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Vai para onde? Sydney

O programa Vai para Onde? é exibido semanalmente toda sextas-feira, às 22h, pelo canal Multishow e é, sem dúvida, um dos melhores programas sobre viagens produzido no Brasil.  Com uma linguagem simples e direta o programa, apresentado e dirigido por Bruno De Luca, nos permite ter uma visão próxima do que seria uma viagem feita por anônimos, pessoas comuns com uma câmera e uma mochila nas costas.

Vale a pena assistir aos vídeos. As viagens são sensacionais e as dicas essenciais para quem vai viajar para aqueles destinos.

Aproveitem!

Sydney

Bruno parte para o outro lado do mundo e começa uma nova saga, agora, na terra dos cangururs. Austrália é o novo continente a ser desvendado, começando por Sidney.

Restaurantes móveis são cada vez mais comuns

Quem estiver em New York e cruzar com um desses restaurantes em alguma esquina não pode deixar de degustar essas delícias.

Conheça Vancouver, uma das melhores cidades do mundo para se viver, em 36 horas

Reportagem: Denny Lee

New York Times Syndicate

Tradutor:George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

Os montes Cypress, Grouse e Seymour ficam a menos de 27 quilômetros do centro de Vancouver. Photo: Denny Lee/New York Times. Photo: Denny Lee/New York Times

Não é de se estranhar que Vancouver seja frequentemente exaltada como uma das melhores cidades do mundo para se viver. Ela é abençoada com um cenário de fundo de montanhas cobertas de neve e portos azuis cristalinos. Ela também é um portal para a Passagem Interior – um labirinto maravilhoso de fjords entalhados em geleiras e ilhas cobertas de florestas que são um prazer para os amantes de cruzeiros. Mas o que realmente diferencia Vancouver é sua densidade urbana. Com a expansão impedida pela geografia, a cidade pensa verticalmente. Bairros se sobrepõem, os prédios sobem. Isso parece acentuar a mistura internacional da cidade, e não apenas quando os Jogos Olímpicos estão na cidade.

Sexta-feira

16h – Praça Canadá
Pode ser por culpa dos grandes espaços externos, mas Vancouver carece de uma praça central – um local para o qual os cidadãos se voltam e no qual os visitantes sentem que realmente chegaram. Um substituto peculiar é Mount Pleasant, um bairro operário perto da Main Street e Broadway que está se tornando mais badalado a cada minuto. Espalhadas entre casas de bingo sujas se encontram desfiles de butiques da moda como a Lark (2315 Main Street; 604-879-5275; lark.me), que oferece grifes fashion como os jeans Chimala do Japão, e Jewellerbau (2408 Main Street; 604-872-7759; jewellerbau.blogspot.com), onde Dina Gonzalez Mascaro faz jóias industriais modernas. Uma âncora para os jovens boêmios da área é o centro dirigido por artistas Western Front (303 East Eighth Avenue, 604-876-9343; front.bc.ca), que conta com galerias, palcos e arquitetura em arcos. Olhe para o alto antes que escureça: aqueles são as Montanhas Costeiras pairando sobre uma falsa cornija.

19h30 – Excesso de comida
Com águas ricas em salmão à frente e criações de porcos no interior, o conceito “locavore” (consumo de produção local) é um modo de vida. O ethos do celeiro para o bistrô é mantido pelo Refuel (1944 West Fourth Avenue; 604-288-7905; refuelrestaurant.com), um restaurante informal que abriu no bairro rico de Kitsilano, após o fechamento de seu aclamado antecessor, o Fuel, por causa da recessão. Ainda dirigido pelo chef tatuado Robert Belcham, a cozinha aberta exibe um cardápio mais magro para sua carteira, mas não para sua cintura. Comece pela travessa irresistível de costelas de porco picantes e aparas, temperadas com pimenta vermelha, ácido cítrico, páprica e outros temperos, depois fritas até ficarem crocantes. Seu cardiologista certamente não aprovará. Para o prato principal, um recente favorito inclui salmão (local e pescado no mar, é claro), grelhado e servido com alho-poró e moluscos. Jantar para dois sem vinho, aproximadamente 60 dólares canadenses (quase o mesmo em dólares americanos).

22h – Canto dos clubes
Vancouver não é conhecida pela vida noturna, graças em parte a duras leis de consumo de álcool. Mas se você insistir em cair na festa, uma fila de pessoas na faixa de 20 anos se forma ao longo da Granville Street, um trecho ainda pobre com um punhado de bares com cordas de veludo como o Granville Room (957 Granville Street; 604-633-0056; granvilleroom.ca), com um interior simpático de paredes de tijolos e candelabros. Perto dali fica a Davie Street, a área gay da cidade. Um ponto tranquilo é o Odyssey (1251 Howe Street; 604-689-5256; theodysseynightclub.com), um clube espaçoso e despretensioso com pátio ao ar livre, bebidas baratas e moradores locais que gostam de conversar.

Em Granville Island, em Vancouver, procure o Lobster Man, com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques. Photo: Denny Lee/New York Times

Em Granville Island, em Vancouver, procure o Lobster Man, com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques. Photo: Denny Lee/New York Times

Sábado

10h – Ilha da Granola
Atravesse de balsa a False Creek até uma minúscula península conhecida como Granville Island (granvilleisland.com), que possui um popular mercado de alimentos repleto de produtores rurais, açougueiros e pescadores. Ela também tem um lado hippie – de academias de ioga e artesanato até uma galeria de cerâmica e teatro. Pegue um pão de múltiplos grãos no Terra Breads (terrabreads.com) e caminhe pelas ruas e becos lotados da ilha. Os destaques incluem o Lobster Man (1807 Mast Tower Road, 604-687-4531; lobsterman.com), com seus tanques com lagostas do tamanho de caiaques, e o Artisan Sake Maker (1339 Railspur Alley; 604-685-7253; artisansakemaker.com), que prepara saquê junmai no local. As degustações de saquê custam a partir de dois dólares canadenses.

12h30 – Curries criativos
Mark Bittman, um colunista e blogueiro de culinária para o “New York Times”, já chamou o Vij’s de “um dos melhores restaurantes indianos do mundo”. Ele certamente está entre os mais caros. Para uma emoção mais barata, entre no seu irmão colorido vizinho, o Vij’s Rangoli (1488 West 11th Avenue; 604-736-5711; vijsrangoli.ca), que mais parece um restaurante de comida para viagem. Combinações memoráveis incluem uma carne de cabra e curry de jaca com salada de coco e repolho (15,50 dólares canadenses).

14h – Fotoconceitualismo
Antes da indústria cinematográfica de Vancouver ser apelidada de Hollywood Norte, o destaque cultural da cidade era a Escola de Vancouver de fotografia pós-conceitual, liderada por artistas como Jeff Wall e Roy Arden, que turvaram a linha divisória entre documentação e artifício. A escola vive em duas galerias no distrito de South Granville. A Monte Clark Gallery (2339 Granville Street; 604-730-5000; www.monteclarkgallery.com) representa Arden, Stephen Waddell e outros. Descendo a rua fica a Equinox Gallery (2321 Granville Street; 604-736-2405; equinoxgallery.com), que concluiu recentemente uma exposição chamativa de fotos antigas de Fred Herzog, reimpressas utilizando impressoras jatos de tinta saturadas de cor.

