockpoolbarandgrill.com), where 6,500 cocktail glasses hang at the ready for more members of the Champagne set.

Saturday

9:30 a.m.
5) CUPS AND SAUCERS

Follow the black-fluted paper cups to La Renaissance Café Patisserie (47 Argyle Street; 61-2-9241-4878; larenaissance.com.au), a leafy courtyard cafe favored by coffee connoisseurs. Order a cappuccino, flat white, latte or long black (hold the milk), along with a fresh croissant, before diving into the Rocks Markets, a tasteful street fair held every weekend that carries everything from hand-sewn children’s clothes to vanguard tea ware.

10 a.m.
6) SUSHI FOR BREAKFAST

The gigantic Sydney Fish Market (1 Bank Street, Pyrmont; 61-2-9004-1100;sydneyfishmarket.com.au) remains a very active seafood bazaar, with some 100 species of fish auctioned off every day. There are also seafood bars, a takeout deli and a waterfront deck where you can sample your fresh purchases. But to get closer to the source, sign up for a two-hour cooking class at the market’s Sydney Seafood School, redesigned last year with stainless steel cooking stations, a high-def demonstration screen and a dining room with fishnet chandeliers. Classes, which include hands-on lessons on seafood “barbie” and dishes like Singapore-style chili crab, start at 80 dollars.

1 p.m.
7) DEEP DISH

Australia’s academic art is having a comeback at the beaux-arts Art Gallery of New South Wales (artgallery.nsw.gov.au), but the Powerhouse Museum (500 Harris Street; 61-2-9217-0111; powerhousemuseum.com), in the former Ultimo power plant, offers a refreshing primer on Australia’s arts, crafts and industries. On view through this year is the rollicking “Eighties Are Back” exhibition, with colorful artifacts that include Michael Jackson’s iconic sequined jacket and silver glove. Afterward, swing by Hannah’s Pies (562 Harris Street; 61-2-9211-2506), a nearby takeout stand known for its hot tarts like chicken and mushroom pie, and lean beef and curry pie (4 to 7 Australian dollars). To avoid the long line, go on the later side.

3 p.m.
8) THE HILLS ARE ALIVE

The Edwardian architecture of Surry Hills keeps up with the youth-quake with fashion, housewares, furnishings and antiques shops aimed at the creative caste. The basement of the former Griffiths Teas Building is the home of Halfsleeve (133 Goulburn Street; 61-2-8021-0869; halfsleeve.net), a men’s clothing store that carries designer T-shirts and jeans. Mrs. Press (136a Darlinghurst Road; 61-2-9331-7732; mrspress.com) belongs to Clare Press, a former features editor of Vogue Australia, who likes to mix new and vintage, lingerie and slinky blouses.

8 p.m.
9) TRY THAI

Some of the city’s best Vietnamese, Korean and Thai restaurants are in the chill Darlinghurst neighborhood, recognizable by its Victorian town houses and gay-friendly vibe. A popular Thai establishment is Spice I Am (296-300 Victoria Street; 61-2-9332-2445; www.spiceiam.com ), a stylish offshoot of a takeout shop in Surry Hills. Favorites include a green curry chicken stuffed with apple eggplant and pea eggplant (34 Australian dollars) and crispy pork belly with chili jam, cherry tomato and spring onion (30 Australian dollars).

10 p.m.
10) NIGHT FARM

An artsy new scene can be found at the Commons (32 Burton Street; 61-2-9358-1487;thecommons.com.au). Housed in an 1850 sandstone farmhouse, the space has been transformed by a group of inventive art and architecture graduates into a restaurant and wine bar with old wooden floors, modern-rustic furniture and a backyard patio.

Sunday

10 a.m.
11) BEACH BUNS

In the nautical hierarchy, the beach resort of Manly may be lower-profile than Bondi’s more chic surf culture, but that’s exactly what makes it such a treat, starting with a quick ferry ride seven miles north of the city. (This year Manly is celebrating its official recognition as the birthplace of Australian surfing.) The town is sprucing up the Manly Scenic Walkway that winds through a large nature preserve. At the other end of the beach, Manly Surf School (North Steyne Surf Club, Long Reef; 61-2-9977-6977;manlysurfschool.com) offers rentals and lessons starting at 60 Australian dollars.

3 p.m.
12) SEA FOR MILES

On the roof of the dignified 19th-century Customs House is the ritzy Cafe Sydney (31 Alfred Street; 61-2-9251-8683; cafesydney.com), which has a raw bar and a seafood-rich menu that includes a grilled swordfish with baby squid, panzanella and tapenade (37 Australian dollars). On Sundays there is the live jazz or classical music of Cafe Sydney Sunday, a nice accompaniment to the forever views of the Opera House and the whale-size cruise ships moored in Sydney Harbour.

IF YOU GO

Flights between Sydney and New York City require a connecting flight, usually on the West Coast. A recent Web search found Delta flights from Kennedy, with a connection in Los Angeles, from $1,035 round trip for travel this month.

One of the best-situated and most celebrity-studded hotels is the Park Hyatt Sydney Hotel (7 Hickson Road, the Rocks; 61-2-9241-1234; sydney.park.hyatt.com). The 158-room hotel wraps around a scenic spit of the Rocks opposite the Sydney Opera House. Doubles start at 695 Australian dollars, about $650.

A new budget option is the Vibe Hotel Sydney (111 Goulburn Street; 61-2-8272-3300;vibehotels.com.au) on the edge of Chinatown. The 191-room hotel has a retro-modern décor, a popular bar and rooms starting at 165 Australian dollars.

Mergulhe, coma bem e aproveite o happy hour em 36 horas nas Bermudas

David Lahuta

New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

As Bermudas tiveram muito o que celebrar em 2009. Há quatrocentos anos, um navio inglês naufragou neste arquipélago no Atlântico, dando origem ao país das Bermudas, um que atualmente está em modo de festa total. Com os veleiros enfeitados com luzes natalinas, apresentações de dança folclórica e festivais de música repletos de astros (Quincy Jones e John Legend), é uma festa de gala quatro séculos em preparação. Sim, os charmes pitorescos ainda estão ali – homens trajando bermudas e meias até o joelho, praias de areias rosadas, pessoas circulando em motos scooters – mas com 400 anos de maturidade, não seria de outra forma para as Bermudas.

