Tag Archive for 'Receitas'

Ingredientes
- 1 kg de filé de frango em bifes
- 4 dentes de alho amassados
- 1 cubo de caldo de galinha esfarelado
- Raspas de 1 limão mais o suco deste
- Sal e pimenta a gosto
- Maisena
- Ovos
- Farinha de rosca
Modo de Preparo
Tempere os bifes com o suco e as raspas do limão, o alho, caldo de galinha o sal e a pimenta. Deixe tomar gosto por no mínimo 1 hora.
Passe os mesmos na maisena, depois nos ovos batidos e por último na farinha de rosca. Frite em bastante óleo de boa qualidade, ficam sequinhos e crocantes.
Harmonização
O sabor suave do frango, contrasta com o sabor forte do milanesa. A recomendação é um bom tinto leve ou um branco bem seco. Recomendo um Riesling. Um branco com boa estrutura. Li uma nota e fiquei animado: DR Riesling ao custo médio de 50 reais. Trata-se de um branco alemão que parece ser uma delícia.
Tiago Paixão é jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Ingredientes
- 1/2 kg de charque
- 2 colheres de sopa de óleo
- 1 cebola média picada
- 1/2 xícara de farinha de mandioca
- tempero verde à vontade
- manjerona
- 2 dentes de alho
- sal e pimenta a gosto
Tempo de preparo: 1 hora
Modo de preparar
Carne ou charque (se for charque, deve-se tirar bem o sal). Corte em pedaços, coloque óleo em uma panela média e acrescente todos os temperos picados. Refogue-os até que desmanchem. Retire do fogo, coloque a panela em cima de um lugar firme e com o socador de feijão, ou no pilão, acrescente a farinha de mandioca e bata com a mão de pilão até desfiar toda a carne. Depois de fria, conserve em lugar fresco. Dura mais ou menos 10 dias. Serve de aperitivo, com café ou chimarrão, ou para a guarnição de pratos variados.
Tiago Paixão é jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Ingredientes
- 400 Gramas de Filé
- 2 Xícaras de Vinho do Porto
- 1 Colher de katchup
- Sal
- Pimenta
Numa frigideira bem quente sele os filés cortados em medalhões. Salgue e tempere com pimenta do reino preta. Deixe por dois minutos e coloque o vinho e a katchup. Espere o molho ferver e reduzir. Se desejar o molho mais grosso, coloque uma colher de sopa de farinha de trigo dentro de meio copo d´água e mexa bastante, após misture ao molho.
Sirva com Arroz ou purê de batatas.
Harmonização
Bueno, sabores fortes. Como eu tenho recomendado bastante cabernet sauvignon, então hoje vamos tentar outros sabores. A primeira dica é um MALBEC Norton Malbec Lujan de Cuyo DOC 2005 da Argentina ao preço aproximado de 30 reais. A outra dica é um Pinotage sul africano: The Big Five Pinotage ao preço de 40 reais.
Boa semana e bons sabores a todos.
Tiago Paixão é jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Uma das comidas mais tradicionais da América do sul são as milanesas. O que a milanesa?? Depende de onde você está. No Uruguai e na Argentina as milanesas são bifes de gado a milanesa acompanhado de Purê de Batatas ou de batatas fritas e saladas. O arroz, normalmente, é servido frio em forma de salada. No Chile e Paraguai o padrão das Milanesas é um bife de filé ou de lombo de Porco e o acompanhamento é batatas ou ainda salada de grãos. No Brasil o Bife a Milanesa existe especialmente nos A La Minutas. Em todos os lugares, é padrão, pedir para trocar o Milanesa original por outro tipo de carne, tipo: Milanesa de Frango. Todo o resto é igual. Vale a pena. Bom fim de semana e bons sabores a todos.