16h – Três estilistas
O distrito Gastown, com suas ruas de paralelepípedos e imitação de postes de luz a gás, pode parecer uma armadilha para turistas, mas seus velhos depósitos de tijolos ainda abrigam algumas das lojas de moda de vanguarda de Vancouver. A estilista local Hajnalka Mandula fia babados e rendados para os góticos fãs de “Crepúsculo” no Mandula (214 Abbott Street; 604-568-9211; mandula.com). Treana Peake, a esposa do guitarrista do Nickelback, Ryan Peake, oferece moda executiva, sensível, no Obakki (44 Water Street; 604-669-9727; obakki.com). E na Killa (46 Alexander Street; 604-681-7550; killa.ca), o estilista de streetwear Dennis Arriola faz casacos interativos com controles para iPod costurados na manga.

20h – Neofusion
Dos izakayas (bares) ao estilo de Tóquio aos cafés banh mi, os sabores da Ásia estão bem representados. A grande população asiática também elevou o padrão do fusion. Para altas interpretações de pratos tailandeses humildes, o Maenam (1938 West Fourth Avenue; 604-730-5579; maenam.ca) tem provocado comparações com o Hahm, que possui estrelas Michelin, de Londres. Na verdade, Angus An, o chef e proprietário, aprendeu lá. Aberto em maio passado no distrito Kitsilano (sim, aquele é o Refuel ao lado), o endereço de rosa e bambu atrai uma clientela gourmet com pratos como pato picante à caçarola com longans, confit de batatas e relish de pepino (US$ 18). Outro que também é bastante badalado é o Bao Bei (163 Keefer Street; 604-688-0876; bao-bei.ca), uma brasserie chinesa de luxo em Chinatown, que abriu pouco antes das Olimpíadas.

O porto de Vancouver, ao entardecer. Photo: Denny Lee/New York Times

22h30 – Bares ecléticos
Um punhado de bares de conceito ousado – do tipo que serve rodadas de degustação de vinho e cerveja – abriu em Gastown. Popular junto ao pessoal de Hollywood Norte é o Alibi Room (157 Alexander Street; 604-623-3383; alibi.ca), um espaço tipo loft com mesas de madeira e uma longa lista de cervejas em garrafa e chopes. Os bebedores de vinho seguem para o Salt Tasting Room (45 Blood Alley; 604-633-1912; salttastingroom.com), um bar tipo adega com o cardápio em uma grande lousa que lista os vinhos ecléticos, queijos e carnes curadas exóticas.

Domingo

10h – Esquiando no quintal
Há mais opções de esqui além de Whistler. Três rampas – os montes Cypress, Grouse e Seymour – ficam a menos de 27 quilômetros do centro de Vancouver, o que significa que você pode esquiar pela manhã e ter tempo para passear à tarde. O mais desafiador é o Monte Cypress (Cypress Provincial Park; 604-419-7669; cypressmountain.com). Também é aquele com mais clima, com vistas espetaculares da cidade. Vista os sapatos de neve (aluguéis por 18,75 dólares canadenses) e avance por trilhas espetaculares até chegar ao Hollyburn Lodge, um belo chalé de tábuas de madeira que foi construído em 1926.

14h – Alongamento final
Sabe onde começou a Lululemon Athletica? Quando os moradores locais loucos por fitness não estão esquiando, eles podem ser encontrados fortalecendo suas mentes e corpos nas inúmeras academias de ioga da cidade. Um grupo flexível e de rostos tranquilos se estica no YYoga Flow (888 Burrard Street; 604-682-3569; yyoga.ca), uma academia grande e bonita que abriu em agosto passado no centro de Vancouver. A participação em uma aula custa 15 dólares canadenses. Dirigido por Terry McBride, um magnata da música, o espaço branco e arejado conta com três salas espaçosas, chuveiros, um café tranquilo e uma sauna de infravermelho, lotada de jovens snowboarders que parecem conseguir um equilíbrio entre trabalho e diversão.

O básico

Apesar de Vancouver oferecer transporte público decente, é recomendado alugar um carro caso você planeje realizar muita exploração.

Vários hotéis abriram no centro de Vancouver para os Jogos Olímpicos. O Shangri-La Hotel Vancouver (1128 West Georgia Street; 604-689-1120; shangri-la.com/vancouver), que abriu em 2009, oferece 119 quartos zen e bom serviço em um novo arranha-céu. O hotel também tem uma academia bem equipada, uma piscina aquecida ao ar livre e um restaurante Market by Jean-Georges. As diárias dos quartos saem por aproximadamente 300 dólares canadenses, aproximadamente o mesmo em dólares americanos, para estadia em março, apesar de preços especiais de até 230 dólares terem sido encontrados recentemente em seu site.

Para acomodações mais bacanas, experimente o Loden Vancouver (1177 Melville Street; 604-669-5060; theloden.com). Inaugurado em 2008, o hotel com 77 quartos conta com janelas do piso ao teto, bonitos banheiros de mármore e grandes TVs de plasma com fácil conexão para computador. O Voya, seu restaurante, serve alta cozinha do Noroeste do Pacífico. Quartos a partir de 229 dólares canadenses.

Desempacotando Rio de Janeiro – parte III

Depois da aclamada série Desempacotando New York, nosso grão-mestre do turismo, o nosso turista profissional Ricardo Freire está  de volta com Desempacotando Rio de Janeiro. Clique aqui.

Seu blogo Viaje na Viagem, é referência sobre os mais variados assuntos turísticos. Confira!! Parada obrigatóeia se você vai viajar!

Desempacotando Rio de Janeiro – parte II

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Desempacotando Rio de Janeiro

Ele está de volta. Depois da aclamada série Desempacotando New York, nosso grão-mestre do turismo, o nosso turista profissional Ricardo Freire está  de volta com Desempacotando Rio de Janeiro. Clique aqui.

O Ricardo, ou Riq, é sem dúvida o melhor turista profissional do país. Seu blog , o Viaje na Viagem, é referência sobre os mais variados assuntos turísticos

Reproduzimos abaixo alguns dos vídeos que ele fez para o Hoteis.com, uma empresa especializada em reservas de hotéis em todo o mundo.

O resultado está aí embaixo.

Para ver mais sobre essa empreitada no Rio de Janeiro, clique aqui.

Como organizar sua mala de viagem

Cidadão do Mundo

Após ler essa matéria da Revista Época decidimos publicá-la aqui no Blog de Viagens. Recebemos diariamente muitos e-mails com dúvidas sobre aquisição de novas cidadanias. Esperamos que sejam úteis as informações!

Reportagem da Revista Época. Clique aqui para ler.

