Tag Archive for 'Reino Unido'
Page 2 of 2
Olá pessoal, saudações britânicas aos amigos do Blog de Viagens.
Hoje quero tratar com vocês sobre um tema que mexe direto com o bolso daqueles que pretendem passar um tempo em Londres: transporte público. Que aqui está um dos melhores sistemas do mundo, praticamente todos já sabem. Somente linhas de metrô são 11, cortando todo o centro da cidade e regiões bem periféricas, sem esquecer ainda o sistema de trens intermunicipais e regionais que também passam pela cidade (National Rail Services), trens internacionais (International Rail Services), ônibus, táxis, ferryboats que levam você até para outros países…ufa. Carro, por aqui, soa como algo desnecessário. Mas, obviamente, paga-se um preço alto por tamanha eficiência, e a gritaria é geral quando envolve reajuste de tarifas (que não são baratas).
O modo mais prático para você se deslocar por Londres está na aquisição de um cartão chamado Oyster, o qual lhe oferece descontos modestos nas tarifas e pode ser usado no metrô (também chamado de Tube ou underground), nos ônibus e nos ferryboats. Londres é dividida em zonas, de 1 a 9. As principais atrações turísticas estão localizadas nas regiões 1 e 2, uma vez que essa divisão é feita na forma de anéis. Se você quiser ter um passe semanal liberado (ônibus + trem) para essas zonas centrais, por exemplo, o preço hoje é de 25 libras semanais. Já o bilhete simples de ônibus (o meio mais barato) é uma libra, enquanto no tube o valor irá depender para qual zona você está se deslocando e se o seu passeio é no horário de maior movimento (on-peak) ou não (off-peak). Nos horários de rush (07h30-09h30 e 16h00-19h00), a busca por um assento vago ou até para ficar de pé nos trens é dura, mas por outro lado os intervalos entre um comboio e outro dificilmente passe de 3 minutos.
Sair de Londres para outras cidades e regiões é bastante simples. Recentemente, a prefeitura anunciou a liberação do uso do Oyster para trens do National Rail Service que cortam a cidade, o que facilita a vida do usuário. Em Londres, as principais estações para tomar um destes comboios são Liverpool Street, Kings Cross e Victoria Station. Nestas mesmas estações você pode encontrar ônibus intermunicipais (chamados de coaches), no entanto o Oyster não é válido neles.
Como cada centavo conta, uma dica importante para quem está estudando em terras britânicas é solicitar o Oyster Photocard Student, o que pode ser feito pelo site www.tfl.gov.uk.. O preço do passe semanal para as zonas 1 e 2, antes 25 libras, cai para 18 libras para quem possuir este cartão.
E por falar em dica, a coluna gostaria de encerrar por hoje falando em cultura. No próximo dia 21 de fevereiro (domingo), acontecerá a celebração do ano-novo chinês em todo o mundo. Em Londres, a festa se concentrará a partir do meio-dia em Trafalgar Square e Chinatown (que fica junta à estação de Leicester Square). Na programação, desfile de bonecos gigantes, exibição de artes marciais e muita comida tradicional.
Até a próxima!
Paulo Rocha é jornalista, colunista do Blog de Viagens e residente da capital do Reino Unido.
Deu dobradinha brasileira no Best International Exchange and Experience blogs 2010.
Os nossos parceiros E-Dublin e Canal Londres ficaram em primeiro e segundo lugares, respectivamente.
O concurso, promovido pela Lexiophiles, contou com a participação de mais de 200 blogs de todo o mundo que tratam de um assunto tão importante: a experiência de viver fora do seu país.
Parabéns aos amigos Edu e Homero, criadores do E-Dublin e ao amigo Silvino, fundador do Canal Londres.
Vocês são os melhores! Parabéns amigos!
Visitem os melhores sites sobre intercâmbio do mundo: E-Dublin e Canal Londres
Trazemos hoje um terceiro vídeo dos nosso parceiro Londres Brasil.
Se tens interesse em saber como funciona o visto para pessoas casadas com membros da comunidade européia, assista o video e visite o site do Londres Brasil.
