Tag Archive for 'Polônia'

Cidadão do Mundo

Após ler essa matéria da Revista Época decidimos publicá-la aqui no Blog de Viagens. Recebemos diariamente muitos e-mails com dúvidas sobre aquisição de novas cidadanias. Esperamos que sejam úteis as informações!

Reportagem da Revista Época. Clique aqui para ler.

O valor da anuidade na universidade americana de Yale, uma das mais concorridas do mundo, depende da nacionalidade do aluno. O cidadão americano paga, em média, 50% menos que os estrangeiros. Vantagem parecida leva um europeu em uma disputa de emprego na Inglaterra. Para se candidatar a uma vaga divulgada na última semana na empresa de energia inglesa BG Group, exigia-se – além de fluência em inglês, experiência internacional e boa formação acadêmica – cidadania europeia. Logo, a forma de concorrer em condições de igualdade é ter a segunda ou terceira cidadania. Saiba como obtê-la, assim como as vantagens e os riscos de ter vários passaportes.

A cidadania abre portas – e muitas – para os estrangeiros. Ao se tornar cidadão de algum membro da União Europeia, você poderá estudar, trabalhar e morar em qualquer um dos 27 países que dela fazem parte. Sem trâmites burocráticos. “As fronteiras ficam menores. As possibilidades se multiplicam”, diz a advogada Andrea Girello, especialista em obtenção de cidadanias europeias.

Para quem não tem a cidadania herdada de antepassados e tem um país como meta, a dica é começar pelo domínio do idioma. O publicitário Fernando Hudson sempre foi fascinado pela Alemanha. Visitou o país quatro vezes na adolescência e estudou a língua, que passou a dominar. Foi ela que facilitou seu acesso. Fernando navegava por sites de emprego da Alemanha e se cadastrou em vários deles. Menos de um ano depois de se formar em publicidade, estava trabalhando no país com um visto provisório, que foi renovado até ele obter a cidadania. Hoje, mora em Berlim e compõe jingles em alemão.

Outra forma de encurtar o caminho da cidadania é oferecer ao país o que ele mais precisa. Joanna Magalhães é graduada em informática. Ela sonhava em se mudar para a Nova Zelândia, país que facilita a entrada de profissionais nessa área. Saiu do Brasil com emprego garantido e visto de residência permanente. “É preciso estar atento à demanda por profissionais”, diz Joanna. “Muda o tempo todo. Em algum momento podem estar procurando alguém de sua área.” Mas Joanna avisa que o processo exige perseverança: “Eles quiseram ter certeza de que eu não estava interessada apenas no seguro-desemprego vitalício e nos excelentes serviços de saúde e educação do país”.

Pedidos de segunda cidadania aumentaram 30% nos últimos cinco anos, de acordo com um estudo feito por organizações que monitoram a imigração, entre elas o Escritório de Cidadania e Naturalização dos Estados Unidos. Mas muitos dos brasileiros que procuram outros passaportes não querem sair do país. A demanda por outras cidadanias não tem relação direta com imigração. O chef Carlos Bertolazzi, por exemplo, pretende expandir seus negócios em São Paulo. Mas, para isso, ele diz que ajuda ter trânsito livre lá fora. O passaporte italiano de Bertolazzi foi decisivo para que conquistasse uma vaga em um trabalho na Espanha, ao lado do lendário chef espanhol Ferran Adrià. A cidadania europeia também deu acesso a cursos abertos apenas para cidadãos europeus.

Bertolazzi é descendente de italianos. O empresário e pastor Marcello Malizia também. Ele migrou para Londres com a família sem dificuldades. Como cidadão europeu, pode morar onde tiver as melhores condições de emprego. Ganha a vida com transporte de vans na Inglaterra, mas pode ir atrás de oportunidades melhores. “Estou sempre atento ao que acontece nos outros países da Europa”, afirma. “As fronteiras deixaram de ser obstáculos.”

A cidadania mais difícil de ser adquirida é a americana. Para conseguir o green card, o bancário paulista Alexandre Figueiredo fez graduação e trabalhou mais de dez anos nos EUA. Descendente de portugueses, hoje tem tripla cidadania. E transmitiu as três a suas duas filhas. “São americanas, brasileiras e portuguesas”, diz. “Poderão estudar e trabalhar onde quiserem.”

