
Olá. Imenso prazer em escrever para este blog do meu parceiro Diegão.
A Itália corre em meu sangue, mas não sou ‘innamorato’ desse país só porque tenho apego às minhas raízes. A cultura italiana me encanta barbaramente. Antes que você se pergunte, NÃO, eu não conheço a Itália. Não ainda. Mas um coração ‘appassionatto’ pode traduzir essa paixão bem melhor do que fotografias e relatos de entusiasmados turistas que às vezes nem sabem direito o que foram fazer lá. Aqui pretendo falar um pouco sobre alguns lugares do país que, segundo as minhas pesquisas, seriam maravilhosos de se conhecer. De Florença a Turim, de Nápoles a Udine, de Milão a Roma, lá vamos nós desvendar juntos esses fascinantes locais.
Por onde começamos?
Bem, aqui a minha primeira surpresa. Faltou dizer que, para se conhecer a Itália, não é necessário cruzar o Atlântico. Basta desembarcar na serra gaúcha. E é aqui que começa a nossa viagem. A principal cidade da serra é Caxias do Sul, onde nasci. Cidade hospitaleira. Mais do que isso, o paraíso das belas mulheres – clique aqui e conheça as candidatas ao reinado da Festa da Uva do ano que vem. Terra onde se trabalha muito (herança mais do que italiana) e onde se honra cada fio de bigode. A poucos quilômetros, estão as belíssimas Canela e Gramado (que dispensam maiores descrições) e as prósperas Bento Gonçalves e Farroupilha. Em Bento, a pedida é freqüentar os ‘spas do vinho’ ou andar de Maria Fumaça. Em Farroupilha, você provavelmente comprará as melhores malhas do país e comerá o melhor kiwi do mundo. Sem exageros.
Um pouco mais afastado, está Cambará do Sul, onde fica o Cânion do Itaimbezinho. Essa é, possivelmente, a vista mais impressionante do Rio Grande. A grandeza daquele lugar nos remete à existência de Deus. E, se ele efetivamente existe, concedeu o dom do trabalho e do progresso ao povo italiano e a seus descendentes.
Siamo noi!
Bacione di Eduardo Mânica, Il ragazzo che è laureato in comunicazione alla UFRGS!