Olá amigos!
Gostaria de compartilhar com vocês hoje a minha experiência no meu primeiro ingresso na Europa, o que significa entender um pouco como funciona o processo burocrático de visto, checagem de documentos, revista e entrevista no departamento de imigração. No caso do Reino Unido, para quem deseja permanecer durante um tempo superior àquele considerado de turismo (a partir de seis meses), é necessário o pedido de um visto. No Brasil, há escritórios do governo britânico em São Paulo, Rio de Janeiro e a embaixada em Brasília. (Para saber o endereço das embaixadas e consulados, clique aqui.)
A formalização consistiu na entrega de documentos como duas cartas – confirmando o endereço onde moro e a matrícula na escola onde estudo em Londres -, um extrato juramentado da conta bancária traduzida para o inglês (há escritórios especializados em traduções que fazem isso. Custo médio de 60 reais.), passaporte e fornecimento de impressões digitais e fotos. Depois de um mês, passaporte e outros papéis originais são devolvidos via Correio na casa do interessado.
Minha chegada ao continente europeu se deu via Roma, pelo aeroporto de Fiumicino, onde troquei de avião para o aeroporto de Heathrow (Londres). Se está vindo pela primeira vez, acostume-se com um processo lento de verificagem de documentos e revistas. Na dúvida, não queira mostrar o quanto você tem personalidade própria e repita, sim, o que os outros estiverem fazendo. Isso inclui, a retirada dos sapatos, do cinto e de outro acessórios como brincos e relógios que tenham detalhes em metal que podem acionar o detector. Esse processo é comum e, uma vez no Reino Unido, você deverá repeti-lo sempre que retornar para a Grã-Bretanha caso vá para outros países da Comunidade Européia.
Se você demonstrar boa-vontade e entregar rapidamente o passaporte e algum outro documento que eventualmente podem lhe pedir também para confirmar sua identidade (como a carteirinha de estudante internacional), não terá problemas. Chegando finalmente ao destino final, Londres, momentos de tensão aguardam no departamento de imigração, que nada mais é do que uma série de guiches semelhantes ao de uma agencia bancária, onde lhe fazem algumas perguntas e você deverá entregar um pequeno formulário (normalmente fornecidado pela companhias aéreas no final do voo). Passada essa etapa, seja finalmente bem-vindo.
Até a próxima!
Paulo Rocha é jornalista e reside em Londres
Trazemos hoje um segundo vídeo dos nosso parceiro Londres Brasil.
Se tens nível superior e pretende viajar para o Reino Unido, não deixe de conferir as dicas do Londres Brasil.
A companhia aérea neozelandesa Air New Zealand anunciou nesta terça-feira que vai oferecer assentos que viram camas na classe econômica de alguns de seus aviões.
Segundo a empresa, este é o avanço mais significativo em termos de conforto para viajantes da classe econômica dos últimos vinte anos.
As camas são formadas quando os descansos para os pés em três poltronas, uma ao lado da outra, são elevados até o nível dos assentos.
Um cobertor e travesseiros completam o pacote.
Os interessados precisariam comprar os três assentos, mas a companhia está oferecendo o terceiro pela metade do preço.
A ideia é atrair casais ou famílias pequenas, que poderiam dormir juntos.
(Nota: As imagens boas começam ali pelos 03 minutos.)
Preço
A cama econômica foi desenvolvida por engenheiros da Air New Zealand. Cerca de um quarto dos assentos da classe econômica de todos os aviões que fazem as rotas de longa duração serão convertidos.
Eles ocuparão as primeiras 11 fileiras da classe econômica nos novos aviões Boeing 777-300 da empresa.
As camas econômicas estarão à venda a partir de abril.
Para se ter uma ideia dos custos, um casal viajando da Nova Zelândia para a Grã-Bretanha pagaria em torno de US$ 10,8 mil por uma “cama” na classe econômica – ou seja, US$ 5,4 mil cada um.