O valor da anuidade na universidade americana de Yale, uma das mais concorridas do mundo, depende da nacionalidade do aluno. O cidadão americano paga, em média, 50% menos que os estrangeiros. Vantagem parecida leva um europeu em uma disputa de emprego na Inglaterra. Para se candidatar a uma vaga divulgada na última semana na empresa de energia inglesa BG Group, exigia-se – além de fluência em inglês, experiência internacional e boa formação acadêmica – cidadania europeia. Logo, a forma de concorrer em condições de igualdade é ter a segunda ou terceira cidadania. Saiba como obtê-la, assim como as vantagens e os riscos de ter vários passaportes.

A cidadania abre portas – e muitas – para os estrangeiros. Ao se tornar cidadão de algum membro da União Europeia, você poderá estudar, trabalhar e morar em qualquer um dos 27 países que dela fazem parte. Sem trâmites burocráticos. “As fronteiras ficam menores. As possibilidades se multiplicam”, diz a advogada Andrea Girello, especialista em obtenção de cidadanias europeias.

Para quem não tem a cidadania herdada de antepassados e tem um país como meta, a dica é começar pelo domínio do idioma. O publicitário Fernando Hudson sempre foi fascinado pela Alemanha. Visitou o país quatro vezes na adolescência e estudou a língua, que passou a dominar. Foi ela que facilitou seu acesso. Fernando navegava por sites de emprego da Alemanha e se cadastrou em vários deles. Menos de um ano depois de se formar em publicidade, estava trabalhando no país com um visto provisório, que foi renovado até ele obter a cidadania. Hoje, mora em Berlim e compõe jingles em alemão.

Outra forma de encurtar o caminho da cidadania é oferecer ao país o que ele mais precisa. Joanna Magalhães é graduada em informática. Ela sonhava em se mudar para a Nova Zelândia, país que facilita a entrada de profissionais nessa área. Saiu do Brasil com emprego garantido e visto de residência permanente. “É preciso estar atento à demanda por profissionais”, diz Joanna. “Muda o tempo todo. Em algum momento podem estar procurando alguém de sua área.” Mas Joanna avisa que o processo exige perseverança: “Eles quiseram ter certeza de que eu não estava interessada apenas no seguro-desemprego vitalício e nos excelentes serviços de saúde e educação do país”.

Pedidos de segunda cidadania aumentaram 30% nos últimos cinco anos, de acordo com um estudo feito por organizações que monitoram a imigração, entre elas o Escritório de Cidadania e Naturalização dos Estados Unidos. Mas muitos dos brasileiros que procuram outros passaportes não querem sair do país. A demanda por outras cidadanias não tem relação direta com imigração. O chef Carlos Bertolazzi, por exemplo, pretende expandir seus negócios em São Paulo. Mas, para isso, ele diz que ajuda ter trânsito livre lá fora. O passaporte italiano de Bertolazzi foi decisivo para que conquistasse uma vaga em um trabalho na Espanha, ao lado do lendário chef espanhol Ferran Adrià. A cidadania europeia também deu acesso a cursos abertos apenas para cidadãos europeus.

Bertolazzi é descendente de italianos. O empresário e pastor Marcello Malizia também. Ele migrou para Londres com a família sem dificuldades. Como cidadão europeu, pode morar onde tiver as melhores condições de emprego. Ganha a vida com transporte de vans na Inglaterra, mas pode ir atrás de oportunidades melhores. “Estou sempre atento ao que acontece nos outros países da Europa”, afirma. “As fronteiras deixaram de ser obstáculos.”

A cidadania mais difícil de ser adquirida é a americana. Para conseguir o green card, o bancário paulista Alexandre Figueiredo fez graduação e trabalhou mais de dez anos nos EUA. Descendente de portugueses, hoje tem tripla cidadania. E transmitiu as três a suas duas filhas. “São americanas, brasileiras e portuguesas”, diz. “Poderão estudar e trabalhar onde quiserem.”

Autoridades americanas e europeias estão cada vez mais atentas a golpes imigratórios. No último ano, nos EUA, a polícia identificou mais de 200 estrangeiros com casamentos arranjados. Eles não só perderam o green card, como a chance de voltar ao país. Se a sorte não ajudou com um ascendente americano ou europeu, a melhor alternativa é tentar um intercâmbio de estudos e trabalho.

Nota: Clique na imagem para ampliar.

Aeroporto de Chicago: como não se perder

Na nossa última viagem a Chicago tivemos um certo probleminha em encontrar o que procurávamos: terminal, salas de embarque, caixas eletrônicos, museus…

Pensando nisso, resolvemos colocar aqui os mapas do Aeroporto de O’Hare.

Esperamos que sejam úteis.

Obs: Para aumentar a imagem, basta clicar.

Terminal 1

Terminal 2

Terminal 3

TAP começa a voar para Campinas

A TAP anunciou hoje que irá operar a partir de 03 de julho, um novo voo saindo do Aeroporto de Viracopos em Campinas. O voo terá terá saídas às terças, quintas e sábados.

A companhia anunciou também que a nova rota já conta com mais de 11 mil reservas para os primeiros três meses.

Os voos serão operados em um avião Airbus A330 e têm partida prevista de Lisboa às 15h05 e chegada a Campinas às 21h05. Já a saída de Campinas será realizada às 22h35 e a chegada ao Aeroporto da Portela às 12h25 do dia seguinte.

Com essas três novas rotas, a TAP atinge a frequência de 70 voos semanais para o Brasil.

Parque temático de Harry Potter é inaugurado em Orlando

Se quiser saber mais sobre o The Wizarding World of Harry Potter clique no aqui.

36 horas em Bordeaux

The scene at the retro-trendy L’Apollo Bar on Place Fernand Lafargue - Photo: Ed Alcock/The New York Times

Reportagem: Seth Sherwood /New York Times

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.

TASTING notes for the 2004 Bordeaux — the stony French city, not its famous wine — might have read something like this: lifeless and bland; aromas of dirt and dust; a once majestic city well past its prime. But recent years have shown real progress. Today’s Bordeaux is smooth and elegant, thanks to reclaimed docklands and a beautification effort that is removing centuries of soot from its venerable squares and medieval churches. There’s also a new liveliness, including avant-garde art spaces and fledgling concept stores. Throw in some stellar upstart restaurants and innovative wine bars, and Bordeaux sparkles once again.

Friday

4 p.m.
1) EXHIBIT A, HARBORSIDE

Start your explorations of Bordeaux by riding the futuristic tram system to the Bassins à Flots, a once seedy harbor that has been cleaned up and is now home to the city’s most innovative galleries. Cool exhibitions take place at Fonds Régional d’Art Contemporain (Hangar 2, Quai Armand Lalande, 33-5-56-24-71-36; frac-aquitaine.net), a gallery run by the regional governmental body that collects works by contemporary artists in France and beyond. In the same building is Arrêt sur L’Image (33-5-56-69-16-48; arretsurlimage.com), a gallery specializing in works on paper and furniture design. And Le Garage Moderne (1, rue des Étrangers , 33-5-56-50-91-33; legaragemoderne.org) is a junk-filled hangar with an auto-repair shop and raw contemporary art gallery under the same roof.

