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Travelers Cheques

Uma forma bastante simples, prática e segura de viajar para o exterior, e não ficar com aquela preocupação com dinheiro nos bolsos, é utilizando os Travelers Cheques (TC´s).

Os Travelers Cheques são similares a dinheiro e estão disponíveis em diversas moedas, (Euro, dólar, libra esterlina e outras;), valem indefinidamente e em quase todos os países do mundo.

Uma das muitas vantagens de utilizar os Travelers Cheques é a sua segurança. Caso tenha seus TC´s extraviados, danificados ou roubado, você receberá em 24h, onde estiver, o reembolso de seus cheques.

Outra vantagem é  a de não ter prazo de validade. Eles nunca expiram. Sendo assim, você pode planejar sua viagem aos poucos, comprando seus TC´s quando o câmbio estiver mais favorável.
Pensando nisso resolvemos montar um guia básico para quem vai viajar e usar essa moeda no exterior.
Com a introdução do Visa Travel Money (VTM) os Travelers Cheques perderam um pouco de espaço, mesmo assim, milhões de pessoas continuam utilizando-os para suas viagens.
Para ver outras forma de levar seu dinheiro com segurança, clique aqui e conheça o Visa Travel Money (VTM)

Os Travelers Cheques podem ser usados tanto para:
  • Efetuar compras de bens/serviço em estabelecimentos conveniados como restaurantes, hotéis, lojas;
  • trocar pela moeda local de seu destino;
Para trocar seus Travelers Cheques por moeda local, basta se dirigir as casas de câmbio e estabelecimento que aceitam e trocam os TC´s. Lembre-se, porém, que poderá ser cobrada uma taxa de comissão que varia de país e local de troca
Não esqueça também de levar sempre o recibo de compra original. Conhecemos casos de pessoas que, em plena Paris do Século XXI, não conseguiram trocar seus TC´s por não portarem o comprovante de compra.
Já para efetuar compras de produtos/serviços com seus Travelers Cheques basta apresentá-los no estabelecimento.
Caso queira entrar em contato com a Visa Travelers Cheques, clique aqui.
Para encontrar uma lista de estabelecimentos que aceitam os Travelers Cheques, clique aqui.

Vai pra Onde? Golden Cost

Bruno chega ao seu último estágio na Austrália, Gold Coast, uma das cidades mais famosas do país, que possui praias perfeitas para o surfe, diversas atrções turísticas e muita sensualidade.

Vai pra Onde? Byron Bay

Bruno De Luca desembarca em Byron Bay, cidade de 30 mil habitantes e que possui as mais belas praias da Austrália.

Vai pra onde? Newcastle

Ainda na Austrália, Bruno aporta em Newcastle e, por lá, cai na jogatina e passeia por uma fábrica de cervejas. Mas a viagem também tem seu lado sério quando ele visita uma universidade de jornalismo.

Vai para onde? Sydney

O programa Vai para Onde? é exibido semanalmente toda sextas-feira, às 22h, pelo canal Multishow e é, sem dúvida, um dos melhores programas sobre viagens produzido no Brasil.  Com uma linguagem simples e direta o programa, apresentado e dirigido por Bruno De Luca, nos permite ter uma visão próxima do que seria uma viagem feita por anônimos, pessoas comuns com uma câmera e uma mochila nas costas.

Vale a pena assistir aos vídeos. As viagens são sensacionais e as dicas essenciais para quem vai viajar para aqueles destinos.

Aproveitem!

Sydney

Bruno parte para o outro lado do mundo e começa uma nova saga, agora, na terra dos cangururs. Austrália é o novo continente a ser desvendado, começando por Sidney.

Cidadão do Mundo

Após ler essa matéria da Revista Época decidimos publicá-la aqui no Blog de Viagens. Recebemos diariamente muitos e-mails com dúvidas sobre aquisição de novas cidadanias. Esperamos que sejam úteis as informações!

Reportagem da Revista Época. Clique aqui para ler.

O valor da anuidade na universidade americana de Yale, uma das mais concorridas do mundo, depende da nacionalidade do aluno. O cidadão americano paga, em média, 50% menos que os estrangeiros. Vantagem parecida leva um europeu em uma disputa de emprego na Inglaterra. Para se candidatar a uma vaga divulgada na última semana na empresa de energia inglesa BG Group, exigia-se – além de fluência em inglês, experiência internacional e boa formação acadêmica – cidadania europeia. Logo, a forma de concorrer em condições de igualdade é ter a segunda ou terceira cidadania. Saiba como obtê-la, assim como as vantagens e os riscos de ter vários passaportes.

A cidadania abre portas – e muitas – para os estrangeiros. Ao se tornar cidadão de algum membro da União Europeia, você poderá estudar, trabalhar e morar em qualquer um dos 27 países que dela fazem parte. Sem trâmites burocráticos. “As fronteiras ficam menores. As possibilidades se multiplicam”, diz a advogada Andrea Girello, especialista em obtenção de cidadanias europeias.

Para quem não tem a cidadania herdada de antepassados e tem um país como meta, a dica é começar pelo domínio do idioma. O publicitário Fernando Hudson sempre foi fascinado pela Alemanha. Visitou o país quatro vezes na adolescência e estudou a língua, que passou a dominar. Foi ela que facilitou seu acesso. Fernando navegava por sites de emprego da Alemanha e se cadastrou em vários deles. Menos de um ano depois de se formar em publicidade, estava trabalhando no país com um visto provisório, que foi renovado até ele obter a cidadania. Hoje, mora em Berlim e compõe jingles em alemão.

Outra forma de encurtar o caminho da cidadania é oferecer ao país o que ele mais precisa. Joanna Magalhães é graduada em informática. Ela sonhava em se mudar para a Nova Zelândia, país que facilita a entrada de profissionais nessa área. Saiu do Brasil com emprego garantido e visto de residência permanente. “É preciso estar atento à demanda por profissionais”, diz Joanna. “Muda o tempo todo. Em algum momento podem estar procurando alguém de sua área.” Mas Joanna avisa que o processo exige perseverança: “Eles quiseram ter certeza de que eu não estava interessada apenas no seguro-desemprego vitalício e nos excelentes serviços de saúde e educação do país”.

