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Travelers Cheques

Uma forma bastante simples, prática e segura de viajar para o exterior, e não ficar com aquela preocupação com dinheiro nos bolsos, é utilizando os Travelers Cheques (TC´s).

Os Travelers Cheques são similares a dinheiro e estão disponíveis em diversas moedas, (Euro, dólar, libra esterlina e outras;), valem indefinidamente e em quase todos os países do mundo.

Uma das muitas vantagens de utilizar os Travelers Cheques é a sua segurança. Caso tenha seus TC´s extraviados, danificados ou roubado, você receberá em 24h, onde estiver, o reembolso de seus cheques.

Outra vantagem é  a de não ter prazo de validade. Eles nunca expiram. Sendo assim, você pode planejar sua viagem aos poucos, comprando seus TC´s quando o câmbio estiver mais favorável.
Pensando nisso resolvemos montar um guia básico para quem vai viajar e usar essa moeda no exterior.
Com a introdução do Visa Travel Money (VTM) os Travelers Cheques perderam um pouco de espaço, mesmo assim, milhões de pessoas continuam utilizando-os para suas viagens.
Para ver outras forma de levar seu dinheiro com segurança, clique aqui e conheça o Visa Travel Money (VTM)

Os Travelers Cheques podem ser usados tanto para:
  • Efetuar compras de bens/serviço em estabelecimentos conveniados como restaurantes, hotéis, lojas;
  • trocar pela moeda local de seu destino;
Para trocar seus Travelers Cheques por moeda local, basta se dirigir as casas de câmbio e estabelecimento que aceitam e trocam os TC´s. Lembre-se, porém, que poderá ser cobrada uma taxa de comissão que varia de país e local de troca
Não esqueça também de levar sempre o recibo de compra original. Conhecemos casos de pessoas que, em plena Paris do Século XXI, não conseguiram trocar seus TC´s por não portarem o comprovante de compra.
Já para efetuar compras de produtos/serviços com seus Travelers Cheques basta apresentá-los no estabelecimento.
Caso queira entrar em contato com a Visa Travelers Cheques, clique aqui.
Para encontrar uma lista de estabelecimentos que aceitam os Travelers Cheques, clique aqui.

Linhas de ônibus em Staten Island

Continuamos com nossas série de dicas para você usar ao máximo os principais meios de transporte de New York.

Trazemos hoje o mapa das linhas de ônibus do Staten Island.

Aproveite New York ao máximo!  This is the city that never sleeps!! Clique nas imagens para ampliar.

mapa das linhas de ônibus do Staten Island

Linhas de ônibus do Staten Island

Linhas de ônibus no Bronx

Dando continuidade nossas série de dicas para você usar ao máximo os principais meios de transporte de New York.

Trazemos hoje o mapa das linhas de ônibus do Bronx.

Aproveite New York ao máximo!  This is the city that never sleeps!! Clique nas imagens para ampliar.

Mapa das linhas de ônibus do Bronx

Linhas de ônibus no Bronx

Linhas de ônibus no Brooklyn

Continuando nossas série de dicas para você usar ao máximo os principais meios de transporte de New York.

Trazemos hoje o mapa das linhas de ônibus do Brooklyn.

Aproveite New York ao máximo!  This is the city that never sleeps!! Clique nas imagens para ampliar.

Brooklyn

Mapa das linhas de ônibus no Brooklyn

Linhas de ônibus

Linhas de ônibus do Brooklyn

Mapa do Metrô de New York

New York tem mais de 8 milhões de habitantes.  Para atender toda essa população a cidade tem que funcionar praticamente 24h por dia!

Pensando nisso, o Blog de Viagens preparou uma série de dica para você usar ao máximo os principais meios de transporte de New York: Metrô e Ônibus.

Como diria Frank Sinatra:  This is the city that never sleeps!!

Para quem estiver em New York e quiser obter mais informações turísticas, visite o escritório oficial de turismo da cidade. Anote aí:

New York City Official Visitor Information Center
Endereço: 810 7th Avenue (btw 52nd 3 53rd St)
Aberto: Segunda a Sexta: 08:30 às 18h – Sábado e  Domingo: 9h às 17h
Fone:  +1 (212) 484-1200

Nota: Para mais informações,visite o  Metropolitan Transportation Authority. Clique no mapa para ampliar.