6 p.m.
2) PANTALONS ET PASTIS

The left bank of the Garonne River waterfront is another 21st-century urban-planning success story. Old warehouses are home to outlet stores (Quai des Marques), an ultrathin miroir d’eau (mirror of water), constructed in 2006, reflects the grand Place de la Bourse, and the waterfront is dotted with cafes. For a drink, order a pastis at L’Ibaïa Café (Quai des Chartrons; 33-5-56-00-45-35; ibaiacafe.fr), where you can watch the sunset and the river flow past amid pulsing house music.

9 p.m.
3) GLUTTONY

Strange things happen to olive oil at Septième Péché (65, cours de Verdun, 33-5-56-06-42-16; 7peche.fr), a year-old jewel-box restaurant whose arch moniker means the Seventh Sin. Sometimes it’s served in a syringe — no needle — so you can drench your bread. Sometimes it comes in the form of illicit-looking white powder. Is there an addict in the kitchen? No, just Jan Schwittalla, a 20-something German chef whose fun takes on regional specialties (for example, molded bars of foie gras topped with gel of bonito tuna and escargot) are unmistakably habit forming. Tasting menus at 39, 49 and 75 euros, or about $46, $57 and $88 at $1.17 to the euro.

11 p.m.
4) SMOKE AND ICE

There sure is a lot of smoke coming out of people’s mouths at the Ice Room (Hangar 19, Quai des Marques; 33-5-57-00-10-15; iceroom.fr), a vaulted, white club that opened last year. Of course, there are the smokers, puffing away on Gauloises within a glass-walled smoking lounge. But behind another fish tank wall of glass is a spacious ice bar, where parka-clad partiers indulge in vodka (20 euros for 20 minutes; drinks included). In between, young professionals crowd the main bar, ordering the house cocktail, Sex at the H19 (vodka, Chambord, Midori, pineapple juice and cherry juice; 9 euros) — a reference to the bar’s home in Hangar 19.

Map Bordeaux

Saturday

11 a.m.
5) DOWDY TO HIGH DESIGN

Until this year, the Musée des Arts Décoratifs (39, rue Bouffard; 33-5-56-10-14-00) was a museum that only a grandmother could love: a dainty dollhouse of period rooms filled with harpsichords, antique vases and other relics of Bordeaux’s past. Then a new wing devoted to 20th- and 21st-century design opened, offering yet another symbol of the city’s playful rejuvenation. Some of the more decadent highlights, many from French designers, include a 1980s Baroque-Dadaist aluminum and wood “Lola Mundo” chair from Philippe Starck; a fuzzy, Chia Pet-like “Tactoris” dresser by Christian Astuguevieille; and a disjointed checkerboard mirror by Andrée Putman. Global design titans, from Ron Arad to Ettore Sottsass, also make cameos.

1 p.m.
6) FAKE FOREST

This year’s gold medal for Bordeaux wine bars easily goes to L’Autre Petit Bois (12, place du Parlement; 33-5-56-48-02-93), whose kitsch-cool design and unstuffy attitude breathe new life into a shopworn Bordeaux institution. Under the shade of leafy (and artificial) indoor trees, a crowd of 20- and 30-something diners tuck into tomatoes with mozzarella (5.60 euros), goat cheese salads (7.50 euros) and toasted bread tartines (5 to 8 euros). Just as surprising is the wine list. There’s a terrific La Rose Pauillac (7 euros) as well as wines from — gasp! — English-speaking nations like the United States and Australia.

3 p.m.
7) MADE IN FRANCE

Underdressed? Concept stores and clubwear boutiques have inundated the area around Place Fernand Lafargue. Recent arrivals include OK Daddy (31, rue Ste.-Colombe, 33-5-56-81-02-20; ok-daddy.com), a gallery, bookshop and clothing emporium that sells its own stretchy rayon jerseys with thin Indonesian python collars, as well as men’s T-shirts and windbreakers by the Marseille label Kulte. It joins Le Rayon Frais (31-33, rue St.-James; 33-5-33-51-10-55; lerayonfrais.fr), a street-wear shop that sells black jeans from Bleu de Paname and flannel shirts by Bérangère Claire — both French labels.

6 p.m.
8) VENDING VINO

Welcome to the future of wine tasting. Buy a tasting card (25, 50 or 100 euros), slip it into a high-tech Enomatic vending machine, choose from eight Bordeaux wineries, pick a size (2.5, 5 or 7.5 centiliters), put your glass under the spout, press the button and voilà: out comes a top vintage, kept at ideal temperature and free from over-oxygenation. Such is the routine at the Max Bordeaux Wine Gallery and Cellar (14, cours de l’Intendance; 33-5-57-29-23-81; maxbordeaux.com), which opened last year. Selections in the minimalist white tasting room include a Cheval Blanc that is 27 euros for a small dose, 688 euros for the bottle.

8 p.m.
9) LAMB, THREE WAYS

The chef François Adamski has the Midas touch. He’s been awarded two of France’s top culinary prizes, the Bocuse d’Or and Meilleur Ouvrier de France — one of only two people to achieve both — and this year his very white, very elegant new restaurant, Le Gabriel (10, place de la Bourse; 33-5-56-30-00-80; bordeaux-gabriel.fr), grabbed its first Michelin star after barely a year of existence. Credit the fine-tuned French menu with international accents. Mediterranean France and southwestern Basque country meet in the squid stuffed with risotto, candied tomatoes and peppers. Lamb, meanwhile, sometimes gets served three ways simultaneously (a succulent gigot, a roasted crispy-salty rack and a proletarian sausage) with a purée of dates, nuts and cumin. A three-course dinner for two, without wine, runs about 140 euros.

11 p.m.
10) BORDEAUX BEATS

Stevie Wonder, Isaac Hayes and the Meters all haunt L’Apollo Bar (19, place Fernand Lafargue; myspace.com/lapollobar), at least in musical form. Young women in thrift-store finery and scruffy young men shoot pool, hobnob and drink pints of Paulaner at this retro-trendy bar. For electronic tunes, pop into the nearby Azuli (55, cours d’Alsace-Lorraine; 33-5-56-79-39-46), where D.J.’s in a second-floor booth preside over the Baroque room, spinning electro, minimalist house and other clubby beats.

Sunday

11 a.m.
11) MARKET CRASH

Sunday is market day in Bordeaux. The fashionable Marché des Quais (Quai des Chartrons, 8 a.m. to 4 p.m.) is a foodie haven and a fine place to feed on fresh oysters (six for 5.50 euros at Huîtres Marennes Oléron; 33-5-46-36-09-10). For a splash of color, hit the Marché St.-Michel (near St.-Michel church, 8 a.m. to 2 p.m.). Situated in a mostly North African quarter of the same name, the market is a chaotic jumble of vintage luggage, Depression-era scrap metal, 1950s radios and rusted French street signs. It’s yet another facet of an evolving city.