Pedidos de segunda cidadania aumentaram 30% nos últimos cinco anos, de acordo com um estudo feito por organizações que monitoram a imigração, entre elas o Escritório de Cidadania e Naturalização dos Estados Unidos. Mas muitos dos brasileiros que procuram outros passaportes não querem sair do país. A demanda por outras cidadanias não tem relação direta com imigração. O chef Carlos Bertolazzi, por exemplo, pretende expandir seus negócios em São Paulo. Mas, para isso, ele diz que ajuda ter trânsito livre lá fora. O passaporte italiano de Bertolazzi foi decisivo para que conquistasse uma vaga em um trabalho na Espanha, ao lado do lendário chef espanhol Ferran Adrià. A cidadania europeia também deu acesso a cursos abertos apenas para cidadãos europeus.

Bertolazzi é descendente de italianos. O empresário e pastor Marcello Malizia também. Ele migrou para Londres com a família sem dificuldades. Como cidadão europeu, pode morar onde tiver as melhores condições de emprego. Ganha a vida com transporte de vans na Inglaterra, mas pode ir atrás de oportunidades melhores. “Estou sempre atento ao que acontece nos outros países da Europa”, afirma. “As fronteiras deixaram de ser obstáculos.”

A cidadania mais difícil de ser adquirida é a americana. Para conseguir o green card, o bancário paulista Alexandre Figueiredo fez graduação e trabalhou mais de dez anos nos EUA. Descendente de portugueses, hoje tem tripla cidadania. E transmitiu as três a suas duas filhas. “São americanas, brasileiras e portuguesas”, diz. “Poderão estudar e trabalhar onde quiserem.”

Autoridades americanas e europeias estão cada vez mais atentas a golpes imigratórios. No último ano, nos EUA, a polícia identificou mais de 200 estrangeiros com casamentos arranjados. Eles não só perderam o green card, como a chance de voltar ao país. Se a sorte não ajudou com um ascendente americano ou europeu, a melhor alternativa é tentar um intercâmbio de estudos e trabalho.

Nota: Clique na imagem para ampliar.

Imagens da Austrália

Que tal apreciar imagens do cotidiano nesse destino fantástico. Enjoy!

Study in Australia 2010 em São Paulo

No dia 22 de maio, no Hotel Caesar Park Faria Lima, em São Paulo, acontece a maior feira de educação da Australiana do Brasl: A Study in Austrália 2010!!

A feira permite aos interessados em estudar na Austrália, buscar informações e tirar todas dúvidas sobre como realizar os estudos no país.

A Study in Australia 2010 contará com a participação de diversas universidades, escolas tecnológicas e de inglês. Você poderá conversar diretamente com os representantes dessas instituições durante o evento, sanando assim qualquer eventual dúvida que tiver a respeito do curso escolhido.

Confira a programação da feira

Participe você também da Study in Australia 2010 e obtenha todas as informações que necessita para fazer dessa viagem a mais inesquecível de sua vida.

Clique aqui e veja a lista dos expositores da Study in Australia

Acese o site do Study in Australia e se inscreva, é gratuito.

Para mais informações sobre como estudar na Austrália, você pode acessar o site Australiano do Study in Australia.

Serviço:

Dia: 22 de Maio

Horário: 14h às 20h

Local: Hotel Caesar Park Faria Lima (Rua das Olimpíadas, 205 – São Paulo)

*Nota do Blog: Se você quiser saber mais sobre o Visto para a Austrália, clique aqui e veja uma matéria especial preparada pelo Blog de Viagens. =)

Viagens de Trem pela Europa

A previsão de que, nesta quinta-feira, o tráfego aéreo na Europa volte a funcionar normalmente é bastante animadora, diante do cenário caótico em que o continente se encontrava até então. Mas ainda assim, todas essas alterações nos voos, em função da erupção do vulcão, continuam sendo um grande transtorno para quem precisa se deslocar.

Pensando em quem está preocupado com a grande dependência do avião na Europa, e a pedidos no Twitter, preparamos algumas dicas para você tentar manter a sua agenda de compromissos e a programação de viagens quando estiver no Velho Continente. E a principal delas é: vá de trem.

A malha férrea da Europa é extremamente desenvolvida, e fazer uma viagem sobre trilhos é a cara do continente europeu. É possível comprar passes avulsos ou conjugados, de acordo com a sua necessidade.

O trem é o transporte ideal para trechos curtos, pois viagens mais longas, que atravessam a noite, podem ser bem cansativas.

No site da Eurail são oferecidos quatro tipos de passes: Global (viagem por 21 países), Select (conheça 3, 4 ou 5 países), Regional (para visitar uma região) ou One Country (desbrave um país).

A grande barbada, contudo, são os trens de alta velocidade, que chegam a 300km/h. A passagem é mais salgada, está certo, mas a rapidez e a praticidade valem o investimento. Também no site da Eurail, na parte de trens especiais, é possível encontrar informações sobre cada linha e verificar qual delas mais se encaixa com as suas necessidades.

Vamos categorizar os trens em alta velocidade por países, assim, basta escolher o destino, e verificar no site qual a melhor opção para sua viagem. Nos sites estão discriminados valores, rotas e muito mais. Confiram.

Espanha

A rede ferroviária do país é, sem dúvida, uma das melhores da Europa.  As principais empresas percorrem praticamente todo o país. Confira.


Itália

Artesia de jour

Os trens da empresa operam  entre a França e o norte da Itália, nas seguintes rotas:

  • Paris – Modane – Turim – Milão
  • Lyon – Modane – Turim – Milão

Eurostar Italia

Outra opção em alta velocidade na Itália é a Eurostar Itália. A empresa opera em todo o país.