Sexta-feira

16h – Chá de shorts

Em um país com uma Union Jack em sua bandeira, não causa surpresa que muitas tradições britânicas perdurem. Entre para tomar um chá no Heritage Court (76 Pitts Bay Road; 441-295-3000; www.fairmont.com/hamilton), um salão de jantar com toalhas de mesa brancas no Fairmont Hamilton Princess, um hotel de 124 anos onde os hóspedes saboreiam sanduíches de pepino, petit fours e scones feitos na hora de damasco e figo com geléia de kumquat e creme de leite (34 dólares; os dólares das Bermudas valem o mesmo que o dólar americano e ambos são amplamente aceitos).

Happy hour no Newstead Belmont Hills Golf Resort & Spa, em Bermuda; o local parece estar em constante clima de festa. Foto: Michael Nagle/NYT

18h – Happy hour

Os bermudenses levam a sério o happy hour de sexta-feira, quando a ilha sai do trabalho e o ponche de rum entra para dar início ao fim de semana. Moradores locais bem vestidos vão para o Newstead Belmont Hills Golf Resort & Spa (27 Harbour Road; 441-236-6060; www.newsteadbelmonthills.com), que realiza uma festa semanal ao ar livre, com banda ao vivo e tudo, em seu pátio frontal com porto. Experimente um dark ‘n’ stormy: rum e cerveja de gengibre das Bermudas.

21h – Peixe na Front Street

A maioria dos clientes do Port O Call (87 Front Street; 441-295-5373; www.portocall.bm) se concentra nos especiais – peixe local fresco dourado na frigideira e servido com um vinagrete cítrico. De setembro a março, experimente a lagosta, partida e preparada na grelha. Após uma recente reforma, este endereço favorito da Front Street está parecendo melhor do que nunca com banquetas meia lua, paredes revestidas em madeira e um bar revestido de granito cheio dos poderosos da ilha. Jantar para dois, cerca de US$ 70, sem incluir vinho.

Sábado

8h – Mergulhe em um navio naufragado

Quando Peter Benchley estava pesquisando para seu romance “O Fundo do Mar”, ele encontrou inspiração submarina no Constellation, uma escuna de quatro mastros que afundou nas Bermudas em 1943. Até mesmo novatos podem explorar o navio naufragado bem preservado a meros nove metros de profundidade, com um mergulho introdutório dado pela Bluewater Divers & Watersports (Robinson’s Marina, Somerset Bridge; 441-234-1034; www.divebermuda.com; 165 dólares). Em um grande negócio dois por um, a cerca de 15 metros do Constellation se encontram os destroços do Montana, um navio a vapor inglês que afundou 80 anos antes. Veja pedaços de sua carga, como cacos de porcelana, garrafas de vidro e até mesmo uma mesa de bilhar, entre grandes cardumes de peixe-donzela, garoupas e barracudas.

13h – Disputa da sopa de peixe

É difícil encontrar um restaurante que não sirva sopa de peixe das Bermudas, uma sopa picante com frutos do mar e legumes, que é tradicionalmente saboreada com uma dose de rum Gosling’s Black Seal e molho Outerbridge’s Original Sherry Pepper. Duas das favoritas da ilha, ambos em Hamilton, são a do Hog Penny Restaurant & Pub (5 Burnaby Hill; 441-292-2534; www.hogpennypub.com; 6,50 dólares), um pub inglês clássico, e o Lobster Pot (6 Bermudiana Road; 441-292-6898; www.bermuda.com/lobsterpot; 6,75 dólares), um café com tema náutico e um novo pátio ao ar livre. Quando terminar, vá tomar um sol na ampla Elbow Beach, a poucos minutos de distância em Paget Parish.

15h – Artistas da ilha

A comunidade artística ficou agitada quando o Masterworks Museum of Bermuda Art (183 South Road; 441-236-2950; www.bermudamasterworks.com) foi inaugurado no Jardim Botânico das Bermudas no primeiro semestre, para exibir sua coleção de pinturas inspiradas na ilha, incluindo obras de Georgia O’Keeffe e Mardsen Hartley. Sua mais recente exposição, “Nós Estamos Navegando”, examina a ligação das Bermudas com o mar e inclui a aquarela de Winslow Homer, “S.S. Trinidad”.

Com um trecho de cerca de 800 metros de areia fina rosada, na Warwick Long Bay, nas Bermudas, você certamente encontrará um espaço só seu. Foto: Michael Nagle/NYT

16h – Escolha um presente

Para bolsas de grife e bugigangas brilhantes, leve sua carteira a Hamilton, a capital portuária das Bermudas. Mas para itens bermudenses autênticos, vá à mais tranquila Saint George, no extremo leste da ilha. A Book Cellar (Tucker House Basement, Water Street; 441-297-0448) é especializada em livros históricos, náuticos e de arquitetura sobre as Bermudas. Sinta os perfumes artesanais da Bermuda Perfumery (5 Queen Street; 441-293-0627; www.bermuda-perfumery.com), situada em uma casa do século 18 com paredes de pedra de coral e vigas expostas de cedro. E compre bermudas autênticas das Bermudas na English Sports Shop (30 Water Street; 441-297-0142), onde você encontrará todas as cores do arco-íris (a partir de 39,95 dólares).

20h – Ao ar livre ou não?