Autoridades americanas e europeias estão cada vez mais atentas a golpes imigratórios. No último ano, nos EUA, a polícia identificou mais de 200 estrangeiros com casamentos arranjados. Eles não só perderam o green card, como a chance de voltar ao país. Se a sorte não ajudou com um ascendente americano ou europeu, a melhor alternativa é tentar um intercâmbio de estudos e trabalho.

Nota: Clique na imagem para ampliar.

Grand Tour pela Europa Week 10 – Polônia

Grand Tour pela Europa -Week 9 – Lituânia

Grand Tour pela Europa – Week 8 – Bucareste

Grand Tour pela Europa – Week 7 – Chipre

Grand Tour pela Europa – Week 6 -Malta

Grand Tour pela Europa – Week 4 -Riviera Francesa

Grand Tour pela Europa – Week 3 – Sudoeste da França

Grand Tour pela Europa – Week 2 – Paris

Grand Tour pela Europa – Week 1 -De Dover a Calais

Nos próximos dias iremos trazer uma série de vídeos sobre o Grand Tour pela Europa.
Ali, Matt Gross, o Viajante Frugal do New York Times, mostrará um Europa alternativa, cultural e histórica.
Sem falar nas dicas de economia para você fazer seu dinheiro render ao máximo.
Aproveitem!

Conheça Varsóvia, uma das cidades mais baratas da Europa, em 36 horas

Reportagem: Denny Lee
New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Clique aqui para acessar o site do UOL Viagens e ler a reportagem.

 Varsóvia realmente tem a arquitetura mais feia da Europa, como declarou recentemente uma pesquisa TripAdvisor?

Certamente, uma nuvem cinzenta parece pairar permanentemente sobre os parques de concreto da cidade e prédios da era soviética. Mas nos cinco anos desde que a Polônia ingressou na União Europeia, uma injeção colorida de dinheiro e cultura deram a Varsóvia um brilho inconfundível.

Hotéis de luxo cintilam com os luxos do setor privado. O centro de Varsóvia está tomado de outdoors eletrônicos da Coca-Cola e outros produtos ocidentais icônicos. E artistas antes obscuros estão se banhando no reflexo dos holofotes. Felizmente para os visitantes, ainda demorará vários anos para a Polônia adotar o euro e o zloty continua sendo uma moeda bastante desvalorizada. Logo, apesar de Varsóvia poder não ser a cidade mais bonita, ela continua sendo uma das mais baratas da Europa.

Foto: Susana Raab fot New York Times - Arquitetos reconstruíram a medieval Old Town Market Square, em Varsóvia, usando pinturas e cartões-postais como base

Foto: Susana Raab fot New York Times - Arquitetos reconstruíram a medieval Old Town Market Square, em Varsóvia, usando pinturas e cartões-postais como base

Sexta-feira

16h30 – Paralelepípedos impecáveis
A maioria das excursões por Varsóvia começa na Stare Miasto, ou Cidade Velha, e uma viagem de táxi pela cidade parda e pálida deixa claro o motivo. Com virtualmente toda Varsóvia demolida pelos nazistas, os novos castelos e casas burguesas de cor pastel da Cidade Velha dão à cidade uma textura histórica que em geral está ausente. Mas não fique muito tempo. Apesar de você poder se deparar com uma exposição de arte bacana na Praça do Castelo, a pedras impecáveis e a pintura recente dão ao local um ar de Disney. Então, antes que a magia se perca, entre no Lody (Ulica Nowomiejska 7/9; 48-22-635-73-46), uma sorveteria popular, e curta uma última lambida.

20h – Nada de pierogis
A Polônia não é conhecida por deleites gastronômicos, de forma que não causa surpresa o fato de suas cozinhas mais ambiciosas explorarem em peso livros de receitas estrangeiros. Um dos pontos mais badalados atualmente é o KOM (Ulica Zielna 37; 48-22-338-63-53; www.komunikat.net), um restaurante fusion aberto por Kai Schoenhals, um americano, e sua esposa, Katarzyna Figura, uma atriz polonesa. Situado em uma central telefônica pré-guerra, o restaurante serve pratos internacionais como tacos de foie gras com chutney de pera com hortelã, e filé mignon grelhado com molho de figo. As bebidas também são internacionais. Jantar e bebidas para dois, cerca de 240 zlotys (US$ 82, com o dólar cotado a 2,90 zlotys).