Suécia

X2000

A empresa opera principalmente pelo sul do país, mais urbanizado e populoso, cruzando a fronteira e chegando até a Dinamarca. Os trens da X2000 são conhecidos pela alta qualidade e pelo baixo ruído. Sem dúvida, uma excelente opção para quem vai viajar pelo norte da Europa.


Restante da Europa

Eurostar

Os trens da Eurostar ligam Londres a Bruxelas e Paris cruzando o Canal da Mancha.

As principais rotas do Eurostar são:

  • Bruxelas Midi para Londres St Pancras International (diariamente com até 9 trens)
  • Paris Nord para St Pancras International (diariamente com até 19 trens)

ICE

Os trens da ICE operam em todo o território da Alemanha com conexões para Áustria (Viena, Innsbruck), Bélgica (Bruxelas, Liège), França (Paris), Holanda (Arnhem, Utrecht, Amsterdã) e Suíça (Zurique, Interlaken).


Railjet

A empresa é uma opcão para quem vai viajar para Áustria, Alemanha e Hungria.

A Raijet opera conexões diretas entre Viena e Budapeste e entre Munique, Viena e Budapeste.

SuperCity

O trem opera da capital Praga para as principais cidades da República Tcheca. Além disso, o SuperCity vai até a Áustria e a Eslováquia.

TGV

Os trens da TGV operam por toda a França, com conexões por vários países vizinhos. Ao todo são mais de 149 destinos e velocidade de até 320 km/h (200 mph). Sem dúvida, o melhor transporte para quem quer visitar a França.

Thalys

Para quem quer conhecer a França, Bélgica e Holanda, sem dúvida, a melhor opção é a Thalys. Os trens da empresa operam nas seguintes rotas:

  • Paris – Bruxelas – Amsterdã
  • Paris – Bruxelas – Liège – Colônia
  • Paris – Bruxelas – Oostende
  • Paris – Mons – Namur – Liège

Uma das principais vantagens de viajar de trem é descer em estações centralizadas, sem todo aquele transtorno de aeroportos longe do centro da cidade. Além disso, com exceção do Eurostar, nos outros trajetos não é preciso fazer check-in (se isso tiver mudado, fiquem à vontade para me corrigir). Você encontra o seu vagão e embarca, sem problemas.

Evite pegadinhas

  • Não esqueça de validar o seu bilhete. Normalmente, há maquininhas ao lado dos vagões que imprimem uma espécie de código, indicando a data e hora para a qual é válida aquela passagem.Depois, durante a viagem, você evitará uma bela confusão com o fiscal que circula pelos vagões se tiver tomado esse cuidado importante.
  • Ao comprar uma passagem pela internet, normalmente, o assento já vem reservado. Se estiver viajando com um passe de trem, procure algum guichê da estação e faça a sua reserva com a maior antecedência possível (dois ou três dias). Alguns trens não têm lugares marcados, então, é só ficar atento ao destino indicado na hora do embarque.
  • Há estações que são grandes e movimentadas, como a Termini, em Roma. Então, é preciso chegar com antecedência para descobrir de onde sai o seu trem e como ir até a plataforma. Não marque bobeira com o horário.
  • Não tem essa de despachar malas, você mesmo terá de carregá-las. Ou seja: não exagere. Se não pintar algum outro passageiro simpático para te ajudar a subir e descer do vagão, você é que vai ter de se virar para carregar a bagagem e acomodá-la nos racks destinados a ela.
  • Em trens noturnos, para ocupar um assento reclinável, uma beliche ou uma cabine, é preciso pagar uma taxa extra . E fique atento à sua bagagem, para evitar acordar pela manhã e não ter notícias da sua mala.
  • Quanto maior a antecedência na hora de comprar a passagem, maior a possibilidade de conseguir uma tarifa com valores mais baixos. Então, se tiver como se programar, não desperdice a chance de economizar alguns euros.

Viajar de trem é prático e eficiente. E, em situações complicadas como a do caos aéreo na Europa, pode ser a grande saída para quem precisa se deslocar. Aproveitem as dicas e curtam e Europa!


36 Horas em Sydney

The scene at Manly Beach, just north of Sydney. Photo: Tony Sernack for The New York Times

Reportagem:  Celia McGee

New York Times

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.

SUNNY, fashion-forward and multiethnic, Sydney is an animated city bent on making its mark. But with its skyline already crowded with skyscrapers, and its place on the world stage firmly set, the city seems to be in the midst of a historical revival. Traditional Australian cuisine like meat pies is being remade in the locavore age. Sports like surfing are being celebrated in their national birthplace. And older buildings are enjoying an architectural second act as salons for the city’s cognoscenti, who can’t seem to get enough of Sydney’s homegrown charms

Friday

4 p.m.
1) DOWNTOWN REBORN

Young Sydney is rediscovering downtown along George Street. Stroll back in time at the 19th-century Strand Arcade (412-414 George Street; 61-2-9232-4199;strandarcade.com.au), the last of the glass-domed late-Victorian shopping bazaars where Australian labels in the style forefront like Manning Cartell, Jayson Brunsdon and Little Joe by Gail Elliott have set up shop. Less kitschy than the more famous Queen Victoria Building, the arcade includes Strand Hatters (61-2-9231-6884;strandhatters.com.au), which carries the kind of straw hats that are fashionable again, and Haigh’s Chocolates (61-2-9221 6999; haighschocolates.com.au), a venerable outpost of the Adelaide-based chocolatier where even locals line up for its newest confections.

6 p.m.
2) SCALING THE HEIGHTS

Unless you suit up and make the climb up the Sydney Harbour Bridge, the best spot to catch the sunset may be the top of the Rocks, the historic district where young merchant princes and professionals like to pub crawl from the Lord Nelson Brewery Hotel(19 Kent Street; 61-2-9251-4044; lordnelsonbrewery.com), one of the city’s oldest continuously operating bars and now also a hotel and microbrewery, to the Hero of Waterloo (81 Lower Fort Street; 61-2-9252-4553; heroofwaterloo.com.au), with stone cellars hiding tunnels once used for smuggling. Another hot spot is the plaza outside the MoS Cafe (37 Phillips Street; 61-2-9241-3636; moscafe.com.au) at the spiffy Museum of Sydney, faintly perfumed by the Royal Botanic Gardens.