IF YOU GO

Air France, Alitalia, Delta, Iberia and KLM all offer one-stop service from New York to Bordeaux. According to a recent Web search, Air France has flights from Kennedy Airport, with a connection in Paris, starting at around $1,150, for travel in July.

Opened in 2009, L’Avant Scène (36, rue Borie; 33-5-57-29-25-39; lavantscene.fr) is a stylish nine-room hotel in an 18th-century stone town house just off the waterfront. Doubles from 99 euros (about $116).

Reopened in 2008 with splashy neo-Napoleonic styling, the 150-room Regent Grand Hotel Bordeaux (2-5, place de la Comedie, 33-5-57-30-44-44; theregentbordeaux.com) presides over Bordeaux’s most famous square and houses the Michelin-starred Le Pressoir d’Argent restaurant. Doubles from 260 euros.

Últimas dicas direto do continente europeu

Olá amigos do Blog de Viagens.

Aqui, no Diário de Londres, tive a modesta pretensão de ajudar aqueles que, assim como eu, pretendiam ou já estavam desfrutando de um período de intercâmbio ou turismo no Reino Unido pela primeira vez. Foram dicas elementares e impressões bastante pessoais sobre temas como transporte público, trâmites burocráticos em aeroportos, imigração, visto, trabalho, história, turismo e dicas culturais.Há ainda, obviamente, um mundo de coisas a serem ditas que poderiam ser exploradas na coluna, e é justamente esse sem fim de descobertas que faz da cidade um lugar fascinante. Como certa vez disse o poeta Samuel Johnson, “quem está cansado de Londres, está cansado da vida; há em Londres tudo que a vida pode proporcionar”. Mas a verdade é que, após oito meses por aqui, meu período no Reino Unido chega ao fim. Ou quem sabe apenas uma pausa, vai saber.

A primeira sensação de retornar para o Brasil após esse breve tempo é o de amadurecimento. Foram ótimos momentos e alguns grandes apertos, não só aqui mas também em outros sete países e 10 cidades que tive a grata oportunidade de conhecer. Mas, uma vez pesando experiências positivas e negativas, sobressaem-se de pronto apenas boas lembranças e um punhado de histórias divertidas. Posso, também, avaliar como encantadora a minha passagem pela Europa muito em função dos amigos maravilhosos que aqui fiz.

E é assim, com uma última dica, que eu gostaria de encerrar minha colaboração (pelo menos direto do Velho Continente) no Blog de Viagens: viaje! Não apenas com o óbvio e nobre objetivo de apenas conhecer pontos turísticos, esperando que absolutamente tudo dê certo. Saia do roteiro, porque viajar implica, necessariamente, em você sair de uma zona de conforto e confiança para testar, antes de tudo, os próprios limites e derrubar os próprios preconceitos.

Encerrando, não posso de maneira nenhuma deixar de agradecer ao meu amigo Diego Fontenele pela oportunidade e pelo espaço no Blog de Viagens.

Um abraço a todos e até uma próxima oportunidade.

Nota do Blog de Viagens: Eu, e com certeza falo também por muito leitores do blog, é que agradeço pela imensa honra de contar contigo por aqui. Estamos te esperando de braços abertos! O Blog de Viagens é domínio público! É meu, seu, de todos que amam viajar!

Paulo Rocha é jornalista, colunista do Blog de Viagens e residente da capital do Reino Unido.

Novos direitos dos passageiros de avião

36 horas em uma das metrópoles mais atraentes do Sudeste Asiático, Kuala Lumpur

Reportagem: Naomi Lindt

New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do UOL Viagens e conferir essa matéria, clique aqui.

O edifício Sultan Abdul Samad (Jalan Raja) exibe uma mistura de arquitetura moura e mongol que resume o estilo preferido dos colonialistas. Photo: Rahman Roslan/NYT

O edifício Sultan Abdul Samad (Jalan Raja) exibe uma mistura de arquitetura moura e mongol que resume o estilo preferido dos colonialistas. Photo: Rahman Roslan/NYT

Situada na junção de dois rios, Kuala Lumpur significa “confluência lamacenta” em malaio, mas esta cidade que cresce rapidamente redefiniu a si mesma. Com seus altos arranha-céus, cozinha estelar e vida noturna agitada, a capital malasiana despontou como uma das metrópoles mais atraentes do Sudeste Asiático, oferecendo todos os confortos de uma grande cidade, mas em uma escala mais amistosa.

Não são apenas os rios que convergem: fundada em 1857, Kuala Lumpur é cheia de justaposições estranhas. Velhos cafés se encontram sob vias expressas reluzentes. Os chamados à oração atraem profissionais de colarinho branco das torres de aço e vidro. E grupos étnicos díspares – malasianos, chineses e indianos – convivem nos shoppings brilhantes e parques arborizados, dando a esta cidade um sabor cosmopolita sem igual na região.

Sexta-feira

16h – Origens coloniais

Há 150 anos, Kuala Lumpur, ou KL como os moradores locais a chamam, era pouco mais que um posto avançado encardido, aberto na mata pelos exploradores de estanho chineses. Mas o comércio lhe serviu bem e, no final, a Praça Merdeka (no cruzamento da Jalan Raja e Lebuh Pasar Besar) se transformaria no centro da vida colonial britânica. A praça ampla, margeada por palmeiras, é cercada por marcos de 100 anos de idade como o edifício Sultan Abdul Samad (Jalan Raja), que exibe uma mistura de arquitetura moura e mongol que resume o estilo preferido dos colonialistas. Apropriadamente, a praça também é o local onde os malasianos declararam sua independência do Reino Unido, em 1957.

18h30 – Alto luxo

Medite sobre a ascensão astronômica da cidade bebendo um coquetel de champanhe no SkyBar, um lounge futurista no Traders Hotel (Kuala Lumpur City Centre Park; 60-3-2332-9888; www.skybar.com.my). O bar, no 33º andar (o espaço é dominado pela piscina do hotel), oferece vistas perfeitas para fotos das Torres Gêmeas Petronas. Reserve um dos sofás em tons violetas para um assento de primeira fila enquanto os prédios prateados, recortados, começam a acender suas luzes para a noite. Drinques a partir de 29 ringgits (cerca de US$ 8,75, com o dólar cotado a 3,30 ringgits).

Interior do lounge futurista do Traders Hotel. O bar, no 33º andar, oferece vistas perfeitas para fotos das Torres Gêmeas Petronas. Photo: Rahman Roslan/NYT

Interior do lounge futurista do Traders Hotel. O bar, no 33º andar, oferece vistas perfeitas para fotos das Torres Gêmeas Petronas. Photo: Rahman Roslan/NYT

20h – Consumo garantido

Como muitos dos lugares de destaque na cidade, o Enak KL (Starhill Gallery, 181 Jalan Bukit Bintang; 60-3-2141-8973; www.enakkl.com) fica em um shopping center. Ele serve o melhor da cozinha malasiana na cidade em um espaço elegante, repleto de móveis pesados de madeira e arte batique nas paredes. Os pratos, preparados lentamente, ricos e condimentados, são baseados em receitas passadas por gerações na família Razaly, os proprietários. Experimente o rendang de carne defumada (27 ringgits), os camarões grelhados com molho de tamarindo (28 ringgits) e o kambing masak merah: perna de cordeiro coberta com cardamomo, canela e tomate apurado (45 ringgits).