23h – Hora do glamour
Para experimentar a ascensão econômica de Varsóvia, siga as limusines e BMWs até os bares repletos de champanhe do centro da cidade. Espere abundância de gel de cabelo, leões-de-chácara grosseiros e nomes como Platinum (Ulica Fredry 6; 48-22-596-46 66; www.platiniumclub.pl) e Cinnamon (Plac Pilsudskiego 1; 48-22-323-76-00), o segundo no piso térreo de um prédio de escritórios envidraçado projetado por Norman Foster. O cordão de veludo pode ser brutal, então apareça bem antes da meia-noite. O Cinnamon pode ter perdido parte de seu brilho, mas não diga isso às aspirantes a Paris Hilton dançando sobre as mesas.

Foto: Susana Raab for New York Times - Fachada da igreja Holy Cross (à direita), com uma foto que mostra uma cena de Varsóvia, na Polônia, antes da guerra

Foto: Susana Raab for New York Times - Fachada da igreja Holy Cross (à direita), com uma foto que mostra uma cena de Varsóvia, na Polônia, antes da guerra

 

Sábado

10h30 – Fábrica de moda
O coração boêmio de Varsóvia se deslocou para a outra margem do Rio Vistula, para o distrito operário de Praga (www.warszawskapraga.pl), onde os prédios antigos ainda exibem marcas de bala. Uma incubadora foi a Fabryka Trzciny (Ulica Otwocka 14; 48-22-619-05-13; www.fabrykatrzciny.pl), uma antiga fábrica onde artistas e músicos se misturam, apesar de que mais no início da noite. Fotógrafos emergentes deixam sua marca na Galeria Luksfera (Ulica Zabkowska 27/31; 48-22-619-91-63; www.luksfera.pl), enquanto designers de produtos exibem seu trabalho ao lado na Magazyn Praga (48-22-670-11-85; www.magazynpraga.pl), um espaço bruto que borra a distinção entre galeria e loja. E para moda de origem local, o Green Establishment (Ulica Wilenska 13; 48-22-670-41-32; www.gestablishment.com) produz sua própria linha de camisetas e vestidos alegres que resumem o estilo de rua chique de Praga.

13h – Gororoba à moda antiga
Os bares de leite – as cantinas sem firulas da era comunista que servem pratos básicos poloneses como os pierogis e borscht- podem estar acabando assim como as filas de pão. Mas os poucos que restaram são instituições apreciadas, não apenas por nostalgia, mas por causa dos preços baixos. O Bar Zabkowski (Ulica Zabkowska 2; 48-22-619-13-88) é uma cápsula do tempo amarela e azul preferida por idosos e estudantes que fazem fila ao longo de uma janela estreita para a sopa de repolho (2,40 zlotys) e pierogi (a partir de 4,20 zlotys). A caixa tipo babushka até mesmo mantém um cardápio em inglês debaixo da caixa registradora. Se as luzes fluorescentes e as plantas de plástico forem desagradáveis demais para seu gosto, volte para a margem oeste do rio até o recém-reformado Bar Bambino (Ulica Krucza 21; 48-22-625-16-76; www.barbambino.pl), que parece um bar de leite projetado pelo Starbucks.

16h – A próxima Berlim?
Os relatos sobre a promissora cena de arte de Varsóvia podem ser exagerados, especialmente após uma visita à galeria Raster (Ulica Hoza 42/8; www.raster.art.pl). Mas esse espaço irregular, inserido no quarto andar de um prédio de apartamentos caindo aos pedaços, está alimentando nomes em ascensão como a fotógrafa Aneta Grzeszykowska. O outro grande ponto na cidade é a Foksal Gallery Foundation (Gorskiego 1A; 48-22-826-50-81; www.fgf.com.pl), que representa Robert Kusmirowski e outros. A cena de arte contemporânea, entretanto, receberá um grande impulso quando o Museu de Arte Moderna em Varsóvia (Ulica Panska 3; 48-22-596-40-10; www.artmuseum.pl), de quatro anos, se mudar para sua sede reluzente. Mas isso não acontecerá antes de 2014, então entre em seu espaço temporário no centro da cidade, que tem uma livraria bacana dirigida pela Pro qm (www.pro-qm.de) de Berlim.