8 p.m.
3) COVERING THE WATERFRONT

Walsh Bay, by the gigantic old wharves, is being reborn as an arts and culinary neighborhood. The revitalized Sydney Theater Company (Pier 4, Hickson Road; 61-2-9250-1777; sydneytheatre.com.au), under the artistic direction of Cate Blanchett and Andrew Upton, her husband, often showcases emerging Australian playwrights. Pretheater or after, join an affluent crowd at Restaurant Arras (24 Hickson Road, 61-2-9252-6285; restaurant-arras.com.au), a well-tailored establishment in a former wool store that serves cleverly updated Anglo fare, like snapper with potato napoleon and cockles, or spiced mulloway, lentils and bacon, mead and rye. Dinner for two, about 120 Australian dollars, or $113 at 1.06 Australian dollars to the U.S. dollar.

10 p.m.
4) ASIAN MAJOR

The city’s bright young things relish their night life, and no one has tapped into this more glamorously than the chef Neil Perry. His latest two boîtes, both in the soaring Art Deco City Mutual Building, are Spice Temple (10 Bligh Street; 61-2-8078-1888;spicetemple.com.au), a chinoiserie-style restaurant that serves 12 cocktails named after the Chinese zodiac signs, and the snappy Rockpool Bar and Grill (66 Hunter Street; 61-2-8078-1900; rockpoolbarandgrill.com), where 6,500 cocktail glasses hang at the ready for more members of the Champagne set.

Saturday

9:30 a.m.
5) CUPS AND SAUCERS

Follow the black-fluted paper cups to La Renaissance Café Patisserie (47 Argyle Street; 61-2-9241-4878; larenaissance.com.au), a leafy courtyard cafe favored by coffee connoisseurs. Order a cappuccino, flat white, latte or long black (hold the milk), along with a fresh croissant, before diving into the Rocks Markets, a tasteful street fair held every weekend that carries everything from hand-sewn children’s clothes to vanguard tea ware.

10 a.m.
6) SUSHI FOR BREAKFAST

The gigantic Sydney Fish Market (1 Bank Street, Pyrmont; 61-2-9004-1100;sydneyfishmarket.com.au) remains a very active seafood bazaar, with some 100 species of fish auctioned off every day. There are also seafood bars, a takeout deli and a waterfront deck where you can sample your fresh purchases. But to get closer to the source, sign up for a two-hour cooking class at the market’s Sydney Seafood School, redesigned last year with stainless steel cooking stations, a high-def demonstration screen and a dining room with fishnet chandeliers. Classes, which include hands-on lessons on seafood “barbie” and dishes like Singapore-style chili crab, start at 80 dollars.

1 p.m.
7) DEEP DISH

Australia’s academic art is having a comeback at the beaux-arts Art Gallery of New South Wales (artgallery.nsw.gov.au), but the Powerhouse Museum (500 Harris Street; 61-2-9217-0111; powerhousemuseum.com), in the former Ultimo power plant, offers a refreshing primer on Australia’s arts, crafts and industries. On view through this year is the rollicking “Eighties Are Back” exhibition, with colorful artifacts that include Michael Jackson’s iconic sequined jacket and silver glove. Afterward, swing by Hannah’s Pies (562 Harris Street; 61-2-9211-2506), a nearby takeout stand known for its hot tarts like chicken and mushroom pie, and lean beef and curry pie (4 to 7 Australian dollars). To avoid the long line, go on the later side.

3 p.m.
8) THE HILLS ARE ALIVE

The Edwardian architecture of Surry Hills keeps up with the youth-quake with fashion, housewares, furnishings and antiques shops aimed at the creative caste. The basement of the former Griffiths Teas Building is the home of Halfsleeve (133 Goulburn Street; 61-2-8021-0869; halfsleeve.net), a men’s clothing store that carries designer T-shirts and jeans. Mrs. Press (136a Darlinghurst Road; 61-2-9331-7732; mrspress.com) belongs to Clare Press, a former features editor of Vogue Australia, who likes to mix new and vintage, lingerie and slinky blouses.

8 p.m.
9) TRY THAI

Some of the city’s best Vietnamese, Korean and Thai restaurants are in the chill Darlinghurst neighborhood, recognizable by its Victorian town houses and gay-friendly vibe. A popular Thai establishment is Spice I Am (296-300 Victoria Street; 61-2-9332-2445; www.spiceiam.com ), a stylish offshoot of a takeout shop in Surry Hills. Favorites include a green curry chicken stuffed with apple eggplant and pea eggplant (34 Australian dollars) and crispy pork belly with chili jam, cherry tomato and spring onion (30 Australian dollars).

10 p.m.
10) NIGHT FARM

An artsy new scene can be found at the Commons (32 Burton Street; 61-2-9358-1487;thecommons.com.au). Housed in an 1850 sandstone farmhouse, the space has been transformed by a group of inventive art and architecture graduates into a restaurant and wine bar with old wooden floors, modern-rustic furniture and a backyard patio.

Sunday

10 a.m.
11) BEACH BUNS

In the nautical hierarchy, the beach resort of Manly may be lower-profile than Bondi’s more chic surf culture, but that’s exactly what makes it such a treat, starting with a quick ferry ride seven miles north of the city. (This year Manly is celebrating its official recognition as the birthplace of Australian surfing.) The town is sprucing up the Manly Scenic Walkway that winds through a large nature preserve. At the other end of the beach, Manly Surf School (North Steyne Surf Club, Long Reef; 61-2-9977-6977;manlysurfschool.com) offers rentals and lessons starting at 60 Australian dollars.