Passageiros que viajam deitados na classe business pagariam por volta de US$ 7,1 mil cada um pelo mesmo trajeto, e um assento comum na classe econômica custaria quase US$ 4,3 mil
A partir de hoje você vai encontrar aqui no Blog de Viagens alguns vídeos do nosso novo parceiro: o Londres Brasil. Ali você encontra diversas informações que vão te auxiliar na sua viagem à capital dodo Reino Unido. Confira, clique aqui.
Olá!
Alguns leitores já me conhecem de colaborações anteriores no Blog de Viagens. A verdade é que, depois de um tempo considerável de ausência, este amigo que vos escreve mudou de ares e tentará, na medida do possível, trazer a partir de hoje as últimas dicas e notícias sobre Londres, onde me encontro neste momento aproveitando os sabores e dissabores de um intercâmbio.
A experiência de viver durantes alguns meses em uma terra completamente nova, imerso em uma cultura (ou várias, para ser mais exato) nessa babilônia que é a capital da Inglaterra é fascinante. Uma rápida busca pela internet para os interessados em viver aqui ou conhecê-la mais revela a magnitude da cidade: o aeroporto mais movimentado da Europa (Heathrow), a maior densidade urbana, o maior número de idiomas falados (cerca de 300) etc. Aliás, estima-se que 40% da população seja de origem não-britânica. Brasileiros, conforme o Consulado, são estimados em cerca de 200 mil, número extremamente flutuante em função da presença de imigrantes ilegais, uma realidade bastante complexa quando analisada de perto.
A cidade possui uma identidade muito peculiar, um misto de uma história bastante solidificada e presente em seus monumentos e museus (são ótimos!), e uma mutação permanente, resultado da influência da imigração e da realidade inconteste de que será, para sempre, a capital de um império. Há opções para todos os gostos.
Para encerrar, por hora, quero desejar a todos um ótimo 2010, repleto de viagens e cultura. Uma última dica, para quem estiver por aqui e for curtir o show do Reveillon às margens do rio Tâmisa, é aproveitar que o transporte público será gratuito durante toda a madrugada do dia 1º, sob o patrocínio de uma companhia de seguros. Até mais!
Paulo Rocha é jornalista e reside em Londres
Nevascas no Reino Unido tem dificultado a vida dos moradores de diversas cidades do país. O Aeroporto de Heathrow tem alertado para o possível atraso e cancelamento de voos, enquanto o aeroporto de Gatwick chegou a fechar a pista devido ao mau tempo. Acompanhe a reportagem da BBC

Londres
DDI: 44
Código de Londres: 20 – (obs: número que começa com 870 não precisam do código)
Língua Oficial: Inglês
Moeda: Libra Esterlina: 1 £ (GBP)= 0,80 €
Informações turística: http://www.visitbritain.com
Endereço de informações turísticas em Londres: 1 Regent Street – Fone: 8846-9000 – www.visitlondon.com – Horário de atendimento: De outubro a maio: 9h30 às 18h30 – Não abre domingo. / Junho a Setembro das 10h às 17h – abre aos domingos.
Embaixada do Brasil: 32 Green Street – Fone: 7399-9000/7499-0877 – www.brazil.org.uk – Horário de atendimento: 9h às 13h e 14h às 18h.
Consulado do Brasil em Londres: Vere Street, 3 – Fone: 7659-1550 – www.conbraslondres.com
Fuso horário: 3 horas a mais que no Brasil
Quando viajar: Chove bastante na cidade. Dias assim, são comuns. No verão o sol aparece e a cidade recebe muitos turistas. No inverno os preços caem , assim como a temperatura.
Preços dos produtos
- Água mineral (500ml): 1,50£
- Café expresso: 1,20£
- Refeição básica : 15£
- Cerveja: 2,50£
- Entrada em museus: 15£
- Gasolina: 0,94 £
Aos interessados em estudar em Londres.
As notícias não são muito boas! O Reino Unido está cogitando restringir os vistos de estudantes. A alegação é evitar a imigração ilegal.
Aquela baboseira costumeira!
O problema é que essas medidas acabam prejudicando a todos os jovens (sérios!) interessados em estudar e ter uma experiência cultural nova.