Tiago Paixão é Jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

- 1 quilo de camarão médio
- 4 colheres (sopa) de azeite
- 2 dentes de alho
- 1 cebola
- 5 tomates sem sementes
- sal e pimenta a gosto
- 1 lata de creme de leite sem soro
- 300g de requeijão cremoso
- 1 moranga
Modo de Preparo
Retire a tampa da moranga e a seguir, as sementes. Lave e enrole-a em papel alumínio
Leve ao forno e asse por 45 minutos. Em uma panela, aqueça o azeite e refogue o alho e a cebola. Junte os tomates picados, a pimenta, o sal e 3 colheres (sopa) de catchup (opcional). Acrescente o creme de leite. A seguir, agregue os camarões aferventados
Cozinhe por aproximadamente 3 a 5 minutos. Espalhe o requeijão dentro da moranga reservada. Despeje o creme de camarão
Harmonização
Recomendo um Marcos James Riesling. Trata-se de um vinho branco, fino, elaborado a partir de uvas Riesling. Ligeiramente ácido, leve e discretamente aromático.
Sirva resfriado, nunca gelado. Coma em boa companhia e aproveite os momentos, o vinho e tenha um bom feriado e bons sabores.
Tiago Paixão é Jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Uma especialidade italiana é o Ragu, molho de carne. Uma verdadeira delícia quando colocado por cima do macarrão, qualquer macarrão.
Ragu para macarrão
- 500g de carne bovina (patinho)
- 500g de pernil de porco
- 500g lingüiça suína fresca
- Tudo moído no triturador de carne
Cozinhe esses ingredientes em fogo baixo durante uma hora, tudo temperado com sal, pimenta do reino, em azeite de oliva e com um pouco de água para não queimar.
Quando tudo isso estiver bem cozido, cobrir totalmente com molho de tomate. De preferência, daquele preparado em casa (ver receita abaixo)
Deixar cozinhar a carne com o molho de tomate durante cerca de uma hora e meia, em fogo bem baixo, até secar boa parte do molho. O resultado final deve ser um ragu bem suculento.
Na hora de servir, acrescentar folhas de manjericão fresco no molho.
Molho de tomate caseiro
Basta ferver levemente os tomates, quando a casca estourar, bater no liquidificar e cozinhar durante uma hora em fogo baixo, com muita cebola e alho triturados no liquidificador.
Harmonização
Trata-se de uma receita forte e com muitos sabores marcantes. O melhor é não arriscar. Cabernet Sauvignon. O Casillero del Diablo 2007, conseja historica. Eu ganhei um uma vez do editor do site. É um vinho simplesmente fantástico. Vale dizer que Concha y Toro é uma empresa chilena, produtora e exportadora de vinhos. Foi fundada em 1883 por Don Melchor de Concha y Toro. A vinícola Concha y Toro é a maior do Chile e é atualmente controlada pelas famílias Guilisasti e Larrain. A empresa representa 37% do mercado interno chileno e 31,4% das exportações chilenas de vinho. 70% de suas vendas são para exportação para aproximadamente 110 países.
Em joint venture com a vinícola francesa Baron Philippe de Rothschild produz o ícone Almaviva, um vinho de primeira grandeza. Possui vinhedos nos principais vales produtores chilenos, bem como na Argentina, ocupando uma extensão de 8.720ha. Um de seus vinhos mais conhecidos é o Casillero del Diablo.
Tiago Paixão é Jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Porque?? Simples… é a Receita Favorita do Maradona, principal alvo de comentários e piadas essa semana. Afinal, com ele a Argentina quase virá pó… Mas agora ele se recuperou e vai cuidar da carreira.
Dizem que depois de sua frase antológica: “Que la chupen” ele disse que se referia ao assado.