3 p.m.
12) SEA FOR MILES

On the roof of the dignified 19th-century Customs House is the ritzy Cafe Sydney (31 Alfred Street; 61-2-9251-8683; cafesydney.com), which has a raw bar and a seafood-rich menu that includes a grilled swordfish with baby squid, panzanella and tapenade (37 Australian dollars). On Sundays there is the live jazz or classical music of Cafe Sydney Sunday, a nice accompaniment to the forever views of the Opera House and the whale-size cruise ships moored in Sydney Harbour.

IF YOU GO

Flights between Sydney and New York City require a connecting flight, usually on the West Coast. A recent Web search found Delta flights from Kennedy, with a connection in Los Angeles, from $1,035 round trip for travel this month.

One of the best-situated and most celebrity-studded hotels is the Park Hyatt Sydney Hotel (7 Hickson Road, the Rocks; 61-2-9241-1234; sydney.park.hyatt.com). The 158-room hotel wraps around a scenic spit of the Rocks opposite the Sydney Opera House. Doubles start at 695 Australian dollars, about $650.

A new budget option is the Vibe Hotel Sydney (111 Goulburn Street; 61-2-8272-3300;vibehotels.com.au) on the edge of Chinatown. The 191-room hotel has a retro-modern décor, a popular bar and rooms starting at 165 Australian dollars.

Check-List de viagens

O Blog de Viagens preparou um pequeno Check-List para você ficar tranquilo e aproveitar ao máximo a sua viagem. Confira

Passaporte

Antes de tudo: Cheque agora mesmo a validade do seu passaporte. Caso esteja vencido ou com menos de 6 meses de validade, tire outro o mais rápido possível. Muitos países exigem um mínimo de 6 meses de validade do passaporte para emitir o visto.
Caso precise tirar um novo passaporte veja essas dicas do Blog de Viagens. Clique aqui.
Além disso, fique atento para as novas exigências para embarques nos aeroportos do Brasil. Clique aqui e leia essa matéria

Money, Dinheiro, Cash. Bufunfa

Hoje ainda vale levar dinheiro em espécie para viagem? A resposta é não! Para nós, a melhor forma de levar dinheiro para sua viagem é utilizar o Visa Travel Money, uma espécie de cartão de débito em que você recarrega com o valor que desejar. Sem falar na possibilidade de sacar dinheiro em caixas eletrônicos em todo o mundo com um taxa de apenas 2,50 dolares por operação, sem percentual sobre o valor do saque. Vale muito a pena. Para saber mais sobre o Visa Travel Money, veja essa matéria especial que o Blog de Viagens fez. Clique aqui.

Vacinas

Alguns países exigem que os visitantes comprovem a imunização para algumas doenças.
África do Sul, Austrália, Bolívia, Chile, China, Equador, Malta, Guatemala, Peru e Venezuela exigem, por exemplo, exigem comprovação contra febre amarela.
Para saber onde tomar a vacina contra febre amarela confira o site da Anvisa, clicando aqui.
Além disso, é preciso levar o Certificado Internacional de Vacinação. Para saber mais, clique aqui.

Carteiras de estudante

Se você vai viajar a estudo, não deixa de tirar sua carteira de estudante. Com a carteira você consegue, por exemplo, descontos em passes de ônibus ou trêm, restaurantes, academias, hotéis

Bagagem

Antes de viajar, confira com a companhia aérea o peso máximo das bagagens. Em seguida faça uma simples análise: Como vai estar o tempo no seu destino na época da viagem? Leve roupas adequadas para o clima do país.Verifique o que se pode ou não levar, principalmente os alimentos. Não esqueça de colocar alguma identificação em sua mala: nome, endereço e telefone celular ou fixo de alguém no Brasil.

Voos

Sempre confirme seu voo, 48 horas antes de embarcar. Não esqueça também de que, para voos internacionais, é aconselhável chegar ao aeroporto 3 horas antes do embarque.E mais: registre seus produtos eletrônicos na Receita Federal nos aeroportos antes de viajar. Assim você evita que na volta de sua viagem a alfândega implique afirmando que você trouxe aquele produtos do exterior.

Seguro Viagem

Não viaje para fora do país sem seguro viagem. Nunca se sabe quando um acidente pode acontecer e acabar com a sua viagem (e as suas finanças). Não vale o risco. Uma boa notícia é que alguns planos de saúde cobrem despesas médicas no exterior. Confira se o seu oferece esse serviço.
E mais: alguns países solicitam, mesmo não exigindo visto de entrada para Brasileiro, que, ao desembarcar no país de destino, você comprove que temseguro viagem. Fique atento se o seu destino exige ou não seguro viagem. Para saber mais sobre seguro viagem e como contratar, confira aqui, essa matéria especial preparada pelo Blog de Viagens.

Autorização de Viagem

O que poucos sabem é quem menores de 18 anos precisam de autorização do pai e da mãe, reconhecidas em cartórios, para viajar. Muitas vezes é necessária a autorização de um juiz.

Taste of Sydney começa hoje

Os Brasileiros em Sydney já podem aproveitar. De 11 a 14 de março acontece na maravilhosa cidade AustralianaTaste of Sydney. O festival, que acontece nas principais cidades do mundo, desembarca pelo segundo ano na Austrália para levar os pratos dos 50 melhores restaurantes da cidade a você.

O Taste of Sydney é uma  oportunidade única de degustar as mais saborosas refeições dos principais chefs de Sydney, regado aos mais finos e deliciosos vinhos.

Simplesmente Imperdível.

Vale lembrar que os ingressos valem para um único dia.

Para acessar a página do festival, clique aqui.