E sabemos também que muitas vezes essas medidas são ineficazes.
Então, se você pretende embarcar para a capital da Inglaterra, aconselho viajar rapidamente. Sabe-se lá quando a política de vistos vai tornar-se mais rígida.
Confira a reportagem da BBC.

Brown anunciou um plano para restringir a imigração no país
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou nesta quinta-feira (12) planos para endurecer as leis de imigração e tornar mais difícil a entrada de imigrantes ilegais no país.
Em um discurso em Londres, o premiê disse que o governo vai estudar uma possível restrição a vistos de estudante para evitar que eles sejam usados por pessoas que querem entrar no país para trabalhar ilegalmente.
Uma das possíveis medidas a serem adotadas seria a concessão de vistos de estudante com direito a trabalhar apenas para estudantes de graduação ou pós-graduação.
Os vistos de estudante britânicos, concedidos a pessoas matriculadas tanto em cursos superiores quanto em cursos rápidos de línguas, dão direito de trabalhar por até 20 horas semanais, mas muitos estudantes ultrapassam esse limite ou acabam ficando ilegais no país após o término do curso.
Segundo dados do governo britânico, um em cada sete pedidos de visto para o país é para estudantes. No último ano fiscal, foram concedidos 242 mil vistos de estudante para a Grã-Bretanha, mas outros 100 mil foram recusados.
“Profissões”
Em seu discurso, Brown anunciou ainda uma mudança na lista de profissionais de fora da Europa que poderão receber vistos de trabalho no país. Entre os profissionais que poderão ser prejudicados estão engenheiros e chefs de cozinha.
O premiê disse que o sistema de pontuação para a concessão de vistos para imigrantes qualificados, introduzido no ano passado, contribuiu para a queda de 44% na entrada de imigrantes no país.
Segundo ele, o novo sistema garantiria novos cortes no número de imigrantes chegando ao país e manteria, ao mesmo tempo, a flexibilidade do mercado de trabalho na Grã-Bretanha.

O Big Ben ao fundo
As declarações do premiê ocorrem em meio aos altos índices de desemprego no país por conta da crise econômica global e às críticas às políticas de imigração do governo.
Segundo os últimos dados, 2,46 milhões de pessoas, ou 7,8% da população economicamente ativa, estão desempregadas hoje na Grã-Bretanha.
Em junho, o Partido Nacional Britânico (BNP, na sigla em inglês), de ultradireita, que defende uma maior restrição à imigração, conseguiu votos suficientes para eleger pela primeira vez dois representantes no Parlamento Europeu.
O principal partido de oposição no país, o Partido Conservador, favorito para as eleições gerais previstas para o ano que vem, também propôs uma limitação ao número de imigrantes no país.
O Partido Trabalhista, de Brown, sempre defendeu uma posição mais aberta em relação à imigração e a ideia de que a chegada de imigrantes é positiva para a cultura e para o mercado de trabalho do país.
“Tabu”
Em seu discurso nesta quinta-feira, o premiê disse que o problema da imigração deve ser discutido e não é uma questão exclusiva para “os partidos marginais” ou um “um assunto tabu”.
“Nunca concordei com o elitismo preguiçoso que não reconhece a imigração como uma questão, ou que classifica qualquer um com preocupações sobre a imigração de racista”, afirmou Brown.
“Esta é uma questão que está no coração de nossa política, uma questão sobre o que significa ser britânico e sobre os valores que nos são caros e as responsabilidades que esperamos daqueles que chegam ao nosso país, de como assegurar as competências de que precisamos para competir na economia global e de como preservamos e fortalecemos nossas comunidades”, disse o premiê.
Segundo ele, as opiniões sobre a imigração variam conforme seu efeito sobre as pessoas. “Se o principal efeito da imigração sobre sua vida é tornar mais fácil encontrar um encanador, ou ser atendido por médicos ou enfermeiros estrangeiros em seu hospital local, você provavelmente vai pensar mais sobre os benefícios da imigração do que sobre os possíveis custos”, disse.