Ingredientes
- 1 bife de tira pesando aproximadamente 450g (peça extraída da costela do boi, próxima ao contrafilé)
- 2 colheres de sopa de sal grosso
- 4 ramos de alecrim
Preparo
O bife de tira é uma peça em forma retangular retirada da parte central da costela do boi (com os ossos) cortada na transversal, e mede cerca de 20cm de comprimento, 6cm de largura e 3,5cm de espessura, com uma faixa de gordura numa das laterais. É temperado apenas com uma massagem de sal grosso na hora de ir para a grelha previamente aquecida com braseiro bem forte. Colocado a uma distância de 25cm das brasas, fica 5 minutos de cada lado e está pronto: marcado e tostado por fora, tenro e suculento por dentro. Sirva quente sobre os ramos de alecrim, acompanhada de salada de folhas ou batatas assadas

Que tá degustar esse delicioso assado argentino?
Harmonização
Vinho Angelica Zapata Cabernet Sauvignon – Argentina Safra 2004 – Trata-se do vinho perfeito para o Assado. Cabe dizer que o corpo e a elegância desse vinho são reconhecidos no mundo todo.
Boa fim de semana e bons sabores a todos.
Tiago Paixão é Jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

- Duas peras
- 100 gramas de nozes
- Uma xícara de vinagre balsâmico
- 100 gramas de Queijo Brie
- Massa folhada
Essa receita é francesa. Espetacular, embora seja estranha no começo. Corte pêras em cubos e deixe de molho no vinagre balsâmico por duas horas. Triture nozes e disponha por cima das pêras. Cubra com o queijo brie e faça um tipo de envelope pequeno com a massa folhada. Deixe no forno por cerca de 20 minutos. Sirva.
Harmonização
Um bordô. A receita é mais rebuscada, como pode-se ver. Pede um investimento maior no vinho. Escolha um bom francês. A dica é Chateau Le Monastere 2005. Custa em média 50 reais e fecha perfeitamente com o prato. Não se engane, o vinagre pede uma boa estrutura de vinho, ou seja, não adianta puxar para o branco.
Boa semana e bons sabores a todos.
Tiago Paixão é Jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Hoje na coluna Notas de Sabor uma idéia de alguns termos usados para falarmos de vinhos. Algumas das expressões são extremamente usadas, outras nem tanto.
São algumas, continuo outro dia.
Acerbo
Vinho com excesso de adstringência, o que lhe dá um sabor azedo, áspero.
Açúcar
O suco de uva contém dois açúcares simples, a glicose e a frutose, que se transformam em álcool durante a fermentação. Contudo, uma pequena parte destes açúcares permanece no vinho depois de feito, designando-se por isso de açúcar residual.
Adstringente
Sensação provocada pelo tanino existente no vinho que tem por efeito crispar as mucosas da boca. Ao procurar distendê-las, o provador dá a impressão de mastigar o vinho.
Agressivo
Diz-se de um vinho que fere o palato por excesso de acidez ou de tanino.
Agreste
Vinho com acentuadas características de acidez.
Amargo
Sabor elementar e simultaneamente doença do vinho.
Amplo
Vinho que alia, na mais perfeita harmonia, sabor e bouquet, o que se traduz na degustação por sensações ricas e prolongadas.
Aroma
Cheiro do vinho apreendido pela via nasal direta, ou retro-nasal quando o vinho se encontra na boca. Neste caso, o vinho é apreciado não só pelo aroma mas também pelo sabor e a este conjunto de sensações se dá o nome de gosto do vinho.
Aromático
Característica quase exclusiva dos vinhos frutados que exalam aromas mais ou menos intensos.
Áspero
Vinho adstringente e dando ao mesmo tempo a sensação de ser abrasivo.
A precipitação dos taninos faz com que esta característica tenda a atenuar-se com o tempo.
Austero
Vinho rude, em que o bouquet é pouco perceptível devido à abundância de tanino.
Aveludado
Diz-se do vinho que deixa na boca uma sensação de grande macieza.
Azedo
Diz-se de um vinho com um pronunciado sabor a vinagre, proveniente do excesso de ácido acético.
Bouquet
Conjunto de sensações olfativas que o vinho dá.
Brilhante
Vinho límpido e que parece luminoso.
Cansado
O vinho gosta de repouso. Operações como o engarrafamento cansam-no fazendo-lhe perder momentaneamente qualidades.