22h – Traje casual

Como o nome sugere, o clube No Black Tie (17 Jalan Mesui; 60-3-2142-3737; www.noblacktie.com.my) foi concebido como um antídoto ao conservadorismo das salas de música clássica. Mas de lá para cá ela se transformou em um dos pontos noturnos mais ecléticos e bacanas da cidade. Coberto em teca polida em tom de mel e cintilando com luz de velas, a casa noturna oferece jazz, world music, cabaré, poesia e, sim, apresentações de música clássica, atraindo um público endinheirado que bebe vinho e belisca os canapés japoneses. Couvert a partir de 30 ringgits.

Sábado

10h – Decoração divina

A arquitetura por si só é motivo suficiente para visitar o Museu de Arte Islâmica da Malásia (Jalan Lembah Perdana; 60-3-2274-2020; www.iamm.org.my) de domo turquesa. Construído em 1998, os interiores brancos da estrutura de quatro andares são silenciosos, arejados e saturados de luz natural – perfeitos para contemplação da coleção de arte decorativa islâmica. Após admirar os velhos pergaminhos com caligrafia, as espadas incrustadas de joias e cobertores de cavalo bordados, leve seu entendimento esclarecido do design e iconografia islâmicos à Masjid Jamek (Jalan Tun Perak), uma das mesquitas mais antigas da cidade e com decoração em mármore rosa e marfim.

12h – Canto dos pássaros

Os intermináveis congestionamentos da cidade ganham uma versão divertida no KL Bird Park (920 Jalan Cenderawasih, Lake Gardens; 60-3-2272-1010; www.klbirdpark.com), onde seu trajeto é dividido com íbis escarlates com tons psicodélicos, pavões e pombas-goura-vitória, cujas tiaras de penas azuis fazem seus primos nova-iorquinos desmazelados passarem vergonha. O aviário de 8,5 hectares possui mais de três mil aves representando 200 espécies, sendo que algumas, como o arisco casuar e o falante lório arco-íris, você pode alimentar. Você também pode se alimentar no Ikan Bakar Asli Pak Din (Stall No. 5, Tanglin Food Court, Jalan Cenderasari; 60-12-320-1731), um banca a dez minutos de caminhada que serve um excelente peixe grelhado por 5 ringgits.

Na área de alimentação da Jalan Alor, em Kuala Lumpur, experimente o Cu Cha para pratos como o char kway teow, macarrão chato de arroz frito com moluscos e camarão. Photo: Rahman Roslan/NYT

Na área de alimentação da Jalan Alor, em Kuala Lumpur, experimente o Cu Cha para pratos como o char kway teow, macarrão chato de arroz frito com moluscos e camarão.Photo: Rahman Roslan/NYT

14h – Curso cultural intensivo

Inicie sua excursão pela miscelânea étnica da Malásia na Little India, onde as ruas estreitas pulsam com música de Bollywood, lojas de seda produzem ternos do Punjabi, ambulantes vendem panqueca roti e homens amarram guirlandas de jasmim. Se abasteça com um copo de teh tarik, uma mistura de chá preto e leite condensado, antes de seguir para a vizinha Chinatown, uma área movimentada, com lojas que vendem cópias de bolsas, ervas medicinais e jogos de chá delicados.

Para um momento tranquilo, entre no Templo Sin Sze Si Ya (14a Lebuh Pudu), de 145 anos, um espaço cheio de incenso e lanternas vermelhas onde os budistas vão para ler a sorte. Finalmente, tome um táxi para atravessar a cidade até a tranquila Kampung Baru, onde a vida aldeã malasiana transcorre em palafitas de madeira em tons pastéis, queimadas de sol, cercadas por buganvílias de cor rosa intensa.

19h – Bancas de rua

Apesar de KL contar com uma boa dose de chefs de categoria Michelin, a melhor culinária talvez seja encontrada nas cozinhas de rua, como nos camelódromos. A área de alimentação altamente popular ao longo da Jalan Alor começa a funcionar por volta das 16h, servindo macarrão frito no wok, servido pelando, frutos do mar cozidos na hora e churrascos de dar água na boca até tarde da noite. Experimente o Cu Cha (71-75 Jalan Alor) para pratos como o char kway teow (5 ringgits), macarrão chato de arroz frito com moluscos e camarão. Siga para o W.A.W. Restaurant (7 Jalan Alor) para aquele que pode ser a melhor asa de frango do mundo (4,40 ringgits).

O luxuoso Starhill Gallery, em Kuala Lumpur. Photo: Rahman Roslan/NYT

O luxuoso Starhill Gallery, em Kuala Lumpur. Photo: Rahman Roslan/NYT

22h – Cidade do pecado

Apesar dos esforços do governo malasiano para coibir a bebida alcoólica, impondo um pesado “imposto do pecado”, os bares prosperam em Kuala Lumpur – uma tendência bastante evidente ao longo do trecho da Changkat Bukit Bintang, ou CBB. A rua é margeada por gastropubs irlandeses, danceterias e restaurantes da moda. Entre os pontos mais badalados estão o Werner’s on Changkat (50 Jalan Changkat Bukit Bintang; 60-3-2142-5670; www.wernerskl.com), um bar com tema vermelho e preto de apenas um ano, onde os martinis de maracujá (28 ringgits) são acompanhados por ritmos envolventes. A poucos passos de distância fica o Cloth & Clef (30 Jalan Changkat Bukit Bintang; 60-3-2143-3034) de concreto e tijolos, que atrai jovens belos com bandas independentes ao vivo e DJs. Para uma experiência plena de danceteria, tome um táxi até o Zouk (113 Jalan Ampang; 60-3-2171-1997; www.zoukclub.com.my), um complexo com seis pistas de dança com temas individuais.

Domingo

10h – Conversa no café

As kopi tiam, ou cafés, já foram parte integral da sociedade malasiana, mas são difíceis de encontrar atualmente. Felizmente, o bate-papo em meio a um café não diminuiu no Yut Kee (35 Jalan Dang Wangi; 60-3-2698-8108), que serve kopi peng (café gelado com leite adoçado) desde 1928. Atualmente em sua terceira geração, o café arejado é adorado por seu roti baba (7,50 ringgits), uma panqueca deliciosa recheada com carne de porco desfiada e cebolas, mergulhados em molho inglês.