Local

O Taste of Sydney será realizado no Centennial Park. Para saber mais, clique aqui

Centennial Park, Sydney

Horários

  • Thursday 11th March – 5:30pm-9:30pm
  • Friday 12th March – 12:00pm-4:00pm
  • Friday 12th March – 5:30pm-9:30pm
  • Saturday 13th March – 12:00pm-4:00pm
  • Saturday 13th March – 5:30pm-9:30pm
  • Sunday 14th March – 12pm-5pm

Confira os restaurantes que participarão do Taste of Sydney


Becasse
204 Clarence St, Sydney NSW 2000
Phone: +612 9283 3440
Executive Chef – Justin North

Etch
62 Bridge Street, Sydney 2000
Phone: + 61 2 9247 4777
Executive Chef – James Metcalfe

ARIA
1 MacQuarie Street, Sydney NSW 2000
Phone: +612 9252 2555
Executive Chef – Matt Moran

Pilu at Freshwater
‘On the Beach’, Moore Road, Harbord NSW 2096
Phone: +612 9938 3331
Executive Chef – Giovanni Pilu

Guillaume at Bennelong
Sydney Opera House
Bennelong Point, Sydney, New South Wales 2000
Phone +612 9241 1999
Executive Chef – Guillaume Brahimi

Restaurant Balzac
141 Belmore Road Randwick, New South Wales 2031
Phone + 612 9399 9660
Executive Chef – Matthew Kemp

Longrain Restaurant & Bar
85 Commonwealth Street, Surry Hills, New South Wales 2010
Phone +612 9280 2888
Executive Chef – Martin Boetz

Danks Street Depot
1/2 Danks Street (Cnr Young St), Waterloo, New South Wales 2017
Phone +612 9698 2201
Executive Chef – Jared Ingersoll

Flying Fish
19-21 Pirrama Road, Pyrmont, New South Wales 2009
Phone +612 9518 6677
Executive Chef – Peter Kuruvita

Restaurant Assiette
48 Albion Street, Surry Hills, New South Wales 2010
Phone +612 9212 7979
Executive Chef – Warren Turnbull

Bird Cow Fish
Shops 4 & 5, 500 Crown Street, Surry Hills, New South Wales 2010
Phone +612 9380 4090
Executive Chef – Alex Herbert

Berowra Waters Inn
Via East or West Public Wharves, Berowra Waters New South Wales 2082
Phone +612 9456 1027
Executive Chef – Dietmar Sawyere

Four in Hand
105 Sutherland Street, Paddington, New South Wales 2021
Phone +612 9326 2254
Executive Chef – Colin Fassnidge

Jonah’s at Whale Beach
69 Bynya Road, Whale Beach, New South Wales 2108
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Executive Chef – George Francisco

Buon Ricordo
108 Boundary Street, Padington, New South Wales 2021
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Executive Chef – Armando Percuoco

Marque
4/5 Crown Street, Surry Hills, New South Wales 2010
Phone +612 9332 2225
Executive Chef – Mark Best

el Toro Loco
49-53 North Steyne Street, Manly, NSW 2095
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Executive Chef – Miguel Maestre


Expo Estude no Exterior leva a cinco capitais opções de cursos e trabalho no exterior

A maior feira educacional de intercâmbio da América Latina e uma das maiores do mundo reunirá entre 10 e 21 de março, nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, em Belo Horizonte e Porto Alegre, de março, mais de 50 universidades, Escolas de Ensino Médio, escolas técnicas, de línguas, e instituições de pós-graduação e de MBAs, entre elas a Universidade da Califórnia, a Universidade Estadual de San Diego, a Universidade de Artes de Londres e a Universidade Católica de Milão.

A Expo Estude no Exterior possibilita aos estudantes um contato direto com os diretores das mais importantes instituições de ensino do mundo. A inscrição ocorre pelo site da feira (Clique aqui) e permite aos visitantes acesso gratuito ao evento.

Com o dólar cotado a menos de R$ 2, a oportunidade daquele tão sonhado intercâmbio cultural está mais próxima do bolso dos brasileiros. Assim, a 18ª edição Expo Estude no Exterior é uma ótima chance para você buscar informações sobre universidades, cursos de pós-graduação, MBAs, escolas técnicas, de idiomas ou high school, tudo reunido na maior feira de interçâmbio da América Latina que ocorrerá, ao longo do ano, em mais de 35 cidades da América do Norte, da Europa e da América Latina.

Agora, anote aí: No Brasil, o evento será gratuito e realizado no mês de março em cinco cidades: Rio de Janeiro (dias 10 e 11), a São Paulo (dias 13 e 14), Brasília (dia 16), Belo Horizonte (dia 18) e Porto Alegre (dia 21).

Além dos expositores, estarão presentes na Expo Estude no Exterior consulados, como o da Austrália, da Inglaterra e dos Estados Unidos, assim como agências de intercâmbio, que poderão suprir todas as suas dúvidas quando a preços, documentação, trabalho remunerado, bolsas, vistos e destinos. Ao todo serão mais de 40 instituições de diversos países, dentre eles, Estados Unidos, Suíça, Austrália, Canadá, Espanha, Itália, Inglaterra e Brasil.

Nesta 18ª  edição da feira você encontrará, dentre as opções de curso de idiomas,  o Centro de Inglês de Vancouver, no Canadá, e o Programa Intensivo de Inglês da Universidade de Miami. Nos cursos técnicos, estão  confirmados  a Universidade Europeia de Estudos em Gestão, da Espanha e a Politécnica de Milano, da Itália, bem como a  Escola de Arte e Design de Savana, dos  Estados Unidos.

Além da oportunidade de conversas e tirar todas as suas dúvidas com os representantes das instituições presentes na Expo Estude no Exterior, um dos pontos fortes da feira  são as palestras ministrados pelos próprios expositores que fornecem ainda mais detalhes para quem quer planejar e qualificar o currículo no exterior.

Nesse ano, as palestras abordarão temas de grande interesse do intercambista, como: Estudando no Reino Unido, Estude, trabalhe e viaje pela Austrália e Canadá, Nova Zelândia: Onde Estudos e Diversão Caminham Juntos, Como Garantir o Sucesso de seu Programa de Intercâmbio, Estudar e pesquisar na Alemanha. Para saber mais sobre as palestras, clique aqui.