Se você estiver atrás de um jantar com spray do mar, vá ao Mickey’s Beach Bistro & Bar (60 South Shore Road; 441-236-9107; www.mandarinoriental.com/bermuda), um restaurante ao ar livre no Elbow Beach Hotel, em Paget Parish, que serve massas, peixes e frutos do mar (jantar para dois por cerca de 60 dólares, sem incluir vinho). Não quer jantar ao ar livre? Sente-se perto da janela no Ocean Echo in the Reefs Hotel (56 South Shore Road; 441-238-0222; www.thereefs.com). Empoleirado em um penhasco em Southampton Parish, o restaurante oferece versões criativas de pratos locais favoritos, como bolo de peixe das Bermudas com molho de ameixa preta (16,50 dólares) e perca dourada na frigideira com beurre blanc de maçã (37,50 dólares).

23h – Hora do Martini

Há uma abundância de bares de hotel para coquetéis pós-jantar. Mas para uma ação mais local, vá a um trecho margeado de árvores de Hamilton, conhecido como “restaurant row”. Lá você encontrará o LV’s (12 Bermudiana Road; 441-296-3330; www.lv.bm), iluminado a meia-luz, com sofás baixos e recantos para uns amassos. Quando se cansar de checar a clientela simpática trintona, vá ao Opus Cafe & Lounge (4 Bermudiana Road; 441-292-3500; www.opus.bm), um agitado cocktail bar que toca música pop e rhythm and blues.

Domingo

7h30 – Riscos na água

Reaberto em junho após uma reforma de US$ 14 milhões, Port Royal (5 Port Royal Drive; 441-234-0974; www.portroyalgolf.bm; taxa, 165 dólares) é supostamente o melhor campo de golfe das Bermudas, com vistas do mar em quase todos os buracos. Não esqueça sua câmera no 16º. O buraco em forma de lua crescente de 215 metros abraça a costa com nada além do oceano entre o tee e o buraco.

Reaberto em junho após uma reforma de US$ 14 milhões, Port Royal é supostamente o melhor campo de golfe das Bermudas, com vistas do mar em quase todos os buracos

11h – Vá à igreja

Church Bay (baía da igreja) é uma pequena enseada com alguns dos melhores lugares para mergulho com snorkel da ilha, com peixes-anjo-azul, peixes-papagaio e ricos corais a apenas 100 metros da costa. Alugue equipamento da loja de mergulho no vizinho Fairmont Southampton Hotel & Resort (101 South Shore Road; 441-238-2332; www.fairmont.com/southampton, 20 dólares por duas horas). Quando terminar, evite as multidões dos navios de cruzeiro na Horseshoe Beach e vá para a praia mais tranquila, Warwick Long Bay. Com um trecho de cerca de 800 metros de areia fina rosada, você certamente encontrará um espaço só seu.

O básico

Os turistas não podem alugar carros nas Bermudas, então tome um táxi por 30 dólares (o dólar americano e bermudense, com valor igual, são ambos aceitos) do aeroporto até Hamilton, onde é possível alugar uma scooter. Um endereço confiável é o Smatt’s Cycle Livery (74 Pitts Bay Road; 441-295-1180; www.smattscyclelivery.com), com aluguéis a partir de 80 dólares pelo primeiro dia, 45 dólares pelos dias adicionais. Prefere não dirigir à esquerda? Considere tomar o ônibus, que parte com frequência de Hamilton e cobre grande parte da ilha (3 dólares).

O elegante Fairmont Southampton (101 South Shore Road; 441-238-8000; www.fairmont.com/southampton) oferece abundância de confortos, incluindo um campo de golfe com par três, um spa William Stream com 2.880 metros quadrados e uma balsa gratuita para Hamilton Princess, sua propriedade irmã em Hamilton. Quartos duplos a partir de US$ 189. Reaberto no primeiro semestre de 2008 como um hotel só com suítes, o Newstead Belmont Hills Golf Resort & Spa (27 Harbour Road; 441-236-6060; www.newsteadbelmonthills.com) possui quartos decorados com bom gosto com balcões de granito, tapetes de sisal e pátios ou sacadas com vista do porto. Quartos duplos a partir de US$ 290. O Tucker’s Point Hotel & Spa (60 Tucker’s Point Club Drive; 866-604-3764; www.tuckerspoint.com) é mais novo resort das Bermudas, um retiro luxuoso do extremo leste que foi inaugurado em abril com um campo de golfe com 18 buracos, quadras de tênis e um elegante clube de praia branco. Quartos duplos a partir de US$ 340.

36 Hours in Berlin

By Denny Lee

New York Times

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Clunky Trabants belching car exhaust along Karl-Marx-Allee. Red-and-yellow East German flags fluttering from storefronts. Retro-chic bars that resemble cold-war bomb shelters. The Berlin Wall may have fallen 20 years ago next month, but in certain pockets of this pulsating German capital, it seems to be going back up — at least for those too young to recall what life was like in the German Democratic Republic. From stylish hotels that resemble 1970s Soviet housing to boutiques that elevate kitschy East German goods to high design, Berlin is still divided — on whether the Iron Curtain was cool. There’s even a German word for it, “ostalgie,” a combination of the words “ost” (east) and “nostalgie” (nostalgia).

The revolving restaurant on the Television Tower. Photo: Denny Lee/The New York Times

Friday

5 p.m.
1) EASTERN TIME ZONE

Few vestiges remain of East Berlin. Bullet holes have been filled in, squatters evicted and weedy lots paved over for entertainment complexes. But spend enough time strolling the twisting backstreets and you might come across a building, a courtyard or a block that looks frozen in 1989. Most are on the city’s fringes, but there’s a stretch of Auguststrasse, the art mile in the Mitte district, in drab contrast to the slick galleries and Ikea-fied apartments. A former Jewish hospital at Nos. 14-16 is still gray as charcoal. A block away, at No. 5a, one side of a courtyard is pocked with bullet scars. Look now, before construction cranes encroach.