12h – Loucos por shoppings

Como grande parte do Sudeste Asiático, Kuala Lumpur é um cidade de shoppings – afinal, a temperatura costuma pairar acima dos 30ºC. Há muitas opções, mas entre os mais interessantes está o Sungei Wang Plaza (Jalan Sultan Ismail; 60-3-2148-6109; www.sungeiwang.com), uma meca dos adolescentes, com cerca de 700 lojas vendendo lenços de cabeça coloridos, microminis enfeitadas com lantejoulas, dispensadores de Pez Hello Kitty e camisetas com frases tipo “O Amor é Todo Necessidade” -outro exemplo das convergências exuberantes e imprevisíveis da cidade.

O básico

Para chegar a Kuala Lumpur normalmente é necessário fazer escalas em Hong Kong, Seul ou Doha. Uma viagem de táxi de uma hora até o centro da cidade custa cerca de 90 ringgits, ou US$ 27, com o dólar cotado a 3,30 ringgits; um trem expresso de 30 minutos custa 35 ringgits.

O Mandarin Oriental (Kuala Lumpur City Centre; 60-3-2380-8888; www.mandarinoriental.com/kualalumpur) oferece vistas da silhueta da cidade e quartos com camas king, banheiros de mármore e mesas de cabeceira ornamentadas com orquídeas frescas. Diárias a partir de 539 ringgits, sem incluir impostos.

O Hotel Equatorial (Jalan Sultan Ismail; 60-3-2161-7777; www.equatorial.com) com 270 quartos tem localização central, camas confortáveis, piscina ao ar livre e ótimo serviço. Quartos a partir de 260 ringgits, sem incluir impostos.

Aproveite a campanha promocional do Pestana Futebol Clube

O Pestana Hotéis lançou nesta quarta-feira, dia 02 de junho, uma nova campanha promocional: o Pestana Futebol Clube!

A campanha é composta por três plataformas. Em outras palavras: você terá três chances de ganhar! Isso mesmo, três!!!!

A primeira forma de participação é um concurso relâmpago que será realizado via Twitter de 01 junho a 11 de julho.

Para participar basta cadastrar-se no site Pestana Futebol Clube, preencher o formulário da página, seguir o Twitter da rede Pestana: @pestanahotels e responder corretamente as perguntas enviadas pelo perfil do Hotel  no microblogging, sem esquecer a lashtag #PestanaFC em cada mensagem!

E mais: você terá uma motivação extra para torcer pelo Brasil: Quanto mais nossa seleção avançar durante a Copa do Mundo, mais prêmios você concorre. Confira a relação de prêmios:

Vale lembrar que o participante poderá enviar somente 1 resposta! Os vencedores serão conhecidos em até 24h após a publicação das perguntas.

A segunda forma de participação é um concurso cultural realizado também de 01 de junho a 11 de julho.

Para participar é simples. Acesse o site do  Pestana Futebol Clube, preencha o formulário e responda a pergunta: Por que o Pestana tem a melhor torcida do mundo?

E sabe qual será o prêmio? Uma viagem de cinco dias para o Pestana Buenos Aires com direito a um acompanhante! Quer presente melhor?!

Lembramos que cada participante poderá enviar somente 1 resposta!! O resultado será divulgado no dia 01 de agosto.


A terceira e última forma de participar é a mais fácil: Aproveite as promoções de hospedagem, faça suas reservas nos Pestana Hotéis e ganhe camisetas oficiais do Pestana Futebol Clube! Simples assim!

Além de desfrutar de toda a qualidade conhecida e reconhecida dos Hotéis Pestana, você fica uniformizado e pronto para torcer pelo Brasil na Copa do Mundo! Aproveitem!

Para ler o regulamento da campanha, acesse o Pestana Futebol Clube.

Imagens da Austrália

Que tal apreciar imagens do cotidiano nesse destino fantástico. Enjoy!

Surpreenda-se com a arte e a culinária da Filadélfia, em 36 horas

Reportagem: Jeff Schlegel

New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.

A evolução da Filadélfia de local para passeio de um dia a cidade destino é tamanha que é possível passar um fim de semana prolongado lá sem visitar qualquer endereço do século 18, nem mesmo sentir falta deles. A abertura de restaurantes reforça a crescente reputação culinária da cidade – apesar do obrigatório filé com queijo ainda acertar em cheio. Os bairros em transição oferecem bons endereços para compras e vida noturna, enquanto outras áreas ainda mantêm a postura da antiga Filadélfia.

Alugue uma bicicleta e observe a linda paisagem e remadores deslizando pelo rio Schuylkill. Photo: Mike Mergen/NYT

Sexta-feira

15h30 – Outro prédio famoso

O Salão da Independência pertence às eras; a Prefeitura (ruas Broad e Market; 215-686-2840; www.phila.gov/property) pertence à Filadélfia. Este prédio do século 19, com 167 metros de altura, é mais do que um grande amontoado de granito interrompendo o tráfego no coração da cidade – no seu topo encontra-se uma estátua de bronze de 27 toneladas de William Penn, uma das 250 estátuas de Alexander Milne Calder que ornamentam o prédio por dentro e por fora. Tome o elevador ao topo (US$ 5) para uma vista de 56 quilômetros do mirante.

17h30 – Sem torta de merengue de limão

O Silk City Diner Bar & Lounge (435 Spring Garden Street; 215-592-8838; www.silkcityphilly.com) é um dois em um, com uma boate no piso inferior em um lado, e uma lanchonete-restaurante tradicional do outro, com iluminação vermelha à meia-luz para dar clima. Pegue um lugar no balcão do restaurante e escolha entre a grande seleção de cervejas engarrafadas ou um drinque como o martini de morango Pantera Cor-de-Rosa (US$ 7).

19h30 – Estranho casal

A fusão chinesa-peruana no Chifa (707 Chestnut Street; 215-925-5555; www.chifarestaurant.com) pode matar dois desejos com um prato. O quarto e mais recente restaurante latino do chef e proprietário Jose Garces na cidade, ressalta a chifa, a culinária influenciada pelos imigrantes chineses no Peru do século 19. As refeições começam com bolinhos de farinha de tapioca, uma iguaria quente mergulhada em creme de goiaba batido. O cardápio de pequenos pratos é uma amálgama de sabores – como o chaufa, que mistura arroz frito com chouriço, coberto com soja doce caramelizada (US$ 9). A chupe é uma suculenta sopa de frutos do mar com mexilhões, um camarão inteiro e batatas roxas (US$ 12).

22h – Jogando boliche e lanchando

O Grande Lebowski encontra um lounge elegante no North Bowl (909 North Second Street; 215-238-2695; www.northbowlphilly.com), uma oficina mecânica convertida onde trechos do piso original de concreto e da parede de tijolos se misturam com parede pintadas com cores alegres, arte abstrata e pinos que brilham no escuro. Há 13 pistas de boliche no primeiro andar, quatro pistas no segundo e bares em ambos os andares. A trilha sonora em uma noite recente incluía Blondie e ritmos cubanos; o cardápio oferece tacos de peixe e espetinhos de carne tailandeses e podem curar um caso de fome de fim de noite.