18h30 – Mergulho no horizonte
Para um pouco de exercício pré-jantar que também serve como vista panorâmica, nade um pouco no RiverView Wellness Center do InterContinentalHotel (Ulica Emilii Plater 49; 48-22-328-86-40; www.riverview.com.pl; entrada, 150 zlotys). Situada a 43 andares de altura, a piscina elevada oferece vistas fantásticas do Palácio da Cultura e Ciência (www.pkin.pl), o controverso presente de Stalin que paira sobre Varsóvia como um belo insulto.

20h – Cozinha-estádio
Há algo ligeiramente perturbador, mas deliciosamente divertido, em assistir um naco de carne crua ser picado em um deslumbrante monte de steak tartare. Situado na cozinha labiríntica do fabuloso Europejski Hotel, o U Kucharzy (Ulica Ossolinskich 7; 48-22-826-79-36; www.gessler.pl) transforma a culinária polonesa em um esporte com torcida. Até mesmo a decoração sugere um show de culinária, com azulejos brancos envelhecidos, chapéu de chef e mesas de blocos de madeira que enfrentam as frigideiras quentes e grelhas flamejantes. Outros pratos recém abatidos incluem miolo de vitela na torrada, carne recheada e peixe assado. Jantar para dois, com bebidas, cerca de 280 zlotys.

22h30 – Poloneses festivos
A cidade não é só mocassins e saltos altos. Para uma festa underground, tome um táxi de volta a Praga, onde um pátio em ruínas (Ulica 11 Listopada 22) abriga três clubes alternativos. Um é o Klub Saturator (48-504-35-37-72; www.saturator.art.pl), que conta com três pisos remendados repletos de tipos artísticos em tênis antigos e chapéus elegantes relaxando nos sofás que não combinam. Ao lado fica o Hydrozagadka (48-504-11-10-59; www.hydrozagadka.waw.pl), que atrai uma mistura eclética que poderia incluir web designers e músicos. A noite ainda é jovem. As festas de Varsóvia acabam tarde nos fins de semana e uma das pistas de dança mais excessivas atualmente fica no Klub 55 (Plac Defilad 1; www.klub55.pl). O clube esfumaçado, que fica dentro do Palácio da Cultura, atrai um público de boa aparência que gosta de dançar e se pavonear. Aviso: a ação só esquenta depois das três da manhã.

Foto: Susana Raab for New York Times - O Radziwill Palace é a residência oficial do presidente da Polônia, onde o Pacto de Varsóvia foi assinado em 1955

Foto: Susana Raab for New York Times - O Radziwill Palace é a residência oficial do presidente da Polônia, onde o Pacto de Varsóvia foi assinado em 1955

Domingo

11h – Arte ou objeto
Para uma visão mais estudada do revival cultural de Varsóvia, caminhe pelos espaços imponentes do Centro de Arte Contemporânea (Ulica Jazdow 2; 48-22-628-12-71; www.csw.art.pl). Situado no reconstruído Castelo Ujazdowski, o museu está expondo sua muito aguardada coleção internacional, há 20 anos em preparação. A coleção conta com 110 artistas (90 deles poloneses) e inclui nomes famosos como Jenny Holzer e Nan Goldin. Ou, se preferir caçar tesouros únicos, traga os zlotys restantes ao Bazar na Kole (Ulica Obozowa 99), um mercado de pulgas ao ar livre no leste de Varsóvia, que vende curiosidades como capacetes enferrujados da Segunda Guerra Mundial, abajures prussianos e outras lembranças do recente passado soviético. Chegue cedo ou perderá o barco.

O básico

Os táxis são abundantes e baratos, apesar dos preços não serem regulados, então é uma boa ideia perguntar antes de tomar um.

Os hotéis em Varsóvia tendem a atender os viajantes a negócios, então espere uma redução das diárias nos fins de semana.