7 p.m.
2) TV DINNER

The Sputnik-inspired Television Tower was erected in the 1960s by East Germany to demonstrate its technical superiority. At 1,207 feet, it remains Berlin’s tallest structure, as well as one of its most touristy. Skip the line by dining at its space-saucer-style restaurant, Telecafé (Panoramastrasse 1A at Alexanderplatz; 49-30-247-5750; www.tv-turm.de), which offers revolving views of the once-divided city. It’s every bit as cheesy and memorable as it sounds. Not much seems to have changed since Erich Honecker was the leader of East Germany: dishes like veal roulade with potato dumplings (15.50 euros, about $23 at $1.50 to the euro) are served by older waitresses with big perms. Reserve online and early (at least six weeks ahead) for the sunset seating. After dinner, stroll Alexanderplatz, where a colossal open-air exhibition on the Wall (www.fallofthewall09.com ) is up until Nov. 14.

11 p.m.
3) PARTY LIKE IT’S 1989

For modern beats in a retro lounge, climb the rickety scaffolding to Klub der Republik, or K.D.R. (Pappelallee 81; www.myspace.com/klubderrepublik), a grungy hangout in Prenzlauer Berg named after the Palace of the Republic, the dismantled East German parliament building. Indeed, the globe lamps were salvaged from there. The music, as eclectic as the beer selection, is played by a rotating cast of floppy-haired D.J.’s. If there’s music across the street, pop by Ballhaus Ost (Pappelallee 15; 49-30-47-99-7474; www.ballhausost.de), a former dance school that occasionally hosts late-night gatherings.

Saturday

10:30 a.m.
4) HELLO, LENIN!

Berlin has 170-plus museums, but only one examines how ordinary East Berliners lived under Communist rule — another example, perhaps, that reunification is a work in progress. The small, privately financed DDR Museum (Karl-Liebknecht-Strasse 1; 49-30-847-12-3731; www.ddr-museum.de) opened in 2006 and offers a playful trip behind the Iron Curtain with authentic artifacts and archival film. Those haunted by the 2006 Oscar-winning film “The Lives of Others” should also pay a visit to the Stasi Museum (Ruschestrasse 103; 49-30-553-6854; www.stasimuseum.de), housed in the former Stasi offices.

Noon

5) EMBASSY SWEETS

If the weather is nice, head north to the leafy district of Pankow, where the East German elite lived. Along the way, stop by Stavanger Strasse, the old embassy row where the Cuban flag still flies, before heading to Majakowskiring, a road lined with stately villas including No. 29 — the former home of Wilhelm Pieck, the first president of East Germany. For hearty salads and sweet plum cakes, sit under the linden trees at Majakowski Gasthaus (No. 63; 49-30-4991-8250), an inn with a delightful garden cafe. End your visit at the Schönhausen Palace (Tschaikowskistrasse 1; www.spsg.de), a baroque castle that once served as the seat of the East German president; it is scheduled to reopen in December.

3 p.m.
6) NEUE GALLERIES

Karl-Marx-Allee, the monumental but graying boulevard of Stalinist architecture, is welcoming a steady parade of art dealers. In the last year or so, galleries like Capitain Petzel (No. 45; 49-30-2408-8130; www.capitainpetzel.de) and Krome Gallery (No. 82; 49-30-280-946-59; www.krome-gallery.com) have planted their flags along the concourse, giving other new art districts in Berlin a run for their money. Private collectors are also taking over palatial spaces, including Sammlung Haubrok (Strausberger Platz 19; 49-30-8061-9287; www.sammlung-haubrok.de), which showcases contemporary artists like Jonathan Monk and Martin Boyce.

5:30 p.m.
7) CUDDLY CARS

Berlin was a huge city even when it was divided. To cover more ground, see old East Berlin behind the wheel of a Trabant, the plastic car that was a symbol, for better or worse, of the Communist regime. Trabi-Safari (49-30-2759-2273; www.trabi-safari.de) has a cuddly fleet that chortles past landmarks like the East Side Gallery in Friedrichshain (www.eastsidegallery.com), at the longest existing piece of the Wall, which is being unveiled next month after a controversial mural restoration. Tours start at 30 euros.

9 p.m.
8.) WESTERN BEOUF

See how the other side lived. While East Berliners were scouring markets for fresh fruits and vegetables, Iggy Pop and others were drinking absinthe and ordering entrecôte at the Paris Bar (Kantstrasse 152; 49-30-313-8052; www.parisbar.de), in the upscale Charlottenburg district of what was West Berlin. The storied bistro still wears its affluence on its sleeve. On a recent Saturday, there were white-shoe bankers popping Champagne bottles, an artsy couple with electric-blue hair and two elegantly dressed woman squeezed into a wine-red leather banquette under a large photograph of Yves Saint Laurent. Steak frites for two, with wine, about 100 euros.

Midnight
9.) PARTY SPREE

During the cold war, Berlin turned its back to the Spree River, which was itself divided. Now the riverfront has some of the city’s coolest night life, whether it’s the urban beach bars that seem to wash up wherever there’s open space or the perpetually long lines outside the Watergate Club (Falckensteinstrasse 49; www.water-gate.de). If it’s warm, beat a path to Club der Visionäre (Am Flutgraben; 49-30-6951-8942; www.clubdervisionaere.com), a riverside bar in Kreuzberg that feels like a shipwreck overrun with hip 20-somethings. When the sun rises, spy the concrete watchtower across the street; it’s one of the last surviving that were built by East Germany to police the wall.

Sunday

11 a.m.
10) PEOPLE-OWNED GOODS

Plastic blue egg cups. Interflug luggage tags. Vintage drink carts. For groovy East German goods at moderate prices, bring your tote bag to Arkonaplatz, a little park at the edge of Mitte that becomes a retro-trendy flea market on Sundays (www.troedelmarkt-arkonaplatz.de). Cute cafes ring the park. Still looking for those big sunglasses? Walk along Bernauer Strasse to the sprawling flea market at Mauerpark, or Wall Park (www.mauerparkmarkt.de). While the quality has gone down, there are still some treasures among the pirated DVDs.