Como organizar sua mala de viagem

36 horas em Bordeaux

The scene at the retro-trendy L’Apollo Bar on Place Fernand Lafargue - Photo: Ed Alcock/The New York Times

Reportagem: Seth Sherwood /New York Times

Para acessar a página do NY Times e conferir essa matéria, clique aqui.

TASTING notes for the 2004 Bordeaux — the stony French city, not its famous wine — might have read something like this: lifeless and bland; aromas of dirt and dust; a once majestic city well past its prime. But recent years have shown real progress. Today’s Bordeaux is smooth and elegant, thanks to reclaimed docklands and a beautification effort that is removing centuries of soot from its venerable squares and medieval churches. There’s also a new liveliness, including avant-garde art spaces and fledgling concept stores. Throw in some stellar upstart restaurants and innovative wine bars, and Bordeaux sparkles once again.

Friday

4 p.m.
1) EXHIBIT A, HARBORSIDE

Start your explorations of Bordeaux by riding the futuristic tram system to the Bassins à Flots, a once seedy harbor that has been cleaned up and is now home to the city’s most innovative galleries. Cool exhibitions take place at Fonds Régional d’Art Contemporain (Hangar 2, Quai Armand Lalande, 33-5-56-24-71-36; frac-aquitaine.net), a gallery run by the regional governmental body that collects works by contemporary artists in France and beyond. In the same building is Arrêt sur L’Image (33-5-56-69-16-48; arretsurlimage.com), a gallery specializing in works on paper and furniture design. And Le Garage Moderne (1, rue des Étrangers , 33-5-56-50-91-33; legaragemoderne.org) is a junk-filled hangar with an auto-repair shop and raw contemporary art gallery under the same roof.

6 p.m.
2) PANTALONS ET PASTIS

The left bank of the Garonne River waterfront is another 21st-century urban-planning success story. Old warehouses are home to outlet stores (Quai des Marques), an ultrathin miroir d’eau (mirror of water), constructed in 2006, reflects the grand Place de la Bourse, and the waterfront is dotted with cafes. For a drink, order a pastis at L’Ibaïa Café (Quai des Chartrons; 33-5-56-00-45-35; ibaiacafe.fr), where you can watch the sunset and the river flow past amid pulsing house music.

9 p.m.
3) GLUTTONY

Strange things happen to olive oil at Septième Péché (65, cours de Verdun, 33-5-56-06-42-16; 7peche.fr), a year-old jewel-box restaurant whose arch moniker means the Seventh Sin. Sometimes it’s served in a syringe — no needle — so you can drench your bread. Sometimes it comes in the form of illicit-looking white powder. Is there an addict in the kitchen? No, just Jan Schwittalla, a 20-something German chef whose fun takes on regional specialties (for example, molded bars of foie gras topped with gel of bonito tuna and escargot) are unmistakably habit forming. Tasting menus at 39, 49 and 75 euros, or about $46, $57 and $88 at $1.17 to the euro.

11 p.m.
4) SMOKE AND ICE

There sure is a lot of smoke coming out of people’s mouths at the Ice Room (Hangar 19, Quai des Marques; 33-5-57-00-10-15; iceroom.fr), a vaulted, white club that opened last year. Of course, there are the smokers, puffing away on Gauloises within a glass-walled smoking lounge. But behind another fish tank wall of glass is a spacious ice bar, where parka-clad partiers indulge in vodka (20 euros for 20 minutes; drinks included). In between, young professionals crowd the main bar, ordering the house cocktail, Sex at the H19 (vodka, Chambord, Midori, pineapple juice and cherry juice; 9 euros) — a reference to the bar’s home in Hangar 19.