Não perca tempo, acesse o site do Expo Estude no Exterior, cadastre-se, compareça a feira e concorra ainda a duas viagens de quatro semanas, com acomodação e passagens aéreas, para a realização de cursos de Espanhol na Argentina ou de Inglês no Canadá.

Alguns números

Se você acha que está ficando velho para fazer intercâmbio veja confira esses números:

Anote a data e o endereço da Expo Estude no Exterior na sua cidade

  1. Rio de Janeiro, 10 e 11 de março, das 16h às 21h – Hotel JW Marriott (Avenida Atlântica, 2.600, Cobacabana)
  2. São Paulo, 13 e 14 de março, das 14h às 19h – Hotel Intercontinental (Alameda Santos, 1.123, Jardim Paulista)
  3. Brasília, 16 de março, das 16h às 21h – Hotel Mercure Brasília Eixo Monumental (SHN, Quadra 5, Bloco G, 0 – Asa Norte)
  4. Belo Horizonte, 18 de março, das 16h às 21h – Hotel Mercure Lourdes (Avenida do Contorno, 7.315, bairro Lourdes)
  5. Porto Alegre, 21 de março, das 14h às 19h – Hotel Sheraton Porto Alegre (Rua Olavo Barreto Viana, 18, bairro Moinhos de Vento)

Potts Point é um dos destinos mais atraentes de Sydney

Reportagem: Julie Earle-Levine

New York Times Syndicate

Tradução: George El Khouri Andolfato

Reportagem publicada no UOL Viagens. Para ler no site, clique aqui.

Por décadas, Potts Point desfrutou da reputação de centro boêmio de Sydney. Nos últimos anos, uma nova onda de aberturas restabeleceu o bairro como um destino para os jovens e belos, apesar – ou talvez por causa – de sua proximidade com Kings Cross, uma área mais conhecida por suas prostitutas, clubes de strip-tease e estúdios de tatuagem. Na Macleay Street, a principal artéria de Potts Point, belos prédios de apartamento art déco e casas com terraço vitorianos ficam situados entre novos restaurantes e cafés, onde celebridades e descolados se misturam.

Na Macleay Street, a principal artéria de Potts Point, belos prédios de apartamento art déco e casas com terraço vitorianos ficam situados entre novos restaurantes e cafés

“Quando cheguei a Potts Point há 15 anos, não havia nem mesmo onde almoçar ou tomar o café da manhã”, disse Christopher Becker, dono da Becker Minty, uma loja de moda e decoração com dois endereços em Potts Point.

O Toby’s (Loja 6, 81 Macleay Street; 61-2-8356-9264; www.tobysestate.com.au) é um café e loja de uma marca que também vende grãos de café e é escola de baristas. Ali, as mamães bebem café espresso enquanto seus pequeninos tomam os “babyccinos” (leite fervido sem o café).

Outra marca com forte presença no bairro é a Fratelli, que oferece uma loja, a Fratelli Fresh (No. 81; 61-2-9368-6655; www.fratellifresh.com.au), e o Café Sopra, um restaurante informal. Os frequentadores escolhem em um cardápio diário em um quadro-negro, com opções como linguini com limão, pimenta e migalhas de pão (16 dólares australianos, ou US$ 14,50, com o dólar americano cotado a 1,10 dólar australiano). Depois, é possível fazer compras de tudo, desde maracujá fresco até duas dúzias de tipos de massas caseiras.

A mais recente adição à cena de restaurantes é o No. 9 (Loja 2, 9 Ward Avenue; 61-2-9331-1399), um ponto popular de café da manhã e almoço que Walter Herman, um designer de interiores, abriu em julho. O café passa a sensação de uma biblioteca francesa clássica, com uma lareira elétrica e obras de arte originais ocupando as paredes. O cardápio inclui itens como o café da manhã orgânico Full Monty, com ovos, bacon, tomates, cogumelos e feijão cozido (16,50 dólares australianos).

O café No. 9 passa a sensação de uma biblioteca francesa clássica, com uma lareira elétrica e obras de arte originais ocupando as paredes

Para compras finas, experimente a Becker Minty (No. 81; 61-2-8356-9999; www.beckerminty.com) e sua nova filial (na esquina das avenidas Macleay e Greenknowe; 61-2-8356-9908), com moda feminina de luxo e decoração. Em uma visita na metade do ano passado à matriz, entre alguns dos itens mais incomuns estavam cinco pavões empalhados (5.650 dólares cada) e colchas feitas de pele de raposa da Patagônia (6.950 dólares).

A valorização do bairro trouxe ruas mais seguras, de forma que não há perigo em sair à noite. O Champagne bar Velluto (No. 50; 61-2-935-71100; www.velluto.com.au), do qual Jason Minty, da Becker Minty, é sócio, atrai uma clientela fashion ao anoitecer. Peça uma taça de Krug Vintage (70 dólares australianos) juntamente com um prato de deliciosos queijos franceses e australianos (17 dólares).

Tudo isso atraiu uma combinação de pais cujos filhos acabaram de deixar o lar, estudantes e jovens executivos ao bairro. “Há dez anos não existiam apartamentos na faixa de 5 a 20 milhões”, disse Tony Dowling, um corretor imobiliário local. “Agora há alguns novos prédios fantásticos e ainda há um punhado de novos sendo construídos.” É claro, o novo Potts Point não é barato: algumas quitinetes agora chegam ao alto preço de 700 mil dólares australianos.

Um pulo na Austrália – parte 2

bandenise

Em nosso roteiro pela Austrália, vamos direto conhecer os principais destinos de intercâmbio no país.

Sydney  –  A cidade mais populosa da Austrália é o destino preferido de muitos estudantes. Afinal, a oferta de escolas e de cursos é maior, assim como de oportunidades de trabalho. O custo de vida é o mais alto do país, mas os salários um pouco maiores equilibram as contas. Porém, onde há muitas chances, há muita concorrência. Além, é claro, de muitos brasileiros. Se você falar perguntar algo em Inglês e receber a resposta em Português, não se espante: é mais um conterrâneo por lá.