2 p.m.
11) (ALMOST) FREE WINE

Continue your capitalist spending spree in Prenzlauer Berg. Retail highlights include VEBorange (Oderberger Strasse 29; 49-30-9788-6886; www.veborange.de), a cluttered antiques shop that has a huge assortment of funky lamps and ostalgie memorabilia, and Da Capo (Kastanienallee 96; 49-30-448-1771; www.da-capo-vinyl.de), a music shop that carries artists like the Puhdys, who once recorded for the state-run Amiga label. When you’re finished, work your way to Weinerei Forum (Veteranenstrasse 14; 49-30-440-6983; www.weinerei.com), a wine bar where customers rent a glass for a euro or two. Pour as many whites and reds as you like. Before leaving, just throw some bills into the glass jar, based on what you think you owe. Socialism never tasted so good.

THE BASICS

Continental flies nonstop to Berlin from Newark Liberty International Airport, and Delta flies nonstop from Kennedy Airport. Fares start at about $570 this month, based on a recent online search.

After a drought, a wave of hotels is opening on both sides of where the Berlin Wall once stood. To the east is the Ostel (Wriezener Karree 5; 49-30-2576-8660; www.ostel.eu), a “communist retro” hostel with East German interiors, not far from the Ostbahnhof. Doubles with private bathrooms start at 61 euros ($91.50 at $1.50 to the euro); bunk beds start at 9 euros.

A worthy rival in the former East Berlin is the Arcotel John F. (Werderscher Markt 11; 49-30-405-0460; www.arcotel.at), a cosmopolitan hotel with 190 rooms, starting at about 108 euros, based on a recent Web search. It’s a good value because of its central location, well-designed furniture and attentive staff.


Grand Tour pela Europa Week 10 – Polônia

Grand Tour pela Europa -Week 9 – Lituânia

Grand Tour pela Europa – Week 8 – Bucareste

Grand Tour pela Europa – Week 7 – Chipre

Grand Tour pela Europa – Week 6 -Malta

Grand Tour pela Europa – Week 4 -Riviera Francesa

36 Hours in Buenos Aires

By Paola Singer
New York Times

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Contemporary Argentine history is a roller coaster of financial booms and cracks, set to gripping political soap operas. But through all the highs and lows, one thing has remained constant: Buenos Aires’s graceful elegance and cosmopolitan cool. This attractive city continues to draw food lovers, design buffs and party people with its riotous night life, fashion-forward styling and a favorable exchange rate. Even with the uncertain economy, the creative energy and enterprising spirit of Porteños, as residents are called, prevail — just look to the growing ranks of art spaces, boutiques, restaurants and hotels.

Lunch time at Miranda Grill House in Palermo. - Photo: Horacio Paone for The New York Times

Friday
1) 4 p.m.
  URBAN WALLS

Young offbeat artists are putting their stamp on Buenos Aires. Take to the streets of Palermo to see the impressive mural outside Hollywood in Cambodia (Thames 1885; 54-9-11-6289-6258; hollywoodincambodia.com.ar), a gallery devoted to street art. For the full graffiti experience, book a tour with Graffitimundo (graffitimundo.com), 75 pesos, or $20 at 3.72 pesos to the dollar, which highlights up-and-coming neighborhoods like Villa Crespo, where rising names like Pum Pum paint their whimsical creatures on abandoned walls. The design scene is also booming. Check out Nobrand (Gorriti 5876; 54-11-4776-7288; nobrand.com.ar), a store that reinvents Argentine items like mate gourds, giving them a quirky, cartoonish look.

2) 6 p.m.
 TASTE OF ENGLAND
Ties to the Old World were broken long ago, but some traditions are in full swing. Sirop Folie (Vicente Lopez 1661; 54-11-4813-5900; siroprestaurant.com), on a quaint alley in the upscale neighborhood of Recoleta, serves a very British afternoon tea that includes fresh scones, homemade marmalades, finger sandwiches, cakes and fragrant blends by Tealosophy (70 pesos for two). Well-dressed families show up after 5 p.m., filling the comfy, pastel-colored window banquettes. For Asian-inspired tea, try the new Tea Connection (Avenida Cerviño 3550, 54-11-4807-5034; teaconnection.com.ar). Whatever you do, don’t skip this meal; dinnertime is ages away.

3) 9:30 p.m. JAZZ IT UP

Live music is one of Buenos Aires’s top bills, and contemporary jazz is stealing the spotlight thanks to a new generation of talented musicians who developed their own style. Check out a live show at Thelonious Club (Salguero 1884, first floor; 54-11-4829-1562; theloniousclub.com.ar), a lounge with vintage black leather sofas, battered hardwood floors, and a back-lit bar. Some of the acts are avant-garde. The composer Fernando Tarrés, for example, incorporates video and computer-generated sounds into his new art-music project Trespass. Others appeal to a broader audience, like Ricardo Cavalli, considered by some to be the best saxophone player in the country.

4) 11:30 p.m.
 MIDNIGHT MEAL
On weekend nights, Porteños take late-night dining to the extreme. Mingle with stylish night owls at intimate Tegui (Costa Rica 5852; 54-11-5291-3333; tegui.com.ar), a glamorous addition to the city’s stable of hidden restaurants. The entrance to this au courant spot in the outskirts of Palermo is camouflaged by a wall of graffiti — the work of the stencil virtuosos Vomito Attack. Germán Martitegui, the chef, offers an ambitious, locally sourced menu prepared in an open stainless-steel kitchen. Try the slow-cooked tenderloin with poached egg and toasted manioc flour. Dinner about 200 to 240 pesos.

Saturday

5) 10:30 a.m.
 SAY OM
Flow with the local fitness craze with an energizing yoga class at Valle Tierra (Costa Rica 4562; 54-11-4833-6724; valletierra.com), a modern, airy studio in youthful Palermo Soho. After a series of challenging warrior postures, ask for a hot stone massage (140 pesos). Then go for a leisurely stroll through El Rosedal — a romantic rose garden inside the 400-acre Parque Tres de Febrero. Often overlooked, the garden was recently spruced up with thousands of new roses, repaired pergolas and paths. If the mood strikes, rent a paddle boat and ride around the surrounding lake, crossed by an arched bridge.