Map Bordeaux

Saturday

11 a.m.
5) DOWDY TO HIGH DESIGN

Until this year, the Musée des Arts Décoratifs (39, rue Bouffard; 33-5-56-10-14-00) was a museum that only a grandmother could love: a dainty dollhouse of period rooms filled with harpsichords, antique vases and other relics of Bordeaux’s past. Then a new wing devoted to 20th- and 21st-century design opened, offering yet another symbol of the city’s playful rejuvenation. Some of the more decadent highlights, many from French designers, include a 1980s Baroque-Dadaist aluminum and wood “Lola Mundo” chair from Philippe Starck; a fuzzy, Chia Pet-like “Tactoris” dresser by Christian Astuguevieille; and a disjointed checkerboard mirror by Andrée Putman. Global design titans, from Ron Arad to Ettore Sottsass, also make cameos.

1 p.m.
6) FAKE FOREST

This year’s gold medal for Bordeaux wine bars easily goes to L’Autre Petit Bois (12, place du Parlement; 33-5-56-48-02-93), whose kitsch-cool design and unstuffy attitude breathe new life into a shopworn Bordeaux institution. Under the shade of leafy (and artificial) indoor trees, a crowd of 20- and 30-something diners tuck into tomatoes with mozzarella (5.60 euros), goat cheese salads (7.50 euros) and toasted bread tartines (5 to 8 euros). Just as surprising is the wine list. There’s a terrific La Rose Pauillac (7 euros) as well as wines from — gasp! — English-speaking nations like the United States and Australia.

3 p.m.
7) MADE IN FRANCE

Underdressed? Concept stores and clubwear boutiques have inundated the area around Place Fernand Lafargue. Recent arrivals include OK Daddy (31, rue Ste.-Colombe, 33-5-56-81-02-20; ok-daddy.com), a gallery, bookshop and clothing emporium that sells its own stretchy rayon jerseys with thin Indonesian python collars, as well as men’s T-shirts and windbreakers by the Marseille label Kulte. It joins Le Rayon Frais (31-33, rue St.-James; 33-5-33-51-10-55; lerayonfrais.fr), a street-wear shop that sells black jeans from Bleu de Paname and flannel shirts by Bérangère Claire — both French labels.

6 p.m.
8) VENDING VINO

Welcome to the future of wine tasting. Buy a tasting card (25, 50 or 100 euros), slip it into a high-tech Enomatic vending machine, choose from eight Bordeaux wineries, pick a size (2.5, 5 or 7.5 centiliters), put your glass under the spout, press the button and voilà: out comes a top vintage, kept at ideal temperature and free from over-oxygenation. Such is the routine at the Max Bordeaux Wine Gallery and Cellar (14, cours de l’Intendance; 33-5-57-29-23-81; maxbordeaux.com), which opened last year. Selections in the minimalist white tasting room include a Cheval Blanc that is 27 euros for a small dose, 688 euros for the bottle.

8 p.m.
9) LAMB, THREE WAYS

The chef François Adamski has the Midas touch. He’s been awarded two of France’s top culinary prizes, the Bocuse d’Or and Meilleur Ouvrier de France — one of only two people to achieve both — and this year his very white, very elegant new restaurant, Le Gabriel (10, place de la Bourse; 33-5-56-30-00-80; bordeaux-gabriel.fr), grabbed its first Michelin star after barely a year of existence. Credit the fine-tuned French menu with international accents. Mediterranean France and southwestern Basque country meet in the squid stuffed with risotto, candied tomatoes and peppers. Lamb, meanwhile, sometimes gets served three ways simultaneously (a succulent gigot, a roasted crispy-salty rack and a proletarian sausage) with a purée of dates, nuts and cumin. A three-course dinner for two, without wine, runs about 140 euros.

11 p.m.
10) BORDEAUX BEATS

Stevie Wonder, Isaac Hayes and the Meters all haunt L’Apollo Bar (19, place Fernand Lafargue; myspace.com/lapollobar), at least in musical form. Young women in thrift-store finery and scruffy young men shoot pool, hobnob and drink pints of Paulaner at this retro-trendy bar. For electronic tunes, pop into the nearby Azuli (55, cours d’Alsace-Lorraine; 33-5-56-79-39-46), where D.J.’s in a second-floor booth preside over the Baroque room, spinning electro, minimalist house and other clubby beats.