Capitoso
Termo aplicado aos vinhos ricos em álcool e dos quais se diz que “sobem à cabeça”.
Carnudo
Vinho que dá a sensação de ter uma consistência sólida, de encher a boca.
Chato
Diz-se do vinho que revela falta de acidez, sem caráter.
Completo
Diz-se de um vinho que reúne todas as qualidades numa harmonia completa.
Cor
O vinho admite uma paleta cromática variada que espelha aspectos importantes para sua caracterização. Nos vinhos tintos, por exemplo, uma coloração azulada revela um vinho jovem enquanto que a presença de tonalidades amarelas é sinal de envelhecimento.
Corpo
Diz-se de um vinho rico em álcool, com caráter, sabor acentuado e que enche a boca.
Tiago Paixão é Jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Ingredientes
- 200 gramas de Morangos
- Meia xícara de Creme de leite
- Uma colher de sopa de açúcar
- Três colheres de sopa de amarulla
Modo de Preparo
Corte e lave os morangos e reserve. Numa tigela misture o creme de leite e o açúcar batendo bastante. Tem que ficar bem cremoso tirando um pouco do soro (libera soro quando bate). Misture com o morango e coloque a Amarulla por cima. Sirva gelado.
Harmonização
Recomendo um espumante. Um moscatel Casa Valduga da serra gaúcha. O adocicado natural do moscatel, combinado com a receita italiana (Asti) de confecção da bebida, irá combinar com a receita.
Bom fim de semana e bons sabores a todos.
Tiago Paixão é Jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Ingredientes
- Um mamão papaya.
- Duas bolas de sorvete de creme.
- Um cálice de licor de cassis.
Modo de Preparo
Coloque o mamão descascado e sem sementes e o sorvete no liquidificador e bata até ficar homogêneo. Sirva em uma taça colocando o licor por cima.
Harmonização
Segundo prato que imagino com um bom moscatel. O espumante moscatel é doce por natureza e tem algumas caracterísicas especiais. Ele é feito pelo processo Asti, método italiano de filtragem e fermentação que deixa o gás de forma mais suave e presente. A recomendação é o Casa Valduga, da Serra Gaúcha ou o Novo Mundo do Vale do São Francisco. Boas recomendações para o fim de semana.
Boas receitas e bons sabores a todos.
Tiago Paixão é Jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita

Muitas receitas têm uma origem semelhante. Feitas para suportar um bom tempo. Suportar viagens. A comida regional (Que acabou virando internacional) registra as Paellas (Comida feita pelos pescadores espanhois com o que sobrava da pesca), feijão tropeiro e a comida de hoje: o Carreteiro (comida feita com carne seca para levar em viagens de carreteiros), representante ilustre da cozinha regional gaúcha.
Ingredientes
- Carne seca, carne de sol ou preferencialmente o Charque. Cortado em cubos, na medida de meia xícara por pessoa.
- Deixe de molho de um dia para o outro para tirar o sal.
- Duas folhas de louro
- Arroz
- Cebola
Modo de preparo
Corte a cebola em pequenos cubos, e refogue. Ponto certo da cebola refogada é quando ela fica translúcida. Refogue o arroz e coloque água na medida de duas xícaras de água para cada xícara de arroz. Em seguida, coloque o charque e as folhas de louro. Deixe secar a água. Quando o arroz ainda estive úmido, verifique o sal e faça a correção, caso necessário.
Na hora de servir confie na sua criatividade. Pode colocar uma banana cortada em rodelas ou queijo ralado.
Harmonização
Historicamente era o vinho que estivesse disponível. Mas o que mais gosto é um Merlot. Trata-se de um vinho jovem que comporta-se bem com sabores fortes. Bastante frutado e leve. Há bons merlots Brasileiros, Argentinos e Chilenos. Como bons vinhos jovens, não há grandes exigências de marcas. Provem e me digam o que acharam.