Harbour Bridge, Sydney

Harbour Bridge, Sydney

Melbourne –  Com tantas possibilidades de emprego quanto Sydney, Melbourne conta com um número bem menor de intercambistas brasileiros. Isso facilita a aprendizagem de um novo idioma, para quem viaja com esse objetivo. A cidade é um destino multicultural, com a presença de pessoas de diversos países, contribuindo para torná-la ainda mais interessante. O custo de vida é o segundo mais alto da Austrália, compensado pelas ofertas de trabalho. Porém, não concentra tantas belezas naturais, e tem um clima com variações bruscas e constantes.

Melbourne

Melbourne

Brisbane  – Bem menos populosa, Brisbane oferece menos chances quando o assunto é emprego. Contudo, fica a apenas uma hora de viagem da Gold Coast e da Sunshine Coast, destinos que chamam a atenção de intercambistas pela sua beleza natural e grande movimentação de turistas. O custo de vida é um dos menores do país, na cidade que se destaca pela organização e vida noturna e cultural bastante agitadas.

brisbane

Perth – Única grande cidade localizada na Costa Oeste da Austrália, Perth é considerada a metrópole mais isolada do mundo.  Mas isso não é problema, porque a cidade é jovem e muito moderna. Oferece boas possibilidades de trabalho, um clima bastante semelhante ao do Brasil _ apesar do vento que sopra com frequência  –  e belas opções para quem gosta de surf. Hospitalidade e baixo custo de vida também são alguns atrativos.

perth

E então, qual desses destinos combina mais com você?

Um abraço e até a próxima semana!

Denise Waskow é jornalista e apaixonada por novas culturas

Um pulo na Austrália

bandenise 

Seguimos nosso roteiro pelos destinos mais procurados dos intercambistas. E como para definir qualquer passo sobre a viagem o fundamental é escolher o país, vamos apresentar uma outra opção para quem planeja conciliar trabalho e estudo no exterior.

A Europa ficará para trás, pelo menos por enquanto, e seguiremos rumo à Austrália. Assim como a Irlanda, este tem sido um destino que cresceu muito no interesse dos brasileiros nos últimos anos.

Três motivos se destacam para essa atratividade: o clima bastante parecido com o daqui, com belas praias e muito sol – embora o inverno possa ser rigoroso mais ao sul -, o alto nível de desenvolvimento do país, que precisa de trabalhadores nas mais diversas áreas para continuar crescendo, e o incentivo à imigração para aqueles que pretendem construir uma vida lá.

As regras são as mesmas da Irlanda: para ter autorização legal de trabalhar 20h por semana é preciso estar estudando. Nas férias, pode-se aumentar a carga horária para 40h. A variedade de cursos nos país é imensa: de idiomas a universitários, passando por formação técnica, com o objetivo de qualificar mão-de-obra para atuar no mercado de trabalho.

Embora seja extremamente evoluída, fruto de seu desenvolvimento organizado, a Austrália possui uma grande área ainda desabitada, em função do clima desértico. Compreende, além do continente, a Tasmânia e várias ilhas dos oceanos Índico e Pacífico.

A região mais populosa é a costa leste, onde se localizam as cidades de Sydney, Melbourne, Brisbane, Adelaide, Darwin e a capital Canberra. Na costa oeste, o crescimento concentra-se em Perth.

Para intercâmbio, as opções que mais se destacam são Sydney, Melbourne, Brisbane e Perth. Na próxima coluna, falaremos um pouco de cada cidade, suas peculiaridades, vantagens e desvantagens.

E hoje, deixo uma proposta: você vai, foi ou está na Austrália? Tem alguma dúvida ou dica que gostaria de compartilhar? O espaço dos comentários está aberto para isso. À medida que forem surgindo as colaborações, dividiremos com todos.

 Um abraço e até a próxima semana!

Você ganha dose dupla ao ir no Goldfish em Sydney

Um amigo do Blog de Viagens nos enviou uma dica valiosa para quem estiver em Sydney, Austrália, no mês de setembro. Quem for ao Goldfish , (111 Darlinghurst Rd Kings Cross, 2011 – Fone: 02 8354 6630) um importante bar que fica na charmosa King Cross –  uma área famosa por seus bares e restaurantes –fizer seu pedido e mencionar a time out magazine irá recebê-lo em dose dupla. Aproveite é somente em setembro.

Blog de Viagens – Study in Australia 2009 em Porto Alegre e Rio de Janeiro

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Nos dias 25 de agosto, amanhã, em Porto Alegre e no dia 27 de agosto no Rio de Janeiro acontece o maior evento educacional  Australiano no Brasil: o Study in Australia 2009.

Ali você vai encontar infomações sobre diferentes formas de estudar na Austrália, podendo tirar todas as dúvidas sobre os diversos tipos de cursos e sobre o todo  sistema educacional daquele país.

Study in Australia

Study in Australia

No Study in Australia 2009 estarão presentes várias instituições, desde universidade passando por escola de ensino fundamental, médio e tecnológico e inglês. Aproveite! Essa é uma oportunidade única para tirar todas as suas dúvidas e saber qual o melhor programa que se adéqua a sua necessidade.

Vale lembrar que o evento é organizado pela  Australian Education International (AEI), integrante da rede internacional do Ministério da Educação, Emprego e Relações de Trabalho (DEEWR) do Governo Australiano.

logoVisite a Study in Australia2009 e obtenhas todas as informações para fazer dessa viagem a mais inesquecível de sua vida.

Acese o site do Study in Australia e se inscreva, é gratuito.

Para mais informações sobre como estudar na Austrália, você pode acessar o site Australiano do Study in Australia .

Porto Alegre

25 de Agosto no Hotel Sheraton Porto Alegre das 16h às 21h.

Rio de Janeiro

27 de Agosto no Hotel Sofitel das 16h às 21h.



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