Sunday

11 a.m.
11) MARKET CRASH

Sunday is market day in Bordeaux. The fashionable Marché des Quais (Quai des Chartrons, 8 a.m. to 4 p.m.) is a foodie haven and a fine place to feed on fresh oysters (six for 5.50 euros at Huîtres Marennes Oléron; 33-5-46-36-09-10). For a splash of color, hit the Marché St.-Michel (near St.-Michel church, 8 a.m. to 2 p.m.). Situated in a mostly North African quarter of the same name, the market is a chaotic jumble of vintage luggage, Depression-era scrap metal, 1950s radios and rusted French street signs. It’s yet another facet of an evolving city.

IF YOU GO

Air France, Alitalia, Delta, Iberia and KLM all offer one-stop service from New York to Bordeaux. According to a recent Web search, Air France has flights from Kennedy Airport, with a connection in Paris, starting at around $1,150, for travel in July.

Opened in 2009, L’Avant Scène (36, rue Borie; 33-5-57-29-25-39; lavantscene.fr) is a stylish nine-room hotel in an 18th-century stone town house just off the waterfront. Doubles from 99 euros (about $116).

Reopened in 2008 with splashy neo-Napoleonic styling, the 150-room Regent Grand Hotel Bordeaux (2-5, place de la Comedie, 33-5-57-30-44-44; theregentbordeaux.com) presides over Bordeaux’s most famous square and houses the Michelin-starred Le Pressoir d’Argent restaurant. Doubles from 260 euros.

Últimas dicas direto do continente europeu

Olá amigos do Blog de Viagens.

Aqui, no Diário de Londres, tive a modesta pretensão de ajudar aqueles que, assim como eu, pretendiam ou já estavam desfrutando de um período de intercâmbio ou turismo no Reino Unido pela primeira vez. Foram dicas elementares e impressões bastante pessoais sobre temas como transporte público, trâmites burocráticos em aeroportos, imigração, visto, trabalho, história, turismo e dicas culturais.Há ainda, obviamente, um mundo de coisas a serem ditas que poderiam ser exploradas na coluna, e é justamente esse sem fim de descobertas que faz da cidade um lugar fascinante. Como certa vez disse o poeta Samuel Johnson, “quem está cansado de Londres, está cansado da vida; há em Londres tudo que a vida pode proporcionar”. Mas a verdade é que, após oito meses por aqui, meu período no Reino Unido chega ao fim. Ou quem sabe apenas uma pausa, vai saber.

A primeira sensação de retornar para o Brasil após esse breve tempo é o de amadurecimento. Foram ótimos momentos e alguns grandes apertos, não só aqui mas também em outros sete países e 10 cidades que tive a grata oportunidade de conhecer. Mas, uma vez pesando experiências positivas e negativas, sobressaem-se de pronto apenas boas lembranças e um punhado de histórias divertidas. Posso, também, avaliar como encantadora a minha passagem pela Europa muito em função dos amigos maravilhosos que aqui fiz.

E é assim, com uma última dica, que eu gostaria de encerrar minha colaboração (pelo menos direto do Velho Continente) no Blog de Viagens: viaje! Não apenas com o óbvio e nobre objetivo de apenas conhecer pontos turísticos, esperando que absolutamente tudo dê certo. Saia do roteiro, porque viajar implica, necessariamente, em você sair de uma zona de conforto e confiança para testar, antes de tudo, os próprios limites e derrubar os próprios preconceitos.

Encerrando, não posso de maneira nenhuma deixar de agradecer ao meu amigo Diego Fontenele pela oportunidade e pelo espaço no Blog de Viagens.

Um abraço a todos e até uma próxima oportunidade.

Nota do Blog de Viagens: Eu, e com certeza falo também por muito leitores do blog, é que agradeço pela imensa honra de contar contigo por aqui. Estamos te esperando de braços abertos! O Blog de Viagens é domínio público! É meu, seu, de todos que amam viajar!

Paulo Rocha é jornalista, colunista do Blog de Viagens e residente da capital do Reino Unido.

Viagens de Trem pela Europa

A previsão de que, nesta quinta-feira, o tráfego aéreo na Europa volte a funcionar normalmente é bastante animadora, diante do cenário caótico em que o continente se encontrava até então. Mas ainda assim, todas essas alterações nos voos, em função da erupção do vulcão, continuam sendo um grande transtorno para quem precisa se deslocar.