Para vistas aéreas, uma ótima localização e quartos modernos, o InterContinental Warsaw (Ulica Emilii Plater 49; 48-22-328-88-88; www.warszawa.intercontinental.com) é uma opção. O arranha-céu conta com 404 quartos espaçosos, uma piscina resplandecente no 43º andar e vários bons restaurantes. Os quartos geralmente custam a partir de 105 euros, cerca de US$ 154, com o euro cotado a US$ 1,47, mas online podem custar apenas 48 euros (US$ 70).

O Hotel Le Regina (Koscielna 12; 48-22-531-60-00; www.leregina.com) oferece elegância de butique à beira da Cidade Velha. Os 61 quartos ocupam um palácio gótico que já foi a embaixada americana. O hotel possui uma piscina em estilo romano e um restaurante francês. As diárias custam a partir de 330 euros, mas online podem custar apenas 80 euros.

Dirigindo pelo exterior

Fique por dentro de todas as exigência que cada país faz para que os estrangeiros possa dirigir em seus territórios.

Muitos perguntam sobre que condições os brasileiros podem dirigir em países estrangeiros. A melhor resposta é que: não há uma regra única válida em todos os países. Em diversas nações, como o Reino Unido, por exemplo, é possivel guiar somente com a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Em alguns é necessário o PID ( Permissão Internacional para Dirigir); Em outros, é preciso portar os dois documentos e em alguns casos, como o  Japão, por exemplo, um estrangeiro não pode dirigir em hipótese alguma.

pid

Antes de saber se o país visitado exige a PID para que você possa dirigir por lá, que tal descobrir como tirar ela aqui no Brasil? Para tirar o documento é necessãrio que você compareça ao Detran de sua cidade munido de 2 cópias da CNH, formulário de requerimento da PID preenchido (Obs: para saber onde retirar o formulário, acesse o site do Detran de sua cidade ou entre em contato com ele por telefone) e o comprovante de pagamento da salgada taxa de R$ 174,35. A PID é aceita em mais de 100 países, é padronizado pela Convenção de Viena e dispõe das informações do condutor em sete idiomas.

Vale a dica para quem requisitar a PID: Não esqueça de levar junto sua CNH para comprovar que a Permissão é verdadeira.

Abaixo segue a lista de países que aceitam a PID, segundo o site do Detran-SP:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Angola, Argélia, Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaidjão, Bahamas, Barein, Belarus (Bileo Rússia), Bélgica, Bolívia, Bósnia-Herzegóvina, Bulgária, Cabo Verde, Cazaquistão, Chile, Cingapura, Colômbia, Coréia do Sul, Costa do Marfim, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, El Salvador, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Estados Unidos, Estônia, Federação Russa, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Gana, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Kuweit, Letônia, Líbia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Marrocos, México, Moldávia, Mônaco, Mongólia, Namíbia, Nicarágua, Níger, Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), República Centro-Africana, República Democrática do Congo, República Checa, Republica Dominicana, Romênia, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia e Montenegro, Suécia, Suíça, Tadjiquistão, Tunísia, Turcomenistão, Ucrânia, Uruguai, Uzbequistão, Venezuela e Zimbábue.

Sendo exigido ou não naquele país, há uma certa unanimidade: ter a PID sempre ajuda.

Alguns casos especiais

Aruba: o condutor precisa ter entre 21 e 70 anos. Aceita a CNH

Portugal: CNH vale por três meses.

Reino Unido: CNH vale por um ano.

EUA: Melhor levar a PIDe a CNH. Cada estado tem um jurisdição diferente.

Jamaica: Precisa ter 25 anos e exige a PID e a CNH

Suriname: É preciso que o estrangeiro registre a PID ea CNH em um posto da polícia local.

China:Estrenageiros não podem dirigir.

Japão: Proibe estrangeiros de digirir

Canada: Melhor levar a PID e a CNH. E ainda pede uma tradução juramentada da CNH.

Sugira, opine, Participe do Blog de Viagens



Copyright © 2009-2010 Blog de Viagens
Licença Creative Commons
Blog de Viagens de Blog de Viagens é licenciado sob uma Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported.
Based on a work at www.blogdeviagens.com.br.