Buenos Aires - New York Times

6) 2 p.m.
 CHIMICHURRI
Get your steak fix at Miranda (Costa Rica 5602; 54-11-4771-4255; parrillamiranda.com), a bustling new-generation parrilla where the décor is cool and the staff is hip, but the food remains traditionally no-frills. This loftlike industrial space manages to feel cozy thanks to potted plants, wall textiles, wood accents and a steady stream of film executives who work in nearby studios (the surrounding area is aptly named Palermo Hollywood). Order classics like provoleta, a char-grilled, herb-seasoned slice of thick cheese, and bife de chorizo, a juicy sirloin strip steak (about 60 pesos for lunch). This timeless favorite comes with excellent house-made fries and a side of chimichurri marinade.

7) 5 p.m.
 HOUSE OF XUL
The painter, sculptor and writer Alejandro Xul Solar is Argentina’s answer to Paul Klee. Before his death in 1963, the artist selected 50 paintings that were to be exhibited in the museum he envisioned, set up by his widow, Micaela Cadenas, 30 years later. The Museo Xul Solar (Laprida 1212; 54-11-4824-3302; xulsolar.org.ar) has 86 works inside a modernized building from the late 1800s. Glimpse a surreal world: reinvented tarot cards, a piano with three rows of rainbow-colored keys and other fanciful inventions. Solar’s former residence, scheduled to open for special viewings in the near future, remains untouched on the top floor.

8) 10 p.m.
 ARGENTINE PASTA
Historians estimate that about a million Italians settled in Argentina by the early 20th century, which probably explains why Buenos Aires has such delightful pastas and gelati. Sottovoce (Libertador 1098; 54-11-4807-6691; sottovoceristorante.com.ar is a classic family restaurant that always gets it right. The moment you sit down, an attentive waiter brings a basket of breads and a plate of pâté and marinated white beans. Most pastas are handmade. Pair them with any sauce: the Sottovoce, made of tomato, basil, oregano, garlic, olive oil and Parmesan, is delicately flavorful (about 95 pesos for dinner). For dessert, try the delectable dulce de leche ice cream, or walk a few blocks to gelato galore at Un’ Altra Volta. Good luck choosing among the 60 flavors (Quintana 502; 54-11-4783-4048; unaltravolta.com.ar).

9) 1 a.m.
 BURN THE FLOOR
Tequila (Avenida Rafael Obligado Costanera and La Pampa; 54-11-4781-6555), a night-life staple for nearly two decades, reopened in October after a lengthy makeover. The intimate boîte is now decked in boudoir-style red velvet curtains, studded leather walls, chandeliers and more chandeliers. In the crowd you’ll find banker types, fashion models and the odd hipster or vixen. The door policy hasn’t changed since back in the day, which means “sorry” if you’re not on the list. There’s always haggling with stern-faced bouncers, or getting table service for about 3,000 pesos. Who said cavorting with the sexy Porteños was easy or cheap?

Sunday

Noon

10) BOUTIQUEY BARRIO
Cobbled San Telmo is known for old-school tango shows, staid antiques shops and a Sunday street fair packed with vintage finds. But there’s new life in this old barrio. Check out Zavaleta Lab (Venezuela 567; 54-11-4342-9293; zavaletalab.com), among the contemporary art galleries that recently moved to the neighborhood. This Chelsea-like space, with iron pillars, exposed brick ceilings and austere white walls, is where artists like León Ferrari — winner of the Golden Lion at the 2007 Venice Biennale — exhibit their work. For a last-minute fashion update, stop by Niño Bien (Avenida Belgrano 302; 54-11-4342-5599; ninobien.com.ar), a new boutique that stocks posh Argentine brands like Maria Cher and La Martina and will introduce its own men and women’s line later this year.

11) 2 p.m. CATCH A MATCH
It would be a shame to leave soccer-obsessed Buenos Aires without watching archenemies River Plate and Boca Juniors battle it out on the field. Even if you’re not a fan of the sport, the crowd’s roaring passion is a riveting show. Don’t go solo (unless you feel comfortable around boisterous South American fans); book a seat through an established tour operator like Go Football (54-11-4816-2681; gofootball.com.ar; about 300 pesos). Bilingual guides pick you up at the hotel, stay with you during the game and teach you the local cheers.

IF YOU GO
American is among the airlines that fly nonstop to Buenos Aires from New York. A recent Web search showed round-trip fares on American starting at $1,157 for travel in March. The 20-mile taxi ride to the city center runs about 120 pesos, about $32.
The Argentine capital is filled with well-appointed hotels where most staff members speak English.
Soon to open is Algodon Mansion (Montevideo 1647; 54-11-3530-7777; www.algodonmansion.com), a luxury 10-suite hotel in a renovated mansion in Recoleta. It will have butler service, sheet and pillow menus, in-room DVD libraries and bathrooms awash in Italian marble. Rooms start at $800.
Opened in 2008, Vitrum (Gorriti 5641; 54-11-4776-5030; www.vitrumhotel.com) in Palermo Hollywood has a colorful glass facade and spacious, retro-futuristic rooms. On the terrace is a spa with an oversized Jacuzzi. Rooms from $224 (breakfast included).

Grand Tour pela Europa – Week 3 – Sudoeste da França

Grand Tour pela Europa – Week 2 – Paris

Grand Tour pela Europa – Week 1 -De Dover a Calais

Nos próximos dias iremos trazer uma série de vídeos sobre o Grand Tour pela Europa.
Ali, Matt Gross, o Viajante Frugal do New York Times, mostrará um Europa alternativa, cultural e histórica.
Sem falar nas dicas de economia para você fazer seu dinheiro render ao máximo.
Aproveitem!