Pensando em quem está preocupado com a grande dependência do avião na Europa, e a pedidos no Twitter, preparamos algumas dicas para você tentar manter a sua agenda de compromissos e a programação de viagens quando estiver no Velho Continente. E a principal delas é: vá de trem.

A malha férrea da Europa é extremamente desenvolvida, e fazer uma viagem sobre trilhos é a cara do continente europeu. É possível comprar passes avulsos ou conjugados, de acordo com a sua necessidade.

O trem é o transporte ideal para trechos curtos, pois viagens mais longas, que atravessam a noite, podem ser bem cansativas.

No site da Eurail são oferecidos quatro tipos de passes: Global (viagem por 21 países), Select (conheça 3, 4 ou 5 países), Regional (para visitar uma região) ou One Country (desbrave um país).

A grande barbada, contudo, são os trens de alta velocidade, que chegam a 300km/h. A passagem é mais salgada, está certo, mas a rapidez e a praticidade valem o investimento. Também no site da Eurail, na parte de trens especiais, é possível encontrar informações sobre cada linha e verificar qual delas mais se encaixa com as suas necessidades.

Vamos categorizar os trens em alta velocidade por países, assim, basta escolher o destino, e verificar no site qual a melhor opção para sua viagem. Nos sites estão discriminados valores, rotas e muito mais. Confiram.

Espanha

A rede ferroviária do país é, sem dúvida, uma das melhores da Europa.  As principais empresas percorrem praticamente todo o país. Confira.


Itália

Artesia de jour

Os trens da empresa operam  entre a França e o norte da Itália, nas seguintes rotas:

  • Paris – Modane – Turim – Milão
  • Lyon – Modane – Turim – Milão

Eurostar Italia

Outra opção em alta velocidade na Itália é a Eurostar Itália. A empresa opera em todo o país.


Suécia

X2000

A empresa opera principalmente pelo sul do país, mais urbanizado e populoso, cruzando a fronteira e chegando até a Dinamarca. Os trens da X2000 são conhecidos pela alta qualidade e pelo baixo ruído. Sem dúvida, uma excelente opção para quem vai viajar pelo norte da Europa.


Restante da Europa

Eurostar

Os trens da Eurostar ligam Londres a Bruxelas e Paris cruzando o Canal da Mancha.

As principais rotas do Eurostar são:

  • Bruxelas Midi para Londres St Pancras International (diariamente com até 9 trens)
  • Paris Nord para St Pancras International (diariamente com até 19 trens)

ICE

Os trens da ICE operam em todo o território da Alemanha com conexões para Áustria (Viena, Innsbruck), Bélgica (Bruxelas, Liège), França (Paris), Holanda (Arnhem, Utrecht, Amsterdã) e Suíça (Zurique, Interlaken).


Railjet

A empresa é uma opcão para quem vai viajar para Áustria, Alemanha e Hungria.

A Raijet opera conexões diretas entre Viena e Budapeste e entre Munique, Viena e Budapeste.

SuperCity

O trem opera da capital Praga para as principais cidades da República Tcheca. Além disso, o SuperCity vai até a Áustria e a Eslováquia.

TGV

Os trens da TGV operam por toda a França, com conexões por vários países vizinhos. Ao todo são mais de 149 destinos e velocidade de até 320 km/h (200 mph). Sem dúvida, o melhor transporte para quem quer visitar a França.

Thalys

Para quem quer conhecer a França, Bélgica e Holanda, sem dúvida, a melhor opção é a Thalys. Os trens da empresa operam nas seguintes rotas:

  • Paris – Bruxelas – Amsterdã
  • Paris – Bruxelas – Liège – Colônia
  • Paris – Bruxelas – Oostende
  • Paris – Mons – Namur – Liège

Uma das principais vantagens de viajar de trem é descer em estações centralizadas, sem todo aquele transtorno de aeroportos longe do centro da cidade. Além disso, com exceção do Eurostar, nos outros trajetos não é preciso fazer check-in (se isso tiver mudado, fiquem à vontade para me corrigir). Você encontra o seu vagão e embarca, sem problemas.