O Silk City Diner Bar & Lounge possui boate e uma lanchonete-restaurante com iluminação vermelha à meia-luz para dar um clima. Photo: Mike Mergen/NYT

Sábado

10h – Labirinto de arte

Alguns lugares não podem ser plenamente capturados apenas por fotos e palavras. Isso resume o Philadelphia’s Magic Gardens (1020-1022 South Street; 215-733-0390; www.philadelphiasmagicgardens.org), um centro de arte e bizarro labirinto ao ar livre de cimento, pneus de bicicleta, garrafas, tecidos, obras de arte e suvenires sem valor. A obra máxima do muralista Isaiah Zagar da Filadélfia é um labirinto de múltiplas camadas e texturas que deixa os visitantes entretidos, talvez confusos. “Eu acho que ele comunica algo, mas não sei o que é”, disse Zagar, que frequentemente perambula por suas criações e ouve perguntas dos visitantes.

11h – Fatia de cor local

Aromas provocantes de linguiças, queijos e doces caseiros enchem o ar ao longo do Ninth Street Italian Market (9th Street, entre as ruas Wharton e Fitzwater; www.phillyitalianmarket.com). Os vendedores de hortifrutis empilham seus produtos sob toldos verdes e vermelhos diante de lojas que vendem especialidades italianas e produtos diversos nesta feira ao ar livre centenária no sul da Filadélfia. Com fome? A Lorenzo’s Pizza (ruas 9th e Christian; 215-922-2540) é uma loja de esquina despretensiosa que serve uma das melhores fatias de pizza da cidade (US$ 1,50 a US$ 2). O segredo: eles não economizam no tempero.

13h30 – Bem-vindo, Galileu

Lembrado por seu modelo gigante de dois andares de um coração humano e outras exibições ligadas à ciência, o Instituto Franklin (222 North 20th Street; 215-448-1200; www2.fi.edu) exibirá “Galileu, os Médicis e a Era da Astronomia” até 7 de setembro de 2009 (US$ 20,75 para adultos, US$ 19,75 para aposentados, US$ 14 para crianças de 4 a 11 anos). A exposição destaca as realizações de Galileu e exibe alguns de seus instrumentos, incluindo um de seus dois telescópios restantes. Também em exibição estão pinturas, gravuras e manuscritos da coleção Médici.

16h – Mais que tecidos

A Fabric Row (4th Street, entre as ruas South e Catherine) há muito é o local onde comprar uma bobina de tecido. As lojas de tecidos ainda empilham seus produtos, mas elas dividem a rua com estúdios de tatuagem e uma mistura eclética de varejistas neste animado bairro de Queen Village. A Armed & Dangerous (623-25 South 4th Street; 215-922-4525) vende produtos de “estilo gótico romântico”, juntamente com uma variedade de máscaras de baile venezianas importadas (de US$ 25 a US$ 300). A Bus Stop (750 South 4th Street; 215-627-2357; www.busstopboutique.com) é especializada em calçados de grife da Europa e América do Sul, incluindo a marca Coclico, desenhada na França e fabricada na Espanha, e a marca ecológica Terra Plana.

20h – O quê, sem canja de galinha?

Situado em um prédio quadrado com vão livre na Society Hill e nas cores da pedra de Jerusalém, o Zahav (237 St. James Place; 215-625-8800; www.zahavrestaurant.com) oferece receitas israelenses e uma boa dose de pratos do Norte da África e do Oriente Médio. O cardápio de degustação é um bom começo para os não iniciados – primeiro uma tigela de homus cremoso e um grande pão chato redondo feito em casa, seguido por três pequenos pratos e então a sobremesa (US$ 36). O Sabra é um saboroso frango grelhado servido com cuscuz leve; a salada é um pot-pourri de oito pratos pequenos, que inclui cenouras marroquinas picantes temperadas com cominho e pimentas, que faz sua boca apitar.

22h – Faça a viagem

Se o seu lance é absinto, o lounge no segundo andar do Time (1315 Sansom Street; 215-985-4800; www.timerestaurant.net) oferece cinco versões da bebida (de US$ 11 a US$ 16,50), que era a preferida entre os artistas parisienses do século 19 e, até recentemente, era proibida nos Estados Unidos. Se não for o seu lance, o uísque bar no andar de baixo oferece cerca de 75 scotches e outros uísques. Em um recente fim de noite no salão de jantar do outro lado da sala de espera, uma banda de jazz com sete integrantes fazia uma apresentação ruidosa, com alguns membros fazendo uma pausa no meio da música para se misturarem com o público antes de retornarem ao palco.

O clima divertido do Grande Lebowski faz dessa lanchonete-boliche um ótimo lugar para ver os amigos e matar a fome no fim de noite. Photo: Mike Mergen/NYT

Domingo

9h30 – Não desligue o despertador

Três das certezas da vida: morte, impostos e uma longa espera por mesa para o brunch no Sabrina’s Cafe (1804 Callowhill Street; 215-636-9061; www.sabrinascafe.com). Mas se acordar cedo você poderá reduzir a espera. As porções são grandes, o café é bom e os garçons são prestativos. O Barking Chihuahua Breakfast Burrito (US$ 9) é um mistura mexicana que mantém uma pessoa satisfeita o dia todo; o Sabrina’s até mesmo serve um filé vegetariano com queijo, se algo assim realmente existe (US$ 9). Mas, falando sério, chegue cedo.

11h – Passeio no rio

Siga para o Museu de Arte da Filadélfia (26th Street e Benjamin Franklin Parkway; 215-763-8100; www.philamuseum.org) e tire uma foto ao lado da estátua de Rocky. De lá, caminhe atrás do museu até a Breakaway Bikes (215-568-6002; aberta aos fins de semana de abril até outubro) para alugar uma bicicleta (US$ 10 por hora, capacete e cadeado inclusos) e passear pela trilha paralela ao rio Schuylkill. Observe os remadores enquanto deslizam pelo rio e aprecie algumas das 200 esculturas do parque.

O básico

O Aeroporto Internacional da Filadélfia é atendido pela maioria das companhias aéreas. A maioria dos endereços-chave fica a uma distância de caminhada ou a uma rápida viagem de táxi do centro. A Amtrak possui uma linha de trem frequente entre a Penn Station de Nova York e a 30th Street Station na Filadélfia. Uma recente pesquisa online revelou passagens de ida e volta a partir de US$ 90.

The Independent (1234 Locust Street; 215-772-1440; www.theindependenthotel.com) é um hotel butique com 24 quartos em um prédio de estilo neogeorgiano reformado em Center City. Alguns quartos têm lareiras, outros têm paredes de tijolos e tetos de catedral. Diárias a partir de US$ 169.

The Alexander Inn (301 South 12th Street; 215-923-3535; www.alexanderinn.com) oferece 48 quartos elegantes com motivo déco. As diárias neste hotel de Center City são a partir de US$ 129 para um quarto duplo. É recomendado fazer reserva com um mês de antecedência.

Outro hotel em Center City, o Courtyard Philadelphia Downtown (21 North Juniper Street; 215-496-3200; www.marriott.com) oferece 498 quartos em um prédio reformado de 1926. Diárias a partir de US$ 189.



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