Com museus encantadores, aproveite a cultural e charmosa Montevidéu em 36 horas

Seth Kugel
New York Times Syndicate
Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

Montevidéu pode ser ofuscada por suas vizinhas mais badaladas, Punta del Este e Buenos Aires, mas a capital do Uruguai não sofre de complexo de inferioridade. Como centro político e comercial do país, Montevidéu segue seu próprio ritmo indiferente. Seus 1,3 milhão de habitantes gostam de exibir os prazeres como de uma cápsula do tempo de sua cidade, como as mateiras de couro penduradas em seus ombros, que guardam as garrafas térmicas e cuias para preparo do chimarrão. E apesar do horizonte de Montevidéu estar pontuado por alguns arranha-céus, a cidade abriga pequenos museus encantadores, uma cidade velha animada e apenas um punhado de turistas. É uma cidade que os uruguaios gostam de manter em segredo.

Como centro político e comercial do país, Montevidéu segue seu próprio ritmo indiferente. Na foto, Palácio Salvo uma vez foi o edifício mais alto da América do Sul.

Sexta-feira

16h – Cachorro-quente e arte bacana
Mergulhe direto na vida do centro parando na Plaza Fabini (18 de Julio com Rio Negro) de Montevidéu. Apelidada de Plaza del Entrevero pelos moradores locais devido à estátua em seu centro, a praça bem cuidada, com fonte, é perfeita para desfrutar os raios do sol de fim de tarde e para observar pessoas. O café ao ar livre, La Pasiva, é famoso por seus “panchos”, cachorros-quentes servidos com uma receita secreta picante de mostarda (18 pesos uruguaios, cerca de 85 cents, com o dólar cotado a 21,57 pesos) e melhor acompanhados com uma garrafa de Paso de los Toros, a contribuição do Uruguai aos grandes refrigerantes de pomelo do mundo. E escondido embaixo fica o Subte (598-2-908-7643; subtemvd.blogspot.com), um espaço de exposição gratuito que frequentemente exibe artistas uruguaios contemporâneos.

18h – Fatia de bolo
O apóstrofo pode ser desnecessário, mas tudo mais está no seu devido lugar no Cake’s (José Ellauri 1067; 598-2-707-6207; cakes.com.uy), no bairro nobre de Pocitos. É um lugar maravilhoso para tomar chá e provar as sobremesas enormes (108 pesos) que facilmente manterão a fome afastada até a tardia hora do jantar de Montevidéu. Experimente o mille-feuille ao estilo uruguaio, repleto de doce de leite; ou os alfajores, biscoitos recheados com doce de leite. (Eles têm alguns itens sem doce de leite, mas por que se dar ao trabalho?)

21h – Cheio de queijo
Os restaurantes casuais de Montevidéu possuem cardápios notadamente semelhantes, que giram em torno do chope, das muzzarelas (fatias de pizza), fainá (um pão chato feito de farinha de grão-de-bico) e chivitos (sanduíches de carne bovina). Para um endereço à moda antiga ligeiramente acima dos demais, experimente a Pizzería Trouville (21 de Septiembre 3104; 598-2-711-2598), um ponto popular em Pocitos, que fica em um meio-termo entre bar e restaurante. Suas muzzarelas são repletas de queijo (a menos que você peça “pizza”, que vem sem queijo) e o sabor será ainda melhor se você conseguir pegar uma mesa ao ar livre.

23h – Dobre sua diversão
Montevidéu não está no radar de muitas celebridades (ou ainda não), mas o Baar Fun Fun (Ciudadela 1229, Mercado Central; 598-2-915-8005; barfunfun.com), um bar fundado em 1895 e que atualmente é um ponto badalado de tango e música candombe local, já atraiu algumas, como comprovam as fotos na parede. Entre elas o roqueiro canadense Bryan Adams, o ator Danny Glover e a presidente do Chile, Michelle Bachelet. Enquanto isso, uruguaios de todas as idades lotam o local para beber uvita, um drinque superdoce à base de vinho, ouvir apresentações ao vivo e, até onde o bar lotado permite, dançar.

Sábado

11h – Mercado matinal
Apesar dos táxis serem baratos, o centro de Montevidéu é fácil de ser percorrido a pé e um bom lugar para começar é o Mercado de los Artesanos (Plaza Cagancha 1365; 598-2-901-0887), uma feira de artesanato onde os artesãos se revezam vendendo velas, trabalhos em couro, abajures de cerâmica e bonecas uns dos outros. Depois, desça a 18 de Julio para se embasbacar com o Palacio Salvo, o prédio mais alto da América do Sul quando foi construído nos anos 20. Então perambule pela cidade velha, para ver quão agradável um distrito histórico pode ser quando são removidos os turistas e, em seu lugar, há apenas moradores cuidando de seus afazeres diários.

As tardes de sábado assumem uma atmosfera de festa virtual no Mercado del Puerto, um mercado portuário do século 19 que é o prazer dos carnívoros. - Foto Horácio Paone/ NYT

13h – Encontro para carne
As tardes de sábado assumem uma atmosfera de festa virtual no Mercado del Puerto (Piedras com Yacare; 598-2-915-4178; mercadodelpuerto.com), um mercado portuário do século 19 que é o prazer dos carnívoros. A rotina tradicional: comece no bar do Roldós com uma garrafa de Medio y Medio, uma mistura de vinho seco e espumante que serve como bebida oficial do mercado e, a 120 pesos a garrafa, é um rápido indutor de farra. Então passe para um tinto uruguaio quando sentar-se para uma refeição em um dos restaurantes de parrillada como o La Maestranza, onde hábeis mestres da grelha assam pedaços de carne e, provavelmente apenas como exibição, um pimentão verde. Almoço para dois, com vinho, sai por cerca de 750 pesos.

16h – Onde está Gurvich?
Desde os sete pecados capitais retratados por animais de fazenda a pinturas que lembram uma montagem de “Onde Está Wally?”, José Gurvich é um dos artistas uruguaios mais conhecidos do século 20. Celebre sua vida e obra no Museu Gurvich (Ituzaingo 1377, Plaza Matriz; 598-2-915-7826; museogurvich.org), um museu inteligentemente planejado que é uma biografia em um prédio. Visite os três andares de suas pinturas, esculturas, colagens e murais – o homem fez de tudo, exceto criar vídeos para o YouTube, e isso provavelmente apenas porque ele morreu em 1974.