Evite pegadinhas

  • Não esqueça de validar o seu bilhete. Normalmente, há maquininhas ao lado dos vagões que imprimem uma espécie de código, indicando a data e hora para a qual é válida aquela passagem.Depois, durante a viagem, você evitará uma bela confusão com o fiscal que circula pelos vagões se tiver tomado esse cuidado importante.
  • Ao comprar uma passagem pela internet, normalmente, o assento já vem reservado. Se estiver viajando com um passe de trem, procure algum guichê da estação e faça a sua reserva com a maior antecedência possível (dois ou três dias). Alguns trens não têm lugares marcados, então, é só ficar atento ao destino indicado na hora do embarque.
  • Há estações que são grandes e movimentadas, como a Termini, em Roma. Então, é preciso chegar com antecedência para descobrir de onde sai o seu trem e como ir até a plataforma. Não marque bobeira com o horário.
  • Não tem essa de despachar malas, você mesmo terá de carregá-las. Ou seja: não exagere. Se não pintar algum outro passageiro simpático para te ajudar a subir e descer do vagão, você é que vai ter de se virar para carregar a bagagem e acomodá-la nos racks destinados a ela.
  • Em trens noturnos, para ocupar um assento reclinável, uma beliche ou uma cabine, é preciso pagar uma taxa extra . E fique atento à sua bagagem, para evitar acordar pela manhã e não ter notícias da sua mala.
  • Quanto maior a antecedência na hora de comprar a passagem, maior a possibilidade de conseguir uma tarifa com valores mais baixos. Então, se tiver como se programar, não desperdice a chance de economizar alguns euros.

Viajar de trem é prático e eficiente. E, em situações complicadas como a do caos aéreo na Europa, pode ser a grande saída para quem precisa se deslocar. Aproveitem as dicas e curtam e Europa!


Grand Tour pela Europa Week 10 – Polônia

Grand Tour pela Europa -Week 9 – Lituânia

Grand Tour pela Europa – Week 8 – Bucareste

Grand Tour pela Europa – Week 7 – Chipre

Transporte em Londres

Olá pessoal, saudações britânicas aos amigos do Blog de Viagens.

Hoje quero tratar com vocês sobre um tema que mexe direto com o bolso daqueles que pretendem passar um tempo em Londres: transporte público. Que aqui está um dos melhores sistemas do mundo, praticamente todos já sabem. Somente linhas de metrô são 11, cortando todo o centro da cidade e regiões bem periféricas, sem esquecer ainda o sistema de trens intermunicipais e regionais que também passam pela cidade (National Rail Services), trens internacionais (International Rail Services), ônibus, táxis, ferryboats que levam você até para outros países…ufa. Carro, por aqui, soa como algo desnecessário. Mas, obviamente, paga-se um preço alto por tamanha eficiência, e a gritaria é geral quando envolve reajuste de tarifas (que não são baratas).

O modo mais prático para você se deslocar por Londres está na aquisição de um cartão chamado Oyster, o qual lhe oferece descontos modestos nas tarifas e pode ser usado no metrô (também chamado de Tube ou underground), nos ônibus e nos ferryboats. Londres é dividida em zonas, de 1 a 9. As principais atrações turísticas estão localizadas nas regiões 1 e 2, uma vez que essa divisão é feita na forma de anéis. Se você quiser ter um passe semanal liberado (ônibus + trem) para essas zonas centrais, por exemplo, o preço hoje é de 25 libras semanais. Já o bilhete simples de ônibus (o meio mais barato) é uma libra, enquanto no tube o valor irá depender para qual zona você está se deslocando e se o seu passeio é no horário de maior movimento (on-peak) ou não (off-peak). Nos horários de rush (07h30-09h30 e 16h00-19h00), a busca por um assento vago ou até para ficar de pé nos trens é dura, mas por outro lado os intervalos entre um comboio e outro dificilmente passe de 3 minutos.

Sair de Londres para outras cidades e regiões é bastante simples. Recentemente, a prefeitura anunciou a liberação do uso do Oyster para trens do National Rail Service que cortam a cidade, o que facilita a vida do usuário. Em Londres, as principais estações para tomar um destes comboios são Liverpool Street, Kings Cross e Victoria Station. Nestas mesmas estações você pode encontrar ônibus intermunicipais (chamados de coaches), no entanto o Oyster não é válido neles.