Um grande abraço e bons sabores a todos.
Tiago Paixão é Jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita.

O Molho feito pela primeira vez em Gênova na Itália. Sua origem era a de conseguir um molho que não precisasse ser aquecido e que assim pudesse ser levado com facilidade para qualquer lugar. Sua criação é genovesa, no entanto, é feito em diversas regiões da Europa havendo bons pestos na Suíça, frança e em várias regiões da Itália. É um dos mais famosos e saborosos para acompanhar as massas compridas, mas é usado também como acompanhamento de carnes vermelhas.
Ingredientes:
- Manjericão – 50 gramas.
- Azeite de Oliva (se possível extra-virgem) – quatro colheres de sopa.
- Castanha do Pará – Duas colheres de sopa.
- Queijo parmesão Ralado – Duas colheres de sopa.
*** Esclarecimentos: A receita original é feita com Pinólis (tipo de amêndoa) e queijo pecorino. Mas devido ao custo e a dificuldade de encontrar, faz-se a substituição sem perdas.
Modo de Preparo:
Picar grosseiramente o manjericão fresco. Passe as castanhas em um mixer para ficar picadas. No mesmo mixer, coloque o manjericão (com os talos) o queijo e o azeite. O molho está pronto.
Não aquecer o molho.
Sirva com massas compridas, espaguetti, fetuccini.
Harmonização:
Uma das mais complicadas. Recomendo um vinho branco com bastante fruta. Tenho consumido bastante os Sauvignon Blanc chilenos. Casa Silva 2007 é uma excelente pedida. Uma opção mais em conta e também saborosa é o Gato Negro San Pedro. Os Sauvignon Blancs são extremamente frutados e alguns apresentam final de flores. Vinho refrescante e que se comporta bem com sabores fortes.
Um grande abraço e bons sabores a todos.
Tiago Paixão é Jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita.

Pegue a panela de pressão e coloque o pinhão dentro. Complete até a METADE da panela com água fria. Feche a panela e leve ao fogo alto até começar a chiar. Em seguida baixe o fogo e conte meia hora. Resfrie e abra a panela com cuidado. Ainda com a água quente retire com uma escumadeira alguns pinhões e com a lateral de uma faca pressione a casca perto do cabo até separa o pinhão da casca. Com um fio de azeite refogue a conta de meia cebola por xícara de arroz. Recomenda-se ainda um dente de alho. Deixe a cebola ficar translúcida o que deve levar mais ou menos 4 minutos. Depois, coloque o equivalente a meio cálice de vinho branco ou vermuth para cada xícara de arroz. quando começar a “liberar o cheiro”, coloque o arroz arobório. Tempere com pimenta do reino e sal a gosto. Em seguida deixa cozinhar sempre mantendo umido com o caldo de frango. O arroz estará pronto quando estiver al dente. Logo que estiver al dente, coloque uma colher de mateiga e duas colheres de sopa de queijo parmessão. Sirva bem quente.
Harmonização: A harmonização é fácil. O Pinhão não quebra o sabor do vinho e por isso não precisa de grandes engenharias. A dica fácil e simples. O vinho que você usar para fazer o Risoto, deverá ser o que vai acompanhar o prato. Pronto a harmonização tá feita. Qual vinho? Eu recomendo um Chardonnay, Sauvignon Blanc ou ainda um Gewurztraminer. Caso seja Chardonnay, o conselho é um Tamaya de 2004 que já recebeu o prêmio de melhor do mundo e custa 24 reais. Opção é o Marcus James 2007. O Sauvignon Blanc Carta Blanca do Chile de 2006 é fantástico. O Gewurztraminer é uma harmonização audaciosa e cara. Deixa pra lá!
Tiago Paixão é Jornalista e estudante de Análise de Sistemas em Porto Alegre. Quando dá tempo cozinha. É apreciador de comida de qualquer espécie. Adora vinhos e vem perseguindo a refeição perfeita.