19h – Dividindo canudinhos
Lembra de quando as noites de fim de semana significavam ir à beira-mar com suas garrafas térmicas cheias de água quente para beber chimarrão, compartilhando um canudinho de metal? Não lembra? Então você certamente não é de Pocitos, onde um trecho da Rambla fica cheio de casais e grupos de amigos. O público tende a ser jovem, mas não exclusivamente. O dono da erva-mate despeja a água e passa de um amigo para outro. É um lance de cada um faz o seu, então se você quiser participar, certifique-se de comprar com antecedência a erva-mate e a garrafa térmica; elas são fáceis de encontrar.

22h – Pausa para o sushi
Por mais que tentem, os moradores de Montevidéu não conseguem viver só de carne, e um lugar onde fazem uma pausa na cultura da carne bovina é o Café Misterio (Costa Rica 1700, Carrasco; 598-2-601-8765; cafemisterio.com.uy), um sushi bar que há anos é um dos pontos mais badalados da cidade. O retrô se encontra com o moderno da decoração que muda sempre, pessoas trintonas se encontram com sexagenárias no bar e sashimi de polvo (190 pesos por quatro fatias) se encontra com mojitos (100 pesos) no cardápio.

2h – Redondo (como um disco)
Às 2 horas da madrugada é quase cedo demais para chegar ao Lotus (World Trade Center; 598-2-628-1379; lotus.com.uy), o clube do momento em Montevidéu, mas há abundância de bares lotados na área, como o El Pony Pisador (José Iturriaga 3497; 598-2-622-1885; elponypisador.com.uy), para um aquecimento. O Lotus é quase perturbadoramente redondo, como uma discoteca em uma espaçonave marciana nos anos 70, mas cria uma transição fluente entre os observadores na parte externa, aqueles que flertam um anel adiante e as pessoas dançando música house no interior. O público varia dos ultraelegantes até aqueles que apenas querem se divertir com os amigos. Tente ir embora antes das 4h30, ou terá que nadar contra a correnteza de todos aqueles que chegam tarde.

Domingo

11h – Passeio pela feira
À procura de cebolas frescas, amendoim doce, suéteres, livros usados, flores, um controle remoto usado ou um animal de estimação? Você encontrará tudo isso e muito mais na feira de rua de Tristan Narvaja, que ocupa quadras e quadras na rua de mesmo nome aos domingos. Mesmo se você só estiver no mercado para uma caminhada por uma feira interessante, sua satisfação estará garantida.

Chivito, o sanduíche uruguaio de carne bovina grelhada que, mesmo na sua forma mais simples, vem repleto de alface, tomate, ovo e queijo. Foto: Horácio Paone

13h – Última chamada para Chivitos
Se você chegou até aqui sem provar um chivito, o sanduíche uruguaio de carne bovina grelhada que, mesmo na sua forma mais simples, vem repleto de alface, tomate, ovo e queijo, você provavelmente estabeleceu um recorde montevideano. O Papoñita (18 de Julio 1649; 598-2-408-4840), um restaurante à moda antiga, repleto de velhos casais simpáticos, acabará com esse jejum. O chivito canadense, que vem com presunto, alface, tomate e toneladas de outras coisas, custa 160 pesos; o copa melba (175 pesos) é outra especialidade, um sorvete alto como arranha-céu que é um feito arquitetônico tanto quanto os prédios ao redor.

O básico

Pense duas vezes antes de escolher um hotel no centro. Charmosa de dia, a cidade velha pode ser barulhenta e desagradável, ou silenciosa e perigosa, à noite. Como é fácil circular pela cidade em táxis baratos, é melhor ficar em um bairro mais nobre como Pocitos, que fica à beira-mar. A maioria dos hotéis aceita dólares americanos.

O Ermitage Hotel (Juan Benito Blanco 783; 598-2-710-4021; ermitagemontevideo.com), dos anos 50, oferece um custo-benefício excelente, com quartos com vista para o mar a partir de US$ 80.

Uma opção mais moderna é o Trouville Apart & Suites (Francisco Vidal 726 com Juan Maria Pérez 2957; 598-2-712-0903; puntatrouville.com.uy). Os quartos, equipados com quitinete, custam a partir de US$ 85.

Para acomodações de luxo, o Belmont House, no bairro Carrasco (Riviera 6512; 598-2-600-0430; belmonthouse.com.uy), oferece quartos duplos a partir de US$ 240.

Catedral de Belém do Pará reabre à visitação

Ótima notícia para quem vai a Belém do Pará: A Catedral Metropolitana de Belém reabriu a visitação  nessa terça-feira, dia 02 de setembro. A Igreja da Sé, como também é conhecida, é um dos principais pontos históricos e turísticos da capital paraense e data de 1748. Foram investidos mais de 13 milhões na reforma da Igreja. A Catedral ficou fechado por 4 anos, desde 2005.

catedralbelem

Interior restaurado da Catedral Metropolitana de Belém

A primeira parte da reforma foi a restauração da cobertura. Em seguida o interior da Igreja e seus móveis. A última parte, mas não menos importante , foi a revitalização das pinturas em tela da Catedral.
Um pouco de história

 Construída em 1748 e baseada nos projetos do italiano Antonio José Landi, a igreja foi batizada com o nome de Igreja Cathedral de Santa Maria de Bellem do Grão Pará.

Catedral está restaurada e aberta à visitação

Catedral está restaurada e aberta à visitação

Em 1941, a Catedral foi considerada Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.  Entre as obras de destaque da igreja estão as telas do pintor Domenico de Angelis e um órgão expedido pela oficina Aristides Cavaillé-Coll, de Paris. O instrumento  musical é semelhante ao da capela da Universidade de Coimbra em Portugal e chegou em 1882

 

Catedral Metropolitana de Belém
Praça Dom Frei Caetano Brandão, s/nº, Cidade Velha, Belém (PA)
Telefone: (91) 3223-2362



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