Como cada centavo conta, uma dica importante para quem está estudando em terras britânicas é solicitar o Oyster Photocard Student, o que pode ser feito pelo site www.tfl.gov.uk.. O preço do passe semanal para as zonas 1 e 2, antes 25 libras, cai para 18 libras para quem possuir este cartão.

E por falar em dica, a coluna gostaria de encerrar por hoje falando em cultura. No próximo dia 21 de fevereiro (domingo), acontecerá a celebração do ano-novo chinês em todo o mundo. Em Londres, a festa se concentrará a partir do meio-dia em Trafalgar Square e Chinatown (que fica junta à estação de Leicester Square). Na programação, desfile de bonecos gigantes, exibição de artes marciais e muita comida tradicional.

Até a próxima!

Paulo Rocha é jornalista, colunista do Blog de Viagens e  residente da capital do Reino Unido.

Grand Tour pela Europa – Week 6 -Malta

Grand Tour pela Europa – Week 4 -Riviera Francesa

Grand Tour pela Europa – Week 3 – Sudoeste da França

Grand Tour pela Europa – Week 2 – Paris

Grand Tour pela Europa – Week 1 -De Dover a Calais

Nos próximos dias iremos trazer uma série de vídeos sobre o Grand Tour pela Europa.
Ali, Matt Gross, o Viajante Frugal do New York Times, mostrará um Europa alternativa, cultural e histórica.
Sem falar nas dicas de economia para você fazer seu dinheiro render ao máximo.
Aproveitem!

Trem-bala começa a operar entre Bruxelas e Amsterdã

tremavÓtima notícia para quem vai viajar para a Europa. Domingo, dia 13,  foi inaugurada uma nova linha de trem de alta velocidade entre Amsterdã e Bruxelas. A iniciativa visa estimular o uso dos trens como alternativa sustentável aos aviões.

As viagens entre as capitais da Holanda e Bélgica, respectivamente, durarão em torno de 1h e 53minutos, uma economia de 49 minutos.

Já de Colônia, na Alemanha, a Bruxelas a economia será de 47 minutos. E mais: com a nova linha, os viajantes  poderão fazer o trecho Paris-Amsterdã em apenas 3h e 18minuntos.

Para saber mais sobre preços de passagens consulte os sites das operadoras. Na França, a Thalys, na Bélgica, a SNCB e na Alemanha a Deutsche Bahn.

Coimbra: só se for de trem

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Nós, brasileiros, não temos o hábito de andar de trem. O motivo é um tanto óbvio: praticamente não temos esse meio de transporte no País. Uma pena. Há dois finais de semana, tive o privilégio de fazer uma linda viagem pelos trilhos de ferro até Coimbra e o Porto observando, bem acomodada e tranquila no vagão 26, as paisagens de um Portugal rural. Particularidades da ida a parte, vamos ao que mais interessa: Coimbra.

Situada às margens do vibrante Mondego, conhecido como o “Rio dos Poetas”, a antiga capital de Portugal fica um tanto deserta no período de férias, já que sua vida está intimamente ligada à Universidade de Coimbra, que é uma das grandes responsáveis pela economia e turismo local. E é dela que quero falar.

Vista da cidade de Coimbra, Portutal.

Vista da cidade de Coimbra, Portutal.

Depois de uns 15 minutos a subir uma extensa ladeira, de ruelas estreitas, de roupas penduradas a secar ao vento nos varais das antigas construções, avistei a Universidade. De imediato, tive uma estranha sensação: um misto de alegria e frustração. A Instituição, uma das mais antigas da Europa – ela foi fundada em 1290 – estava ali, na minha frente, jogada às traças. Isso mesmo, aos bichinhos que gostam de comer roupas.

Eu explico: o primeiro local a conhecer foi a Faculdade de Direito. No pátio, ao invés de existir um belo gramado verde, com estudantes estendidos a ler, avistei um amontoado de pedras. Sem sequer uma plantinha. A torre, também ali localizada, não podia ser visitada pelos turistas, pois estava interditada. Tudo muito precário.

Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

Bem, mal sabia eu que a minha frustração estava com os segundos contados. Acontece que ao lado da Capela de São Miguel, ainda naquele pátio feio, avistei uma biblioteca que é bonita até no nome: Biblioteca Joaninha. De um estilo único, ao gosto barroco, é composta de três salas, que se comunicam por arcos decorados em madeira policromada. As paredes são cobertas por estantes vermelhas e verdes, com decoração dourada. E, claro, sem contar os intermináveis livros, cerca de 250 mil, que se distribuem desde o século XII até o XIX.

Biblioteca Joaninha

Biblioteca Joaninha

Depois do deslumbramento com a Joaninha, encontro a Faculdade Medicina. Ali, para aumentar ainda mais minha alegria, prédios bem cuidados, árvores, plantas, alunos vestidos com trajes típicos com faixas coloridas que identificam a sua faculdade. Ufa! Confesso que senti um alívio no peito pela segunda vez. Impossível que a famosa Universidade de Coimbra estivesse largada aos bichinhos aqueles. Quando comentei com os meus colegas de redacção do Público sobre minha frustração, me disseram algo alentador: ano passado, houve um protocolo de apoio do Governo português à candidatura da Universidade a Património da Unesco. Embora não saiba muito bem o que isso significa na prática, espero que seja para conservar aquele lugar de tanta história.

Então, se o destino for Coimbra, não esqueça de viajar de comboio (trem) e visitar a Universidade de Coimbra. E se o calor apertar, tome um gelado (sorvete) às margens do “Rio dos Poetas”. 

Janaína Kalsing é jornalista e reside na bela capital portuguesa

Trem que liga Tiradentes a São João Del Rey terá passeio noturno

Matéria: Juliana Couto/Viaje Aqui

Matéria: Juliana Couto/Viaje Aqui

A maria-fumaça que liga as cidades mineiras de Tiradentes e São João Del Rei realizará passeios noturnos a partir de 11 de julho. Na programação estão previstas três viagens em julho, duas em agosto e uma por mês até dezembro.

O passeio começa na Estação de Tiradentes, construção inaugurada por Dom Pedro II no século 19. Durante a viagem, os passageiros serão recebidos por músicos com trajes de época. Quando chegarem à estação de São João Del Rei, os turistas podem participar da Estação do Sabor, provando receitas regionais de chefs de quatro restaurantes locais. Para terminar a visita, será possível ser fotografado no Vagão Estúdio com um traje do início do século 20 e levar uma foto em preto e branco.

Funcionando às sextas-feiras, sábados e domingos, a maria-fumaça realiza duas viagens (ida e volta) entre as duas cidades. O valor da viagem de ida é de R$ 18; a de ida e volta, R$ 30. A viagem noturna será somente de ida, por R$ 30. O transporte para a volta a Tiradentes será por meio de uma van e está incluído no valor do passeio.

O Complexo Ferroviário de São João Del Rei, o Museu Ferroviário e o passeio turístico na maria-fumaça entre São João Del Rei e Tiradentes fazem parte de um projeto de preservação da memória ferroviária da Ferrovia Centro Atlântica (FCA), empresa responsável pelas operações do complexo. Mais informações no site da Ferrovia Centro Atlântica.

Programação do Trem Noturno em 2009:

Julho dias 11, 18 e 25
Agosto dias 22 e 29
Setembro dia 5
Outubro dia 10
Novembro dia 14
Dezembro dia 12

Serviço:
Trem Noturno entre Tiradentes e São João Del Rei
Saída de Tiradentes às 20h.
Passeio – R$ 30
Jantar – R$ 70, com entrada, prato principal e sobremesa. Bebidas à parte.
Reservas pelo telefone (32) 3371-8485

Trem entre Tiradentes e São João Del Rei
Funcionamento às sextas-feiras, sábados e domingos.
Partida de São João às 10h e às 15h.
Partida de Tiradentes às 13h e às 17h.
Passeio – R$ 30
Informações pelo telefone 0800-285-7000

(Fonte:http://viajeaqui.abril.uol.com.br/noticias/trem-liga-tiradentes-sao-joao-del-rei-tera-passeio-noturno-177746_comentarios.shtml?6978403)

Matéria: Juliana Couto/Viajeaqui



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