“Mas as pessoas querem garantias de que aqueles que chegam aceitarão suas responsabilidades assim como seus direitos de viver aqui – obedecer a lei, falar inglês e dar suas contribuições”, afirmou.
Alguns parques em Londres estão “oferecendo” aos seus freqüentadores uma opção a mais de lazer: que tal se exercitar com aparelhos de academia em meio ao clima bucólico dos parques? Acompanhe essa reportagem veiculada no Jornal Hoje da Rede Globo.
Em Londres
Visitar os museus públicos londrinos. Importantes acervos como o do British Museum (Great Russel Street, 20-7373-8299, britishmuseum.org, sáb/qua, 10h/17h; qui/sex, 10h/20h30), que abriga a Pedra de Rosetta, o da National Gallery (Trafalgar Square, 20-7747-2885, nationalgallery.org.uk, qui/ter, 10h/18h; qua 10h/21h), que reúne artistas como Botticelli, Da Vinci e Monet e do Victoria and Albert Museum (Cromwell Road London, SW7 2RL, 20-7942-2000, vam.ac.uk, seg/qui, sáb/dom, 10h/17h45; sex, 10h/22h), com peças de até 3 000 anos, são totalmente gratuitos. O Tate Modern (Bankside, 20-7887-8008, tate.org.uk/modern, seg/qui, 10h/18h; sex/sáb, 10h/22h), endereço da arte moderna e contemporânea do Reino Unido, também é grátis.
Ir à Catedral de Westminster (Francis Street, 42, 20-7798-9055, 8h/19h), em estilo gótico. Mas a subida ao campanário, que possui uma vista incrível da cidade, é paga.
Caminhar entre os edifícios da South Bank, à beira do Rio Tâmisa, onde você sentirá um pouco do clima londrino e vai querer voltar muitas vezes.
Passear no Hyde Park (Lancaster Gate, 49, 20-7298-2100, royalparks.gov.uk, 5h/0h) e conhecer a Speaker’s Corner (Esquina dos Falantes), onde pessoas discursam sobre tudo.
Opine, sugira, participe do Blog de Viagens
Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/sugestoes/culturais/va_sugestoes_450045.shtml – Guia Viagem e Turismo Europa

Chegou a hora de começar a nossa volta ao mundo! No último post, falamos dos primeiros passos para quem planeja fazer um intercâmbio. Hoje, vamos abordar alguns programas oferecidos pela maioria das agências, para ajudar você a definir melhor o que fará.
Se a sua opção é por um curso de idiomas, profissionalizante, graduação, pós ou aprimoramento profissional, as opções são inúmeras. Mas fique atento: caso queria trabalhar para ajudar a custear as despesas e adquirir mais experiência, só é permitido acumular essas funções legalmente na Irlanda, Reino Unido e Austrália. Nesses locais, com visto de estudante, é possível conciliar o curso com uma jornada de 20h semanais, e você fica livre para escolher as oportunidades de trabalho que surgirem.
Há, também, a possibilidade de se inscrever em programas fechados, que conciliam trabalho e estudo, em que você realiza um curso específico por determinado período e já sai do Brasil sabendo onde vai trabalhar. Nesse caso, são oferecidas opções no Canadá, Nova Zelândia e África do Sul.
Você pode optar por investir apenas nos estudos – e aí, os destinos são infinitos, de acordo com o seu interesse e nível de conhecimento: idiomas, ensino médio, graduação ou pós-graduação. Ou, ainda, somente trabalhar, em programas como Au Pair ou intercâmbio de férias para quem deseja aproveitar esse período e adquirir novas experiências. Boa parte dessas oportunidades concentra-se nos Estados Unidos.
E então, já tem ideia de qual será a melhor opção para o que você almeja e para as suas possibilidades? Lembre-se que é fundamental conciliar os seus objetivos como intercambista com um destino que seja agradável e interessante para você. Dessa forma, a experiência será completa. Por isso, prepare-se para conhecer melhor cada um desses países nas nossas próximas colunas.
Um abraço e até lá!
Denise Waskow reside em Porto Alegre é jornalista e apaixonada por novas culturas.









